30 de set de 2009

Gnose

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Gnose

Um dos estudos mais fascinantes dentro do Tarot é o que combina a Numerologia (Gematria), a análise do nome e as lâminas do Tarot. Esse estudo tem estreita relação com a Kabbalah e aponta para aspectos muito importantes na prática com o Tarot. Um trabalho que acho fascinante é a TABELA MEDIEVAL DE BONGO que tem relação com a Kabbalah. Vamos fazer um pequeno estudo de nosso nome, para saber qual é o seu Arcano Pessoal?
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Site:
http://www.taroterapia.com.br/arcano/cap.html
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Colaboração:
Mario Leal Filho -SãoPaulo-SP
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29 de set de 2009

Relógio Mundial

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Relógio Mundidal

Os números do Planeta Terra:
Site: http://www.poodwaddle.com/clocks2pw.htm
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Visite e opine!
Muito obrigado.
Fraternalmente,
Leal - aprendiz em todas as instâncias da Vida
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sinapseslinks@gmail.com
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Átrio Mental

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Daniela Marchi escreveu:

O ‘AtrioMental’ surgiu de minha necessidade de veicular através da ‘web’ conteúdos mais instrutivos, coisas novas, curiosas, importantes para a mente e para o espírito. Gotas de cultura, tudo o que possa trazer à lume novas idéias e perspectivas. Como sou um ser humano tentando evoluir, talvez nem consiga tanto, mas já estarei satisfeita em fazer com que alguém leia algo que beneficie seu estado físico e/ou espiritual.

Quero ainda com o ‘Atrio’ distribuir bênçãos mas, sobretudo, trazer ‘um pouco de tudo’ que nos ensine mais do amor de Deus por nós seus filhos, não só em palavras, mas também em imagens.

É isso: que o ‘Atrio’ traga muitas e imensas bênçãos. Sejam todos abençoados imensamente.

Por favor, visitem, leiam, comentem. Com vocês irei aprender muito.

Que brilhem sempre suas almas. Daniela Marchi.

Blog: http://atriomental.blogspot.com/
E-mail: atriomental@gmail.com
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O Amor não é cégo

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28 de set de 2009

Amor, Imbatível Amor!

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Amor, imbatível Amor!

O amor é substância criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina.
É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.
Mas se agiganta, na razão que mais se doa.
Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia.
Nunca perece, porque não se entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida.
Assim como o ar é indispensável para a existência orgânica, o amor é oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver.
É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas.
Quando aparente – de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato – se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustração.
Quando real, estruturado e maduro – que espera, estimula, renova – não se satura, é sempre novo e ideal, harmônico, sem altibaixos emocionais.
Une as pessoas, porque reúne as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica o eu profundo. (...) A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não dependência, não exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, imorredouro.
Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que se alterem as manifestações de afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, indestrutível. Nunca se impõe, porque é espontâneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de júbilos e paz.
Expande-se como um perfume que impregna, agradável, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado...
O amor não se apega, não sofre falta, mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratificações que o amado oferece.
O amor deve ser sempre o ponto de partida de todas as aspirações e a etapa final de todos os anelos humanos.
O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doando, na Sua condição de Amante não amado. Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco
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Colaboração:
Daniela Marchi - Araçatuba-SP
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A primeira causa

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A primeira causa

O propósito da ciência não é responder a todas as perguntas; sua missão é outra

Hoje, retorno a uma questão que parece boba, de tão simples. Mas talvez seja a mais complexa que podemos tentar responder. Tanto que, no meu livro "A Dança do Universo", chamei-a de "A Pergunta". Aí vai: como tudo começou?
O que complica as coisas é que pensamos sobre tudo como um encadeamento simples de causa e efeito: cada efeito tem uma causa que o precede.

Quando vemos uma bola de futebol voando, é porque alguém a chutou; se um carro passa na rua, é porque alguém está dirigindo; se a planta cresce, é porque consegue extrair nutrientes do solo e usar a luz solar como fonte de energia; se o Sol brilha, é porque em seu centro hidrogênio está sendo fundido em hélio, liberando quantidades enormes de energia; se o Sol existe, é porque uma nuvem de hidrogênio entrou em colapso há cerca de 4,6 bilhões de anos, atraída pela própria gravidade...
Se continuarmos nessa linha, terminamos, paradoxalmente, no começo de tudo, a origem do Universo. Se o Universo existe, "algo" o fez existir.

A primeira causa é o impulso inicial da criação. Assim ela tem sido vista desde que religiões começaram a tentar explicar o enigma da origem de tudo. No caso da religião, a estratégia funcionou bem: dado que deuses são entidades sobrenaturais, eles não vivem no tempo, tendo uma existência atemporal, eterna. Assim sendo, regras de causa e efeito, ou mesmo a mera aplicação do bom senso, não valem para divindades.

Uma vez que se aceita que algo pode existir fora do tempo e pode ter poderes absolutos que transcendem as leis da natureza, tudo é possível. Até a criação a partir do nada. No Gênese, Deus criou a luz e separou as águas da terra através do verbo. Segundo Santo Agostinho, que muito se preocupou com esse assunto, o tempo e o espaço surgiram com o mundo. Antes da criação, não havia o "antes", pois o tempo não existia. Outras narrativas de criação do mundo resolvem a questão da primeira causa de forma semelhante, postulando a existência de entidades divinas e, portanto, alheias aos vínculos temporais que tanto nos limitam.

E a ciência? Será que é possível resolver a questão da primeira causa de modo científico? Esse é um debate ferrenho que, infelizmente, entrava o progresso cultural da humanidade. Remete-nos a "guerras" inúteis contrapondo ciência e religião, como se a ciência tivesse como função substituir a fé religiosa, uma grande distorção.

Se as pessoas acreditam que a ciência é capaz de responder a todas as perguntas, incluindo a questão da primeira causa, elas se sentem justamente ameaçadas: parece que a ciência tem como missão "roubar" Deus das pessoas. De forma alguma: ao contrário do que muitos dizem, não é essa a missão da ciência. A ciência não se propõe a responder a todas as perguntas. E por um motivo simples: nós nem sabemos que perguntas são essas. Dado que jamais teremos um conhecimento completo da realidade, jamais poderemos construir uma narrativa científica completa.

Sempre existirão questões não perguntadas e não respondidas; e mesmo questões que nada têm a ver com a ciência. A escolha do que fazemos com essa nossa ignorância perene é pessoal: existem aqueles que preferem optar por ter fé em entidades sobrenaturais e existem aqueles que, como eu, preferem aceitar a simplicidade do não-saber. Não ter todas as respostas é a pré-condição para o nosso crescimento. Nesse sentido, mesmo se a ciência não resolver o enigma da primeira causa -e existem obstáculos complicados que ficam para outro dia-, prefiro continuar tentando e aceitar que, por ser humano, minha visão de mundo tem limites.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "A Harmonia do Mundo"
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2709200904.htm
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Yom Kipur

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Joyce Pascowitch

Yom Kipur

Começa neste domingo (27set2009) o dia mais sagrado do ano para os judeus, o Yom Kipur. Dia de energia máxima, dia de acertar as contas, se limpar para recomeçar uma nova fase. Uma coisa curiosa? Na noite deste sábado, em muitas sinagogas da cidade, aconteceu a cerimônia de Kaparot. E o que vem a ser Kaparot? Vem a ser uma ‘limpeza” astral feita por meio de uma galinha, que os religiosos passam na cabeça da gente enquanto rezamos pedindo para que sejam afastadas todas as forças ruins. Alguém por acaso está achando alguma semelhança com uma cerimônia de candomblé? É… pode até ser semelhante. Longas filas se armam de homens e mulheres esperando seu momento de rezar - a gente lê num papel que distribuem na hora. Depois, as galinhas são sacrificadas e, até onde sei, doadas para instituições de caridade. Enfim, todas as datas especiais religiosas têm sua liturgia. Todas têm um por quê. Eu, de minha parte, gosto de seguir, tenho prazer. E mais: me sinto bem. Melhor ainda se puder convencer algum “desgarrado” a ir comigo rezar, orar ou simplesmente participar. E dividir toda essa energia.
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Comentário:
Paulo de Tarso disse:
cara Joyce
kaparot em hebraico significa expiação. é um costume de se matar um galo ou galinha, antes do yon kipur, como expiação vicária(no lugar de)um judeu ou judia.a ave é agitada e girada sobre a cabeça e deve se dizer:”isto é em substituição a mim, isso é em vez de mim, isto é minha expiação. este galo ou galinha irá morrer e eu irei para uma vida boa e longa e para a paz.mata-se a ave e dá-se aos pobres as entrenhas para os pássaros. como tudo no judaismo é muito simbólico.isto esta num livro bastante interessante chamado dicionário judaico de lendas e tradições. de aln unterman da jorge zahar editor. espero que goste da explicação att paulo de tarso
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Fonte:
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http://eujoyce.glamurama.uol.com.br/index.php/sem-categoria/canal-aberto/

26 de set de 2009

Doutrina Espírita

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Resumo da Doutrina Espírita

Deus é eterno, imutável, imaterial, único, onipotente, soberanamente justo e bom. Criou o Universo, que abrange todos os seres animados e inanimados, materiais e imateriais. Os seres materiais constituem o mundo visível ou corpóreo, e os seres imateriais, o mundo invisível ou espírita, isto é, dos Espíritos. O mundo espírita é o mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo. O mundo corporal é secundário; poderia deixar de existir, ou não ter jamais existido, sem que por isso se alterasse a essência do mundo espírita. Os Espíritos revestem temporariamente um invólucro material perecível, cuja destruição pela morte lhes restitui a liberdade. Entre as diferentes espécies de seres corpóreo, Deus escolheu a espécie humana para a encarnação dos Espíritos que chegaram a certo grau de desenvolvimento, dando-lhe superioridade moral e intelectual sobre as outras. A alma é um Espírito encarnado, sendo o corpo apenas o seu envoltório. Há no homem três coisas: 1°, o corpo ou ser material análogo aos animais e animado pelo mesmo princípio vital; 2°, a alma ou ser imaterial, Espírito encarnado no corpo; 3°, o laço que prende a alma ao corpo, princípio intermediário entre a matéria e o Espírito. Tem assim o homem duas naturezas: pelo corpo, participa da natureza dos animais, cujos instintos lhe são comuns; pela alma, participa da natureza dos Espíritos. O laço ou perispírito, que prende ao corpo o Espírito, é uma espécie de envoltório semimaterial. A morte é a destruição do invólucro mais grosseiro. O Espírito conserva o segundo, que lhe constitui um corpo etéreo, invisível para nós no estado normal, porém que pode tornar-se acidentalmente visível e mesmo tangível, como sucede no fenômeno das aparições. O Espírito não é, pois, um ser abstrato, indefinido, só possível de conceber-se pelo pensamento. É um ser real, circunscrito, que, em certos casos, se torna apreciável pela vista, pelo ouvido e pelo tato. Os Espíritos pertencem a diferentes classes e não são iguais, nem em poder, nem em inteligência, nem em saber, nem em moralidade. Os da primeira ordem são os Espíritos superiores, que se distinguem dos outros pela sua perfeição, seus conhecimentos, sua proximidade de Deus, pela pureza de seus sentimentos e por seu amor do bem: são os anjos ou puros Espíritos. Os das outras classes se acham cada vez mais distanciados dessa perfeição, mostrando-se os das categorias inferiores, na sua maioria eivados das nossas paixões: o ódio, a inveja, o ciúme, o orgulho, etc. Comprazem-se no mal. Há também, entre os inferiores, os que não são nem muito bons nem muito mais, antes perturbadores e enredadores, do que perversos. A malícia e as inconseqüências parecem ser o que neles predomina. São os Espíritos estúrdios ou levianos. Os Espíritos não ocupam perpetuamente a mesma categoria. Todos se melhoram passando pelos diferentes graus da hierarquia espírita. Esta melhora se efetua por meio da encarnação, que é imposta a uns como expiação, a outros como missão. A vida material é uma prova que lhes cumpre sofrer repetidamente, até que hajam atingido a absoluta perfeição moral. Deixando o corpo, a alma volve ao mundo dos Espíritos, donde saíra, para passar por nova existência material, após um lapso de tempo mais ou menos longo, durante o qual permanece em estado de Espírito errante. Tendo o Espírito que passar por muitas encarnações, segue-se que todos nós temos tido muitas existências e que teremos ainda outras, mais ou menos aperfeiçoadas, quer na Terra, quer em outros mundos. A encarnação dos Espíritos se dá sempre na espécie humana; seria erro acreditar-se que a alma ou Espírito possa encarnar no corpo de um animal. As diferentes existências corpóreas do Espírito são sempre progressivas e nunca regressivas; mas, a rapidez do seu progresso depende dos esforços que faça para chegar à perfeição. As qualidades da alma são as do Espírito que está encarnado em nós; assim, o homem de bem é a encarnação de um bom Espírito, o homem perverso a de um Espírito impuro. A alma possuía sua individualidade antes de encarnar; conserva-a depois de se haver separado do corpo. Na sua volta ao mundo dos Espíritos, encontra ela todos aqueles que conhecera na Terra, e todas as suas existências anteriores se lhe desenham na memória, com a lembrança de todo bem e de todo mal que fez. O Espírito encarnado se acha sob a influência da matéria; o homem que vence esta influência, pela elevação e depuração de sua alma, se aproxima dos bons Espíritos, em cuja companhia um dia estará. Aquele que se deixa dominar pelas más paixões, e põe todas as suas alegrias na satisfação dos apetites grosseiros, se aproxima dos Espíritos impuros, dando preponderância à sua natureza animal. Os Espíritos encarnados habitam os diferentes globos do Universo. Os não encarnados ou errantes não ocupam uma região determinada e circunscrita; estão por toda parte no espaço e ao nosso lado, vendo-nos e acotovelando-nos de contínuo. É toda uma população invisível, a mover-se em torno de nós. Os Espíritos exercem incessante ação sobre o mundo moral e mesmo sobre o mundo físico. Atuam sobre a matéria e sobre o pensamento e constituem uma das potências da Natureza, causa eficiente de uma multidão de fenômenos até então inexplicados ou mal explicados e que não encontram explicação racional senão no Espiritismo. As relações dos Espíritos com os homens são constantes. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os maus nos impelem para o mal: é-lhes um gozo ver-nos e assemelhar-nos a eles. As comunicações dos Espíritos com os homens são ocultas ou ostensivas. As ocultas se verificam pela influência boa ou má que exercem sobre nós, à nossa revelia. Cabe ao nosso juízo discernir as boas das más inspirações. As comunicações ostensivas se dão por meio da escrita, da palavra ou de outras manifestações materiais, quase sempre pelos médiuns que lhes servem de instrumentos. Os Espíritos se manifestam espontaneamente ou mediante evocação. Podem evocar-se todos os Espíritos: os que animaram homens obscuros, como os das personagens mais ilustres, seja qual for a época em que tenham vivido; os de nossos parentes, amigos, ou inimigos, e obter-se deles, por comunicações escritas ou verbais, conselhos, informações sobre a situação em que se encontram no Além, sobre o que pensam a nosso respeito, assim como as revelações que lhes sejam permitidas fazer-nos. Os Espíritos são atraídos na razão da simpatia que lhes inspire a natureza moral do meio que os evoca. Os Espíritos superiores se comprazem nas reuniões sérias, onde predominam o amor do bem e o desejo sincero, por parte dos que as compõem, de se instruírem e melhorarem. A presença deles afasta os Espíritos inferiores que, inversamente, encontram livre acesso e podem obrar com toda a liberdade entre pessoas frívolas ou impelidas unicamente pela curiosidade e onde quer que existam maus instintos. Longe de se obterem bons conselhos, ou informações úteis, deles só se devem esperar futilidades, mentiras, gracejos de mau gosto, ou mistificações, pois que muitas vezes tomam nomes venerados, a fim de melhor induzirem ao erro. Distinguir os bons dos maus Espíritos é extremamente fácil. Os Espíritos superiores usam constantemente de linguagem digna, nobre, repassada da mais alta moralidade, escoimada de qualquer paixão inferior; a mais pura sabedoria lhes transparece dos conselhos, que objetivam sempre o nosso melhoramento e o bem da Humanidade. A dos Espíritos inferiores, ao contrário, é inconseqüente, amiúde trivial e até grosseira. Se, por vezes, dizem alguma coisa boa e verdadeira, muito mais vezes dizem falsidades e absurdos, por malícia ou ignorância. Zombam da credulidade dos homens e se divertem à custa dos que os interrogam, lisonjeando-lhes a vaidade, alimentando-lhes os desejos com falazes esperanças. Em resumo, as comunicações sérias, na mais ampla acepção do termo, só são dadas nos centros sérios, onde intima comunhão de pensamentos, tendo em vista o bem. A moral dos Espíritos superiores se resume, como a do Cristo, nesta máxima evangélica: Fazer aos outros o que quereríamos que os outros nos fizessem, isto é, fazer o bem e não o mal. Neste princípio encontra o homem uma regra universal de proceder, mesmo para as suas menores ações. Ensinam-nos que o egoísmo, o orgulho, a sensualidade são paixões que nos aproximam da natureza animal, prendendo-nos à matéria; que o homem que, já neste mundo, se desliga da matéria, desprezando as futilidades mundanas e amando o próximo, se avizinha da natureza espiritual; que cada um deve tornar-se útil, de acordo com as faculdades e os meios que Deus lhe pôs nas mãos para experimentá-lo; que o Forte e o Poderoso devem amparo e proteção ao Fraco, porquanto transgride a Lei de Deus aquele que abusa da força e do poder para oprimir o seu semelhante. Ensinam, finalmente, que, no mundo dos Espíritos, nada podendo estar oculto, o hipócrita será desmascarado e patenteadas todas as suas torpezas, que a presença inevitável, e de todos os instantes, daqueles para com quem houvermos procedido mal constitui um dos castigos que nos estão reservados; que ao estado de inferioridade e superioridade dos Espíritos correspondem penas e gozos desconhecidos na Terra. Mas, ensinam também não haver faltas irremissíveis, que a expiação não possa apagar. Meio de consegui-lo encontra o homem nas diferentes existências que lhe permitem avançar, conformemente aos seus desejos e esforços, na senda do progresso, para a perfeição, que é o seu destino final. Este o resumo da Doutrina Espírita, como resulta dos ensinamentos dados pelos Espíritos superiores.Allan Kardec. Da obra: O Livro dos Espíritos. 76 edição. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet.org.br. Federação Espírita Brasileira. 1995.
POSTADO POR CE. AMOR EM GOTAS ÀS QUARTA-FEIRA, SETEMBRO 09, 2009
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Fonte:
http://ceamoremgotas.blogspot.com/
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25 de set de 2009

Ética Médica

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Mensagem aos Espíritas

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Mensagem aos Espíritas

Assunto: Preservação dos Princípios Doutrinários na Prática Espírita “É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios.” Bezerra de Menezes (Mensagem “Unificação”, psicografia de Francisco Cândido Xavier – Reformador, agosto 2001) * Considerando que as idéias espíritas, tais como reencarnação, imortalidade, comunicação com os Espíritos e vida após a morte, têm sido alvo de interesse geral, propiciando à mídia a divulgação de filmes, teatro, livros e notícias de fatos ocorridos, que mostram, cada vez mais, a certeza dessas verdades que a Doutrina Espírita revela há 150 anos; * Considerando que essa promoção é perfeitamente compatível com os propósitos do Movimento Espírita que é o de colocar ao alcance e a serviços de todos a mensagem consoladora e esclarecedora da Doutrina Espírita, dando sentido à vida e trazendo respostas às inquietações de muitos seres humanos com tendência ao suicídio, à violência, ao uso das drogas e à desagregação familiar; * Considerando que, com a divulgação feita pela mídia, independentemente da ação do Movimento Espírita, é natural que um número cada vez maior de pessoas procure os núcleos espíritas, interessado em aprofundar-se no conhecimento dos ensinos doutrinários e em receber a assistência, o esclarecimento e a orientação de que necessita, bem como preparar-se para o trabalho voluntário, na assistência e promoção social, no atendimento aos que necessitam de amparo espiritual e em outras atividades; * Considerando que esta circunstância oferece ao trabalhador espírita a oportunidade de intensificar o desenvolvimento de suas tarefas voltadas ao estudo, à difusão e à prática do Espiritismo, consciente de que a convicção do ser humano quanto à sua condição de Espírito imortal é fundamental para ajudá-lo a atravessar esta fase de transição em que nos encontramos, quando se prepara a Humanidade para ascender à condição de mundo de regeneração; * Considerando que o Centro Espírita continua a ser o núcleo básico da difusão espírita, propiciando espaço para todas as atividades de atendimento e de estudo aos interessados em receber os benefícios da Doutrina Espírita, tal como foi revelada pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec e nas obras que, seguindo suas diretrizes, lhe são complementares e subsidiárias, O CONSELHO FEDERATIVO NACIONAL, EM SUA REUNIÃO DE 10 A 12 DE NOVEMBRO DE 2006, RECOMENDA: 1 – que os dirigentes e trabalhadores espíritas intensifiquem os seus esforços no sentido de colocar a Doutrina Espírita ao alcance e a serviços de todos os homens, divulgando os seus ensinos com o propósito de esclarecer fraternalmente, sem impor e sem pretender converter a quem quer que seja; 2 – que procuremos aprimorar, ampliar e multiplicar os núcleos espíritas, utilizando toda a sua potencialidade no atendimento às necessidades de assistência, de conhecimento, de estudo e de orientação que s seres humanos apresentam; 3 – que no desenvolvimento da tarefa de estudo, difusão e prática da Doutrina Espírita: 3.1 – estudemos constantemente a Doutrina Espírita, não só para o nosso próprio aprimoramento, como também, para manter o trabalho doutrinário dentro dos princípios espíritas, sem as influências nocivas de interpretações pessoais distorcidas; 3.2 – trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, impondo silêncio aos nossos ciúmes e às nossas discórdias, para não prejudicar e nem retardar a execução do trabalho, em qualquer área de atividade em que nos encontremos; 3.3 – mantenhamos o Espiritismo com a pureza doutrinária própria do Cristianismo nascente, sem incorporar à sua prática qualquer forma de ritual, de sacramento ou de idolatria, incompatível com os seus princípios. É lícito, justo e conveniente orarmos em benefício de alguém que nasce, de um casal que assume compromissos matrimoniais ou de alguém que retorna à vida espiritual. Não é lícito, todavia, sacramentarmos esses gestos, chamando-os de “batizado espírita”, “casamento espírita” ou “funeral espírita”, mesmo quando se apresentam sob aparente legalidade. As instituições que se classificam como espíritas, têm o dever decorrente de pautar a sua prática dentro dos princípios contidos nas obras básicas de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita, e tem o direito constitucional de preservar a sua autonomia e liberdade de ação na execução desses princípios. O Espiritismo não tem sacerdotes e nas atividades verdadeiramente espíritas a ninguém é dado o direito de consagrar atos ou fazer concessões, seja em nome de Deus, de Jesus, dos Espíritos Superiores ou da própria Doutrina Espírita; 3.4 – colaboremos com os órgãos públicos e com a sociedade em geral, em todas as suas ações marcadas pelos propósitos de solidariedade e de fraternidade, visando a assistência e a promoção material, social e espiritual do ser humano, preservando e praticando, todavia, a integridade dos princípios e objetivos doutrinários espíritas que caracterizam a instituição; 3.5 – relacionemo-nos com os representantes e seguidores de todos os segmentos religiosos, procurando construir a base de um convívio salutar, marcado pelo respeito recíproco e pela fraternidade, base fundamental para a construção de uma sociedade em que a multiplicidade de convicções sociais, filosóficas ou religiosas não seja impedimento para a coexistência fraterna. Com isto estaremos vivenciando e preservando plenamente os princípios da Doutrina Espírita. CFN – Brasília, 12 de novembro de 2006.
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Fonte:
http://luzqueesclareceanossavida.blogspot.com/
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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24 de set de 2009

Preconceitos

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PRECONCEITOS

Todo preconceito é um erro de visão. É uma distorção visual com relação ao mundo.
Não existe ninguém igual a outro, cada um de nós é único e diferente das demais pessoas. Essa diferença e singularidade vão-se manifestar na cor da pele, no tipo físico, na condição social, na escolha religiosa, na opção sexual, na nacionalidade, etc.

Esse é um lado da questão. Existe outro. Embora desiguais, somos profundamente semelhantes aos outros. Pelo fato de sermos gente e pertencermos à família humana, no essencial nos assemelhamos.

O branco não é o contrário do preto, assim como mulher não é o contrário do homem.
As pequenas diferenças entre os seres não nos dão o direito de colocá-los em campos opostos, como inimigos e competidores.

O preconceito é fruto de focarmos exageradamente as diferenças, esquecendo-nos da semelhança humana que nos faz partícipes da mesma festa da vida. Antes que negro, que mulher, que homossexual, que rico, que jovem, que mulçumano, somos gente.

Há dois erros lógicos na postura preconceituosa.

Primeiro, enfatizamos o secundário, o periférico em detrimento do essencial. Por que enxergar a Maria Alice e defini-la como “preta” se, no essencial, ela possui um corpo com mesma beleza e funções de qualquer ser humano?

Outro erro na maneira de pensar preconceituosamente é a generalização. Situamos o outro dentro de uma classe ou categoria(pré concebemos uma suposta personalidade) e perdemos contato com aquela pessoa específica. Assim não nos relacionamos com Maria, Vicente, Jacó e Pedro, mas com o velho, o judeu, o estrangeiro, o pobre ou o rico, e ao generalizarmos, atribuímos àquelas pessoas todas as características que fantasiamos a respeito de sua categoria: “todos os homens são iguais”, “todos os velhos são bons”, “ os brasileiros são criativos”, “os mulçumanos são terroristas”, “os políticos são desonestos”.

A discriminação de uma raça, da mulher, do homossexual ou qualquer outra serve a um propósito: Compensar o sentimento de inferioridade daquele que discrimina. Para nos sentirmos superiores, elegemos no outro uma diferença que, na nossa maneira míope de enxergar, o coloca em situação inferior a nós.

Elevado ao extremo, nosso ímpeto dominador e arrogante face aos “inferiores” nos conduz à hostilidade, e até à tentativa de destruir o outro na sua diferença secundária.

Historicamente, temos um exemplo disso nas suas piores conseqüências. Hittler, do alto de sua inferioridade, exterminou milhões de judeus.

Todo preconceito é insano e cruel e é a negação do amor na relação com o outro.
A diferença é bonita, ela institui o direito de cada pessoa ser ela mesma.

A diversidade enriquece a vida e amplia o mundo.

Admiramos a quantidade de flores diferentes, de distintos animais e não conseguimos ter o mesmo olhar para a grande maravilha da natureza: O SER HUMANO.

Sonhamos com um mundo padronizado, onde todas as pessoas devam ser feitas à nossa imagem e semelhança. Tememos o diferente, o estranho, o esquisito, o “anormal”.

E como o preconceito é cultural, até mesmo as pessoas objeto da discriminação também internalizaram o preconceito.

A sensação de superioridade ou de inferioridade é mental. É fruto de uma comparação. Se cada pessoa é única, completa em si mesma, como pode haver superiores e inferiores?

Contemplar a semelhança humana, admirando as diferenças individuais é a única forma de nos aproximarmos uns dos outros e de nos encaminharmos para o amor, o afeto e o respeito.

Preconceito é uma doença emocional provocada por uma forma inadequada de ver o outro.
Texto de Antônio Roberto

Lar do Caminho, um Grupo Espírita no Alto da Serra
Grupo de Estudo do Comporatanto Homano
Responsável:
Sergio R. Goldstein
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Revoluções

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23 de set de 2009

Computadores e Internet

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Software Gratis

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Estresse e Hipertensão Arterial

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Estresse e Hipertensão Arterial

Tenho a satisfação de anunciar o lançamento de meu novo livro “Estresse e Hipertensão Arterial”, o primeiro volume da coleção “Harmonizando o Espírito - Exercícios Terapêuticos”.

Esta coleção procura associar os conhecimentos que a medicina, a psico-neuro-endocrino-imunologia e outras ciências conhecidas nos apresentam com as informações que a doutrina espírita nos transmite, possibilitando melhores oportunidades para conquistarmos maior equilíbrio espiritual.

Escrito numa linguagem acessível, de forma a ser compreendido por qualquer pessoa, o objetivo desta coleção é fornecer um maior entendimento em relação a determinados quadros clínicos, sob enfoque físico e espiritual, bem como colaborar para um melhor controle dos mesmos, através da prática de exercícios de respiração, relaxamento e meditação orientados através de um CD que acompanha o livro. Os exercícios foram idealizados para auxiliar no tratamento médico dos problemas abordados.

O livro, editado pela Editora Francisco Spinelli, ligada a Federação Espírita do Rio Grande do Sul (FERGS), já se encontra a disposição das pessoas interessadas na Livraria Cultura (www.livrariacultura.com.br), Livrarias Curitiba (www.livrariascuritiba.com.br), e Livraria do Centro Espírita Leon Denis no Rio de Janeiro. As livrarias espíritas poderão entrar em contato com a FERGS que está realizando a distribuição do livro para todo o Brasil.

Agradeço a sua atenção. Um abraço fraterno.
José Carlos Pereira Jotz
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22 de set de 2009

Toque Divino

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Aldeia da Fraternidade

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Aldeia da Fraternidade

“Sou Luiz Fernando Carvalho, 46 anos, casado, funcionário da Petrobras e presidente da Fraternidade Cristã Espírita, mantenedora da Aldeia da Fraternidade, nova denominação da Aldeia Infantil SOS. A instituição foi fundada em 16 de junho de 1963, na Rua Dona Paulina, junto ao Morro do Osso, em um belíssimo espaço da região sul de Porto Alegre, onde o céu se encontra com o verde, oferecendo ambiente prazeroso de se viver. E foi nesse ambiente que cresci, que convivi em meio a algumas dezenas de crianças.

Minha vida se assemelha à de muitas crianças que se criaram em instituições porque a mãe não teve condições socioeconômicas de lhes garantir a proteção necessária. Assim aconteceu comigo. Aos dois anos incompletos, minha mãe, por meio do então juiz de menores, entregou-me para a Aldeia Infantil. Felizmente, adaptei-me, me senti acolhido verdadeiramente, pois me adotou como filho a senhora Rosa Lima da Rosa, a primeira mãe SOS do Brasil. Essa era a característica principal das aldeias infantis: a figura da mãe social, que cuidava e educava como filhos um grupo de até 12 crianças. Desse modo, vivi em meio à alegria, ao afeto dessa mãe e de tantas pessoas que com ela trabalhavam para a realização dessa instituição, que nos anos 60 era considerada a mais humanística para crianças desprovidas dos vínculos familiares.

Hoje, sou feliz porque me tornei responsável por minha vida e pela vida dos que convivem comigo em casa, no trabalho e na comunidade a que pertenço. Assim, a Aldeia, para mim, hoje, é o meu espaço de voluntariado e de compromisso com as crianças, onde exercito a capacidade de me colocar no lugar delas, vivendo suas necessidades, seus sonhos, suas vontades e suas potencialidades.”
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Fonte:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2656681.xml&template=3898.dwt&edition=13143§ion=1071
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Site: http://www.aldeiadafraternidade.org.br/
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21 de set de 2009

Paz!

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Lila Flor

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Teu conflito

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Teu conflito

Aturdido, defrontas-te com acontecimentos, que te colhem de surpresa;

Angustiado, não vês solução imediata para os teus problemas;

Aflito, envolves-te na dor e cessas de pensar com equilíbrio.

A vida colheu-te de surpresa em verdadeira tempestade emocional; anseias solucionar, à tua maneira, a problemática que hoje atormenta a tua existência.

Em meio ao teu caos emocional, esqueces a terapia insuperável da prece. Absorves, apenas, as emanações pesadas do teu conflito.

Debates-te entre a moral espírita, que te convida a perdoar e o teu orgulho, abalado e contundido.

Acalma-te e ouve. Nós te queremos lembrar da caridade paciência, que te solicita ajuizar melhor os acontecimentos, e a aguardar, pacientemente, as mudanças ou a aceitar o já estabelecido.

A angústia, o aturdimento e o orgulho são maus conselheiros, enquanto que a caridade-paciência é bálsamo, suavizando pela calma, a tua ansiedade.

A caridade-tolerância é outra excelente virtude e far-te-á compreender os que te ferem e magoam.

Medita.

O acaso não existe e o momento que hoje vives, aflitivo e difícil, é o teu teste, como espirita e cristão.

Não fujas ao testemunho.

Não relutes em abrir mão das tuas convicções do homem velho, em favor da caridade-paciência, da caridade-tolerância, da caridade-perdão, que requisitam de ti, hoje, a postura do homem novo que pensas ser. É hora de, não apenas pensares que és, mas seres de fato um novo homem, cristão convicto na Doutrina dos Espíritos e enfrentares, com coragem, sem angústias, nem desequilíbrios, o teste para a tua fortaleza.

Lar Espírita Chico Xavier - Psicografado por Vera Cohim pelo Espírito Amélia
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Colaboração:
Fernando Gomes de Souza
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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20 de set de 2009

17 de set de 2009

A dificuldade de dizer não (ou sim)

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A dificuldade de dizer não (ou sim)

A necessidade narcisista de sermos amados nos torna covardes e nos leva a assentir

DURANTE TODA minha infância, eu dizia "não" mesmo quando queria dizer "sim".
Usava o não como uma palavra de apoio, uma maneira de começar a falar. Minha mãe: "Vou sair para fazer compras; algo que você gostaria para o jantar?". Eu, enérgico: "Não", acrescentando imediatamente: "Sim, estou a fim de ovos fritos (ou sei lá o quê)".

Os adultos tentavam me corrigir: "Então, é sim ou não?". "Não, é sim", eu respondia.

Entendi esse meu hábito muito mais tarde, quando li "O Não e o Sim", de René Spitz (ed. Martins Fontes). No fim da faculdade, Spitz era um dos meus autores preferidos, o único, ao meu ver, que conciliava a psicanálise com o estudo experimental do desenvolvimento infantil. No livro, pequeno e crucial, Spitz nota que, nas crianças, o uso do "não" aparece por volta do décimo oitavo mês de vida, logo quando elas costumam falar de si na terceira pessoa, como se precisassem (e conseguissem, enfim) se enxergar como seres distintos dos outros.

Para Spitz, a aquisição da capacidade de dizer "não" é um grande evento da primeira época da vida: a conquista da primeira palavra que serve para dialogar e não só para designar um objeto. Mas, cuidado, especialmente no segundo ano de vida, o "não" teimoso da criança não significa que ela discorde do que está lhe sendo proposto ou imposto: a criança diz "não" para afirmar que, mesmo ao concordar ou obedecer, ela está exercendo sua própria vontade, a qual não se confunde com a do adulto.

Em suma, durante muito tempo, eu persisti na atitude de meus dois anos. Mais tarde, consegui me corrigir. Mas em termos; sobrou-me uma paixão pelas adversativas: mal consigo dizer "sim" sem acrescentar um "mas" que limita meu consentimento. É um jeito de dizer que aceito, mas minha aceitação não é incondicional. "Vamos ao cinema?". "Sim, mas à noite, não agora."

O uso do sim e do não, no discurso de cada um de nós, pode ser um indicador psicológico valioso. Mas, para isso, é preciso distinguir entre "sim" e "não" "objetivos", que têm a ver com a questão da qual se trata (quero ou não tomar café ou votar nas próximas eleições), e "sim" e "não" "subjetivos", que são abstratos, ou seja, que expressam uma disposição de quem fala, quase sem levar em conta o que está sendo negado ou afirmado.

Se o "não" subjetivo é um grito de independência, o "sim" subjetivo é uma covardia, consiste em concordar para evitar os inconvenientes de uma negativa que aborreceria nosso interlocutor.

Alguns exemplos desse "sim" covarde (e, em geral, objetivamente mentiroso). "Respondeu à minha carta?" "Sim, já mandei." "Gostou de minha performance?" "Sim, adorei." "Quer me ver de novo?" "Sim, te ligo amanhã." Mas também: "Você vai assinar a petição para expulsar os judeus do ensino público?" "Claro, claro, estou assinando."

Acontece que dizer "não" é arriscado. A confusão com o outro, aquela confusão que ameaça a primeira infância e contra a qual se erguia nosso "não" abstrato e rebelde, é substituída, com o passar do tempo, por mil dependências afetivas: "Desde os meus dois anos, não sou você, não me confundo com você, existo separadamente, mas, se eu perder seu amor (sua amizade, sua simpatia, sua benevolência), quem reconhecerá que existo? Será que posso existir sem a aprovação dos outros?".

Em suma, o sim subjetivo é um consentimento abstrato (o objeto de consenso é indiferente e pode ser monstruoso), pois o que importa é agradar ao outro, não perder sua consideração. A necessidade narcisista de sermos amados nos torna covardes e nos leva a assentir.

Por sua vez, nossa covardia fomenta explosões negativas, tanto mais violentas quanto mais nossa concordância foi preguiçosa. À força de dizer "sim" para que o outro goste de mim, eu corro o perigo de me perder e, de repente, posso apelar à negação abstrata, espalhafatosa e violenta, só para mostrar que não me confundo com o outro, penso com a minha cabeça.

Bom, Spitz tinha razão, o uso do não e do sim permitem o diálogo humano. Mas é um diálogo que (sejamos otimistas) nem sempre tem a ver com as questões que estão sendo discutidas; ele tem mais a ver com uma necessidade subjetiva: digo "não" para me separar do outro ou digo "sim" para obter dele um olhar agradecido. Nos dois casos, tento apenas alimentar a ilusão de que existo.

CONTARDO CALLIGARIS
ccalligari@uol.com.br
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1709200921.htm
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Ética

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Sua opinião é muito importante!

Você pode?
Por favor, escreva-me:
sinapseslinks@gmail.com
Muito obrigado,
Leal - aprendiz em todas as instâncias da Vida
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16 de set de 2009

Pensamentos

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PENSAMENTOS

A ação do pensamento sobre a saúde é incontestável.
Vejamos alguns exemplos:
a ansiedade estimula a secreção de adrenalina, que sobrecarrega o sistema nervoso e o descontrola;
o pessimismo perturba o aparelho digestivo e produz distúrbios gerais;
o medo, a revolta são agentes de úlceras gástricas e duodenais de curso largo.

Da mesma forma, a tranquilidade, o otimismo, a coragem são estimulantes que trabalham pela harmonia emocional e orgânica, produzindo salutares efeitos na vida.
O homem se torna o que pensa, portanto o que quer.
Os pensamentos emitidos atraem ou sintonizam outros semelhantes , nas mesmas faixas de ondas mentais por onde transitam as aspirações e os estados psíquicos de toda a Humanidade.

Adicionados a estes, temos as mentes dos desencarnados que se intercomunicam com os homens, vibrando nos climas que lhe são afins.

Acostuma-te a pensar de forma edificante. Assume uma postura vitoriosa.
Atrai pensamentos salutares.
O cérebro é antena que emite vibrações e as capta incessantemente.
Irradias idéias do bem, do progresso, da paz, e captarás, por sintonia, equivalentes estímulos para o teu bem.
Quem pensa em derrota já perdeu uma parte da luta por empreender.
Quem cultiva o insucesso, dificilmente enfrentará os desafios para a vitória.

A cada momento, adicionas experiências novas às tuas conquistas.
A todo instante, pensa corretamente e somarás força psíquica para o êxito da tua reencarnação.

Joanna de Ângelis (espírito) / psicografia de Divaldo Franco.
Livro: Episódios Diários
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Colaboração:
Daniela Marchi - Araçatuba-SP
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14 de set de 2009

Exuberância!

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Das estrelas à vida

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Das estrelas à vida

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Um astro é o pai de todos e a vida é uma grande família, unida pela química
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Esta história começa há muito tempo, há 5 bilhões de anos, mais ou menos. Perdida no espaço, nos confins de uma galáxia qualquer, uma gigantesca nuvem de hidrogênio flutuava calmamente, girando em torno de si mesma. Perto dela, se é que dezenas de anos-luz podem ser considerados "perto", uma estrela já bem velha, com mais de 1 bilhão de anos, começou a entrar em pane.

A energia que essa estrela fabricava nas suas entranhas já não bastava para contrabalançar a sua ânsia de implodir, como ordena a gravidade, essa força que nunca dorme. A estrela, enorme, começou a pulsar violentamente e, após muitas convulsões, explodiu com uma violência tremenda, expelindo suas entranhas pelo espaço.

Nelas, estavam os vários elementos químicos que hoje organizamos na tabela periódica, do hidrogênio e hélio ao carbono, oxigênio, ferro e urânio. Essa poeira estelar, empurrada pela força da explosão, viajou pelo espaço afora, até se chocar com a nuvem de hidrogênio, aquela que, até então, flutuava calmamente.

A nuvem, perturbada pela onda de choque, entrou em colapso, semeada por todos os elementos químicos que haviam sido forjados na estrela já defunta. Aos poucos, a matéria dessa nuvem foi se concentrando no plano equatorial, feito uma grande pizza. No meio dela, nascerá o Sol. Ao seu redor, vão se formar os planetas, recheados de átomos de carbono, oxigênio, nitrogênio, ferro... Os mais próximos ao Sol, onde é mais quente, serão planetas rochosos, como a Terra e os seus vizinhos, Marte e Vênus, e o pequenino Mercúrio. Os mais distantes, onde é mais frio, coletam também muito hidrogênio e hélio e crescem muito, virando os planetas gigantes Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

Na Terra, a presença de água líquida e de uma atmosfera agitada e repleta de gases permite que compostos químicos, feitos principalmente de carbono, comecem a marcha em direção à vida. São eles, os ditos compostos "orgânicos", que vão se tornar parte dos primeiros seres vivos e de todos os seus descendentes. Inclusive nós, humanos. Especial, essa Terra.

Com uma grande Lua circulando ao seu redor, seu giro em torno de si mesma, como o de um pião, fica equilibrado em um ângulo de 23,4. Caso não houvesse Lua, não teríamos esse equilíbrio e não teríamos as estações do ano e a presença constante de água líquida. É difícil imaginar vida complexa aqui sem o calor moderado e a água.

Pois as temperaturas amenas da Terra propiciam as reações químicas que levam simples átomos de carbono a se combinar com mais átomos de carbono, de oxigênio, de hidrogênio, de fósforo e de nitrogênio, formando as moléculas da vida, as proteínas e os ácidos nucleicos. Tudo isso, claro, usando o carbono forjado naquela estrela que morreu e nos cedeu suas entranhas, nossa vizinha cósmica.

Esse carbono é o fundamento da vida. Todos os seres vivos, todas as células contêm esse elemento. Depois da água, somos essencialmente feitos de carbono. Parte desse carbono é continuamente reciclada, passando de animal a animal, de planta a animal e de animal à planta: das escamas de um peixe às folhas de uma samambaia, das asas de uma borboleta ao seu nariz. Cada um de nós carrega consigo alguns dos átomos de carbono que, outrora, pertenciam aos nossos distantes ancestrais que viveram há bilhões de anos, seres que hoje nos parecem primitivos e exóticos.

Temos, em nossas células, restos de algum tiranossauro ou pterossauro, de uma ameba primordial, de uma libélula extinta. No ciclo do carbono, uma estrela é a mãe de todos e a vida inteira é uma grande família, unida pela química que nos permite existir.

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MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "A Harmonia do Mundo"
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe1309200902.htm
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Publicado em: Sinapseslinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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13 de set de 2009

Seus Sentimentos

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Seus Sentimentos

FALE DE SEUS SENTIMENTOS, TOME DECISÃO, SE ALIMENTE CORRETAMENTE...

■ Se não quiser adoecer...
"Tome decisão”
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.

■ Se não quiser adoecer...
"Busque soluções"
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação. a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha. mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.

■ Se não quiser adoecer...
"Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.

■ Se não quiser adoecer...
"Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.

■ Se não quiser adoecer
"Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si. nos outros e em Deus.

■ Se não quiser adoecer...
"Não viva sempre triste"
O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor".
Alegria é saúde e terapia.
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Autor: Dr. Drauzio Varela
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Colaboração:
Mario Leal Filho
São Paulo-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
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12 de set de 2009

Amizade

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Amizade

Não dá: Passar pela Vida sem Amigos(as).
Dedico a todos quanto posso e consigo trocar este sentimento tão profundo.
Sejam Abençoados!
Desejo que o seu Dia Concedido seja: Feliz.
Leal
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O Passe

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ESTUDO SOBRE O PASSE:
O PASSE NAS REUNIÕES MEDIÚNICAS

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1. O PASSE E O CONCEITO DE CURA
2. A APLICAÇÃO DO PASSE NA CASA ESPÍRITA
3. O PASSE E A PRECE. O PASSE A DISTÂNCIA
4. O PASSE NOS GRUPOS MEDIÚNICOS
5. MECANISMOS DO PASSE
6. ORIENTAÇÃO AO PASSISTA
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O PASSE E O CONCEITO DE CURA
A TRADIÇÃO DO PASSE RELACIONADO À CURA.
CONCEITOS DE SAÚDE , CURA E DOENÇA SEGUNDO O ENTENDIMENTO MÉDICO E A DOUTRINA ESPÍRITA
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CONCEITOS ESPÍRITAS DE PASSE
“O fluido universal é o elemento primitivo do corpo carnal e do perispírito, os quais são simples transformações dele. Pela identidade da sua natureza, esse fluido, condensado no perispírito, pode fornecer princípios reparadores ao corpo (...).”
Allan Kardec: A Gênese, cap.14/31

“Assim como a transfusão de sangue representa uma renovação das forças físicas, o passe é uma transfusão de energias psíquicas, com a diferença de que os recursos orgânicos são retirados de um reservatório limitado, e os elementos psíquicos o são do reservatório ilimitado das forças espirituais.”
Emmanuel:O Consolador, questão 98.

“O passe é a transmissão de energias fisio-psíquicas, operação de boa vontade.” Emmanuel: Segue-me, p. 99.

“O passe não é unicamente transfusão de energias anímicas. É o equilibrante ideal da mente, apoio eficaz de todos os tratamentos.” André Luiz: Opinião Espírita.
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A APLICAÇÃO DO PASSE NA CASA ESPÍRITA

O CENTRO ESPÍRITA, "para bem atender às suas finalidades, deve ser núcleo de estudo, de fraternidade, de oração e de trabalho, com base no Evangelho de Jesus, à luz da Doutrina Espírita". Desviá-lo dessa diretriz é comprometer a causa a que se pretende servir.” Reformador de 1992, editorial.
A aplicação do passe deve, portanto, guardar coerência com as orientações doutrinárias, fundamentadas na Codificação Kardequiana.

O PASSE E A PRECE
“Pela prece o homem atrai o concurso dos bons Espíritos”Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 27/11
“ Cabe ao médium passista buscar na prece o fio de ligação com os planos mais elevados da vida, porquanto, através da oração, contará com a presença sutil dos instrutores que atendem aos misteres da Providência Divina, a lhe utilizarem os recursos para a extensão incessante do Eterno Bem.” André Luiz: Mecanismos da Mediunidade, cap. 22/160-161.
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O PASSE A DISTÂNCIA
É a mesma coisa que irradiação mental.
Espíritos encarnados, temos capacidade para expandir os nossos fluidos vital e mental, sob a forma de energias eletromagnéticas, as quais se deslocam na atmosfera em direção a um alvo, sob a forma de irradiações. Os nossos pensamentos e sentimentos podem, dessa forma, ser irradiados a longas distâncias, em qualquer plano da vida. Apostila do EEM, módulo2, 2.ª parte, anexo, p. 120
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O PASSE NOS GRUPOS MEDIÚNICOS
“O passe é comumente utilizado nas reuniões mediúnicas. É uma forma de doar fluidos salutares ao Espírito sofredor comunicante, auxiliando-o na recuperação ou no equilíbrio do seu estado mental e emocional. Tem o poder de também auxiliar o médium durante a comunicação mediúnica, de forma que os fluidos deletérios sejam dissipados e não atinjam diretamente o equilíbrio somático do medianeiro”. EEM- Programa I. Módulo 2, 1.ª parte, roteiro 3

“Não é uma conduta obrigatória, uma vez que o médium harmonizado com o plano espiritual superior encontra recursos necessários para não se deixar influenciar pelas ações, emoções ou sentimentos do sofredor, que lhe utiliza as faculdades psíquicas para manifestar-se”. EEM- Programa I. Módulo 2, 1.ª parte, roteiro 3

“E´considerado necessário durante a manifestação de entidades espirituais portadoras de necessidades especiais, como, por exemplo, os obsessores, suicidas, alienados mentais ou as que revelam possuir graves lesões perispirituais.”- Marlene Nobre (citando André Luiz): Obsessão e as suas máscaras, p. 144.
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MECANISMOS DO PASSE
“Pela sua união íntima com o corpo, o perispírito desempenha preponderante papel no organismo. Pela sua expansão, põe o Espírito encarnado em relação mais direta com os Espíritos livres e também com os Espíritos encarnados. O pensamento do encarnado atua sobre os fluidos espirituais, como o dos desencarnados, e se transmite de Espírito a Espírito pelas mesmas vias e, conforme seja bom ou mau, saneia ou vicia os fluidos ambientes.Allan Kardec: A Gênese, cap. 14, item 18.
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ORIENTAÇÃO AO PASSISTA
1) Não tocar o beneficiado do passe;
2) Não prestar orientações mediúnicas durante o passe.
3) Não transmitir o passe estando em transe.
4) Evitar qualquer tipo de exibicionismo.
5) Manter sintonia com os benfeitores espirituais.
6) Seguir as orientações da Doutrina Espírita para a aplicação do passe.
7) Manter-se num clima de vibrações elevadas por meio da prece, estudo e esforço de melhoria moral.
8) Cuidar da nutrição e da saúde.
9) Participar das reuniões de estudo
10) Não aplicar passe se: faz uso de substâncias tóxicas viciantes, de qualquer natureza ou se se encontra debilitado (física, psíquica e emocionalmente)
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Colaboração:
Ianaê Seabra Pitanguy
São Paulo-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
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8 de set de 2009

Empreendedor Individual

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Novo tempo com o Empreendedor Individual

É preciso que toda a sociedade participe dessa verdadeira mobilização nacional pela formalização do empreendedor individual


ONZE MILHÕES de homens e mulheres que trabalham por conta própria no comércio, na indústria e na prestação de serviços começam a ter as suas atividades formalizadas em todo o país graças ao Programa do Empreendedor Individual. Certamente esse será o tema mais discutido na sociedade durante os próximos cinco anos, com potencial para mudar o perfil do empreendedorismo no Brasil.

Em pouco tempo, borracheiros, doceiros, manicures, pipoqueiros, artesãos, caminhoneiros, costureiras, jardineiros, lavadores de carro, verdureiros e vidraceiros -dentre 170 ocupações de empreendedores individuais reconhecidas pelo Simples Nacional- de todas as unidades da Federação poderão formalizar gratuitamente o seu estabelecimento, de forma simples e sem burocracia. Para aderir a esse sistema inédito e inovador, o empreendedor precisa ter faturamento anual de até R$ 36 mil e, no máximo, um empregado.

Com esse programa, temos agora um grande instrumento de inclusão social, de acesso à proteção previdenciária e às políticas públicas. O objetivo do governo é resgatar a cidadania e contribuir para o crescimento desses trabalhadores como empresários.

O Empreendedor Individual é importante para o desenvolvimento nacional, estimula o mercado de trabalho e dá dignidade a milhões de trabalhadores e suas famílias.

Ao reconhecer os empreendedores como produtores de riqueza, permitindo-lhes um tratamento diferenciado, os governos federal, estaduais e municipais estão investindo em cidadania, na autoestima dessas pessoas e no desenvolvimento das economias locais.

Os pequenos empreendedores individuais podem ser legalizados com uma contribuição previdenciária de R$ 51,15 (11% do salário mínimo) e o pagamento simbólico de R$ 1 de ICMS ao Estado -para os que trabalham no comércio ou na indústria- ou de R$ 5 para o município, de ISS -no caso dos prestadores de serviço.

O que o pequeno empreendedor ganha com isso? Quero destacar que, ao formalizar a sua atividade, o trabalhador ganha a proteção da Previdência Social e passa a ter direito a aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez, auxílio-doença e salário maternidade.
No ato da inscrição, sua família já fica protegida com pensão por morte e auxílio-reclusão, benefícios em que não há carência.

Além da cobertura previdenciária, os trabalhadores que aderirem ao Programa do Empreendedor Individual passam a usufruir de todas as vantagens do mundo formal.

Entre elas, é importante citar o acesso a linhas de crédito com juros diferenciados na rede bancária, a participação nas políticas públicas voltadas para o setor e a possibilidade de participar das compras governamentais, envolvendo todos os entes do pacto federativo.

Para ter uma ideia da importância dos empreendedores individuais, as micro e pequenas empresas geraram mais de 450 mil empregos em todo o Brasil somente no primeiro semestre de 2009. Os dados são do Ministério do Trabalho e Emprego.

Ainda segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio de 2007, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE), somente os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro têm 4.025.604 pessoas com perfil de empreendedor individual. A maior parte está no Estado de São Paulo, com 2.053.129. Minas Gerais tem 1.021.153, e o Rio de Janeiro, 951.322.

Houve um tempo em que o Estado olhava para os trabalhadores individuais com preconceito, tratando-os como fora da lei, sem importância para a produção nacional. Agora, esses batalhadores do dia a dia têm a atenção dos governos federal, estadual e municipal.

É um olhar diferenciado, em que o Estado expande sua proteção social, por meio da cobertura previdenciária, ao mesmo tempo em que oferece as condições e o estímulo necessários para que se tornem produtores de riquezas e de progresso para o país.

É necessário ressaltar o importante apoio do Sebrae e de diversas instituições em todo o país. Fundamental ainda é o papel das prefeituras que já estão implantando a sala do empreendedor em suas cidades e estimulando ainda mais a formalização de trabalhadores e trabalhadoras.

Mas é preciso que toda a sociedade e as forças políticas do país participem dessa verdadeira mobilização nacional pela formalização do empreendedor individual.

Essa é uma bandeira do Estado brasileiro que merece a atenção e o empenho dos que lutam pela melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e do desenvolvimento do Brasil.

Essa iniciativa é mais uma prova de que o Brasil vive um novo tempo.

JOSÉ PIMENTEL , advogado, deputado federal (PT-CE) licenciado, é ministro da Previdência Social.
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Jornal Folha de São Paulo
08set2009A3
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0809200908.htm
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Ciência e Espiritualidade

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CIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE
CONVERGÊNCIAS PARA UM NOVO ESPAÇO DE CONHECIMENTO


palestra aberta a cargo de Geshe Lhakdor
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A qualidade dos pensamentos, sentimentos e ações “modelam” o cérebro, conforme concluem os neurocientistas da atualidade. O estresse, a ansiedade, a frustração crônica prejudicam as estruturas cerebrais responsáveis pela criatividade e a disposição para a aprendizagem. Estas descobertas resultam do esforço conjunto da espiritualidade e da ciência em somar suas habilidades e competência sem, no entanto, descaracterizar suas metodologias e propósitos.
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Em 1987 iniciam os diálogos entre duas ordens de conhecimento que se mantiveram distantes durante séculos. Sua Santidade o Dalai Lama convida na ocasião cinco especialistas em ciências cognitivas com quem estabelece um fórum permanente de debates. Hoje esses fóruns proliferam em universidades, mosteiros e espaços culturais permitindo que as pesquisas de ambos saberes complementem suas contribuições para expandir os horizontes da incessante busca humana por bem-estar e conhecimento.
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Geshe Lhakdor foi tradutor e assistente religioso de Sua Santidade o Dalai Lama de 1989 a 2005, tendo participado de inúmeras conferências e fóruns por todo o mundo e traduzido livros de autoria do Dalai Lama do inglês para o tibetano e do tibetano para o inglês. Em abril de 2005 assumiu o cargo de Diretor da Biblioteca e Arquivo de Estudos Tibetanos em Dharamsala.
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Geshe Lhakdor é também membro da Fundação para Responsabilidade Universal, membro do Conselho do Instituto de Clássicos Tibetanos de Montreal e Professor Honorário da University of British Columbia, no Canadá. É Doutor em Metafísica pela Universidade Monástica de Drepung em Mundgod, Índia. Autor do livro Meditação e Compreensão da Mente, recém publicado pela Palas Athena Editora.
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Na ocasião haverá o pré-lançamento dos DVDs
O Dalai Lama no Brasil, documentário contendo 7 horas de gravação
de sua última visita ao Brasil, em 2006.
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11 de setembro de 2009 · sexta-feira · 19 horas
local: Anfiteatro A – UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo
Rua Botucatu, 740 – Vila Clementino – São Paulo / SP
próximo à Estação Santa Cruz do metrô
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ENTRADA FRANCA
Realização: UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo e Associação Palas Athena Site: http://www.palasathena.org.br
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Colaboração:
Mario Leal Filho - São Paulo-SP
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7 de set de 2009

7set

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Ciência e Liberdade

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Ciência e liberdade

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Nunca se deve aceitar algo só porque foi dito por uma autoridade
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Já que esta coluna cai na véspera do dia da Independência, achei oportuno revisitar um tema que está sempre presente na vida da gente: a questão da liberdade. Claro que, nestas breves linhas, eu não teria a pretensão de apresentar muitos pensamentos profundos sobre o que significa ser livre. Convido apenas os leitores a uma reflexão, iluminados, como sempre, pela luz da ciência.

Quando era garoto, gostava muito de citar a seguinte frase: "Ser livre é poder escolher ao que se prender". Outra versão é: "Quanto mais chaves você carrega no bolso, menos livre você é". Não há dúvida de que a primeira é mais filosófica. (Acho que é atribuída, talvez erroneamente, ao filósofo francês Jean-Paul Sartre.) Mas ambas dizem algo de semelhante: que liberdade e escolha andam de mãos dadas.

Existem, certamente, situações em que isso não é verdade: pessoas "presas" não por terem cometido algum crime, mas por serem aprisionadas por alguma ideologia que lhes é imposta. Por exemplo, as crianças que nascem em famílias ultrarreligiosas nunca têm a opção de refletir sobre os valores que lhes são impostos. Mesmo sem carregar chaves, estão presas até crescerem o suficiente para poder (ou não) se rebelar. O mesmo ocorre com os indivíduos que vivem em regimes políticos totalitários, onde a "verdade" é controlada pelo Estado.

Ou seja, a frase "ser livre é poder escolher ao que se prender" pressupõe que o indivíduo tem a liberdade de escolha. Isso nem sempre é verdade. Para sermos livres, precisamos ter livre acesso à informação. Só assim teremos o privilégio de poder escolher ao que vamos nos prender.

Daí o papel fundamental da educação, contanto que livre de censuras ideológicas. Já em torno de 50 a.C., o poeta romano Lucrécio celebrava a importância da educação na liberdade das pessoas. Sua preocupação era com a excessiva superstição dos romanos, que atribuíam tudo o que ocorria à ação de algum deus. Consequentemente, a maioria da população vivia aterrorizada. Só aqueles que usam a razão para desvendar o porquê das coisas podem de fato ser livres, dizia.

Só quem reflete sobre as causas das coisas, em vez de atribuí-las cegamente a causas sobrenaturais, é livre dos medos que assombram a vida. A educação deve fornecer ao indivíduo a capacidade de reflexão crítica, a habilidade de saber fazer perguntas e não de aceitar passivamente tudo o que lhe é dito. Essa habilidade, esse ceticismo, é um dos aspectos mais cruciais do treinamento de um cientista. Nunca se deve aceitar algo só porque foi dito por uma autoridade.

Essa atitude é exatamente oposta ao que ocorre em culturas conservadoras e repressivas. Mesmo que a ciência busque uma ordem no mundo material, sua essência é anárquica. Os grandes revolucionários da ciência, Copérnico, Galileu, Kepler, Newton, Einstein, Bohr, foram todos anárquicos a seu modo. Todos defendiam a sua liberdade de pensamento acima de tudo, recusando-se (ou quase, no caso de Galileu, sob ameaça da Inquisição) a aceitar o saber das autoridades. Para eles, ser livre é ter a coragem de pensar por si mesmo sobre os grandes problemas, na tentativa de chegar a uma verdade aceita pela maioria.

Quando penso em liberdade, penso nesses nomes, e em tantos outros -cientistas ou não- que lutaram para que hoje possamos ter a visão de mundo que temos. Se hoje somos mais livres, devemos agradecer a eles. Se há tantos longe de ser livres, é porque ainda temos muito o que fazer.
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MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "A Harmonia do Mundo"
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Momento Presente

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Momento Presente

"Este é o teu momento de viver intensamente a realidade da vida.

Desnecessário recordar que, agora, o teu momento presente é relevante para a aquisição dos bens inestimáveis para o Espírito eterno.

Há muito desperdício de tempo, que se aplica nas considerações do passado como em torno das ansiedades do futuro.

A tomada de consciência é um trabalho de atualidade, de valorização das horas, de realização constante.

A vida é para ser vivida agora.

Postergar experiências, significa prejuízo em crescimento na economia da vida.
Antecipar ocorrências, representa precipitação de fatos que, talvez, não sucederão, conforme agora, tomam curso.

As emoções canalizadas em relação ao passado ou ao futuro dissipam ou gastam a energia vital, que deve ser utilizada na ação do momento.

Se vives recordando o passado ou ansiando pelo futuro, perdes a contribuição do presente, praticamente nada reservando para hoje.

O momento atual é a vida, que resulta das atividades pretéritas e elabora o programa do porvir.

Encoraja-te a viver hoje, sentindo cada instante e valorizando-o mediante a consciência das bênçãos que se encontram à tua disposição.

A vida é um sublime dom de Deus.

Naturalmente, quando recebes um presente de alguém, sentes o desejo irrefreável de agradecer, de louvar, de bendizer.

Desse modo, agradece a Deus, o sublime legado, que é a tua vida, por Ele concedido.

Vive, jubilosamente, hoje, sejam quais forem as circunstâncias em que se te apresente a existência.

Se o instante é de aflição, resigna-te, agindo corretamente, e estarás produzindo para o futuro que te chegará com paz.

Se o momento é de gozo, recorda-te dos padecentes à tua volta e reparte alegria, ampliando o círculo de ventura.

Quem despertou para a superior finalidade da vida, vive-a, a cada momento, vivendo-a principalmente agora".

Joanna de Ângelis (espírito) / psicografia de Divaldo Franco
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Colaboração: Daniela Marchi - Araçatuba-SP
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SIMPÓSIO – DIGNIDADE DA VIDA

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SIMPÓSIO – DIGNIDADE DA VIDA

28 de setembro (segunda-feira)

CONFERÊNCIA DE ABERTURA – 9 HORAS

BIOÉTICA E INÍCIO DA VIDA
Presidente de Mesa
DR. RUI GERALDO CAMARGO VIANA
Advogado e Presidente da Comissão de Bioética, Biodireito e Biotecnologia.

Expositor
Pe. CHRISTIAN DE PAUL DE BARCHIFONTAINE
Reitor do Centro Universitário São Camilo; Vice-Superintendente da União Social Camiliana e do Círculo Social São Camilo do Ipiranga; Deputado do Parlamento Mundial para Segurança e Paz e Professor de Bioética.

Debatedores
DR. ALFREDO DOMINGUES BARBOSA MIGLIORE
Advogado; Mestre e Doutorando em Direito Civil pela Faculdade de Direito da USP e Membro da Comissão de Bioética, Biodireito e Biotécnologia.

DRA. MARIA BEATRIZ DE SOUZA LIMA RIZZI
Nutricionista; Mestre em Ciência dos Alimentos pela USP e Professora no Curso Técnico de Nutrição Dietética do Centro Paula Souza.

ABORTO DO FETO ANENCÉFALO - 11 HORAS

REFLEXÕES ÉTICAS E TRATAMENTO JURÍDICO
Presidente de Mesa
DR. JORGE SHIGUEMITSU FUJITA
Advogado; Doutor em Direito Civil pela USP e Professor Titular de Direito Civil dos Cursos de Graduação e Pós–graduação do Centro Universitário do FMU.

Expositor
DR. INGO WOLFGANG SARLET
Juiz de Direito no Rio Grande do Sul; Doutor e Pós–Doutor em Direito – Munique; Professor Titular da Faculdade de Direito e dos Programas de Mestrado e Doutorado em Direito e em Ciências Criminais da PUC RS e Professor da Escola de Magistratura.

Debatedor
DR. LUCIANO CUSTÓDIO TEIXEIRA
Advogado e Mestre em Direito Difusos e Coletivos pela PUC SP.

19 HORAS

EXPERIMENTAÇÃO EM EMBRIÕES: EVOLUÇÃO DA CIÊNCIA E RESPEITO À VIDA
Presidente de Mesa
DRA. ANA ELIZABETH L. WANDERLEY CAVALCANTI
Advogada; Mestre e Doutora em Direito Civil pela PUC SP; Professora de Direito Civil e Biodireito nos Cursos de Graduação e Pós–Graduação nas FMU.

Expositores
DESEMBARGADOR JOSÉ RENATO NALINI
Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e Presidente da Academia Paulista de Letras.

DESEMBARGADOR ERICKSON GAVAZZA MARQUES.
Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e Professor na Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

DRA. LILIAN PIÑERO EÇA
Biomédica, PHD em Biologia Molecular e Presidente do Instituto de Pesquisas de Células Tronco.

Debatedoras
DRA. ANA CLÁUDIA SILVA SCALQUETTE
Advogada; Doutora em Direito Civil pela USP; Mestre em Direito Político e Econômico; Professora de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie e Membro da Comissão de Bioética, Biodireito e Biotecnologia da OAB SP.

DRA. RENATA DA ROCHA
Advogada; Doutoranda e Mestre em Filosofia do Direito e do Estado pela PUC SP; Pesquisadora do Programa Instituto Milênio do CNPQ e Professora do Curso de Especialização da PUC SP.

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29 de setembro - 9 HORAS

TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS E TECIDOS: ENTRAVES À EFETIVAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS
Presidente de Mesa
DR. FLÁVIO JOSÉ DANTAS DE OLIVEIRA
Médico e Advogado; Especialista em Direito Difusos e Coletivos; Mestre em Administração de Empresas; Doutor e Pós- Doutor em Medicina e Livre-Docente em Clínica Homeopática

Expositora DRA. DAISY GOGLIANO
Advogada; Professora Doutora da Faculdade de Direito USP e Professora do Curso de Especialização do CEPEDISA – Lato Sensu.

DR. JOSÉ OSMAR PESTANA MEDINA
Médico; Doutor Livre-Docente e Professor Titular de Nefrologia da Universidade Federal de São Paulo.

Debatedores
DR. ANTÔNIO ELIAN LAWAND JÚNIOR
Advogado e Mestre em Direito Ambiental pela Universidade Católica de Santos.

DR. ANTÔNIO ABEL PAUPERIO
Advogado e Médico; Mestrando na Sociedade da Informação nas FMU; Coordenador do Curso Direito e Médico das FMU e Palestrante de Direito Médico e Biodireito.

19 HORAS

IDENTIDADE SEXUAL: VISÃO MÉDICA E JURÍDICA
Presidente de Mesa
DRA. CLARISSA FERREIRA MACEDO D’ISEP
Advogada; Doutora em Direito pela Université de Limonges – França e PUC SP.

Expositores
DESEMBARGADOR HENRIQUE NELSON CALANDRA
Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo e Presidente da Associação Paulista de Magistrados.

DR. CLAUDIO COHEN
Professor Associado da FMUSP em Bioética e Bioética Clínica e Presidente da Comissão de Bioética do Hospital das Clínicas da FMUSP. Debatedores

DR. RICARDO ALGARVE GREGORIO
Advogado; Mestre em Direito Civil pela FADUSP e Professor Titular de Direito Civil nas FMU.

DRA. ADRIANA CALDAS DO REGO FREITAS DABUS MALUF
Advogada; Nutricionista; Mestre e Doutoranda em Direito Civil pela USP.

30 de setembro (quarta-feira) – 9 HORAS

DIGNIDADE AO FINAL DA VIDA: DIREITO À ESCOLHA?
Presidente de Mesa
DR. PAULO CÁSSIO NICOLELLIS
Advogado; Especialista em Direito Processual Civil e Mestre em Direito Civil pela PUC SP e Vice-Presidente da Comissão de Bioética, Biodireito e Biotecnologia da OAB SP.

Expositores
Pe. LEO PESSINI
Mestre e Doutor em Teologia Moral /Bioética pela Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção em São Paulo e Vice-Reitor do Centro Universitário São Camilo em São Paulo e em Cachoeira do Itapemirim no Espírito Santo.

DR. REINALDO AYER DE OLIVEIRA
Docente em Bioética da Faculdade de Medicina da USP e Coordenador da Câmara Técnica de Bioética do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo.

RABINO RUBEN STERNSCHEIN
Rabino Integrante do Rabinato da Congregação Israelita Paulista; Bacharel em Educação e Mestre em Filosofia Judaica pela Universidade Hebraica de Jerusalém.

Debatedores
DRA. CÍNTIA ROSA PEREIRA DE LIMA
Advogada; Doutora em Direito Civil pela USP; com bolsa CAPES ( Doutorado sanduíche) na Universidade Ottawa – Canadá e Secretária da Comissão de Bioética, Biodireito e Biotecnologia da OAB SP.

DR. GILBERTO BERGSTEIN
Advogado; Especialista em Responsabilidade Civil pela GVlaw; Doutorando em Direito Civil pela USP e Membro da Comissão de Bioética, Biodireito e Biotecnologia da OAB SP.

No encerramento haverá o lançamento da Obra Coletiva “Dignidade da Vida “– LTR Editora Homenagem ao Professor Rui Geraldo Camargo Viana

Inscrições / Informações
Mediante a doação de uma lata ou pacotes de leite integral
em pó – 400g, para cada dia, no ato da inscrição.
Praça da Sé, 385 – Térreo – Atendimento ou pelo site: www.oabsp.org.br

Promoção
Comissão de Bioética, Biodireito e Biotecnologia da OAB SP.

Apoio
Departamento de Cultura e Eventos da OAB SP
Dr. Umberto Luiz Borges D’Urso

***Serão conferidos certificados de participação — retirar em até 90 dias***
*** Vagas limitadas ***

Dr. Luiz Flávio Borges D’Urso
Presidente da OAB SP
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Data / Horário: 28, 29 e 30 de setembro
Local: Auditório XI de Agosto da Faculdade de Direito - USP
Largo São Francisco, 95 - Centro
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Colaboração:
Luciano de Almeida Peruci
São Paulo-SP
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5 de set de 2009

Pensemos!

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Conselhos Simples
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"A revolução que se apresta é antes moral, do que material."
(Alan Kardec, E.S.E., Cap.1 - Item 10.)
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Utilize as horas com moderação, realizando cada tarefa por sua vez, sem interrupção.
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Trabalho continuado - rendimento vultuoso.

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Modifique, sem mais tardança, o conceito negativo a respeito de quem você conheceu num momento infeliz.
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A opinião má que se renova contribui para a sementeira da fraternidade.
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Antes que os labores diurnos o surpreendam, realize no leito a comunhão com o Senhor, através da meditação.
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O homem mantém a comunicação com o Pai Celeste pelos invisíveis fios do pensamento.
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Resguarde-se da enfermidade, cultivando a higiene mental.
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Mente asseada - corpo equilibrado.
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Recolha, em cada dificuldade, a mensagem oculta de advertência para a vida.
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Obstáculo vencido - aprendizagem inesquecível.
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Acomode-se ao temperamento alheio, vencendo as imposições do instinto, quando a serviço do auxílio.
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Quem relaciona dificuldades não dispõe de tempo para ajudar.
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Receba o intrujão com delicadeza, expondo-lhe a verdade sem arrogância deliberada.
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Todo usurpador se transforma em algoz de si mesmo.
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Precavenha-se da agressão do ódio, pelo exercício do amor.
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A constância no bem imuniza o homem contra o contágio das misérias morais.
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Aceite o sofrimento como fenômeno natural da experiência evolutiva.
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A enfibratura moral consolida-se no fragor das batalhas diárias.
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Repare a terra submissa e boa, sulcada pelo arado para a dádiva do pão.
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Aprenda com ela a lição da humildade e deixe que o Agricultor Compassivo transforme sua vida num seminário de amor para o bem de todos.
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Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Glossário Espírita-Cristão.
Ditado pelo Espírito Marco Prisco.
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Colaboração:
Fernando Gomes de Souza
Baurú-SP
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