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Apátrida
Ana Paula Bergamasco
Blog: http://www.apatridaolivro.blogspot.com/
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Colaboração:
Edna Sbrissa
São Paulo-SP
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5 de nov. de 2010
6 de jul. de 2010
Meias medidas
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Meias medidas perdem todas as guerras.
Napoleão Bonaparte (1769 - 1821)
Uma coisa pela metade não chega a ser UMA coisa. É meia.
Meio automóvel não chega a ser um automóvel e, por mais que você queira ou por mais combustível que coloque no tanque, ele não vai levar você para a direção desejada.
Ficará parado e, portanto, falhará.
Meio avião não voará, por mais fé que você tenha, por mais dinheiro que sua conta bancária mostre ou por maior que seja o apoio popular que você possua. Meio avião simplesmente não chega a ser um avião inteiro e, portanto, não sairá da pista. Seu vôo falhará.
Meia receita de bolo não fará um bolo inteiro, por melhor que seja a receita, o forno ou a cozinheira.
Se parece tão elementar que meio de algo não chega sequer a ser uma unidade, como você espera ter sucesso em qualquer coisa em sua vida, se dedicando pela metade?
Quando observo minha própria biografia, vejo que a maior parte das minhas quedas aconteceram quando quebrei esta regra.
Aqueles de nós que acreditam que possam se comprometer pela metade, mantendo "um pé na canoa e outro no cais", ou que preferem ficar "em cima do muro", simplesmente não conseguirão atingir suas metas de vida.
Meias medidas perdem todas as guerras, como disse Napoleão.
Isso não significa que medidas inteiras vençam todas as guerras, já que o oponente também pode estar se dedicando de corpo e alma.
Mas, se qualquer dos dois estiver comprometido pela metade, vence o que se comprometeu por inteiro, que luta mais, que busca mais, que se atira de cabeça à batalha com o cérebro, o coração e a paixão.
Vence a corrida, o carro que tiver todos os cilindros funcionando no máximo de sua força, com o melhor motorista e a maior vontade.
Airton Senna não era o único piloto a ter um carro excelente, mas os carros excelentes pilotados por Airton Senna tinham ao volante o melhor piloto. O mais dedicado e apaixonado pelo que fazia. Essa era a diferença. O comprometimento.
Comprometimento total traz vitórias arrasadoras.
O número estatisticamente absurdo de vezes nas quais a bandeira do Brasil era levantada nas provas de Fórmula 1, pelos braços de Senna, esmaga qualquer um que defenda as "meias medidas".
Há, ao seu lado, pessoas comprometidas pela metade. Olhe-as.
São aquelas que fazem o mínimo necessário para não perderem o emprego, para não perderem a esposa (ou o marido), para não perderem o ano escolar.
São os mestres do 50%, da nota "C", da estratégia mais vulgar que existe para se esconder: ficando somente na metade de tudo, se comprometendo com o casamento somente a ponto de "ir levando", ou que passam quatro anos na faculdade, de uma festa para outra.
Você pode enganar o sistema social, mas você não pode enganar as leis naturais.
Não existe lugar no universo onde metade de algo seja um inteiro.
Acostume-se a viver a vida por inteiro, não pela metade.
Meias medidas vão enganar você.
Meias medidas não são as mais seguras, e sim o caminho para a mediocridade.
São o caminho para o fracasso no trabalho, nos relacionamentos, na vida pessoal e na vida das empresas de qualquer ramo de atividade.
Sua vida é um avião. Seu casamento é um avião. Sua carreira profissional é um avião. Sua empresa é um avião. Você, realmente, acredita que vai conseguir levantar vôo com qualquer destes aviões pela metade?
Afaste-se, enquanto é tempo, de qualquer pessoa especializada em viver pela metade.
Procure e fique ao lado dos que se comprometem por inteiro.
Daqueles que são apaixonados pelo que começam e apaixonados pelo que terminam.
Estar com estas pessoas vai ajudar você a tornar-se uma delas.
Libere a paixão que existe em você.
Meias medidas perdem todas as guerras. Pare de taxiar na pista da vida.
Escolha a melhor opção e entregue-se com fé à ela.
Nada é mais poderoso do que a fé... usada na direção certa.
Aldo Novak
www.toninholima.com.br
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Colaboração:
Edna Sbrissa
São Paulo-SP
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Meias medidas perdem todas as guerras.
Napoleão Bonaparte (1769 - 1821)
Uma coisa pela metade não chega a ser UMA coisa. É meia.
Meio automóvel não chega a ser um automóvel e, por mais que você queira ou por mais combustível que coloque no tanque, ele não vai levar você para a direção desejada.
Ficará parado e, portanto, falhará.
Meio avião não voará, por mais fé que você tenha, por mais dinheiro que sua conta bancária mostre ou por maior que seja o apoio popular que você possua. Meio avião simplesmente não chega a ser um avião inteiro e, portanto, não sairá da pista. Seu vôo falhará.
Meia receita de bolo não fará um bolo inteiro, por melhor que seja a receita, o forno ou a cozinheira.
Se parece tão elementar que meio de algo não chega sequer a ser uma unidade, como você espera ter sucesso em qualquer coisa em sua vida, se dedicando pela metade?
Quando observo minha própria biografia, vejo que a maior parte das minhas quedas aconteceram quando quebrei esta regra.
Aqueles de nós que acreditam que possam se comprometer pela metade, mantendo "um pé na canoa e outro no cais", ou que preferem ficar "em cima do muro", simplesmente não conseguirão atingir suas metas de vida.
Meias medidas perdem todas as guerras, como disse Napoleão.
Isso não significa que medidas inteiras vençam todas as guerras, já que o oponente também pode estar se dedicando de corpo e alma.
Mas, se qualquer dos dois estiver comprometido pela metade, vence o que se comprometeu por inteiro, que luta mais, que busca mais, que se atira de cabeça à batalha com o cérebro, o coração e a paixão.
Vence a corrida, o carro que tiver todos os cilindros funcionando no máximo de sua força, com o melhor motorista e a maior vontade.
Airton Senna não era o único piloto a ter um carro excelente, mas os carros excelentes pilotados por Airton Senna tinham ao volante o melhor piloto. O mais dedicado e apaixonado pelo que fazia. Essa era a diferença. O comprometimento.
Comprometimento total traz vitórias arrasadoras.
O número estatisticamente absurdo de vezes nas quais a bandeira do Brasil era levantada nas provas de Fórmula 1, pelos braços de Senna, esmaga qualquer um que defenda as "meias medidas".
Há, ao seu lado, pessoas comprometidas pela metade. Olhe-as.
São aquelas que fazem o mínimo necessário para não perderem o emprego, para não perderem a esposa (ou o marido), para não perderem o ano escolar.
São os mestres do 50%, da nota "C", da estratégia mais vulgar que existe para se esconder: ficando somente na metade de tudo, se comprometendo com o casamento somente a ponto de "ir levando", ou que passam quatro anos na faculdade, de uma festa para outra.
Você pode enganar o sistema social, mas você não pode enganar as leis naturais.
Não existe lugar no universo onde metade de algo seja um inteiro.
Acostume-se a viver a vida por inteiro, não pela metade.
Meias medidas vão enganar você.
Meias medidas não são as mais seguras, e sim o caminho para a mediocridade.
São o caminho para o fracasso no trabalho, nos relacionamentos, na vida pessoal e na vida das empresas de qualquer ramo de atividade.
Sua vida é um avião. Seu casamento é um avião. Sua carreira profissional é um avião. Sua empresa é um avião. Você, realmente, acredita que vai conseguir levantar vôo com qualquer destes aviões pela metade?
Afaste-se, enquanto é tempo, de qualquer pessoa especializada em viver pela metade.
Procure e fique ao lado dos que se comprometem por inteiro.
Daqueles que são apaixonados pelo que começam e apaixonados pelo que terminam.
Estar com estas pessoas vai ajudar você a tornar-se uma delas.
Libere a paixão que existe em você.
Meias medidas perdem todas as guerras. Pare de taxiar na pista da vida.
Escolha a melhor opção e entregue-se com fé à ela.
Nada é mais poderoso do que a fé... usada na direção certa.
Aldo Novak
www.toninholima.com.br
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Colaboração:
Edna Sbrissa
São Paulo-SP
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28 de ago. de 2008
Superação

Em tempos de olimpíadas vi um cartaz no quadro de aviso da academia: venham pedalar neste sábado, três horas de spinning.
Para quem não sabe, spinning é um esporte que se pratica sobre bike, digo, bicicleta, indoor, ou seja dentro de uma sala de aula, com música e muita agitação.
Pratico spinning há cinco anos, duas a três vezes por semana, uma hora.
Pedalar por três horas seguidas considerei uma proposta indecente da professora. Resolvi tentar. Estou treinando corrida para a próxima São Silvestre, de maneira que qualquer exercício que me mantenha em forma é bem vindo.
Armei-me de coragem e fui. Primeira, segunda e terceira horas, dei o meu máximo. Suei a camisa. No final a Vivi,nossa mestra do pedal, perguntou quanto tempo fazia que não fazíamos algo pela primeira vez? Boa pergunta.
Muito tempo! Pela primeira vez eu pedalara por três horas consecutivas e me sentia maravilhosa.
Interessante esta pergunta:há quanto tempo você não faz alguma coisa pela primeira vez?
Depois de algumas décadas de vida temos a impressão de que já vimos de tudo e que já vivemos todas as experiências que poderíamos ter vivido. Só vivemos coisas novas quando viajamos. Conhecemos outros países, outros costumes, outros povos. Entretanto, a cada dia podemos fazer algo de novo.
Como diz a música dos titãs,podemos ver o sol nascer, de diferentes pontos da cidade, ou ver o sol se por.
Podemos conversar com um desconhecido no metrô. Pegar outra rua para chegar em casa. Comer alguma coisa diferente. Dançar em outro clube. São Paulo está repleto de lugares e coisas novas a cada dia. Há pessoas que vivem na mesmice durante toda uma vida. Adoram a rotina. Qualquer coisa que saia do cotidiano as espanta e estressa. Melhor ficar onde estou e do jeito que eu já conheço. É mais seguro, sem dúvida.
Mas, porque não tentar coisas novas? Porque não se superar? Em tempos de Michael Phelps,o monstro imbatível das piscinas, ou de Usain Bolt o jamaicano com asas nos pés, vamos ficar só observando?
Será que as olimpíadas que nos mostram, a cada 4 anos, que o homem pode sempre superar seus recordes, não traria uma mensagem de superação individual também?
Porque não voltar a pedalar no Ibirapuera? Dançar como na juventude? Comer pipoca no cinema? Conhecer um outro parque? Visitar um museu que ainda desconhecemos?
Mudar um pouco a nossa rotina e ver o sol do pico do Jaraguá? Pode ser até do terraço Itália. Escalar uma montanha em Monte Verde? Voltar a fazer alguma coisa que não fazemos desde há dez ou vinte anos, só porque ficamos mais velhos e mais responsáveis?
Cada um de nós sabe o que pode fazer pra mudar pra melhor o seu dia.
Falando em superação, em Phelps, Bolt ou mesmo do nosso querido Cielo,que tal nos superarmos em alguma coisa e batermos nosso recorde?
Sabe aquele vício que carregamos há anos? Seja cigarro, chocolate ou chopp? Ou mesmo a maledicência, a inveja o orgulho?
Seria ótimo aproveitarmos estas olimpíadas para vencer a nos mesmos. Estes maravilhosos atletas nos ensinam a cada competição o quanto podemos fazer por nós mesmos.
Seja em esporte, em cultura, em atitude, todos nós a cada dia podemos ser melhor do que fomos ontem. Como os atletas, devemos encerrar a prova já imaginando como vamos nos superar na próxima. Cada fracasso deve ser usado como experiência. Cada medalha de bronze nos conduzir para a de prata, sem nunca desistirmos de conquistar o ouro.
O corpo, este veículo tão frágil e passageiro, será apenas um veículo, mesmo para a Maureen Maggi.
Não carregaremos o ouro olímpico para o além. Nem mesmo o Phelps. Se ele não se tornar um indivíduo melhor, nenhuma de suas medalhas terá valido a pena.
Sinto que superei muitas mazelas já nesta vida. Sinto outras tantas a serem superadas. Quero estar lúcida e atenta aos meus pontos fracos e meus vícios para poder superá-los um a um. Mesmo que não fature nenhuma medalha, quero ter certeza de que morri batalhando. Certeza que dei do meu máximo. Que não vacilei diante das provas. Que não tive medo do novo, do desconhecido. Certeza de que não estou aqui a passeio. Que aproveitei todas as oportunidades. Que nunca tive receio de fazer algo de novo a cada dia. Que tentei transmitir aos que estiveram por perto, que viver é uma experiência que vale a pena.
Edna Sbrissa - São Paulo-SP
26 de agosto de 2008
*
16 de jul. de 2008
Edna Sbrissa

Edna Sbrissa
Bom Dia!
Parabéns!
*
São muitas as coisas a serem comemoradas!
No percurso a Edna deixou muitas Flores Plantadas, algumas sob forma de sementes, outras o "vazinho de flor" prontinho!
Esta é a Edna!
Agora, também, tem um blog.
Tenho certeza que todos nós seremos beneficiados com as "outras sementes" que a Edna plantará em nossos Corações em cada novo post.
Edna, transmito para você mensagem dos nosso Amigos Espirituais que aqui estão neste momento paraticipando da escrita:
=== Alegria, Alegria e Alegria! ===
Saudações dos Irmãos: José Grosso e Palminha
Te saúdam amorosamente!
*
Edna seja seu Dia: Feliz!
Parabéns!
Mãos à obra!
Estamos aguardando as Mensagens de Amor.
Fraternalmente,
Leal
*
21 de fev. de 2007
52 Quantas Vezes?
*

Quantas Vezes?
Quantas vezes
nós pensamos em desistir,
deixar de lado
o ideal e os sonhos!
Quantas vezes
batemos em retirada,
com o coração amargurado
pela injustiça!
Quantas vezes
sentimos o peso
da responsabilidade,
sem ter com quem dividir!
Quantas vezes
sentimos solidão,
mesmo cercado de pessoas!
Quantas vezes falamos
sem sermos notados...
Quantas vezes lutamos
por uma causa perdida!
Quantas vezes
voltamos para casa
com a sensação de derrota!
Quantas vezes
aquela lágrima,
teima em cair...
justamente na hora
em que precisamos
parecer fortes!
Quantas vezes
pedimos a Deus
um pouco de força,
um pouco de luz;
E a resposta vem, seja lá como for,
um sorriso, um olhar cúmplice,
um cartãozinho, um bilhete,
um gesto de amor!
E a gente insiste...
Insiste em prosseguir,
em acreditar, em transformar,
em dividir, em estar, em ser!
E Deus insiste
em nos abençoar,
em nos mostrar
o caminho!
Aquele mais difícil,
mais complicado, mais bonito.
E a gente insiste em seguir,
por que tem uma missão...
SER FELIZ!
*
Autora: Edna Sbrissa - SãoPaulo-SP - Brasil
*
*
***

Quantas Vezes?
Quantas vezes
nós pensamos em desistir,
deixar de lado
o ideal e os sonhos!
Quantas vezes
batemos em retirada,
com o coração amargurado
pela injustiça!
Quantas vezes
sentimos o peso
da responsabilidade,
sem ter com quem dividir!
Quantas vezes
sentimos solidão,
mesmo cercado de pessoas!
Quantas vezes falamos
sem sermos notados...
Quantas vezes lutamos
por uma causa perdida!
Quantas vezes
voltamos para casa
com a sensação de derrota!
Quantas vezes
aquela lágrima,
teima em cair...
justamente na hora
em que precisamos
parecer fortes!
Quantas vezes
pedimos a Deus
um pouco de força,
um pouco de luz;
E a resposta vem, seja lá como for,
um sorriso, um olhar cúmplice,
um cartãozinho, um bilhete,
um gesto de amor!
E a gente insiste...
Insiste em prosseguir,
em acreditar, em transformar,
em dividir, em estar, em ser!
E Deus insiste
em nos abençoar,
em nos mostrar
o caminho!
Aquele mais difícil,
mais complicado, mais bonito.
E a gente insiste em seguir,
por que tem uma missão...
SER FELIZ!
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Autora: Edna Sbrissa - SãoPaulo-SP - Brasil
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