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3 de mar. de 2011

Carnaval

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Carnaval

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"Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que empreende para hoje ser melhor do que ontem, e amanhã melhor do que hoje, sempre domando as suas más inclinações".

Allan Kardec (O Evangelho Segundo o Espiritismo)
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“Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”. (Paulo de Tarso, I Cor. 6,12).
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CARNAVAL

O Espírita deve afastar-se de festas lamentáveis, como aquelas que assinalam a passagem do carnaval, inclusive as que se destaquem pelos excessos de gula, desregramento ou manifestações exteriores espetaculares.

A verdadeira alegria não foge da temperança.

Autor: André Luiz (espírito)
Psicografia de Waldo Vieira. Do livro: Conduta Espírita
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SOBRE O CARNAVAL

Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.

É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização.

Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.

Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.

Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.

Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.

Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem?

Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretenciosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.

É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.

Emmanuel (espírito)
Psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier em Julho de 1939.
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Colaboração:
José Rufino Xavier
São Paulo-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Conheça também:
http://sinapseslinks.wordpress.com/
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1 de dez. de 2010

Falando com o Além

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Falando com o Além

TÉCNICAS PARA NOTÍCIAS DE DESENCARNADOS?
LEMBREMOS QUE "O TELEFONE TOCA DE LÁ PARA CÁ”.


Kardec comenta na edição de dezembro da Revista Espírita de 1863 sobre as etapas do projeto Espírita na Terra. Cita “a primeira etapa como o da curiosidade (mesas girantes), a segunda etapa o filosófico (com a publicação de O Livro dos Espíritos)”; a terceira etapa Kardec nominou de “período da luta”; o quarto período, o do Evangelho (para alguns começou com Bezerra de Menezes e continuada por Chico Xavier na Pátria do Evangelho); a quinta etapa seria o transitório, e finalmente a sexta etapa (transformação social).”(1)
Considerando as graduais etapas do projeto espírita na Terra, será que atualmente deveríamos promover (como ocorreu durante a codificação), um diálogo escancarado e direto com os recém-desencarnados, visando obter notícias dos mesmos para seus familiares que aqui ficaram? Quantas pessoas procuram grupos espíritas querendo notícias dos entes que “partiram”? Será que a finalidade da mediunidade é essa?

Continua no link
http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com/2010/11/tecnicas-para-noticias-de-desencarnados.html

Saudações,

Jorge Hessen
http://jorgehessen.net
http://jorgehessenestudandoespiritismo.blogspot.com
http://espiridigi.net
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23 de nov. de 2010

Primeira Faculdade de Espiritismo

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Por favor,
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Primeira Faculdade de Espiritismo

Começa a funcionar no ano que vem o primeiro curso superior de Teologia Espírita do Brasil.

O estudo da doutrina dos espíritos, codificada pelo educador e pesquisador francês Allan Kardec (1804-1869) há um século e meio, não será mais exclusividade dos centros espíritas espalhados pelo País.

A partir do ano que vem, os adeptos da doutrina poderão estudá-la com direito a diploma, beca e tudo o mais que uma graduação universitária dá direito.

Foi o que decidiu o Ministério da Educação ao autorizar em setembro o funcionamento do primeiro curso de bacharelado em Teologia Espírita do Brasil, que será ministrado na Faculdade Dr. Leocádio José Correia, em Curitiba (PR).

A idéia do curso é formar não só bacharéis, mas também pesquisadores do espiritismo, diz Maury Rodrigues da Cruz, presidente da Sociedade Brasileira de Espiritismo e idealizador do curso de quatro anos.

As inscrições para o vestibular estarão abertas até 13 de dezembro e os candidatos que disputarão as 100 vagas oferecidas terão de passar também por uma entrevista com especialistas. É uma forma de avaliarmos melhor os interessados, assegurando o ingresso de pessoas realmente comprometidas com a pesquisa, explica Cruz.

As bases da doutrina são a crença num Deus único, criador de todo o universo, e na imortalidade do espírito, que evolui sempre, por meio de várias encarnações.

Um dos objetivos do curso é a análise do espiritismo em suas linhas religiosa, filosófica e científica. A existência da alma, sua sobrevivência ao transe da morte e os fenômenos mediúnicos compõem um universo ainda pouco estudado nas rodas acadêmicas. É preciso dar massa crítica e espírito investigativo à obra de Kardec, analisa Cruz.

Nicete Bruno, espírita desde a juventude, aprova a criação da universidade. "No âmbito coletivo, o estudo dos fundamentos espíritas contribuirá para desmistificar muitos aspectos do espiritismo. E quem se habilitar a fazer a faculdade com certeza ganhará muito em autoconhecimento", afirma a atriz.

O espiritismo surgiu na França no século XIX e tem no Brasil hoje sua maior comunidade.

Segundo o último censo do IBGE são 2,34 milhões de adeptos. Como estima-se que o espíritas assumidos em todo o planeta não passem de 15 milhões, pode-se dizer que o Brasil é o país do espiritismo.

Foi também em solo brasileiro que viveu Francisco Cândido Xavier (1910-2002), considerado o mais produtivo médium espírita. Em sua longa vida, Chico Xavier, como era conhecido, psicografou 418 títulos sob inspiração do espírito Emmanuel. Seus livros correram o mundo e chegaram ao volume de 25 milhões de exemplares vendidos.

Não pensem os mais afoitos, no entanto, que a escola é uma versão brasileira de Hogwarts, a escola de formação de bruxos dos livros e filmes de Harry Potter, personagem criado pela britânica J.K. Rowling.

A essa turma, o criador do curso Maury da Cruz manda um recado: Não vamos
formar bruxos, videntes ou médiuns, muito menos ensinar a ver fantasmas, brinca ele.
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Site:
http://www.falec.br/graduacao_teologia.php
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Paulo Valdeci Jorge
(67) 8414-6764
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Colaboração:
Diniz Aleixo de Moraes
São Paulo-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Documento:
C:\#1_Leal\1_WPD\2010\20101123WPD_Faculdade Espírita.WPD
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28 de out. de 2010

Instinto

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Instinto

Livro dos Espíritos Publicado em: 1857 Kardec=53anos (1804-1969)
1ª. Parte: Das Causas Primárias
2ª. Parte: Do Mundo Espírita ou Mundo dos Espíritos
3ª. Parte: As Leis Morais
4ª. Parte: Das Esperanças e Consolações
1ª. Parte: Das Causas Primárias

Capítulo IV Princípio Vital
Item III. Inteligência e Instinto
Questão 73 (página 63)
O instinto independe da inteligência?
R: “Precisamente, não, por isso que o instinto é uma espécie de inteligência: é uma
inteligência sem raciocínio, pela qual todos os seres provêm às suas necessidades.”

Livro: A Presença de Deus
Autor: Richard Simonetti
Tema: Software Para a Eternidade - pág. 135
Um dos inventos mais prodigiosos, do século é o computador;
O computador está presente nos lares, nas comunicações, veículos;
Cálculos relacionados com a astronomia demandam meses;
Johannes Kepler levou 4 anos p/calcular órbita de Marte;
O computador hoje calcula em 4 segundos;
O computador fala e ouve;
O computador não tem inteligência;
Só faz o que mandamos, segundo as características do soft;
Software forma um sistema de rotinas e funções;
O instinto: é uma programação para os seres vivos:
conservação, reprodução, prole, hábitat, sociedade;
Nenhuma espécie animal precisa de orientação para acasalar;
As aves migratórias viajam milhares de km todo ano;
Questão 73 - O instinto independe da inteligência? - LE !
Na Piracema, os cardumes vão para a nascente dos rios;
Quem orienta as aves e os peixes? R: ninguém;
Eles obedecem a um software da sua consciência embrionária;
(Leal - glândula Pineal - hormônios do tempo);
Em algumas espécies há o instinto gregário;
A sociedade das abelhas;
Sociedade organizada: operárias, guerreiras, rainha;
As abelhas não tem políticos, obedecem ao software embrionário;
Característica marcante das espécies: a imutabilidade relativa;
Exemplo: as baratas, são fósseis vivos, vivem há milhões anos;
A programação de cada espécie é um segredo guardado Genes;
Os Espíritos Superiores têm acesso ao “Painel de Controle”;
O homem começa a interfirir na intimidade dos Genes;
Projeto Genoma - decodificação do DNA;
O homem poderá alterar característica;
O problema está nas suas motivações $ e competência;
O homem cuida de interesses imediatistas;
Homem, aprendiz de feiticeiro - forças que desconhece;
O homem age instivamente, dando vazão a inferioridade;
É chegado o tempo de deixarmos o comportamento institivo;
O comportamento institivo, próprio da infância espiritual;
É preciso promover as transformações íntimas que façam resplandecer nossa
natureza espiritual como filhos de Deus.
“Tem assim o homem duas naturezas: pelo corpo, participa da natureza dos animais, cujos instintos lhe são comuns; pela alma, participa da natureza dos Espíritos.” Allan Kardec
“O instinto não raciocina; a razão permite a escolha e dá ao homem o livre-arbítrio.”
“O instinto varia em suas manifestações, conforme às espécies e às suas necessidades.”
“Também há Espíritos que são bons ou maus desde a origem, com a diferença capital de que a criança tem instintos já inteiramente formados.”
Encontrei 74 vezes a palavra “instinto” no Livro dos Espíritos.
Kardec fez foco neste assunto.

Psicobiofísica:
“Quando falamos de comportamento no reino animal, ele é primariamente devido ao instinto, pode se fazer uma correspondência biunívoca entre o instinto e o gene.O Evangelho Segundo o Espiritismo tem um frase que diz o seguinte:
"O sangue resgata o espirito, e o espirito resgatará o homem da matéria".

Pesquisa do Leal:
E:\#1_Leal\#WordPerfect\03011615.45y * SP 16 de janeiro de 2003
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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16 de set. de 2010

Progresso

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Progresso


Allan Kardec, Codificador do Espiritismo, propôs a seguinte questão aos Espíritos:

Bastante grande é a perversidade do homem. Não parece que pelo menos do ponto de vista moral, ele, em vez de avançar, caminha aos recuos?

Os benfeitores da Humanidade responderam claramente:

Enganas-te. Observa bem o conjunto e verás que o homem se adianta, pois melhor compreende o que é mal, e vai dia a dia reprimindo os abusos.

Faz-se mister que o mal chegue ao excesso, para tornar compreensível a necessidade do bem e das reformas.

Muitas pessoas comentam que a Humanidade realmente parece estar caminhando para o abismo a passos largos.

No entanto, se fizermos uma análise dos fatos, perceberemos que os Benfeitores estão com a razão.

Basta que prestemos atenção nas conquistas intelecto-morais que se efetuaram há apenas alguns séculos.

Em tempos mais remotos não tínhamos a Declaração Universal dos Direitos Humanos, nem a Organização das Nações Unidas.

Não havia tantas associações de amparo aos financeiramente menos favorecidos.

Hoje temos a UNICEF, a UNESCO. Temos também várias instituições filantrópicas sem fins lucrativos. Temos a Cruz Vermelha.

Antigamente tínhamos os vales da imundície, onde eram jogados os leprosos riscando seus nomes do livro da vida.

Hoje, temos hospitais confortáveis para atender aos irmãos portadores de hanseníase e outras enfermidades dermatológicas.

Antes, os mais fracos eram mantidos na mendicância. Hoje, existem institutos de socorro e previdência.

Em tempos remotos, crianças portadoras de deficiências físicas eram sumariamente eliminadas. Hoje, pessoas abnegadas, em clínicas especializadas, lutam por encurtar a distância entre o deficiente e o mundo que o rodeia.

Os séculos se dobram e caem os muros que separavam as nações. Os anos passam e varrem da face da Terra as cortinas ditas de ferro.

E as grandes potências depõem suas armas e curvam-se diante do apelo de paz proposto pelo Mundo inteiro.

Várias nações já baniram da sua legislação a pena de morte. E aquelas que a mantêm, já não a praticam de forma tão cruel como outrora.

Até nisso podemos perceber o progresso.

O duelo foi quase totalmente banido da face da Terra.

Os séculos de escuridão da Idade Média cederam lugar à luz meridiana do progresso, que não pode ser detido por ser uma Lei Divina.

Os cristãos já não têm que enfrentar as feras sob o aplauso do povo.

Até mesmo nos esportes podemos vislumbrar as marcas do progresso, já que hoje não existem mais os circos, onde os gladiadores se enfrentavam até a morte, para deleite dos expectadores.

Esses e outros tantos fatos nos levam a deduzir que realmente muito já foi reformado, conquanto muito se tenha ainda que reformar.

Mas dizer que não houve progresso, é, no mínimo, falta de bom senso.

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"O caminho do progresso é cimentado com o suor dos trabalhadores leais do supremo bem, que descobrem no próprio sacrifício e no heroísmo silencioso e anônimo a glória da libertação espiritual."

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Redação do Momento Espírita, com base no verbete Libertação, do livro Dicionário da alma, por Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb e no item 784 de O livro dos espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb.
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Colaboração:
Diniz Aleixo de Moraes
São Paulo-SP
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Mensagem em PDF:
http://migre.me/1jlFM
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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19 de ago. de 2010

O Espiritismo

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O Espiritismo

“ O Espiritismo é a nova ciência que vem revelar aos homens, por provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual, e suas relações com o mundo corporal; ele no-lo mostra, não mais como uma coisa sobrenatural, mas, ao contrário, como uma das forças vivas e incessantemente ativas da Natureza...”
(O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. I, item 5)
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Uma visão sobre a Vida Maior renasce no século XIX na França: verdadeiro ato heróico fez o notável professor Allan Kardec, trazendo toda uma idéia sobre a espiritualidade para o Velho Mundo, até então adormecido pelas doutrinas materialistas e lucrativas vigentes na época.
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O Estado e as classes sociais dominadoras transformavam os interesses de alguns em necessidades de todos. Para assegurar privilégios e poder, usavam dos instrumentos possíveis, desde as religiões, meios de comunicação e até a escola, como difusão de crenças e valores que lhes garantissem a ordem social e seus ideais como verdades de todos.
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A religião como instituição sagrada se convertia em instrumento e, ao mesmo tempo, vítima do processo.
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Os sacerdotes eram os donos das almas há séculos, e os destinos das criaturas estavam circunscritos às decisões eclesiásticas que detinham o cetro divino da absolvição ou da condenação.
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Acreditavam-se que as consciências não tinham estrutura de fato para suas avaliações sobre o certo e errado, por isso eram manipuladas por crenças autoritárias e arbitrárias, ditadas por homens intransigentes e fanáticos.
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A missão imposta às escolas e às universidades era contribuir para a realização de ideologias criadas por esses grupos detentores da decisão, formando consciências submissas e servis, tementes a Deus, ao Rei e ao Estado, impondo-se com argumentos que não eram de ordem divina e nem natural, e sim, necessidades camufladas pelos herdeiros previlegiados e arrogantes de uma sociedade absolutista.
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O eminente educador Rivail, homem de uma religiosidade missionária, traz à França, em meio ao positivismo de Augusto Comte, a idéia imortalista do Espiritismo.
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Apesar do conceito da reencarnação ter sido banido do movimento religioso pelos Concílios Ecumênicos da antigüidade, Kardec o apresenta ao mundo sob a supervisão dos espíritos superiores, estabelecendo assim novos rumos à sociedade, presa a conceitos de superioridade de nascimento e graças especiais entre os escolhidos.
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Os preconceitos de classe social, cor e sexo caem por terra, já que pela roda das encarnações sucessivas poderemos habitar os mais diferentes corpos e pertencer às diversas castas da sociedade; a família patriarcal e possessiva já não tem razão de ser e a servidão da mulher toma conotação de crença despótica e machista.
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Faz-se então uma verdadeira revolução nos costumes medievais que ainda vigoravam na época, encontrando por parte de alguns, consideração pela lógica e discernimento da vida como um todo, e por parte de outros tantos, oposição sistemática pelo grau de imaturidade psicológica e por mexer em valores íntimos de convencionalismo e superstição, arraigados em suas consciências através dos tempos.
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O Espiritismo fez novamente renascer nas almas a compreensão da verdadeira natureza do homem e perceber que sua destinação é fruto de suas escolhas.
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Imortalidade das almas e vidas sucessivas são algumas das bases sólidas que abalaram os alicerces de toda uma coletividade estruturada numa visão distorcida da realidade universal.
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A nova ideologia estabelece por crença indispensável a fraternidade, como concepção de vida real, a ser incorporada pelos indivíduos e grupos à medida que suas necessidades espirituais forem tomando aspectos de ascensão e conhecimento.
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A Doutrina Espírita é um método real de educação. A sobrevivência após a morte, a preexistência e a evolução das almas, ainda são quase que totalmente desconhecidas pelos povos com ares de hegemonia.
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Porém, ao tempo certo tomarão consciência, conforme afirma o Apóstolo Paulo, escrevendo às igrejas da Galácia:... “porque a seu tempo tudo ceifaremos”.
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Do Livro: RENOVANDO ATITUDES
Psicografado Por: FRANCISCO DO ESPÍRITO SANTO NETO
Pelo Espírito: HAMMED
Editora: BOA NOVA
Site: www.boanova.net
Formatado por:
humberto@hpqualtech.com.br 03/06/2010
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Colaboração:
Regina Bachega
São Paulo-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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16 de ago. de 2010

Filme Nosso Lar

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Caros amigos,

Acabo de ver o filme Nosso Lar.

É simplismente maravilhoso! O diretor Wagner de Assis conseguiu materializar a obra prima dos nossos amados André Luiz / Chico Xavier com perfeição em termos cinematográficos. Além disso, Wagner presta uma homenagem maravilhosa a Emmanual e Chico. As cenas da cidade Nosso Lar são perfeitas do ponto de vista de uma estética nova na cinematografia. Um detalhe; o filme apesar de ser temática espírita não é um filme somente para espíritas e sim para todos. Tem cenas emocionantes que nos leva as lágrimas que só um diretor espírita faria.

Parabéns Wagner Assis. Você fez o primeiro filme 100% espírita da história baseado numa obra espírita sem falar em espiritismo. O que você fez para o cinema, aprendemos com Kardec, Emmanuel, André e Chico Xavier.

Vamos ao cinema dia 3/9. Verei de novo.

OCEANO VIEIRA DE MELO
Documentarista e pesquisador espírita
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Colaboração:
Erda Nemitz
Holambra-SP
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13 de abr. de 2010

Médiuns

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Médiuns

O Evangelho Segundo o Espiritismo

ESE_cap28_9

9. PREFÁCIO. Quis o Senhor que a luz se fizesse para todos os homens e que em toda a parte penetrasse a voz dos Espíritos, a fim de que cada um pudesse obter a prova da imortalidade.

Com esse objetivo é que os Espíritos se manifestam hoje em todos os pontos da Terra e a mediunidade se revela em pessoas de todas as idades e de todas as condições, nos homens como nas mulheres, nas crianças como nos velhos.

É um dos sinais de que chegaram os tempos preditos. Para conhecer as coisas do mundo visível e descobrir os segredos da Natureza material, outorgou Deus ao homem a vista corpórea, os sentidos e instrumentos especiais.

Com o telescópio, ele mergulha o olhar nas profundezas do espaço, e, com o microscópio, descobriu o mundo dos infinitamente pequenos.

Para penetrar no mundo invisível, deu-lhe a mediunidade.

Os médiuns são os intérpretes incumbidos de transmitir aos homens os ensinos dos Espíritos; ou, melhor, são os órgãos materiais de que se servem os Espíritos para se expressarem aos homens por maneira inteligível.

Santa é a missão que desempenham, visto ter por fim rasgar os horizontes da vida eterna.

Os Espíritos vêm instruir o homem sobre seus destinos, a fim de o reconduzirem à senda do bem, e não para o pouparem ao trabalho material que lhe cumpre executar neste mundo, tendo por meta o seu adiantamento, nem para lhe favorecerem a ambição e a cupidez.

Aí têm os médiuns o de que devem compenetrar-se bem, para não fazerem mau uso de suas faculdades. Aquele que, médium, compreende a gravidade do mandato de que se acha investido, religiosamente o desempenha. Sua consciência lhe profligaria, como ato sacrílego, utilizar por divertimento e distração, para si ou para os outros, faculdades que lhe são concedidas para fins sobremaneira sérios e que o põem em comunicação com os seres de além-túmulo.

Como intérpretes do ensino dos Espíritos, têm os médiuns de desempenhar importante papel na transformação moral que se opera. Os serviços que podem prestar guardam proporção com a boa diretriz que imprimam às suas faculdades, porquanto os que enveredam por mau caminho são mais nocivos do que úteis à causa do Espiritismo.

Pela má impressão que produzem, mais de uma conversão retardam. Terão, por isso mesmo, de dar contas do uso que hajam feito de um dom que lhes foi concedido para o bem de seus semelhantes.

O médium que queira gozar sempre da assistência dos bons Espíritos tem de trabalhar por melhorar-se. O que deseja que a sua faculdade se desenvolva e engrandeça tem de se engrandecer moralmente e de se abster de tudo o que possa concorrer para desviá-la do seu fim providencial.

Se, às vezes, os Espíritos bons se servem de médiuns imperfeitos, é para dar bons conselhos, com os quais procuram fazê-los retomar a estrada do bem. Se, porém, topam com corações endurecidos e se suas advertências não são escutadas, afastam-se, ficando livre o campo aos maus. (Cap. XXIV, n° 11 e 12.)

Prova a experiência que, da parte dos que não aproveitam os conselhos que recebem dos bons Espíritos, as comunicações, depois de terem revelado certo brilho durante algum tempo, degeneram pouco a pouco e acabam caindo no erro, na vertigem, ou no ridículo, sinal incontestável do afastamento dos bons Espíritos.

Conseguir a assistência destes, afastar os Espíritos levianos e mentirosos tal deve ser a meta para onde convirjam os esforços constantes de todos os médiuns sérios. Sem isso, a mediunidade se torna uma faculdade estéril, capaz mesmo de redundar em prejuízo daquele que a possua, pois pode degenerar em perigosa obsessão.

O médium que compreende o seu dever, longe de se orgulhar de uma faculdade que não lhe pertence, visto que lhe pode ser retirada, atribui a Deus as boas coisas que obtém.

Se as suas comunicações receberem elogios, não se envaidecerá com isso, porque as sabe independentes do seu mérito pessoal; agradece a Deus o haver consentido que por seu intermédio bons Espíritos se manifestassem. Se dão lugar à crítica, não se ofende, porque não obra do seu próprio Espírito. Ao contrário, reconhece no seu íntimo que não foi um instrumento bom e que não dispõe de todas as qualidades necessárias a obstar a imiscuência dos Espíritos maus. Cuida, então, de adquirir essas qualidades e suplica, por meio da prece, as forças que lhe faltam.
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Blog:
http://ensinoespirita.blogspot.com

DOUTOR E MÉDICO EM PSIQUIATRIA DEFENDE "TESE DE DOUTORADO" SOBRE "MÉDIUNS ESPÍRITAS"

Alexander Moreira de Almeida é médico e doutor em psiquiatria pela USP – Universidade de São Paulo, coordenador do NEPER – Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e diretor técnico e clínico do HOJE – Hospital João Evangelista.

O fato de registro, é que o doutor Alexander de Almeida defendeu sua Tese de Doutorado sobre “Fenomenologia das experiências mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns espíritas" recorrendo a dezenas de médiuns espíritas e a varias associações espíritas de São Paulo, onde concedeu uma entrevista exclusiva ao Jornal de Espiritismo.
❏
Como médico psiquiatra, o que o levou a escolher tal Tese de trabalho, para o seu doutoramento: “Fenomenologia das experiências mediúnicas, perfil e psicopatologia de médiuns espíritas"?
A.M.A – A importância que as vivências mediúnicas tiveram e ainda têm nas diversas civilizações e, mesmo assim, serem praticamente inexploradas no meio acadêmico.
❏
Como os seus examinadores e a própria Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, viram a sua Tese de Doutorado?
AMA – Muito bem. Sempre recebi todo o apoio do Departamento de Psiquiatria da USP, da FAPESP (Fundação de Amparo Á Pesquisa do Estado de São Paulo), bem como a banca teve uma postura muito científica: rigorosa, mas aberta..
❏
E o orientador da Tese de Doutorado? Quem foi?
AMA – Francisco Lotufo Neto, professor livre-docente do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo..
❏
Quem foram seus examinadores?
AMA – Prof. Dr.. Paulo Dalgalarrondo, Doutor pela Universidade de Heildelberg (Alemanha), livre-docente em Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas); Prof. Dr. Leonardo Caixeta, psiquiatra, doutor em Neurologia pela Universidade de São Paulo, professor da UFG (Universidade Federal de Goiás); Prof. Homero Vallada, livre-docente, Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP e da Universidade de Londres, maior especialista em genética psiquiátrica no Brasil e pelo Prof. Dr. Paulo Rossi Menezes, psiquiatra e epidemiologista, doutor pela London Universisty, livre-docente da faculdade de Medicina da USP.
❏
Existiu algum critério específico para a composição da Banca Examinadora?
AMA – Que fossem pesquisadores destacados e que estudassem áreas relacionadas ao tema da tese.
❏
Durante seu estudo, verificou por certo o grau de escolaridade dos médiuns espíritas. São eles incultos e ignorantes como se diz?
AMA – 46,5% dos médiuns tinham escolaridade superior ou superior com pós-graduação. O Censo Brasileiro de 2000 mostrou que o Espiritismo é a única religião em que a proporção de adeptos aumenta quanto maior o nível educacional do segmento estudado.
❏
Os médiuns espíritas sofrem de transtornos dissociativos, psicóticos ou transtornos de personalidade múltipla?
AMA – Eles também podem apresentar estes e outros transtornos mentais, como qualquer indivíduo, no entanto, a prevalência de problemas psiquiátricos entre os médiuns estudados foi menor que o encontrado na população geral.
❏
Então os médiuns espíritas não são esquizofrénicos?
AMA – Não, eles são até mais saudáveis que a população geral. Isto, apesar de terem muitas vivências alucinatórias e de influência que normalmente são consideradas como sintomas clássicos de esquizofrenia.
❏
Como a mediunidade é vista pela medicina?
A.M.A – Como a expressão de uma manifestação cultural, religiosa, que não necessariamente é patológica. Sobre a explicação de sua origem, habitualmente é considerada como um fenômeno dissociativo em que se manifestam conteúdos do inconsciente do indivíduo. No entanto, estas ideias são baseadas em muitas opiniões e poucas pesquisas.
❏
A mediunidade é causa de doenças mentais?
AMA – Apesar de, historicamente, nos últimos 150 anos ter se acreditado nisto, não há evidências a este respeito.
❏
Quais os possíveis mecanismos neurofisiológicos da mediunidade?
AMA – Desconheço estudos a este respeito, tudo que eu dissesse seria meramente especulativo.
Alguns colegas defendem que a glândula pineal é o órgão sensorial da mediunidade. Sabemos que essa hipótese não é nova.
❏
O espírito de André Luiz através do respeitado médium Francisco Cândido Xavier trouxe de novo a “lume”. Qual a sua opinião?
AMA – Há uma longa história de associação da pineal com o Espírito, isto vem desde Descartes. Do ponto de vista científico, desconheço qualquer estudo trazendo evidências da pineal se relacionar com mediunidade. Entretanto, sem dúvida é uma interessante hipótese a ser testada.
❏
Sendo médico e doutor em psiquiatria, o que é a mediunidade?
AMA – Penso que a mediunidade é uma manifestação de uma habilidade humana que tem estado presente na maioria das civilizações ao longo da história. A origem destas vivências em muitos casos, acredito, podem estar realmente no inconsciente dos médiuns. Entretanto, há um considerável número de casos em que esta explicação é insuficiente, apontando para alguma fonte externa ao médium.
❏
Como relaciona psiquiatria, espiritualidade e mediunidade?
AMA – A psiquiatria deve estar interessada numa visão abrangente e multifacetada do ser humano, assim a espiritualidade deve ser levada em conta, como todas as demais dimensões da existência humana. Por fim, a mediunidade é uma vivência que pode nos revelar muito sobre o funcionamento da mente e sua relação com o corpo.
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Como distingue em seus pacientes “mediunidade” com distúrbios meramente neuropsicológicos?
AMA – Esta pergunta não admite uma resposta simples. Faz-se necessária uma avaliação cuidadosa e ampla da pessoa, o que ela tem vivenciado, suas crenças e seu contexto social e cultural. Em linhas gerais, para uma certa vivência ser considerada indicativa de um transtorno mental, deve estar associada a sofrimento, falta de controle sobre sua ocorrência, gerar incapacitação, coexistir com outros sintomas de transtornos mentais e não ser aceita pelo grupo cultural ao qual pertence o indivíduo.
❏
Ao receber um paciente portador de faculdade mediúnica, como conduz o caso?
AMA – Trato o transtorno mental existente além de recomendar que o paciente continue com suas práticas religiosas. No entanto, se ele estiver com desequilíbrios mais graves, inicio o tratamento farmacológico e psicoterápico e solicito o afastamento das atividades mediúnicas. No entanto, recomendo que continue participando das demais atividades religiosas (palestras, orações, cultos, passes...)
❏
O seu estudo reuniu a maior amostra de médiuns espíritas alguma vez investigada na área médica no mundo. A sua tese já teve repercussões no meio médico ou em algum centro de investigação universitário? Quais?
AMA – Tenho apresentado os resultados da tese em congressos científicos no Brasil e nos EUA, como por exemplo o Congresso Brasileiro de Psiquiatria e International Conference on Mediumship promovido pela Parapsychology Foundation
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Como vê a doutrina espírita, codificada por Allan Kardec?
AMA – Como uma proposta bem fundamentada de se fazer uma investigação científica e com bases empíricas de fenômenos antes considerados metafísicos e fora do alcance da ciência.
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O que é o NEPER – Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo?
AMA – É um grupo de estudos interdisciplinar das relações entre religiosidade saúde. É composto por psiquiatras, neurologistas, historiadores, psicólogos, antropólogos, filósofos. Não está vinculado a nenhuma religião, se prende apenas à rigorosa investigação científica nesta área.
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PRINCIPAIS CONCLUSÕES
1- Os médiuns espíritas diferiam das características de portadores de transtornos de personalidade múltipla e possuíam uma alta média de sintomas de primeira ordem para esquizofrenia, mas estes não se relacionavam aos escores de outros sintomas psiquiátricos e não se relacionavam a problemas no trabalho, família ou estudos.
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2- A maioria teve o início de suas manifestações mediúnicas na infância e estas, atualmente, se caracterizam por vivências de influência ou alucinatórias que não necessariamente implicam num diagnóstico de esquizofrenia.
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3- A mediunidade provavelmente se constitui numa vivência diferente do transtorno de personalidade múltipla.
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DADOS DA INVESTIGAÇÃO
Total: 115 médiuns espíritas
Mulheres: 76,5%
Média de Idade: 48 anos
Desemprego: 2,7%
Curso superior: 46,5%
Média de anos no espiritismo: 16 anos
Possuíam mais de 3 tipos de mediunidade;
Incorporação: 72%
Psicofonia: 66%
Vidência: 63%
Audiência: 32%
Psicografia: 23%
Exerciam a mediunidade por semana: 7 a 14 vezes
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Pesquisa do Leal
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Publicado em SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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20 de mar. de 2010

Médiuns

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Espiritismo
O Poder Dos Médiuns
Comprovação Científica


O poder dos médiuns
Como a ciência justifica as manifestações de contato com espíritos e por que algumas pessoas desenvolvem o dom

por Suzane Frutuoso
fotos Murillo Constantino

O espiritismo é seguido por 30 milhões de pessoas no mundo. O Brasil é a maior nação espírita do planeta. São 20 milhões de adeptos e simpatizantes, segundo a Federação Espírita Brasileira – no último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2,3 milhões declararam seguir os preceitos do francês Allan Kardec, o fundador da doutrina.

A mediunidade, popularizada pelas psicografias de Chico Xavier, em Uberaba (MG), ganhou visibilidade nos últimos anos na mesma proporção em que cresceu o espiritismo. Mas nada se compara ao poder da mídia atual, que permite debater os ensinamentos da religião por meio de livros, programas de tevê e rádio. Os romances com temática espiritualista de Zíbia Gasparetto, por exemplo, são presença constante nas listas de mais vendidos.

Embora não haja estatísticas de quantos entre os praticantes são médiuns, o que se observa é uma quantidade maior de pessoas que afirmam possuir o dom. O interesse pela religião codificada por Kardec é confirmado pelo recorde de público do filme Bezerra de Menezes – o diário de um espírito, do cineasta Glauber Filho: 250 mil espectadores, desde o lançamento nos cinemas, em 29 de agosto. Um número alto para uma produção nacional. O longa, com o ator Carlos Vereza (também praticante do espiritismo) no papel-título, conta a história do cearense que ficou conhecido como “médico dos pobres”, se tornou ícone da doutrina e orienta médiuns em centenas de centros a se dedicar ao bem e à caridade.


PSICOGRAFIA
Instrumento por meio dos livros
A psicóloga Marilusa Vasconcelos, 65 anos, de São Paulo, é conhecida no espiritismo pela sua vasta literatura psicografada. Em 40 anos de dedicação à mediunidade, publicou 61 livros. Seu orientador é o espírito do poeta Tomás Antonio Gonzaga, que participou da Inconfidência Mineira. A dedicação à psicografia levou Marilusa a fundar em 1985 a Editora Espírita Radhu, sigla para renúncia, abnegação, desprendimento e humildade, a base dos ensinamentos na doutrina. Ela reúne outros dons, como ouvir, falar e enxergar espíritos e ser instrumento deles na pintura mediúnica. “Os vários tipos surgiram desde a infância”, conta Marilusa, que nasceu numa família espírita. “O controle da mediunidade é indispensável. O médium não é joguete do espírito. Eles interagem, num acordo mútuo de tarefa.”
Os espíritas dizem que todas as pessoas têm algum grau de mediunidade. Qualquer um seria capaz de emitir pensamentos em forma de ondas eletromagnéticas que chegariam a outros planos. O que torna algumas pessoas especiais, segundo os praticantes, a ponto de se transformarem em canais de comunicação com os mortos, é uma missão – designada antes mesmo de nascerem, determinada por ações em vidas anteriores e que tem na caridade o objetivo final. “É uma tarefa em favor da evolução de si mesmo e da ajuda ao próximo”, diz Julia Nesu, diretora do departamento de doutrina da União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo. Fenômenos relacionados a pessoas que falavam com mortos e envolvendo objetos que se mexiam são relatados desde o século XVII, tanto na Europa quanto nas Américas, mas hoje cientistas tentam compreender o fenômeno. Algumas linhas de pesquisa mostram que o cérebro dos médiuns é diferente dos demais.

São cinco os meios de expressão da mediunidade. A psicografia, que consagrou Chico Xavier, é a mais conhecida. Nela, o médium escreve mensagens e histórias que recebe de espíritos. Estaria sob o controle deles o que as mãos transcrevem. A vidência permite enxergar os mortos que não conseguiram se desvencilhar da Terra ao não aceitarem a morte ou que aparecem para enviar recados a entes queridos. Na psicofonia, o sensitivo é capaz de ouvir e reproduzir o que os espíritos dizem e pedem. A psicopictografia, ou pintura mediúnica, permite ao médium ser instrumento de artistas desencarnados (termo usado pela doutrina para designar mortos). A mediunidade da cura é responsável pelas chamadas cirurgias espirituais. Não é incomum um mesmo indivíduo reunir mais de um tipo de dom.

VIDÊNCIA
Ver e auxiliar aqueles que estão em outro plano
Aos cinco anos, o chefe de faturamento hospitalar Ivanildo Protázio, de São Paulo, 49 anos, pegava no sono com o carinho nos cabelos que uma senhora lhe fazia todas as noites. Descobriu tempos depois que era a avó, morta anos antes. Aos 19 anos, os espíritos já se materializavam para ele.“Nunca tive medo. Sempre me pareceu natural.” A mãe, que trabalhava na Federação Espírita, o encaminhou para as aulas em que aprenderia a lidar com o dom. Hoje, Protázio é professor de educação mediúnica. Essa é uma parte da sua missão. A outra é orientar os espíritos que lhe pedem auxílio para entender o que aconteceu com eles. A oração é o remédio. “Os espíritos superiores me ensinaram a importância da caridade para nossa própria evolução.”
A reportagem de ISTOÉ presenciou uma manifestação mediúnica em Indaiatuba, interior de São Paulo. O tom de voz baixo e os gestos delicados de Solange Giro, 46 anos, sugeriam que ela carrega certa timidez ao expor a própria vida numa conversa com um estranho. Cerca de duas horas depois, porém, é difícil acreditar no que os olhos vêem. Diante de uma tela em branco, sobre uma mesa improvisada com dezenas de tubos de tinta, a mulher começa a pintar um quadro na seqüência de outro. O tempo gasto em cada um não passa de nove minutos. As obras são coloridas e harmoniosas. “Nunca fiz aula de artes. Mal conseguia ajudar meus filhos com os desenhos da escola”, diz, minutos antes da apresentação. A discreta Solange dá lugar a uma pessoa que fala alto, canta e encara os interlocutores nos olhos, com ar desafiador. A assinatura nas telas não leva seu nome, mas de artistas famosos – e já mortos –, como Monet, Mondrian e Tarsila do Amaral. Seria uma interpretação digna de uma atriz? Talvez. O que difere o momento de uma encenação é subjetivo e dá margem a dezenas de explicações – convincentes ou não. Talvez seja possível encontrar respostas no que a artista diz a cada uma das pessoas da platéia presenteadas com um dos dez quadros produzidos na noite. Enquanto entregava a obra, ela desferia características e situações de vida de cada um absolutamente desconhecidas dela. O mentor que a guia é o médico holandês Ernst, que viveu no século XVII. A sensitiva garante que era ele, não ela, quem estava presente na pintura dos quadros.

Nem sempre é fácil aceitar a mediunidade, que pode causar medo quando começa a se manifestar. “Ainda hoje não gosto quando vejo o possível desencarne de alguém. Nestas horas, preferia não saber”, conta a psicóloga Marilusa Moreira Vasconcelos, 65 anos, de São Paulo, que psicografa. O médium de cura Wagner Fiengo, analista fiscal paulistano, 37 anos, chegou a se afastar da doutrina. “Aos 13 anos não entendia por que presenciava aquilo.” Para manter a sanidade e o equilíbrio, as pessoas que possuem dons e querem fazer parte da religião espírita precisam se dedicar à educação mediúnica. O curso leva cinco anos. Inclui os ensinamentos que Allan Kardec compilou no Livro dos Espíritos – a obra que deu base ao entendimento da doutrina – e no Livro dos Médiuns – que explica quais são os tipos de mediunidade, como eles se manifestam e os cuidados a serem tomados. Entre eles, o combate a falhas de comportamento, como vaidade, orgulho e egoísmo. O Espiritismo prega que as imperfeições da personalidade atraem espíritos com a mesma vibração. “O pensamento é tudo. Aqueles que pensam positivo atrairão o que é semelhante. O mesmo acontece com o pensamento negativo e os vícios. Quem gosta de beber, por exemplo, chama a companhia de espíritos alcoólatras”, afirma o professor de educação mediúnica Ivanildo Protázio, 49 anos, de São Paulo, que tem o dom da vidência.

PSICOFONIA
Falar o que os espíritos querem dizer
A intuição do servidor público Geraldo Campetti, 42 anos, de Brasília, começou na infância. Ele tinha percepções inexplicáveis, das quais mais ninguém se dava conta. Era como se absorvesse sentimentos que não eram seus. Apenas identificava que existia algo além do que seus olhos enxergavam. Até que as sensações começaram a tomar forma. Campetti passou a ouvir súplicas de ajuda. De espíritos, inconformados com a morte. Aos 29 anos, não se assustou. De família espírita, conhecia a mediunidade. “Mas sabia que precisava estudar para manter o equilíbrio”, diz. Hoje diretor da Federação Espírita Brasileira, afirma ter controle sobre o dom de ouvir e transmitir recados dos mortos. Eventualmente, um espírito pede uma mensagem à pessoa com quem ele conversa. “Isso é espontâneo, não da minha vontade.”

Imaginar que convivemos no cotidiano com pessoas que estão mortas vai além da compreensão sobre a vida – pelo menos para quem não acredita em reencarnação. Mas até na ciência já existem aqueles que conseguem casar racionalidade com dons espirituais. Esses especialistas afirmam que a mediunidade é um fenômeno natural, não sobrenatural. E que o mérito de Allan Kardec foi explicar de maneira didática o que sempre esteve presente – e registrado – desde a criação do mundo em todas as religiões. O que seria, dizem os defensores da doutrina, a anunciação do Anjo Gabriel a Maria, mãe de Jesus, se não um espírito se comunicando com uma sensitiva?

Apesar desse contato constante, os mortos, ou desencarnados, como preferem os espíritas, não aparecem em “carne e osso”. A ligação com o mundo dos vivos seria possível graças ao perispírito, explica Geraldo Campetti, diretor da Federação Espírita Brasileira. “Ele é o intermediário entre o corpo e o espírito. A polpa da fruta que fica entre a casca e o caroço.” O perispírito seria formado por substâncias químicas ainda desconhecidas pelos pesquisadores terrenos, garantem os adeptos do espiritismo. “É a condensação do que Kardec batizou como fluido cósmico universal”, afirma o neurocirurgião Nubor Orlando Facure, diretor do Instituto do Cérebro de Campinas. Nas quatro décadas em que estuda a manifestação da mediunidade no cérebro, Facure mapeou áreas cerebrais que seriam ativadas pelo fluido.

CURA
Cirurgias sem dor nem sangue
O primeiro espírito a se materializar para o analista fiscal Wagner Fiengo, 37 anos, de São Paulo, foi de um primo. Ele tinha dez anos, teve medo e se afastou. Mas, na juventude, um tio, seguidor da doutrina, avisou que era hora de ele se preparar para a missão que lhe fora reservada. Por meio da psicografia, seu guia espiritual, o médico Ângelo, informou que teriam um compromisso: curar pessoas. Ele não foi adiante. Uma pancreatite surgiu sem que os médicos diagnosticassem os motivos. Há quatro anos, seu guia explicou que as doenças eram ajustes a erros que Fiengo havia cometido numa vida passada. A missão era a forma de equilibrar a saúde e a alma. Em 2004, iniciou as cirurgias espirituais. Ele diz que não é uma substituição ao tratamento convencional. “É um auxílio na cura de fatores emocionais e físicos.”
Comprovar cientificamente a mediunidade também é objetivo do psiquiatra Sérgio Felipe Oliveira, professor de medicina e espiritualidade da Faculdade de Medicina da USP e membro da Associação Médica-Espírita de São Paulo. Com exames de tomografia, ele analisou a glândula pineal (uma parte do cérebro do tamanho de um feijão) de cerca de mil pessoas. “Os testes mostraram que aqueles com facilidade para manifestar a psicografia e a psicofonia apresentam uma quantidade maior do mineral cristal de apatita na pineal”, afirma Oliveira. Ele também atende, no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, casos de pacientes de doenças como dores crônicas e epilepsia que receberam todos os tipos de tratamento, não tiveram melhora e relatam experiências ligadas à mediunidade. “Somamos aos cuidados convencionais, como o remédio e a psicoterapia, a espiritualidade, que vai desde criar o hábito de orar até a meditação. E os resultados têm sido positivos.” Uma pesquisa de especialistas da USP e da Universidade Federal de Juiz de Fora, publicada em maio no periódico The Journal of Nervous and Mental Disease, comparou médiuns brasileiros com pacientes americanos de transtorno de múltiplas personalidades (caracterizado por alucinações e comportamento duplo). Eles concluíram que os médiuns apresentam prevalências inferiores de distúrbios mentais, do uso de antipsicóticos e melhor interação social.

A maior parte dos cientistas acredita que a mediunidade nada mais é do que a manifestação de circuitos cerebrais. Alguns já seriam explicáveis, como os estados de transe. Pesquisas da Universidade de Montreal, no Canadá, e da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, comprovaram que, durante a oração de freiras e monges católicos, a área do cérebro relacionada à orientação corporal é quase toda desativada, o que justificaria a sensação de desligamento do corpo. Os testes usaram imagens de ressonâncias magnéticas e tomografias feitas no momento do transe.

A teoria seria aplicável ao transe mediúnico, quando o médium diz incorporar o espírito e não se lembra do que aconteceu. Pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, estudaram pessoas que estiveram entre a vida e a morte e relataram se ver fora do próprio corpo durante uma operação ou entrando em contato com pessoas mortas. Os estudiosos concluíram se tratar de um fenômeno fisiológico produzido pela privação de oxigênio no cérebro. Trabalhando sob stress, o órgão seria também inundado de substâncias alucinógenas. As imagens criadas pela mente seriam apenas a retomada de percepções do cotidiano guardadas no inconsciente.

PSICOPICTOGRAFIA
Milhares de quadros pintados
Criada numa família católica, Solange Giro, 46 anos, de Parapuã, interior de São Paulo, teve o primeiro contato com o espiritismo aos 20 anos, ao conhecer o marido. Ele, que perdera uma noiva, buscava o entendimento da morte. Já casada e com dois filhos, passou a sofrer de depressão. Encontrou alívio na desobsessão (trabalho que libertaria a pessoa de um espírito que a domina). A mediunidade dava os primeiros sinais. Logo passou a ouvir e ver espíritos. O dom da psicografia veio em seguida. Era um treino para ser iniciada na pintura mediúnica. “Pintei cinco mil quadros no primeiro ano. Estão guardados. Não tive autorização para mostrá-los”, conta Solange, que diz nunca ter estudado artes. Nos últimos 13 anos, ela recebeu aval de seu mentor para vender os quadros. O dinheiro é revertido para a caridade.
O psiquiatra Sérgio Felipe Oliveira rebate a incredulidade. “Se uma pessoa está em cirurgia numa sala e consegue descrever em detalhes o que ocorreu em um ambiente do outro lado da parede, é possível ser apenas uma sensação?” Essa é uma pergunta que nenhuma das frentes de pesquisa se arrisca – ou consegue – a responder com exatidão. Da mesma maneira que todos os presentes à sessão de pintura em Indaiatuba saíram atônicos, sem conseguir explicar como alguém que conheceram numa noite foi capaz de decifrar suas angústias mais inconfessáveis.
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Fonte:
http://temporecord.wordpress.com/2010/03/19/espiritismo-o-poder-dos-mediuns-comprovacao-cientifica/
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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25 de set. de 2009

Mensagem aos Espíritas

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Mensagem aos Espíritas

Assunto: Preservação dos Princípios Doutrinários na Prática Espírita “É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios.” Bezerra de Menezes (Mensagem “Unificação”, psicografia de Francisco Cândido Xavier – Reformador, agosto 2001) * Considerando que as idéias espíritas, tais como reencarnação, imortalidade, comunicação com os Espíritos e vida após a morte, têm sido alvo de interesse geral, propiciando à mídia a divulgação de filmes, teatro, livros e notícias de fatos ocorridos, que mostram, cada vez mais, a certeza dessas verdades que a Doutrina Espírita revela há 150 anos; * Considerando que essa promoção é perfeitamente compatível com os propósitos do Movimento Espírita que é o de colocar ao alcance e a serviços de todos a mensagem consoladora e esclarecedora da Doutrina Espírita, dando sentido à vida e trazendo respostas às inquietações de muitos seres humanos com tendência ao suicídio, à violência, ao uso das drogas e à desagregação familiar; * Considerando que, com a divulgação feita pela mídia, independentemente da ação do Movimento Espírita, é natural que um número cada vez maior de pessoas procure os núcleos espíritas, interessado em aprofundar-se no conhecimento dos ensinos doutrinários e em receber a assistência, o esclarecimento e a orientação de que necessita, bem como preparar-se para o trabalho voluntário, na assistência e promoção social, no atendimento aos que necessitam de amparo espiritual e em outras atividades; * Considerando que esta circunstância oferece ao trabalhador espírita a oportunidade de intensificar o desenvolvimento de suas tarefas voltadas ao estudo, à difusão e à prática do Espiritismo, consciente de que a convicção do ser humano quanto à sua condição de Espírito imortal é fundamental para ajudá-lo a atravessar esta fase de transição em que nos encontramos, quando se prepara a Humanidade para ascender à condição de mundo de regeneração; * Considerando que o Centro Espírita continua a ser o núcleo básico da difusão espírita, propiciando espaço para todas as atividades de atendimento e de estudo aos interessados em receber os benefícios da Doutrina Espírita, tal como foi revelada pelos Espíritos Superiores a Allan Kardec e nas obras que, seguindo suas diretrizes, lhe são complementares e subsidiárias, O CONSELHO FEDERATIVO NACIONAL, EM SUA REUNIÃO DE 10 A 12 DE NOVEMBRO DE 2006, RECOMENDA: 1 – que os dirigentes e trabalhadores espíritas intensifiquem os seus esforços no sentido de colocar a Doutrina Espírita ao alcance e a serviços de todos os homens, divulgando os seus ensinos com o propósito de esclarecer fraternalmente, sem impor e sem pretender converter a quem quer que seja; 2 – que procuremos aprimorar, ampliar e multiplicar os núcleos espíritas, utilizando toda a sua potencialidade no atendimento às necessidades de assistência, de conhecimento, de estudo e de orientação que s seres humanos apresentam; 3 – que no desenvolvimento da tarefa de estudo, difusão e prática da Doutrina Espírita: 3.1 – estudemos constantemente a Doutrina Espírita, não só para o nosso próprio aprimoramento, como também, para manter o trabalho doutrinário dentro dos princípios espíritas, sem as influências nocivas de interpretações pessoais distorcidas; 3.2 – trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, impondo silêncio aos nossos ciúmes e às nossas discórdias, para não prejudicar e nem retardar a execução do trabalho, em qualquer área de atividade em que nos encontremos; 3.3 – mantenhamos o Espiritismo com a pureza doutrinária própria do Cristianismo nascente, sem incorporar à sua prática qualquer forma de ritual, de sacramento ou de idolatria, incompatível com os seus princípios. É lícito, justo e conveniente orarmos em benefício de alguém que nasce, de um casal que assume compromissos matrimoniais ou de alguém que retorna à vida espiritual. Não é lícito, todavia, sacramentarmos esses gestos, chamando-os de “batizado espírita”, “casamento espírita” ou “funeral espírita”, mesmo quando se apresentam sob aparente legalidade. As instituições que se classificam como espíritas, têm o dever decorrente de pautar a sua prática dentro dos princípios contidos nas obras básicas de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita, e tem o direito constitucional de preservar a sua autonomia e liberdade de ação na execução desses princípios. O Espiritismo não tem sacerdotes e nas atividades verdadeiramente espíritas a ninguém é dado o direito de consagrar atos ou fazer concessões, seja em nome de Deus, de Jesus, dos Espíritos Superiores ou da própria Doutrina Espírita; 3.4 – colaboremos com os órgãos públicos e com a sociedade em geral, em todas as suas ações marcadas pelos propósitos de solidariedade e de fraternidade, visando a assistência e a promoção material, social e espiritual do ser humano, preservando e praticando, todavia, a integridade dos princípios e objetivos doutrinários espíritas que caracterizam a instituição; 3.5 – relacionemo-nos com os representantes e seguidores de todos os segmentos religiosos, procurando construir a base de um convívio salutar, marcado pelo respeito recíproco e pela fraternidade, base fundamental para a construção de uma sociedade em que a multiplicidade de convicções sociais, filosóficas ou religiosas não seja impedimento para a coexistência fraterna. Com isto estaremos vivenciando e preservando plenamente os princípios da Doutrina Espírita. CFN – Brasília, 12 de novembro de 2006.
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Fonte:
http://luzqueesclareceanossavida.blogspot.com/
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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23 de jul. de 2009

Allan Kardec

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Allan Kardec não deve ser lembrado no centro espírita...

O título acima pode ser estranho, no entanto, exprime indizível realidade.

Se alguém é lembrado, presume-se que em algum momento foi esquecido, e bem o sabemos que Allan Kardec não pode ser esquecido quando o assunto é Doutrina Espírita.

Sua presença deve ser constante nas instituições que estampam o nome de Centro Espírita.

Ele, além de ser o codificador, foi também o grande divulgador da Doutrina dos Espíritos.

Entrevistou as inteligências do invisível, escreveu, anotou, publicou obras, pesquisou com rigor e viajou em trabalho de divulgação.

Foram diversos livros dedicados a desvendar ao homem novos horizontes:
O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno, Gênese...

Livros criteriosos, inteligentes, interessantes, didáticos...
A literatura de Kardec é simples e profunda, seus comentários são autênticas lições de sabedoria e percebe-se nele uma alma elevada, sempre preocupada com a finalidade da existência humana.

Em O Livro dos Espíritos, seu comentário tão bem feito em A Lei do Trabalho retrata de forma magistral a finalidade educativa da Doutrina Espírita. Eis parcialmente o que escreveu o notável cidadão francês na ocasião:

(...) Há um elemento que não se costuma considerar, sem o qual a ciência econômica torna-se apenas uma teoria: é a educação. Não a educação intelectual, mas a educação moral; não ainda a educação moral pelos livros, mas a que consiste na arte de formar o caráter, que dá os hábitos: porque educação é o conjunto dos hábitos adquiridos. Quando se pensa na massa de indivíduos lançados a cada dia na torrente da população, sem princípios nem freios e entregues aos próprios instintos, devem causar espanto as conseqüências desastrosas que resultam disso? Quando essa arte for conhecida e praticada, o homem trará hábitos de ordem e de previdência para si e para os seus, de respeito pelo que é respeitável, hábitos que lhe permitirão atravessar menos angustiado os maus dias inevitáveis. A desordem e a imprevidência são duas chagas que uma educação bem conduzida pode curar; aí está o ponto de partida, o elemento real do bem-estar, a garantia da segurança de todos.

Compreende-se, então, a constante preocupação social de Allan Kardec.
O codificador intentava despertar a criatura humana para a necessidade da educação de seus próprios hábitos.

A paz começa na educação dos hábitos.

Pais que cultivam o saudável hábito do diálogo conquistam a amizade dos filhos, criando um ambiente de bem estar e segurança.

Cônjuges que vivenciam o bom hábito da empatia experimentam mais momentos de felicidade do que de decepção no relacionamento conjugal.

Lideranças espíritas que fazem do estudo das obras básicas um hábito transmitem com mais fidelidade os princípios doutrinários.

Fácil de concluir que a evolução de nosso mundo dependerá de nossa disposição em semear hábitos saudáveis, como bem acentua Allan Kardec.

Hábitos saudáveis, vida saudável, existência plena e feliz.

Por isso imperioso não apenas lembrar de Allan Kardec, mas, sim, estudar e pesquisar a obra construída por intermédio de sua abnegada mão, pois assim todos aqueles que chegarem ao centro espírita terão uma melhor compreensão dos temas que o codificador tanto prezou.
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Wellington Balbo
http://wellingtonbalbo.blogspot.com/
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6 de jun. de 2009

Frases de Kardec

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Frases de Kardec

“Fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão face a face, em todas as épocas da humanidade.”

“Nascer, Morrer, Renascer ainda e Progredir sem cessar, tal é a Lei.”

“Todo efeito tem uma causa; todo efeito inteligente tem uma causa inteligente; a potência de uma causa está na razão da grandeza do efeito.”

“Sejam quais forem os prodigios realizados pela inteligência humana, esta inteligência tem também uma causa primária. É a inteligência superior a causa primária de todas as coisas, qualquer que seja o nome pelo qual o homem a designe.”

“Reconhece-se a qualidade dos Espíritos pela sua linguagem; a dos Espíritos verdadeiramente bons e superiores é sempre digna, nobre, lógica, isenta de contradições; respira a sabedoria, a benevolência, a modéstia e a moral mais pura; é concisa e sem palavras inúteis. Nos Espíritos inferiores, ignorantes, ou orgulhosos, o vazio das idéias é quase sempre compensado pela abundância de palavras. Todo pensamento evidentemente falso, toda máxima contrária à sã moral, todo conselho ridículo, toda expressão grosseira, trivial ou simplesmente frívola, enfim, toda marca de malevolência, de presunção ou de arrogância, são sinais incontestáveis de inferioridade num Espírito.”

“Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que faz para domar as suas más inclinações”

“Caminhando de par com o progresso, o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrassem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificaria nesse ponto. Se uma verdade nova se revelar, ela a aceitará.”

“Melhorados os homens, não fornecerão ao mundo invisível senão bons espíritos; estes, encarnando-se, por sua vez só fornecerão à Humanidade corporal elementos aperfeiçoados. A Terra deixará, então, de ser um mundo expiatório e os homens não sofrerão mais as misérias decorrentes das suas imperfeições.”

“Onde quer que as minhas obras penetraram e servem de guia, o Espiritismo é visto sob o seu verdadeiro aspecto, isto é, sob um caráter exclusivamente moral”

“Pelo espiritismo a humanidade deve entrar em uma nova fase, a do progresso moral, que é a sua consequência inevitável”.

“Antes de fazer a coisa para os homens, é preciso formar os homens para a coisa, como se formam obreiros, antes de lhes confiar um trabalho. Antes de construir, é preciso que nos certifiquemos da solidez dos materiais. Aqui os materiais sólidos são os homens de coração, de devotamento e abnegação”.

(Textos compilados das seguintes publicações: “O Evangelho Segundo o Espiritismo” – Allan Kardec; “O Livro dos Espíritos” – Allan Kardec, “O L:ivro dos Médiuns” – Allan Kardec ; “A Gênese” – Allan Kardec; “O Céu e o inferno” – Allan Kardec; “Obras Póstumas” – Allan Kardec; “Revista Espírita” – Allan Kardec; Espiritismo para Iniciantes- Grupo Espírita Bezerra de Menezes; “O que é o Espiritismo” – Biografia de Henri Sausse; “Allan Kardec Vol 1″ – Zêus Wantuil e Francisco Thiesen).
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Fonte:
http://andreluizsiqueira.wordpress.com/2009/05/26/bibliografia-de-allan-kardec/
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3 de mai. de 2009

Espiritismo - Spiritism

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Espiritismo - Spiritism

Free - Downloadable Spiritism Books
Friday, May 1st, 2009
NEW!!! FREE!!!

Our site, www.ezilikonnen.com, has been updated again bringing you more free information . . . . . we have several manuals that can now be instantly downloaded off of our site so that you can continue to grow spiritually . . .

The Gospel According to Spiritism, The Book of Spirits, and the Book of Mediums.

These are the original manuals, written by Allan Kardec, on Spiritism. Developing mediums are usually encouraged to read these manuals so as to gain a further understanding of the spiritual world.

Allan Kardec is known to be the father of Modern Spiritsm. Much of our practices today have a foundation in his type of Spiritism. Often in Puerto Rico, we refer to his form of Spiritism as “Espiritismo Scientifico” or Scientific Spiritism.

Download these free guides here:
http://www.ezilikonnen.com/misc/books-on-spiritism.html
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Fonte:
http://ezilikonnen.com/gatesablog/?tag=espiritismo
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2 de mai. de 2009

Mimetismo

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RAÇA DE VÍBORAS

Existem pessoas que se confundem ao meio em que vivem a tal ponto que perdem a própria identidade. É a esse tipo de criaturas que Jesus chama raça de víboras.

Pelo mimetismo, capacidade que certos animais possuem de tomarem a cor e a configuração dos objetos em cujo meio habitam, a víbora se confunde, por assim dizer, ao meio, tornando difícil a sua localização.

Muitos de nós, em situações adversas, preferimos nos deixar confundir com o meio do que sermos taxados de piegas ou moralistas indesejáveis.

Se estamos no meio dos corruptos, aplaudimos a corrupção.

Se nos encontramos entre os viciados, apoiamos o vício.

Se estamos com os sexólatras, louvamos a sexolatria.

Se estamos rodeados por pessoas honestas e dignas, enaltecemos a honestidade e a dignidade.

Falta-nos a coragem moral para nos posicionarmos de conformidade com a nossa consciência, independente do meio em que nos achemos.

Como cristãos, sabemos qual é a postura correta, mas preferimos nos deixar levar pela maioria pensando enganar a própria consciência. Esquecemos a recomendação do Homem de Nazaré: "Seja o seu falar sim, sim, não, não.”

"Todo mundo faz"! Este é o argumento com o qual alguns de nós tentamos justificar os atos indignos.

No momento em que Jesus se refere aos fariseus como raça de víboras, enfatiza também que todo pecado ou blasfêmia nos serão perdoados, exceto os cometidos contra o Espírito, contra a consciência.

O que o Cristo quis dizer é que os equívocos cometidos por ignorância, não serão contabilizados pelas Leis Maiores como infração, mas como tentativa mal sucedida.

Mas as infrações cometidas com conhecimento de causa, ou seja, contra a consciência, essas não serão perdoadas, e o infrator responderá por elas diante das Leis que regem a vida.

Assim, a desculpa de que todo mundo faz, não nos isentará da responsabilidade pessoal, pois a cada um será dado conforme suas obras, e não conforme as obras da maioria, pois o mérito ou demérito são individuais e intransferíveis.

Dessa forma, por mais que tentemos nos confundir com o todo ou com a maioria, não impediremos que as Leis Divinas nos localizem e registrem as nossas mais secretas intenções.

Deixemos o mimetismo para os animais e tomemos a postura cristã onde quer que estejamos, sem receio.

Sejamos firmes em nossas decisões nobres, sem nos preocuparmos em agradar as massas, mas com a única preocupação de agradar a Deus.

Allan Kardec, ao codificar a Doutrina Espírita, teve oportunidade de perguntar aos Espíritos:

“Por que, no Mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?”

Os benfeitores responderam:

"Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão."

Esta e outras tantas questões estão em O livro dos espíritos.

Aproveite para conhecê-lo, neste ano em que completa 150 anos de esclarecimento e consolo.

com base na pergunta 932 de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb e no Evangelho de Mateus 12:34.
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Autoria: desconhecida
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Fonte:
http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=27125&Itemid=157
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1 de mai. de 2009

Allan Kardec

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Estão esquecendo Kardec

“Coube a Kardec, em pleno século XIX, enfrentando o materialismo e a crítica mordaz dos seus contemporâneos, a comprovação de tudo o que se falava antes sobre a vida além-túmulo.” (Almeida)

Arnold Toynbee (1889-1975) admite que a História é o estudo das experiências e das ações das personalidades humanas. Sem dúvida, os historiadores livres da atualidade, não fazem História para glorificar os homens, transformando-os em deuses e heróis, tal como o fizera o pai da História - Heródoto.

Entretanto, não há como excluir o homem instrumento e o objeto dos acontecimentos na Humanidade. Infelizmente entre os espíritas, existe os que se esquivam de falar, divulgar e vincular Kardec ao Espiritismo. Talvez estejam pouco informados a respeito do papel do Codificador na elaboração da doutrina consoladora. Ou quem sabe, serm influenciados pelos que desejam que o homem seja o seu construtor e ao mesmo tempo seu objeto.

Não é possível separar Allan Kardec do Espiritismo.

O seu nome de batismo foi Denizard Hyppolite Leon Rivail.Todavia, a ele não se deve dar o epíteto de Kardecismo para homenageá-lo. O Espiritismo é dos Espíritos e não de um homem, disse ele. Mas respeitando sua humildade, necessário render o tributo que ele merece. E também todos os que atuam ou atuaram em benefício da Comunidade.

Denizard Rivail dispensa qualquer elogio ou veneração, mas não podemos deixar de lhe reconhecer o valor de ínclito intermediário entre os dois mundos. A idolatria foi veemente combatida pelo professor Rivail. A criação do Espiritismo não lhe é devida.
Existia antes dele. Foram os Espíritos Superiores que lhe revelaram A Verdade do Mundo Maior, que Jesus nos prometera como Doutrina do Consolo.

Portanto, não se pode negar que Kardec foi somente um instrumento do Cristo, mas alijar o dedicado professor da estrutura do Espiritismo, é no mínimo ingratidão. E também anticientífico do ponto de vista da História.

Ele, simplesmente deixou de viver a vida de relação para mostrar ao mundo a vida futura que o Mestre nos quis ensinar. E mesmo assim o crucificam agora como já fizeram com o Meigo Rabi há quase 2000 anos. Parece que os bons carregam a cruz enquanto os maus, a glória da vivencia eterna.

Lembremos que toda a revelação divina foi lavrada nas obras básicas em parceria com os mentores espirituais. Sem a escrita, como a doutrina se tornaria? Fluídica, sem dúvida, pois sem referencia humana, entraria no rol dos mitos, do folclore popular sem que ninguém soubesse quem disse e porque disse.

E recordemos que Denizard Hyppolite Leon Rivail era professor em Iverdum, na França, escola criada pelo eminente pedagogo Pestalozzi.

Denizard deixou-nos várias obras de Pedagogia além de outras em várias ciências que também lecionava. Casado com Amelie Boudet, vivia do Magistério, quando aos cinquenta anos acabou reconhecendo uma inteligência maior, através dos raps (pancadas) das mesas girantes e das jovens que produziam os fenômenos.

Ele fora o escolhido pelos Espíritos como mentor dad escrita para a nova Revelação que Jesus iria dar-nos.
A coisa, portanto, não é tão simples assim! É de uma tremenda responsabilidade ser um servidor do Mestre.
Porquanto, os espíritas que tentam esquecer o mestre de Lyon, cuidado com a Lei!

Nivaldo Sernaglia
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Fonte:
http://www.jornaldemocrata.com.br/materias/read.asp?id=6031
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27 de abr. de 2009

A construção da crença

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A construção da crença

Ângela Bessa Linhares
25 Abr 2009

Imprimir Corrigir O que pode ser mais fantástico e inesperado para mim do que a realidade? - era a pergunta que o escritor Dostoievski se fazia. As problemáticas de hoje e as possibilidades da realidade conquistada socialmente são tão duras e severas como fantásticas e cheias de possibilidades de paz e bem; são, na verdade, complexas. São realidades que estão a exigir cada vez mais um encontro com a dimensão espiritual que todos temos.

Como se constrói a crença? - vemos muitas pessoas se perguntarem. Algumas falas, como ondas que vêm, nos mostram como algumas pessoas têm vivido esse caminho de construção da crença.

Outro dia ouvi, olha: - Tem um lugar do meu ser que eu sempre escuto, quando volto a mim. Meu eu se espalha o dia todo: entre panelas, meninos na escola e chuvas, consertos de canos e a rosa dália que plantei em um vaso da sala; tem uma hora que eu me procuro e não me acho entre meus sentidos ali. É então que eu me volto para uma espécie de eu mais profundo e vejo que tem um sentido espiritual que posso buscar. Quando estou muito afogada nas paixões e aperreios da lida do dia mesmo, sinto que esse sentido me foge e vem apenas como um relâmpago fugidio. Quando tento juntar os dois planos da vida, me percebendo como um ser espiritual para pensar minhas questões, parece que entro em uma construção que vou palmilhando como um caminho de sabedoria”.

León Denis nos lembra que a causa de nossas misérias morais é que pomos em oposição esses dois planos da vida ou focos psíquicos, como ele diz: o plano das vidas terrestres e o espiritual. Para identificar um com o outro, pode-se começar juntando nossa necessidade de justiça, nossas aspirações mais acalentadas, sonhos, sentimentos do belo e do bem, desejos de saber, a esse chamado “sentido íntimo” espiritual, que encerra nosso eu integral, como diz Kardec.

É que sob a superfície de nosso eu, agitado pelos temores e desejos, conflitos e esperanças, há um eu profundo onde se encontra nossa consciência integral, sede dos saberes e aprendizados que fizemos nas múltiplas reencarnações e nos períodos vividos entre uma reencarnação e outra. William James já observara: “Os prolongamentos do ‘eu’ consciente dilatam-se muito além do mundo da sensação e da razão, em certa região que se pode chamar mística ou sobrenatural”. A região de onde Jesus, com sua pedagogia do amor, nos chama.

Na verdade, como diz o espírito André Luiz, psicografia de Chico Xavier, o que acumulamos em saber e amor, ao longo do tempo, se diz por meio de nossas tendências e faculdades, dificuldades e afetos, que nos apontam os aprendizados a fazer no agora. O que não aprendemos antes bate à porta como aprendizado a cobrar reflexão e ação; o que já sabemos vai impulsionando mais e mais nossa evolução.

O eu integral envolve a faculdade de perceber o mundo, de amar, sentir, pensar e querer, que acordam a nossa capacidade de sermos sujeito de escolhas afetivas e morais. Sabe-se que quanto maior a evolução do espírito, mais ele escolhe as formas e situações que vive na reencarnação terrestre. E, de algum modo, em geral, estudamos e escolhemos, antes de reencarnar, grande parte do que e como seriam nossos aprendizados fundamentais na reencarnação. O que não se pode esquecer é que os espíritos possuem graus de adiantamento, e o que não aprendemos agora o faremos depois; com dificuldades maiores, se deixamos se avolumar compromissos.

A crença se constrói cotidianamente; não é uma construção intelectual, somente, mas implica a (re)educação do sentimento e faculdades do ser imortal que somos.

A humanidade somos nós mesmos, os seres que ontem aqui estávamos e que voltamos para continuar nossa evolução pessoal e coletiva, muitas vezes mudando de lugar nas cenas da história.

Os impulsos de ontem vêm ao hoje para mudarmos, e não para nos vangloriarmos de nossa inferioridade. A vida de relação - conosco, com os objetos do mundo e com os outros, as esferas da educação, como diz Rousseau - nos chama a cumprir as experiências por meio das quais aprendemos a ser melhores. Já as noções elevadas da personalidade real - que vamos desenvolvendo como esse sentido íntimo, transcendente, que nos ajuda a nos percebemos como ser espiritual -, é um olhar lúcido da alma a desenvolver a cada passo. Estes três âmbitos da vida - impulsos, experiências e noções elevadas, que incluem os sentidos espirituais - correspondem no cérebro físico à região dos nervos, do córtex e dos lobos frontais, mas têm sede na alma; na verdade, são nosso passado (que vem como impulsos a elaborar), presente (experiências em curso) e futuro, respectivamente. A construção da crença se dá por meio dessa educação do ser vista em sua inteireza; e é trabalho inadiável de nossa evolução. Como temos alimentado em nós a construção da crença?

ÂNGELA BESSA LINHARESO - É membro da Federação Espírita do Estado do CE
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Fonte:
http://www.opovo.com.br/opovo/espiritualidade/873031.html
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25 de abr. de 2009

Dia Nacional do Espiritismo

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Dia Nacional do Espiritismo

Espíritas comemoram Dia Nacional do Espiritismo

Alex Régis Cléber Pinheiro Costa afirma que o número de praticantes da doutrina vem crescendo no país 18/04/2009 - Tribuna do Norte

Espíritas de todo o Brasil comemoram hoje o Dia Nacional do Espiritismo. A data é uma homenagem ao dia da publicação do Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, marco da doutrina. Para os seguidores, a instituição do dia é o reconhecimento da sociedade a um movimento que ao longo do tempo se firmou graças ao seus objetivos.

E para marcar a data, a Federação Espírita do Rio Grande do Norte vai realizar, a partir das 15h de hoje, na sua sede, uma sessão extraordinária do Conselho Federativo Estadual, com palestras sobre o tema e uma confraternização com os participantes.“É um momento importante para todos nós, pois a data representa o início a Doutrina Espírita, que hoje comemora 152 anos e que a cada dia cresce mais”, explicou o assessor de relações institucionais da FERN, Cleber Pinheiro Costa.

Muita gente pensa que o Espiritismo é uma religião. Há ainda os que confundem o Espiritismo com práticas de umbanda ou candomblé. Na realidade, o Espiritismo é uma doutrina filosófica com aspectos religiosos, que estuda a origem, a natureza, o destino dos espíritos e suas relações entre os mundos material e espiritual.

Os estudiosos no assunto, definem o espiritismo como o conjunto de princípios e leis, revelados pelos espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec, que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese Os princípios básicos do Espiritismo são: Existência de Deus, Imortalidade da Alma; Comunicação entre o mundo espiritual e o mundo material; Reencarnação e Evolução Universal e Infinita.

“Nos últimos anos o Espiritismo tem crescido bastante no Brasil. Segundo dados do IBGE, 1,5% da população brasileira é espírita. Não temos os dados locais, mas no total temos 180 Casas em 30% do RN”, disse Cleber.

Diferente das religiões que promovem cultos e rituais, o Espiritismo realiza atividades. São grupos de estudos, reuniões de tratamento espiritual, reunião de desobsessão, além de promoção social.

“Nosso lema é que fora da caridade não há salvação. Então, cada um de nós somos responsável pelo processo de salvação. É um convite a auxiliar o próximo”, explicou Cleber.

Apesar do crescimento, a Doutrina Espírita ainda sofre muitos preconceitos, mas segundo Cleber, a situação está mudando e as pessoas estão dando conta do que é realmente o Espiritismo.

“Nosso plano é uma cópia mal feita do plano espiritual. Aqui colocamos em prática o que aprendemos lá. Voltamos várias vezes a este mundo para evolução do espírito e é isso que aprendemos no Espiritismo, a sermos melhor”, explicou.

Alan Kardec começou pesquisando fenômenos

A vida de Allan Kardec pode ser contada de várias maneiras. Para melhor compreensão de alguns aspectos, os estudiosos dividiram em duas fases distintas.

Primeira Fase

Nasceu em Lyon (França), a 3 de outubro de 1804 e foi registrado sob o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail. Iniciou seus estudos na escola de Pestalozzi (em Yverdun, Suiça).

Tornou-se educador e entusiasta do ensino, tendo sido várias vezes convidado por Pestalozzi para assumir a direção da escola, na sua ausência. Durante 30 anos (de 1824 a 1854), dedicou-se inteiramente ao ensino e foi autor de várias obras didáticas, que em muito contribuíram para o progresso de educação, naquela época.

Segunda Fase

Em 1855, o prof. Rivail depara, pela primeira vez, com o “fenômeno das mesas que giravam, saltavam e corriam, em condições tais que não deixavam lugar para qualquer dúvida”.

Passa então a observar estes fenômenos; pesquisa-os cuidadosamente, graças ao seu espírito de investigação, que sempre lhe fora peculiar, não elabora qualquer teoria pré-concebida, mas insiste na descoberta das causas.

Aplica a estes fenômenos o método experimental com o qual já estava familiarizado na função de educador; e, partindo dos efeitos, remonta às causas e reconhece sua autenticidade.

Convencido de sua condição de espírito encarnado, adota um nome já usado em existência anterior, no tempo dos druidas: Allan Kardec. De 1855 a 1869, consagrou sua existência ao Espiritismo; sob a assistência dos Espíritos Superiores, representados pelo Espírito da Verdade, estabelece as bases da Codificação Espírita, em seu tríplice aspecto: Filosófico, Científico e Religioso.

É também de sua iniciativa a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em 1º de abril de 1858 - primeira instituição regularmente constituída com o objetivo de promover estudos que favorecessem o progresso do Espiritismo.

Com a máxima “Fora da caridade não há salvação”, procurava ressaltar a igualdade entre os homens, perante Deus, a tolerância, a liberdade de consciência e a benevolência mútua. Allan Kardec desencarnou (termo utilizado pelos espíritas quando alguém morre) aos 65 anos, em 31 de março de 1869. Em seu túmulo, no cemitério de Père Lachaise (Paris), uma inscrição sintetiza a concepção evolucionista da Doutrina Espírita: “Nascer, Morrer, Renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei”.

Instituições realizam uma série de ações beneficentes

Os espíritas realizam diversos trabalhos de caridade com a sociedade. Quem nunca soube de campanhas do Armazém da Caridade para ajudar vítimas das enchentes ou da seca? São várias as ações realizadas, desde trabalhos com presidiários até orientação educacional para crianças e adolescentes.

“Quem é capaz de ver um irmão sofrendo e não fazer nada? Nós ajudamos, na medida do possível, todos os nossos irmãos. Não é porque não temos os laços de sangue que vamos abandonar”, explicou Cleber Pinheiro Costa. Ainda segundo Cleber, todos os Centros realizam algum tipo de ação social com a comunidade, independente da religião das pessoas. “O objetivo das nossas ações é ajudar, levar um pouco de dignidade para as pessoas. Não interessa a religião, pois somos todos irmão”, disse Cleber.

Para o presidente do Armazém da Caridade, Manoel Lopes, foi uma grande alegria ter sido instituído este dia porque é uma forma de reconhecimento, de uma doutrina que ensina a caridade sem querer nada em troca”, disse Manoel Lopes que desde 1975 faz parte da Doutrina Espírita.

O Armazém da Caridade, foi criado em 1995 e desde então realiza diversas ações. A primeira foi o SOS Seca em 1998 quando semanalmente eram distribuídas 1.500 para as vítimas da seca. O centro também distribui cadeiras de rodas, até hoje já foram entregues 400 cadeiras.“Temos também o projeto Jantar com Jesus, onde mais de 11 mil pessoas já tiveram a oportunidade de ter uma verdadeira Noite de Natal”, disse Manoel Lopes.
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Fonte:
http://tribunadonorte.com.br/noticias/106836.html
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19 de abr. de 2009

Fenômenos espíritas e a ciência

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Fenômenos espíritas e a ciência

A investigação dos fatos e causas do fenómeno mediúnico é objecto de estudo pela Pesquisa Psíquica, ramo da parapsicologia (substituindo a metapsíquica). Seu primeiro interesse é o de verificar a ocorrência dos aludidos factos, mediante o uso de metodologia própria, que inclui a estatística e o chamado teste duplo-cego. Faz-se investigação científica [12] também em âmbito universitário, mas os resultados obtidos até o momento não permitem a conclusão científica da existência de espíritos[13].

Para além dos aspectos doutrinais, existe uma diversidade de práticas que vêm suscitando uma crescente curiosidade dos pesquisadores da área - a ectoplasmia, psicoquinesia, levitação, telepatia, clarividência, clariaudiência, pré-cognição via onírica (sonhos), psicografia, psicopictografia, medicina e cirurgia mediúnica, radiestesia e rabdomancia.

Kardec, no preâmbulo de "O Que É o Espiritismo?", afirma que ele "é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal". Dentro dessa perspectiva, Kardec teria fundado o que naquele momento se chamou de "ciência espírita"[14], tendo como objecto de estudo o espírito e adotando uma postura teórico-metodológica própria, ou seja, não baseada no método científico [15]. Na "Revue Spirite", que publicou até à sua morte, Kardec analisa vários relatos de fenômenos aparentemente mediúnicos ou sobrenaturais, oriundos de diversas partes do mundo. Esmerava-se por distinguir os acontecimentos que considerava verossímeis de charlatanismo e da simples imaginação superexcitada pela fé.
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Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Espiritismo
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Jesus

Dia das Mães 10maio2026

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