31 de jul de 2006

70 Blog: Blogs Cronologia













Cronologia da História do Blog

Fonte: Revista Época - 428 - 31jul06


1994/01 - O estudante Justin Hall cria o primeiro blog do mundo, o Link.net

1997/12 - O colunista da Internet Jorn Barger cunha o termo “weblog”.

1999/04 - O programador Peter Merholz encurta as coisas: “weblog” vira “blog”.

1999/08 - Lançada a primeira ferramenta popular de criação de blogs, o Blogger.com

2000/01 - O Boing Boing entra no ar.

2002/02 - A designer Heather Armstrong é demitida por falar sobre o emprego em seu blog, Dooce. O nome vira um termo em inglês que significa “demitido por blogar”.

2002/08 - Nick Denton lança o Gizmodo, que se tornaria um império de blogs. Nasce também o Blogads, para negociar publicidade em blogs.

2002/12 - Lançamento do Gawker, inaugurando a era dos blogs de fofoca.

2003/03 - Salam Pax, um blogueiro irquiano, manda notícias direto de Bagdá sob ataque americano.

2003/06 - O Google lança o serviço AdSense, ferramenta que exibe anúncios relacionados ao conteúdo dos blogs.

2003/08 - A primeira grande onda de anúncios em blogs políticos.

2003/09 - Jason Calcanis funda a empresa Weblogs.Inc. Que chega a ter 85 blogs sob seu guarda-chuva.

2004/12 - O dicionário inglês Merriam-Webster classifica “blog” como “A palavra do ano”.

2005/01 - Um pesquisa revela 32 milhões de americanos lêem blogs.

2005/05 - Criado um blog político The Hunffington Post.

2005/10 - Os blogs da Weblogs.Inc são vendidos para a AOL por US$ 25 milhões.

2005/12 - O ano soma US$100 milhões em publicidade para os blogs.

2006/01 - A Revista Time paga para ter o blog de Andrew Sullivan em seu site.
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30 de jul de 2006

70 Blog: Provedores













Crie seu próprio Blog.

Escolha o Provedor

Praticamente todos os grandes portais brasileiros oferecem a seus assinantes serviços para a criação de blogs. Fora deles, há uma infinidade de opções. Eis algumas das mais populares:

☐ Blogger (www.blogger.com)
☐ Blogsome (www.blogsome.com)em inglês
☐ Live Journal (www.livejournal.com)em inglês
☐ My 1 Blog (www.my1blog.com)
☐ Open Diary (www.opendiary.com)em inglês
☐ Pop Blog (www.pop.com.br/popblog)
☐ The Blog (www.theblog.com.br)
☐ Word Press (www.wordpress.com)em inglês
Fonte: Revista Época
Edição no 428 de 31.jul.06
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58 A Felicidade













CAPÍTULO V - BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS

☐ Justiça das aflições
☐ Causas atuais das aflições
☐ Causas anteriores das aflições
☐ Esquecimento do passado
☐ Motivos de resignação
☐ O suicídio e a loucura
☐ Instruções dos Espíritos
☐ Bem e mal sofrer
☐ O mal e o remédio
A felicidade não é deste mundo
☐ Perda de pessoas amadas. Mortes prematuras
☐ Se fosse um homem de bem, teria morrido
☐ Os tormentos voluntários
☐ A desgraça real
☐ A melancolia
☐ Provas voluntárias. O verdadeiro cilício
☐ Dever-se-á pôr termo às provas do próximo?
☐ Será lícito abreviar a vida de um doente que sofra sem esperança de cura?
☐ Sacrifício da própria vida
☐ Proveito dos sofrimentos para outrem

A felicidade não é deste mundo

20. Não sou feliz! A felicidade não foi feita para mim! exclama geralmente o homem em todas as posições sociais. Isso, meus caros filhos, prova, melhor do que todos os raciocínios possíveis, a verdade desta máxima do Eclesiastes: "A felicidade não é deste mundo." Com efeito, nem a riqueza, nem o poder, nem mesmo a florida juventude são condições essenciais à felicidade. Digo mais: nem mesmo reunidas essas três condições tão desejadas, porquanto incessantemente se ouvem, no seio das classes mais privilegiadas, pessoas de todas as idades se queixarem amargamente da situação em que se encontram.

Diante de tal fato, é incontestável que as classes laboriosas e militantes invejem com tanta ânsia a posição das que parecem favorecidas da fortuna. Neste mundo, por mais que faça, cada um tem a sua parte de labor e de miséria, sua cota de sofrimentos e de decepções, donde facilmente se chega à conclusão de que a Terra é lugar de provas e de expiações.

Assim, pois, os que pregam que ela é a única morada do homem e que somente nela e numa só existência é que lhe cumpre alcançar o mais alto grau das felicidades que a sua natureza comporta, iludem-se e enganam os que os escutam, visto que demonstrado está, por experiência arqui-secular, que só excepcionalmente este globo apresenta as condições necessárias à completa felicidade do indivíduo.

Em tese geral pode afirmar-se que a felicidade é uma utopia a cuja conquista as gerações se lançam sucessivamente, sem jamais lograrem alcançá-la. Se o homem ajuizado é uma raridade neste mundo, o homem absolutamente feliz jamais foi encontrado.

O em que consiste a felicidade na Terra é coisa tão efêmera para aquele que não tem a guiá-lo a ponderação, que, por um ano, um mês, uma semana de satisfação completa, todo o resto da existência é uma série de amarguras e decepções. E notai, meus caros filhos, que falo dos venturosos da Terra, dos que são invejados pela multidão.

Conseguintemente, se à morada terrena são peculiares as provas e a expiação, forçoso é se admita que, algures, moradas há mais favorecidas, onde o Espírito, conquanto aprisionado ainda numa carne material, possui em toda a plenitude os gozos inerentes à vida humana. Tal a razão por que Deus semeou, no vosso turbilhão, esses belos planetas superiores para os quais os vossos esforços e as vossas tendências vos farão gravitar um dia, quando vos achardes suficientemente purificados e aperfeiçoados.

Todavia, não deduzais das minhas palavras que a Terra esteja destinada para sempre a ser uma penitenciária. Não, certamente! Dos progressos já realizados, podeis facilmente deduzir os progressos futuros e, dos melhoramentos sociais conseguidos, novos e mais fecundos melhoramentos. Essa a tarefa imensa cuja execução cabe à nova doutrina que os Espíritos vos revelaram.

Assim, pois, meus queridos filhos, que uma santa emulação vos anime e que cada um de vós se despoje do homem velho. Deveis todos consagrar-vos à propagação desse Espiritismo que já deu começo à vossa própria regeneração. Corre-vos o dever de fazer que os vossos irmãos participem dos raios da sagrada luz. Mãos, portanto, à obra, meus muito queridos filhos! Que nesta reunião solene todos os vossos corações aspirem a esse grandioso objetivo de preparar para as gerações porvindouras um mundo onde já não seja vã a palavra felicidade.
François-Nicolas-Madeleine, cardeal Morlot. (Paris, 1863.)
Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec
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72 Editoração do Leal













Livros Editorados pelo Leal

A Editoração de livros é uma paixão!
Amo os livros!
No mostruário estão alguns de minha autoria, outros de amigos, e ainda existem outros não mostrados.

Organizar as palavras, as frases, as imagens, as páginas, enfim, transformar!

Criar o Índice Analítico...
Criar os Índices Remissivos de uma mesma obra...

Converter idéias em algo material, palpável e manuseável, que Alegria!
Mais feliz ainda em saber que cada obra editorada é um instrumento da Paz.

Muito obrigado a todos que proporcinaram a oportunidade, encarnados e desencarnados.
Sejam todos Abençoados!
Leal
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29 de jul de 2006

52 Alegria, Alegria e Alegria!











Alegria, Alegria e Alegria!

"Se não encontras a alegria nesta terra, procura-a irmão para além das estrelas. " feche-se no quarto.

Que direito você tem de levar essa perturbação pelo mundo afora?" Swami Vivekananda

Deus é amore bem-aventurança o extremo oposto da tristeza. O homem que conserva sua mente em Deus será inundado de alegria.
Swani Prabhavananda

"Aquele em cujo coração Deus se manifestou leva a paz, a alegria e o encanto aonde quer que vá."
(Bhagavata – escritura devota e popular hindu)

O otimismo é a fé em ação. Nada se pode levar a efeito sem otimismo.
Hellen Keller

"Ninguém tem a felicidade garantida. A vida simplesmente dá a cada pessoa tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria." S. Brown

O homem começa a envelhecer quando as lamentações começam a tomar o lugar dos sonhos.
John Barrymore

Onde há conhecimento verdadeiro há sempre alegria.

Como a verdade é eterna, assim a alegria
que dela deriva é eterna.
Por isso, Deus é aquele que reúne em si a verdade, o conhecimento e a alegria.
Gandhi

Todos somos capazes de viver uma vida de intensa alegria. Dentro de cada um de nós existe um admirável espírito humano suficientemente forte para superar a dor e a desilusão. E, ainda que às vezes duvidemos disso, em qualquer situação sempre é possível captar essa força, essa sabedoria interior, e agir para criar mais alegria.
Salle Merrill

Regozijai-vos sempre...
(Paulo – I Tess. 5: 16)

Ninguém é tão infeliz que não possa produzir alguns pensamentos de bondade, nem tão pobre que não possa distribuir alguns sorrisos e boas palavras com seus companheiros de luta cotidiana.
Emmanuel / F. C. Xavier
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52 Persistência











Persistência

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as jóias da própria esposa.

Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao padrão de qualidade exigido. O homem desiste? Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o tachavam de “visionário”. O homem fica chateado? Não! Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele.

Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas, um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d’água e o homem desiste? Não! Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entra em pânico e desiste? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor a sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas “bicicletas motorizadas”. A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país.

Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria. Encurtando a história: hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente. Portanto, se você, como infelizmente tem acontecido com muitas pessoas, adquiriu a mania de viver reclamando, pare com isso! Vá em frente. Sempre.
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28 de jul de 2006

52 A Árvore











Árvore dos meus amigos

Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de amigo.

Há muitos tipos de amigos. Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles. O primeiro que nasce do broto é o amigo pai, é a amiga mãe. Mostram o que é ter vida. Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos os nossos espaço para que ele floresça como nós. Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem.

Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar os nossos caminhos. Muitos desses denominados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros. Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz...

Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração e então é chamado amigo namorado. Esse dá brilho aos nossos olhos, musica aos nossos lábios, pulos aos nossos pés.

Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora... Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos por perto. Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes. Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra.

O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas. Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações.
Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria. Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam com o nosso caminho. Desejo a você, folha da minha árvore, paz, amor, saúde, sucesso, prosperidade... Hoje e sempre... Simplesmente por que: cada pessoa que passa em nossa vida é única. Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada.

Autor Desconhecido
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Colaboração: Marly Grossi
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52 Otimismo











PERFIL DO OTIMISMO


Quando as andorinhas, bailarinas ligeiras, dançam no ar, coloridas pelos
últimos raios do sol poente, o suave calor da primavera anuncia a chegada
alegre das flores e da renovação da vida.

Arrebentam-se as fendas dos velhos muros e morros cansados, deixando que os
vegetais surjam em variado verdor e os campos largos se exibam com matizados em festa inigualável.

As mãos mágicas do Celeste Pintor saem derramando tintas e perfumes embriagadores em todo lugar, confirmando seu inefável amor pelas Suas criaturas.

Os córregos cantam com as águas apressadas e as cachoeiras arrebentam cristais nas pedras resignadas, que os recebem felizes.

Há uma revolução geral, e os dias frios partem, deixando as lembranças tristes epultadas sem saudades.

Revoadas de aves alegres, incessantemente, bordam os céus com imagens sucessivas de beleza incomum.

A primavera é o otimismo da natureza cantando o poema da estesia de Deus.

Enquanto se repita, a aliança de amor permanece entre o homem descuidado e seu Pai zeloso, sustentando a esperança.

Apesar disso, muitas criaturas desanimadas, deixam de fitar a claridade do dia primaveril, mergulhadas na noite das suas paixões.

Preferem olhar o chão onde permanece o lodo, a contemplar o alto onde fulguram as estrelas. Por isso, tornam-se torpes, amarguradas,perturbadoras.

A vida humana, qual ocorre com a da natureza, passa por quadras variadas que se sucedem em ordem de grandeza, servindo uma de base à outra, indispensáveis à harmonia de conjunto.

A noite, que convida ao repouso, enseja a reflexão para o dia, que propicia a ação.

O inverno, que parece destruidor, também enseja a preservação da energia, que estrugirá em vida na primavera.

A criatura humana é o mais grandioso investimento de Deus, na Terra, e ser otimista quanto ao futuro, mesmo que haja dificuldades no presente, é o mínimo que lhe cabe, como afirmação da sua realidade e gratidão ao seu Genitor.

Quem pretende conservar tristeza no coração, encontrará sempre motivos falsos para sustentá-la, acalentando a queixa, cultivando a desdita e nutrindo-se da nsatisfação.

O otimismo é gerador de adrenalina emocional, que estimula o sangue, impulsionando ao avanço, à alegria fomentadora da ação.

Cultivando-o nos sentimentos, adquire-se visão para penetrar o lado oculto ou sombrio das ocorrências e entusiasmo para não desfalecer ante os primeiros insucessos da marcha, prelúdios das vitórias futuras.

Quem não possui capacidade para sustentar com valor os embates malogrados, não tem condições para viver as grandes e decisórias batalhas.

Nos céus dos que amam e confiam em Deus com otimismo, sempre haverá andorinhas bailando em prenúncio de gloriosas primaveras.

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"O homem deve impor-se a tarefa de abrir janelas de otimismo nas salas onde dominam tristezas e arejar esconderijos pestilenciais de pessimismo mediante o aroma da esperança".

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. Perfil do otimismo, do livro Perfis da vida, Divaldo Franco, pelo Espírito Guaracy P. Vieira, ed. Leal, e livro Repositório de Sabedoria, vol. II verbete otimismo.
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Contribuição: Mário Leal Filho - SP/SP
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50 Mariana chegou!












De:_______Ricardo
Para:______Amigos
Data:______28/07/2006 02:01
Assunto:____Princesinha Mariana

A PRINCESINHA MARIANA CHEGOU!!!

Em 2006, no dia 27 de julho, às 20 horas, numa noite de inverno de 22°C, estrelada e com uma linda lua crescente, Papai do Céu nos mandou um de seus anjinhos, exatamente aquele que nos escolheu para ser a sua família.

Sua Alteza, a Princesinha Mariana, veio com muita saúde, de parto cesariano, pesando 3,510 kg, e já nos encantou a todos.

Bênçãos de Deus, como essa que vivenciamos hoje, nos trazem a esperança de uma vida melhor para todos.

O pai Felipe e a mãe Lillian estão babando mais do que os avós. E com razão. Logo, logo o priminho Lucas, nosso netão nº 1, vai emitir seu laudo de avaliação sobre a recém-chegada.

Desejamos que você viva conosco essa alegria.

Um beijo,

vô ricardo e vó mizue
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26 de jul de 2006

54 Mapear as Idéias












Mapear Idéias

Fonte: JFSP 26jul06
Caderno de Informática - pág. F4

Sites trazem sistemas para mapear as idéias e melhorar o desempenho.

Os benefícios cognitivos da utilização de mapas mentais como ferramenta para organizar idéias e conceitos são bastante conhecidos.

Os estudos de inteligência artificial e as pesquisas sobre procedimentos criativos dos grandes gênios apontam que a realização de mapas conceituais são estratégias poderosas de potencialização intelectual.

Estudos no campo das estratégias para gestão de conhecimento e do design da informação revelam que Leonardo da Vinci foi um grande cartógrafo:

ele organizava suas idéias em sistemas de visualizações bastante complexos e essa prática parece explicar um pouco da sua alta produção.

Outro grande gênio, Einstein também fazia anotações caóticas, repletas de associações, que funcionavam como mapas complexos.

Cientistas neurocognitivos acreditam que o cérebro consiga manipular informações com muito mais eficiência ao lidar com imagens e visualizações do, que com outros sistemas como a linguagem oral ou escrita.

Além disso, os mapas mentais em forma de teia ou rede, ao apresentar as vinculações entre os conceitos, têm um alto poder de potencializar a capacidade de memorização.

O sistema de visualização do dicionário Plumb Design Visual Thesaurus
www. visualthesaurus.com
é uma excelente ferramenta para exercitar conexões lógicas e semânticas entre as palavras.

O The Brain
www.the brain.com
oferece vários tipos de mapas rizomáticos e visualizações dinâmicas interativas para navegar na intemet.

Você também encontra uma espécie de organizador de idéias em
www.visual-mind. com/wv.htm?OO21
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52 Meias Medidas














Meias Medidas

Meias medidas perdem todas as guerras.

"Napoleão Bonaparte (1769 - 1821)

Uma coisa pela metade não chega a ser UMA coisa. É meia.

Meio automóvel não chega a ser um automóvel e, por mais que você queira ou por mais combustível que coloque no tanque, ele não vai levar você para a direção desejada.
Ficará parado e, portanto, falhará.

Meio avião não voará, por mais fé que você tenha, por mais dinheiro que sua conta bancária mostre ou por maior que seja o apoio popular que você possua. Meio avião simplesmente não chega a ser um avião inteiro e, portanto, não sairá da pista. Seu vôo falhará.

Meia receita de bolo não fará um bolo inteiro, por melhor que seja a receita, o forno ou a cozinheira.

Se parece tão elementar que meio de algo não chega sequer a ser uma unidade, como você espera ter sucesso em qualquer coisa em sua vida, se dedicando pela metade?
Quando observo minha própria biografia, vejo que a maior parte das minhas quedas aconteceram quando quebrei esta regra.
Aqueles de nós que acreditam que possam se comprometer pela metade, mantendo "um pé na canoa e outro no cais", ou que preferem ficar "em cima do muro", simplesmente não conseguirão atingir suas metas de vida.

Meias medidas perdem todas as guerras, como disse Napoleão.

Isso não significa que medidas inteiras vençam todas as guerras, já que o oponente também pode estar se dedicando de corpo e alma.

Mas, se qualquer dos dois estiver comprometido pela metade, vence o que se comprometeu por inteiro, que luta mais, que busca mais, que se atira de cabeça à batalha com o cérebro, o coração e a paixão.

Vence a corrida, o carro que tiver todos os cilindros funcionando no máximo de sua força, com o melhor motorista e a maior vontade.

Airton Senna não era o único piloto a ter um carro excelente, mas os carros excelentes pilotados por Airton Senna tinham ao volante o melhor piloto. O mais dedicado e apaixonado pelo que fazia. Essa era a diferença. O comprometimento.

Comprometimento total traz vitórias arrasadoras.

O número estatisticamente absurdo de vezes nas quais a bandeira do Brasil era levantada nas provas de Fórmula 1, pelos braços de Senna, esmaga qualquer um que defenda as "meias medidas".

Há, ao seu lado, pessoas comprometidas pela metade. Olhe-as.

São aquelas que fazem o mínimo necessário para não perderem o emprego, para não perderem a esposa (ou o marido), para não perderem o ano escolar.

São os mestres do 50%, da nota "C", da estratégia mais vulgar que existe para se esconder: ficando somente na metade de tudo, se comprometendo com o casamento somente a ponto de "ir levando", ou que passam quatro anos na faculdade, de uma festa para outra.

Você pode enganar o sistema social, mas você não pode enganar as leis naturais.
Não existe lugar no universo onde metade de algo seja um inteiro.

Acostume-se a viver a vida por inteiro, não pela metade.

Meias medidas vão enganar você.

Meias medidas não são as mais seguras, e sim o caminho para a mediocridade.

São o caminho para o fracasso no trabalho, nos relacionamentos, na vida pessoal e na vida das empresas de qualquer ramo de atividade.

Sua vida é um avião. Seu casamento é um avião. Sua carreira profissional é um avião. Sua empresa é um avião. Você, realmente, acredita que vai conseguir levantar vôo com qualquer destes aviões pela metade?
Afaste-se, enquanto é tempo, de qualquer pessoa especializada em viver pela metade.

Procure e fique ao lado dos que se comprometem por inteiro.

Daqueles que são apaixonados pelo que começam e apaixonados pelo que terminam.

Estar com estas pessoas vai ajudar você a tornar-se uma delas.

Libere a paixão que existe em você.

Meias medidas perdem todas as guerras. Pare de taxiar na pista da vida.

Escolha a melhor opção e entregue-se com fé à ela.

Nada é mais poderoso do que a fé... usada na direção certa.

* Aldo Novak *
> >www.toninholima.com.br

Colaboração: Edna Sbrissa
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25 de jul de 2006

52 Sathya Sai Baba 02













Libertação

Ensinamento de Sathya Sai Baba
Sai Baba (08.01.83)

"Através das eras, o homem tem procurado a libertação, esforçando-se para se livrar da escravidão.

Mas ele não tem a percepção correta do que ele precisa se libertar, de que escravidão ele tem que se livrar.

Muitos homens nem mesmo são conscientes de que estão aprisionados e limitados. Desse modo, eles nem sequer tentam se libertar.

A prisão é a família? As riquezas, as propriedades e as posses são os grilhões? As atrações e as aversões são os laços que aprisionam o homem?

Não. Nada disso o prende. O laço mais apertado que limita os sentimentos e as ações do homem é a ignorância de quem ele verdadeiramente é.

A pessoa, certamente, será jogada de dor em dor, com intervalos de alegria, até se tornar consciente da alma Divina que ela é."
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Fonte: Jornal Planeta Sai - Maio/Junho 2006 - página 9
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72 VBA x Applications










VBA x Applications

Aplicativos atendidos pela programação do VBA:
=== Visual Basic for Applications ===

Corel CorelDraw
Corel Presentations
Corel QuatroPro
Corel WordPerfect
MS Access
MS Excel
MS Outlook
MS Power Point
MS Word

Quais outros Aplicativos podem ser integrados pela
Utilização do VBA?
Aguardo seu contato.
Muito obrigado,
Leal
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52 O Jardineiro 01












A Lição do Jardineiro

Um dia, o executivo de uma grande empresa contratou, pelo telefone, um jardineiro autônomo para fazer a manutenção do seu jardim.
Chegando em casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 15 ou 16 anos de idade. Contudo, como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço.
Quando terminou, o garoto solicitou ao dono da casa permissão para utilizar o telefone e o executivo não pôde deixar de ouvir a conversa.
O garoto ligou para uma mulher e perguntou:

“A senhora está precisando de um jardineiro?”
“Não. Eu já tenho um”, foi a resposta.
“Mas, além de aparar a grama, frisou o garoto, eu também tiro o lixo.”
“Nada demais, retrucou a senhora, do outro lado da linha. O meu jardineiro também faz isso.”

O garoto insistiu:

“eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço.”
“O meu jardineiro também, tornou a falar a senhora.”
“Eu faço a programação de atendimento, o mais rápido possível.”
“Bom, o meu jardineiro também me atende prontamente. Nunca me deixa esperando. Nunca se atrasa.”

Numa última tentativa, o menino arriscou:

“o meu preço é um dos melhores.”
“Não”, disse firme a voz ao telefone. “Muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.”

Desligado o telefone, o executivo disse ao jardineiro:
“Meu rapaz, você perdeu um cliente.”
“Claro que não”, respondeu rápido.
“Eu sou o jardineiro dela. Fiz isto apenas para medir o quanto ela estava satisfeita comigo.”

.............

Em se falando do jardim das afeições, quantos de nós teríamos a coragem de fazer a pesquisa deste jardineiro?

E, se fizéssemos, qual seria o resultado? Será que alcançaríamos o grau de satisfação da cliente do pequeno jardineiro?
Será que temos, sempre em tempo oportuno e preciso, aparado as arestas dos azedumes e dos pequenos mal-entendidos?
Estamos permitindo que se acumule o lixo das mágoas e da indiferença nos canteiros onde deveriam se concentrar as flores da afeição mais pura?
Temos lubrificado, diariamente, as ferramentas da gentileza, da simpatia entre os nossos amores, atendendo as suas necessidades e carências, com presteza?
E, por fim, qual tem sido o nosso preço? Temos usado chantagem ou, como o jardineiro sábio, cuidamos das mudinhas das afeições com carinho e as deixamos florescer, sem sufocá-las?
O amor floresce nos pequenos detalhes. Como gotas de chuva que umedecem o solo ou como o sol abundante que se faz generoso, distribuindo seu calor.
A gentileza, a simpatia, o respeito são detalhes de suma importância para que a florescência do amor seja plena e frutifique em felicidade.
(autoria desconhecida)
Dedicado ao meu amigo Wellington H. Gonçalves
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58 Primeira Pedra











Atire a Primeira Pedra

Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo
CAPÍTULO X - BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS
Perdoai, para que Deus vos perdoe: 1 a 4
Reconciliação com os adversários: 5 e 6
O sacrifício mais agradável a Deus: 7 e 8
O argueiro e a trave no olho: 9 e 10
Não julgueis, para não serdes julgados
Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado: 11 a 13
Instruções dos Espíritos: Perdão das ofensas: 14 e 15
A indulgência: 16 a 18
É permitido repreender os outros, notar as imperfeições de outrem, divulgar o mal de outrem?: 19 a 21.

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Não julgueis, para não serdes julgados.

Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado.

11. Não julgueis, a fim de não serdes julgados; - porquanto sereis julgados conforme houverdes julgado os outros; empregar-se-á convosco a mesma medida de que voz tenhais servido para com os outros. (S. MATEUS, cap. VII, vv. 1 e 2.) 12. Então, os escribas e os fariseus lhe trouxeram uma mulher que fora surpreendida em adultério e, pondo-a de pé no meio do povo, - disseram a Jesus: “Mestre, esta mulher acaba de ser surpreendida em adultério; - ora, Moisés, pela lei, ordena que se lapidem as adúlteras. Qual sobre isso a tua opinião?” - Diziam isto para o tentarem e terem de que o acusar. Jesus, porém, abaixando-se, entrou a escrever na terra com o dedo. - Como continuassem a interrogá-lo ele se levantou e disse: “Aquele dentre vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra.” - Em seguida, abaixando-se de novo, continuou a escrever no chão. - Quanto aos que o interrogavam, esses, ouvindo-o falar daquele modo, se retiraram, um após outro, afastando-se primeiro os velhos. Ficou, pois, Jesus a sós com a mulher, colocada no meio da praça. Então, levantando-se, perguntou-lhe Jesus: “Mulher, onde estão os que te acusaram? Ninguém te condenou?” - Ela respondeu: “Não, Senhor.” Disse-lhe Jesus: “Também eu não te condenarei. Vai-te e de futuro não tornes a pecar.” (S. JOÃO, cap. VIII, vv. 3 a 11.)
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52 A Volta de Jesus














O QUE É A VOLTA DE JESUS?

O que comumente se chama "a volta de Jesus" na verdade se refere a um processo composto por diversas visitas rápidas, que seres extraterrenos de diversas origens, uma espécie de um grande cortejo celeste, irão realizar na Terra, ao longo dos próximos anos. Contudo, eles não deverão permanecer muito tempo em nenhuma dessas visitas – afinal, eles têm juízo. A questão seria: ficar aqui para fazer o quê? Conversar com quem?
Se nós fôssemos realmente uma família planetária, com uma espécie de "conselho planetário" constituído, poderia haver algum contato no sentido, vamos dizer, constitucional; mas nem isso nós somos. Então eles vão falar com qual autoridade? Qual o presidente, e de que país, eles deveriam escolher? Não é por aí.., Eles são elegantes, eles não vão fazer isso. E quanto às autoridades religiosas, com qual deveriam falar? Eles não vão privilegiar uma religião em detrimento das outras.
Sendo assim, eles vão falar com quem? Com ninguém, essa é a questão, e ao mesmo tempo com todos.
Essas visitas que deverão começar ocorrer agora, nos tempos das nossas vidas, serão somente as primeiras de um processo de retomada de intercâmbio cósmico que não tarda. Nos tempos das nossas vidas deveremos ver uma, quatro, cinco, dez, quinze, vinte dessas visitas, mas creio, pelo que deduzo das informações recebidas, todas elas rápidas ou pelo menos as primeiras. Rápidas, porém perfeitamente objetivas, filmadas, com irmãos extraterrenos sendo naturalmente filmados. Pretende-se que, com o tempo, isso vá se tornando uma coisa comum, quando então perderemos o medo do desconhecido. Isso se dá pelo fato desta humanidade encontrar-se em uma espécie de "quarentena cósmica", isolada há tanto tempo da convivência com seres evoluídos.
Afinal, somos as companhias desagradáveis desta parte da galáxia.
Alguns habitantes da Terra, pessoalmente, terão contatos discretos com esses seres, obedecendo a padrões de empatia amorosa estabelecidos no pretérito extraterreno, quando de convivências antes da rebelião ocorrida. Para esses seres, não há nenhum problema para que seus corpos se potencializem, vamos dizer, na sala de visita da casa de um amigo terráqueo, com o qual irão agora retomar o contato fraterno.
Então, esses encontros vão se amiudar, e aqui não estamos falando de mediunidade, mas sim, de processos objetivos. Os nossos filhos, os nossos netos, esses sim, já estarão convivendo naturalmente com eles, do jeito de quem mora em Nova York, pode está aqui hoje aqui em Natal; quem mora aqui em Natal pode está amanhã em Moscou, porque é o normal da convivência planetária. No cosmos, o normal é a convivência interplanetária, intersistêmica, intergaláctica, já que não há distâncias entre os que se amam, independente de onde possam estar. Dia virá em que os fundamentos filosóficos e práticos da física quântica serão melhor compreendidos, quando, então, esta humanidade descortinará o óbvio da vida cósmica: as distâncias universais são aparentes. Nós, terráqueos, é que estamos apartados dessa convivência, isolados do mesmo modo que os presos de uma certa penitenciária estão isolados da convivência com a sociedade, porque são companhias desagradáveis.
Então, daqui a alguns uns séculos, quem viver na Terra pegará um outro tipo de telefone e ligará para o seu pai que morreu, e que agora está na espiritualidade, pois também entre os chamados vivos e mortos não há distância, pois tudo resume-se a uma simples questão de vibração.
Assim será, apesar de não ser a atual geração de encarnados que testemunhará essa convivência com os afetos que já se encontram nos ambientes espirituais, pois isso demandará ainda alguns séculos ou, na melhor das hipóteses, cerca de oito décadas se tudo fluir da melhor forma possível, conforme o planejamento da Espiritualidade. Mas "a melhor opção" não costuma ocorrer por essas bandas...
O fato é que a atual geração de encarnados vai apenas iniciar esse processo, que é o de finalmente começar a desenvolver na Terra o tão almejado Ideal de Fraternidade Cósmica, já que a partir do ano 2050 - aproximadamente - não mais nascerão na Terra espíritos tendentes à maldade, à desagregação, enfim, à perversão existencial.
Estou escrevendo um livro, a pedido dos espíritos, que eu ainda não coloquei nome, porque nem sei se vou publicar esse livro nesta vida. O fato é que uma vez um espírito chegou para mim e disse: você tem idéia precisa de como será esse grupo que será daqui exilado, quais são as pessoas, os tipos de pessoas, que não mais nascerão na Terra? Respondi algo que agora não me recordo. Esse irmão espiritual, que assessora o Mestre, disse-me então, dentre outras coisas, que os "perversos" serão exilados da Terra, ou ainda aqueles cujo ego está tão doente, que estão em vias de perversão, ou seja, de se tornarem perversos. Disse mais ainda: imagine, agora, aqueles que cujo ego encontra-se tão doente que, mesmo sem serem perversos, impedem o progresso do mundo devido ao apego doentio que têm a certas questões. São esses três grupos que, em linhas gerais, deverão sair, e neles se inserem diversas centenas de milhões de indivíduos que ultrapassam a casa do "bilhão". Existem outros casos e características diversas sobre o exílio que aqui não poderei agora relatar ou mesmo aprofundar, pelo que me desculpo. A verdade é que, pelo que nos é dito, quem estiver impedindo o progresso planetário - e não puder se emendar a curto prazo - não vai mais nascer na Terra a partir de 2050. A aferição desses valores se dá na espiritualidade entre os que por lá já se encontram e quanto aos que estão encarnados, quando cada um for desencarnando, saberá o resultado do que o espera.
Esse processo não pode ser realizado aqui na Terra, na esfera dos encarnados, senão a vida por aqui viraria um caos ainda maior.
Assim, pouco a pouco as gerações vão se sucedendo, vão tendo "sustos" dos asteróides que poderão se chocar com a Terra, obrigando aos terráqueos a se unirem para tratar então dos interesses comuns.
Seremos, pois, obrigados, por esses sustos, se não por outra questão, a se ver como uma só família aqui na Terra, porque esse é o objetivo maior do conceito de cidadania planetária: a prática do amor como elo maior entre os seres; o amor como atitude da expressão política da cidadania pessoal, e não como uma flâmula religiosa, ou tema para poesia, como comumente esse tema é tratado.
Então, a volta de Jesus, essa primeira visita, é apenas um pequeno fato, "singularmente majestoso" para todos nós, mas é somente um fato, o primeiro momento de outras "voltas" (visitas) que ele fará, até que todos os cidadãos que aqui habitam estejam já compreendendo e naturalmente assumindo posturas que os permitam conviver com essa realidade cósmica maravilhosa.
Nós nem imaginamos o nível da preocupação desses seres que estão em vias de contato conosco. Eles sabem quão atrasados somos e quão carentes estão as nossas almas pela beleza espiritual que dignifica a vida cósmica, aquela "vida eterna" da qual falava Jesus.
Morro de vergonha diante da minha própria consciência, porque sou um instrumento que eles usam para falar essas coisas, das quais eu não consigo dar exemplo nem para mim mesmo. Costumo me inquietar quando percebo que eu realmente não sou exemplo nem para mim mesmo, e toda a noite, quando vou dormir, costumo dizer: "Deus do Céu, vou ter que minimamente conviver com esses seres, querendo ou não, e cadê a minha vibração pessoal melhorada que há tanto tento arquitetar, que pudesse apresentar para não destoar tanto assim do padrão amoroso que os caracteriza?" Pacifico-me apenas quando focalizo a atenção na única qualidade que consigo ver em mim mesmo, que é de jamais desistir de ser dono da minha própria alma para pô-la, minimamente que seja, a serviço de alguma causa nobre que dignifique a vida, mesmo sendo uma tragédia ambulante em algumas questões existenciais, que é o que tento fazer.
Quando penso na humanidade, aí é que a inquietação aumenta, pois somos todos cheios de tantas tendências e inclinações tão primárias, tão primitivas, e a curto prazo dificilmente mudaremos. Mas eles sabem que nós somos assim - digo a mim mesmo. Mas mesmo sabendo que eles sabem que a nós somos assim, vamos sentir um pouco de vergonha quando percebermos a obviedade do que Jesus e outros mestres e mestras desta humanidade tentaram nos ensinar e até hoje não os levamos a sério.
Talvez seja uma "vergonha santa" a que vamos sentir e quem sabe se esse sentimento não vai nos obrigar a melhorar um pouquinho mais rápido? A gente quem, poderá alguém perguntar? A família planetária, ou seja, todos os que vivem na Terra. Então isso será uma bênção!
Será assim que, pouco a pouco, voltaremos a conviver com os nossos irmãos de outros orbes e, no futuro, com os afetos das nossas almas que estiverem desencarnados. Será um processo lento, que somente poderá ser apressado, dependendo do tipo de repercussão que esses primeiros contatos com os seres de fora possam provocar "positivamente" numa certa massa crítica desta humanidade.
Como os avisos programados para preparar os terráqueos para essas primeiras visitas não deram certos - todas as principais opções falharam - o que nós estamos fazendo, e outras pessoas na Terra, pertence a uma opção que não existia, pois que foi "engendrada de última hora" (nos últimos dois séculos XIX e XX), pelo menos é o que hoje penso a respeito.
O fato é que Jesus, há 2 mil anos, já sabia disso, tanto que Ele disse: não tem jeito, a minha volta vai ser igual ao ladrão da noite, que ninguém espera que ele chegue e ele simplesmente chega. Naquele tempo, com a presciência que o marcava, Ele já conseguia ver no futuro distante que as suas ovelhas, mesmo as bem-intencionadas, não poderiam trabalhar direito, conforme o planejado. Acertou em cheio! Tinha que sobrar para alguns... Sobrou! Preparemo-nos, pois, Ele não tarda.
Teremos dias difíceis, notadamente os primeiros do próximo mês de setembro ou outubro, e mais especificamente o dia três do mês referido, quando o que sobra das trevas pretende ainda macular a expectativa da sua volta com um acontecimento doloroso. Localizado, porém, doloroso. Muitos lutam para evitar o problema, mas o ódio longamente represado deverá ser extravasado de modo mais emblemático, talvez o preço da própria estupidez humana em não valorizar a vida. Que seja! Torçamos e trabalhemos com as nossas vibrações e atitudes para que isso seja evitado; mas, caso ocorra, em nada atrasará o dia agendado para a sua primeira visita as suas ovelhas que agora residem na Terra.
Realmente, há cerca de dois mil anos Ele conseguiu perceber que a sua prometida volta seria mesmo inesperada... Tinha que sobrar para alguém... Sobrou!
Jan Val Ellam
Grupo Atlan, Natal, 17 de julho de 2006
www.atlanbr.com.br
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24 de jul de 2006

52 Blog´s Introduction










Blog´s Introduction

This blog is forwarded to people interested in the “spirit matter” reality.
Science has already explained some of the Mother Nature´s phenomena, but there are a great amount of aspects that hasn´t been neither understood nor accepted by our regular schools in Earth planet.

It´s known that several scientists had already studied metaphysics and they are already looking for answers to some inexplicable phenomena such as:
*) extra-sensorial perception;
*) forewarning;
*) Healing capacity through hands laying on;
*) bilocation;
*) communication with spirits;
*) psychography;
*) psychophony;
*) reincarnation.

Certainly other phenomena, not less puzzled, could be added in this list.
One of the segments that has studied these topics since 1850 approximately, has been Spiritualism. There are other researches on other areas such as religions, and therefore had other axioms. Humanity has been looking for answers through religion and science since early ages. Both can explain such pheonomena through different ways, since it´s not always possible to detect, to measure and to weigh.

Accepting dogmas could mean an obstruction to the reason, however it´s not always that reason can explain explicit facts of human life. We need to be alert and able to widen the perception.

I believe that humanity will obtain the answer that has been craving for in its due time, because I understand that each milimiter of evolution must be conquered.
As Mother Nature, which teachs everything and does not take a leap, we will only obtain the answers for the phenomena as time goes by, living necessary and important steps for the learning process and knowledge absorption for the good sake of the humanity itself.

I count on your participation exchanging knowledges.

Beforehand I thank you for your contribution.
In this opportunity I would like to wish you
Physical Health;
Mind Health and
Spiritual Health,
Hope that your way is always brighten.
Affectionately

Eudison de Paula Leal
Learner in all instances of life
Taubaté-SP-Brazil
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52 Universo Setenário












Escolástica Hindu: O Universo é Setenário

7 Cores fundamentais do espectro solar e da cromosofia do mundo material
7 As principais notas da música terrena
7 Os dias da semana e cada período lunar
7 Pecados capitais
7 Virtudes principais
7 Planetas Astrológicos
7 Esferas ocultas que se agrupam em torno da Terra, pois o espírito do homem só se libera depois que atinge o sétimo céu
7 Foram sete os sábios da Grécia e as maravilhas do mundo!
7 Os sentidos físicos da raça humana no fim do seu ciclo planetário de educação física
7 As raças-mães de cada orbe e já vos encontrais na quinta raça-mãe.
7 Jacob, em sonhos, viu os anjos subindo e descendo os sete degraus da escada evolutiva espiritual
7 O Apocalipse de João é pródigo em: sete selos, sete anjos, sete céus; sete castiçais!
7 A criança é considerada inocente até aos sete anos, em cuja idade o espírito então integra-se definitivamente no corpo físico
7 A puberdade no menino ou menina chega aos quatorze anos, isto é, duas vezes sete, em cuja época solidifica-se no homem o corpo astral da emoção ou dos desejos
7 A maioridade ou emancipação só se faz aos 21 anos ou três vezes sete, quando o homem já tem “juízo”, pois, realmente, em tal fase fica de posse consciente do e mental, passando a raciocinar dali por diante sob sua inteira responsabilidade espiritual
7 Ensina-nos a Ciência Transcendental que o duplo-etérico possui sete Chacra ou centro de forças etéricas, os quais correspondem às sete regiões principais do corpo físico e do perispírito do homem
7 Prâna ou Vitalidade que alimenta esses Chacra também é uma síntese de sete cores, que atestam um tipo de vibração ou variedade de cada zona corporal humana.
7 O próprio Prâna está colocado entre os sete Elementos, que correspondem às sete regiões, ou sete invólucros do Universo

Fonte, livro: Elucidações do Alem – Ramatís
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52 A Outra Face













Ofereça a Outra Face
(autor desconhecido)
(colaboração: Edna Sbrissa)
Quando falou que se alguém nos batesse numa face, deveríamos oferecer a outra, Jesus expressou um grandioso ensinamento que, se levado em conta, teríamos a solução para todas as situações desagradáveis que surgissem em nossa vida.
Oferecer a outra face não quer dizer dar o rosto para bater. É uma metáfora que sugere que se a situação nos chega de forma desagradável, devemos mostrar a face oposta.
Dar a outra face é mudar a paisagem, é uma ação positiva diante de uma negativa.
Assim, quando todos atiram pedras, ofereça uma flor.
Quando todos caminham para o lado errado, mostre o passo certo.
Se tudo estiver escuro, se nada puder ser visto, acenda você uma luz, ilumine as trevas com uma pequena lâmpada.
Quando todos estiverem chorando, dê o primeiro sorriso; não com lábios sorridentes, mas com um coração que compreenda, com braços que confortem.
Quando ninguém souber coisa alguma, e você souber um pouquinho, ensine, começando por aprender, corrigindo-se a si mesmo.
Quando alguém estiver angustiado, mostre-lhe a face do conforto.
Se encontrar alguém em desespero, acene com a esperança, mesmo que isso seja um desafio para você mesmo.
Quando a terra dos corações estiver seca, que sua mão possa regá-las.
Quando a flor do afeto estiver sufocada pelos espinhos da incompreensão, que sua mão saiba arrancar a praga, afagar a pétala, acariciar a flor.
Onde haja portas fechadas para o entendimento, leve a chave da concórdia e da compreensão.
Onde o vento sopra, frio, enregelando corações, que o calor de sua alma seja proteção e abrigo.
Se alguém caminha sem rumo, mostre-lhe as pegadas que conduzem a um porto seguro.
Onde a crítica azeda for o assunto principal, ofereça uma palavra de otimismo, um raio de esperança, uma luz que rompe as trevas e clareia o ambiente mental.
Quando todos parecerem perdidos, mostre o caminho de volta.
Quando a face da solidão se mostrar como única alternativa na vida de alguém, seja uma presença que conforta, ainda que uma presença silenciosa.
Seja você a oferecer a face sorridente e otimista da vida, onde a tristeza e o pessimismo marcam presença.
...................
Num dia, que não vai muito distante, um homem especial nasceu na região da úmbria, na Itália.
Ele ficou conhecido como Francisco de Assis, pois foi em Assis que ele nasceu.
Aquele homem singular sabia o que Jesus pretendeu dizer quando falou sobre oferecer a outra face.
Sua vida foi um hino de paz, e sua oração ficou imortalizada nas páginas da história, como a oração de Francisco de Assis.
Ele pede ao senhor:
“faze de mim um instrumento da tua paz".
"Onde houver ódio, faze que eu leve o amor".
"Onde houver ofensa, que eu leve o perdão".
"Onde houver discórdia, que eu leve a união".
"Onde houver dúvidas, que eu leve a fé".
"Onde houver erros, que eu leve a verdade".
"Onde houver desespero, que eu leve a esperança".
"Onde houver tristeza, que eu leve a alegria".
"Onde houver trevas, que eu leve a luz."
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"A maior descoberta de minha geração é que qualquer ser humano pode mudar de vida, mudando de atitude."
(William James)
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23 de jul de 2006

52 Milho de Pipoca










Milho de Pipoca

Milho de pipoca que não passa pelo fogo
continua a ser milho para sempre.

Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.

Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.

Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui.
Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.

Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.

A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece:

BUM!

E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.

Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.

Extraído do livro "O amor que acende a lua" de Rubem Alves
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52 Medo 02












Medo

Fonte:
http://www.vidamedica.com.br/cgi-bin/vm.pl?hn_165

Cientistas dizem ter descoberto como vencer o medo.

A descoberta da área, chamada "amídala cerebelar", poderia ajudar os médicos a tratar fobias, segundo os pesquisadores da New York University.

A doutora Elizabeth Phelps, da Universidade de Nova York, utilizou ressonância magnética para simular o que acontece com o cérebro quando os medos "são esquecidos".

Existem muitas pesquisas sobre como os medos surgem ou podem ser tratados, mas poucos estudos sobre como eles desaparecem.

Os pesquisadores ensinaram os voluntários a associar a imagem de um quadrado colorido com um choque elétrico leve.

Isso criaria um medo condicional, como uma fobia, no qual a visão do quadrado produziria uma leve ansiedade.

Os pesquisadores então reverteram esse medo ao apresentar o mesmo quadrado, mas com voltagens cada vez menores, até suspenderem totalmente os choques.

Examinando as fotografias do cérebro, eles perceberam que a "amídala cerebelar" estava ativa quando o medo estava sendo incutido e também quando ele foi "apagado".

No processo de "desaprendizagem", outra parte do cérebro também foi acionada, o chamado córtex ventral medial prefrontal.

"Certas drogas influenciam as substâncias utilizadas no processo de desaprendizagem em animais. Como humanos, sabemos como reagir a certas situações", diz ela.

A questão é: como regulamos esse processo?"
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52 As Naturezas













AS NATUREZAS DIVINAS E DEMONÍACAS DOS SERES HUMANOS

Nos homens piedosos dotados de natureza divina existem várias qualidades transcendentais - Destemor ; purificação da própria existência; cultivo de conhecimento espiritual; caridade; autocontrôle; austeridade; simplicidade; não-violência; veracidade; está livre da ira; renúncia; tranqüilidade; não gostar de defeitos; compaixão para todas entidades vivas;estar livre de cobiça; gentileza; modéstia; firme determinação; vigor; clemência; fortaleza; estar livre de inveja e da paixão pela honra.

Já nos homens cuja natureza é demoníaca as qualidades que a eles pertencem são: orgulho, arrogância, presunção, ira, rispidez e ignorância. Tais qualidades os levam a caminhar pela estrada ao encontro real do inferno.

Não é preciso ser religioso, estar de bem ou mal com a vida para deduzir que as qualidades transcendentais conduzem à libertação, ao passo que as qualidades demoníacas levam ao cativeiro. Aqueles que são demoníacos não sabem o que se deve ou não fazer. Neles não se encontra caráter, comportamento adequado, nem verdade. Seguindo essas conclusões, os demoníacos sem saber o que se fazer e sem nenhuma inteligência ocupam-se em atividades prejudiciais e hediondas que só servem para desagregar e destruir. Assim, perplexos diante de tantas ansiedades e presos numa rede de ilusões, eles se apegam à matéria e cada vez mais tornam-se canalhas e invejosos, e, portanto, os mais baixos entre os homens. Acomodados e sempre cínicos deixam-se iludir pela pseudoriqueza que conseguiram muitas vezes desonestamente nada levando em conta a não ser a satisfação do seu egocentrismo.

Na sua sabedoria incomensurável, Deus encarnou em seu avatar Jesus, o Cristo, que ao nascer recebeu presentes de reis e a presença de simples pastores que se apresentaram com as mãos vazias oferecendo tão somente a alegria pura de seus corações, significando com isso, que todos somos igualmente recebidos por ELE, ricos e pobres, umbandistas, protestantes, espíritas, católicos, budistas, ateus, etc., e por que não os demoníacos ?

Felizmente as naturezas divinas afloram na espiritualidade e nos corações dos piedosos, ofereçamos nossas confissões de fé na confraternização, sem ressentimentos, mágoas e tristezas, perdoando nosso perseguidores e construindo um santuário de tolerância para com os falsos, ingratos e traidores, vamos usar das qualidades transcendentais próprias dos homens piedosos dotados de natureza divina e pedir a Jesus e porque não a todos os iniciados de Deus e a Sathya Sai Baba, avatar que se encontra vivo na Índia e que nos privilegia neste momento de nossas vidas com sua divina presença, clemência e piedade para aqueles cuja natureza é demoníca desejando-lhes, porque não total ascese espiritual.

Goataçara Hugo Silva
Rio de Janeiro-RJ
Julho 2006
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52 Perispírito













Perispírito

Fonte:
LIVRO: “O CÉU E O INFERNO” – Allan Kardec - 1865
EXEMPLOS - CAPÍTULO I - O PASSAMENTO
Itens:

3. - A insensibilidade da matéria inerte é um fato, e só a alma experimenta sensações de dor e de prazer. Durante a vida, toda a desagregação material repercute na alma, que por este motivo recebe uma impressão mais ou menos dolorosa. É a alma e não o corpo quem sofre, pois este não é mais que instrumento da dor: - aquela é o paciente. Após a morte, separada a alma, o corpo pode ser impunemente mutilado que nada sentirá; aquela, por insulada, nada experimenta da destruição orgânica. A alma tem sensações próprias cuja fonte não reside na matéria tangível.

O perispírito é o envoltório da alma e não se separa dela nem antes nem depois da morte. Ele não forma com ela mais que uma só entidade, e nem mesmo se pode conceber uma sem outro. Durante a vida o fluido perispirítico penetra o corpo em todas as suas partes e serve de veículo às sensações físicas da alma, do mesmo modo como esta, por seu intermédio, atua sobre o corpo e dirige-lhe os movimentos.

4. - A extinção da vida orgânica acarreta a separação da alma em conseqüência do rompimento do laço fluídico que a une ao corpo, mas essa separação nunca é brusca.

O fluido perispiritual só pouco a pouco se desprende de todos os órgãos, de sorte que a separação só é completa e absoluta quando não mais reste um átomo do perispírito ligado a uma molécula do corpo.

"A sensação dolorosa da alma, por ocasião da morte, está na razão direta da soma dos pontos de contacto existentes entre o corpo e o perispírito, e, por conseguinte, também da maior ou menor dificuldade que apresenta o rompimento." Não é preciso portanto dizer que, conforme as circunstâncias, a morte pode ser mais ou menos penosa. Estas circunstâncias é que nos cumpre examinar.
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52 Maldizente 03













As Palavras

“Escutai e compreendei bem isto: - Não é o que entra na boca que macula o homem; o que sai da boca do homem é que o macula. -O que sai da boca procede do coração e é o que torna impuro o homem; - porquanto do coração é que partem os maus pensamentos, os assassínios, os adultérios, as fornicações, os latrocínios, os falsos-testemunhos, as blasfêmias e as maledicências. - Essas são as coisas que tornam impuro o homem; o comer sem haver lavado as mãos não é o que o torna impuro.” Jesus, o Cristo

Fonte:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
CAPÍTULO VIII
BEM-AVENTURADOS OS QUE TÊM PURO O CORAÇÃO
Verdadeira pureza. - Mãos não lavadas
Item 8
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52 O Gari










O Gari
Tese de Mestrado

"Fingi ser gari por 8 anos e vivi como um ser invisível"

PLÍNIO DELPHINO

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da "invisibilidade pública". Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são "seres invisíveis, sem nome". Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da "invisibilidade pública", ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde se enxerga somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: " Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência", explica o pesquisador. O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. "Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão", diz. Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.

DIÁRIO - Como é que você teve essa idéia?

Fernando Braga da Costa -
Meu orientador desde a graduação, o professor José Moura Gonçalves Filho, sugeriu aos alunos, como uma das provas de avaliação, que a gente se engajasse numa tarefa proletária. Uma forma de atividade profissional que não exigisse qualificação técnica nem acadêmica.
Então, basicamente, profissões das classes pobres.

Com que objetivo?
A função do meu mestrado era compreender e analisar a condição de trabalho deles (os garis), e a maneira como eles estão inseridos na cena pública. Ou seja, estudar a condição moral e psicológica a qual eles estão sujeitos dentro da sociedade. Outro nível de investigação, que vai ser priorizado agora no doutorado, é analisar e verificar as barreiras e as aberturas que se operam no encontro do psicólogo social com os garis. Que barreiras são essas, que aberturas são essas, e como se dá a aproximação?

Quando você começou a trabalhar, os garis notaram que se tratava de um estudante fazendo pesquisa? Eu vesti um uniforme que era todo vermelho, boné, camisa e tal.
Chegando lá eu tinha a expectativa de me apresentar como novo funcionário, recém-contratado pela USP pra varrer rua com eles. Mas, os garis sacaram logo, entretanto nada me disseram.
Existe uma coisa típica dos garis: são pessoas vindas do Nordeste, negros ou mulatos em geral. Eu sou branquelo, mas isso talvez não seja o diferencial, porque muitos garis ali são brancos também. Você tem uma série de fatores que são ainda mais determinantes, como a maneira de falarmos, o modo de a gente olhar ou de posicionar o nosso corpo, a maneira como gesticulamos. Os garis conseguem definir essa diferenças com algumas frases que são simplesmente formidáveis.

Dê um exemplo?
Nós estávamos varrendo e, em determinado momento, comecei a papear com um dos garis. De repente, ele viu um sujeito de 35 ou 40 anos de idade, subindo a rua a pé, muito bem arrumado com uma pastinha de couro na mão.
O sujeito passou pela gente e não nos cumprimentou, o que é comum nessas situações. O gari, sem se referir claramente ao homem que acabara de passar, virou-se pra mim e começou a falar: "É Fernando, quando o sujeito vem andando você logo sabe se o cabra é do dinheiro ou não. Porque peão anda macio, quase não faz barulho. Já o pessoal da outra classe você só ouve o toc-toc dos passos. E quando a gente está esperando o trem logo percebe também: o peão fica todo encolhidinho olhando pra baixo. Eles não. Ficam com olhar só por cima de toda a peãozada, segurando a pastinha na mão."

Quanto tempo depois eles falaram sobre essa percepção de que você era diferente?
Isso não precisou nem ser comentado, porque os fatos no primeiro dia de trabalho já deixaram muito claro que eles sabiam que eu não era um gari. Fui tratado de uma forma completamente diferente. Os garis são carregados na caçamba da caminhonete junto com as ferramentas. É como se eles fossem ferramentas também. Eles não deixaram eu viajar na caçamba, quiseram que eu fosse na cabine. Tive de insistir muito para poder viajar com eles na caçamba. Chegando no lugar de trabalho, continuaram me tratando diferente. As vassouras eram todas muito velhas. A única vassoura nova já estava reservada para mim. Não me deixaram usar a pá e a enxada, porque era um serviço mais pesado. Eles fizeram questão de que eu trabalhasse só com a vassoura e, mesmo assim, num lugar mais limpinho, e isso tudo foi dando a dimensão de que os garis sabiam que eu não tinha a mesma origem socioeconômica deles.

Quer dizer que eles se diminuíram com a sua presença?
Não foi uma questão de se menosprezar, mas sim de me proteger.

Eles testaram você?
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?
' E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar. "Essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa"

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angústia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar não senti o gosto da comida voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.
Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.
Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome.
São tratados como se fossem uma coisa.
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22 de jul de 2006

52 Religiões Reveladas












Religiões Reveladas


★ Judaísmo
★ Cristianismo
★ Islamismo

Judaísmo, Cristianismo e Islamismo são as três grandes religiões de fé monoteísta. São fundadas na revelação histórica de um deus único, registrada nos livros sagrados: a Bíblia , para judeus e cristão, e o Corão para os muçulmanos.


Judaísmo Foi a primeira religião monoteísta da humanidade. Funda-se sobre a revelação dos dez mandamentos de Deus a Moisés no monte Sanai, Egito. Segundo a tradição, Moisés descende de Isaac, filho de Abraão, patriarca da Mesopotâmia, o primeiro a receber uma revelação de Deus. Na metade do século XIX a.C., Abraão abandona o politeísmo e conduz seu povo para Canaã, atual Palestina. Existem atualmente cerca de 13 milhões de judeus em todo o mundo; 4,5 milhões vivem no Estado de Israel .


Torah- No século XV a.C., quando os israelitas encontram-se escravizados no Egito, Moisés, um judeu, mata um egípcio em defesa de um israelita e foge para o deserto do Sanai. Lá, o deus de Abraão ordena-lhe que conduza os israelitas para o deserto. A Revelação (Torah) no monte Horeb constitui o evento fundador da religião de Israel.

Reinos de Israel e de Judá- Os israelitas conquistam a Palestina no século XIII a.C., sob o comando de Josué. As tribos são governadas por juízes e depois por reis, como Saul, Davi e Salomão. Este último dirige a construção do primeiro templo de Jerusalém, entre 970 e 931 a.C. Depois de Salomão, as tribos dividem-se em dois reinos, o de Israel, na Samaria, e o de Judá, com a capital em Jerusalém. O reino de Israel é destruído em 721 a.C. Em 586 a.C., Nabucodonosor, rei da Babilônia, invade o reino de Judá, destrói o templo e deporta a maioria do povo de Judá. É a partir do exílio na Babilônia que se pode falar propriamente
de judaísmo.

Messias- Com a divisão das tribos judaicas em dois reinos, surge a esperança e a fé em um messias (ungido): o enviado de Deus para restaurar a unidade do povo e a soberania divina sobre todo o mundo.

Volta à Palestina- Os judeus começam a voltar à Palestina em 538 a.C. Reconstroem o templo e vivem breves períodos de independência, interrompidos por constantes invasões de potências estrangeiras. Entre os séculos II e IV a.C., migrações voluntárias difundem a religião e a cultura judaica por todo o Oriente Médio. Em 63 a.C. Jerusalém é conquistada pelos romanos e, no ano 6 d.C., a Judéia torna-se uma província de Roma. Em 70 d.C. os romanos destroem o templo e, em 135, Jerusalém é arrasada.


Diáspora- Com a destruição do segundo templo de Jerusalém e da própria cidade, começa o período da grande dispersão do povo judeu, a Diáspora. Espalhados por todos os continentes, os judeus mantém sua unidade cultural e religiosa. A Diáspora termina em 1948 com a criação do Estado de Israel.

Livros sagrados- Os cinco livros da Revelação (Torah) e os textos de Os Profetas (Nebiim) são escritos antes do exílio na Babilônia. Os livros dos profetas menores, os livros poéticos e outros textos de Os Escritos (Ketubim) são redigidos depois de 538 a.C. A Bíblia hebraica É fixada no final do século I d.C. No início da era cristã, as tradições orais do povo judeu são registradas nos livros Mishnah, Targumin e Midrashim. Entre os século III e V as comunidades da Palestina e da Babilônia acrescentam os Comentários (Gemara) À Mishnah e reúnem o conjuntos de textos conhecidos por Talmude (ensinamento). Na Idade Média, as comunidades judaicas produzem textos de grande importância, como Sefer Ha-Mitswot (Livro dos mandamentos), do filósofo e médico Maimônides (1135-1204), ou Sefer Ha-Zohar (Livro do esplendor), atribuido a Shimon ben Yohai, um rabino do século II. O Zohar, assumido pelo movimento místico-esotérico Qabbalah (Tradição), também é chamado de "Bíblia cabalística".


Pentateuco- É o conjunto dos cinco primeiros livros do Antigo Testamento (a Bíblia hebraica): o Gênesis, sobre a origem do mundo e do homem; o êxodo, que narra a fuga dos judeus escravizados no Egito; o Levítico, que trata das práticas sacerdotais; Números, que traz o recenseamento do povo judeu; e Deuteronômio, com discursos de Moisés e código de leis familiares, civis e militares. A autoria do Pentateuco é atribuida ao próprio Moisés.
Manuscritos do Mar Morto- Entre 1947 e 1956 são descobertos nas cavernas Qumran, no Mar Morto, 800 pergaminhos escritos entre 250 a.C. e 100 d.C. com os mais antigos fragmentos da Bíblia hebraica. Eles descrevem atividades, regras, cultos e crenças de uma tribo judaica, os essênios, e revelam certos aspectos até então considerados como exclusivos do cristianismo. Apresentam grandes semelhanças com os Evangelhos do Novo Testamento e referem-se a práticas que lembram a Santa Ceia, o Sermão da Montanha e a cerimônia do batismo. Os Manuscritos são considerados um dos mais importantes achados arqueológico já realizados.
Festas judaicas- As mais importantes são as chamadas festas de peregrinação. Páscoa (Pessach) comemora a libertação do Egito, é celebrada no início da primavera, por uma semana, antecedida de quatro sábados de intensa preparação espiritual. Pentecostes (Shavuot), realizada 50 dias após a Páscoa, celebra a revelação da Torah no Sanai. Festa dos Tabernáculos (Sucot) rememora a peregrinação pelo deserto, antes da entrada na Palestina. Ano novo (Rosh Hashana) e a festa do Perdão (Yom Kippur), em setembro, são separadas por dez dias de penitencia e formam uma unidade: o Rosh Hashana recorda o sacrifício de Isaac e evoca o julgamento de Deus, que se realiza no Dia do Perdão.
Calendário judaico- O ano judaico é contado de setembro a setembro, o ano atual (até setembro 1995) é o 5.755o da criação do mundo.


Cristianismo
Fundado por Jesus de Nazaré, um judeu da Galiléia, nascido quando Roma domina a Palestina e Augusto é o imperador. Segundo a tradição, aos 30 anos Jesus reúne discípulos e apóstolos e começa anunciar a boa nova (o evangelho, em grego): a realização das profecias sobre o Messias (Cristo, em grego) e a instauração do reinado de Deus sobre o mundo a partir de Israel. Considerado blasfemo, É submetido a um processo religioso e acusado de conspirar contra César. É crucificado quando Tibério é o imperador de Roma e Pôncio Pilatos o procurador da Judéia. Cinqüenta dias após sua morte, durante a festa de Pentecostes, os discípulos anunciam que ele ressuscitara e os enviara a pregar por todo o mundo a boa nova da salvação e do perdão dos pecados. Esse é considerado o início da difusão do Cristianismo.


Doutrina cristã- A fé cristã professa que o Deus revelado a Abraão, a Moisés e aos profetas envia à Terra seu filho como messias salvador. Ele nasce numa família comum, morre, ressuscita e envia o espírito santificador (Espírito Santo) para permanecer no mundo até o fim dos tempos. A mensagem cristã se baseia no anúncio da ressurreição de Cristo, na garantia de que a salvação é oferecida a todos os homens de todos os tempos e na mensagem da fraternidade, à semelhança do amor que o próprio Deus dedica a todos os homens.


Bíblia cristã- A Bíblia é composta pelo Antigo Testamento e pelo Novo Testamento. Este é formado pelos quatro Evangelhos com relatos sobre a vida, mensagem e milagres de Jesus, escritos entre 70 e 100 d.C. e atribuídos aos discípulos Mateus, Marcos, Lucas e João; o livro dos Atos dos apóstolos (enviados, em grego); as cartas atribuídas a Paulo e a outros discípulos; e o Apocalipse, que contém visões proféticas sobre o fim dos tempos, o julgamento final e a volta de Jesus.


Apóstolos de Jesus- Simão Pedro, André, Tiago (filho de Zebedeu), João, Felipe, Bartolomeu, Tomé, Mateus, Tiago (filho de Alfeu), Judas Tadeu, Simão Cananeu e Judas Iscariotes (depois substituído por Matias). São escolhidos pelo próprio Jesus entre todos os seus discípulos para divulgar o evangelho pelo mundo.


Expansão do cristianismo - Os discípulos espalham-se pelas regiões do Mediterrâneo, inclusive Roma, e fundam várias comunidades. Nos três primeiros séculos, os cristão sofrem grandes perseguições, primeiro das autoridades religiosas do judaísmo e, a partir do século 1o d.C., dos romanos. Durante o reinado dos imperadores Nero, Trajano, Marco Aurélio, Dácio e Diocleciano, milhares de cristão são mortos por se recusarem a adorar os deuses do império e a reconhecer a divindade do imperador. Em 313 o imperador Constantino converte-se ao cristianismo, que expande-se por todo o império. Até o século XI, duas grandes tradições convivem no interior do cristianismo: a latina, no Império Romano do Ocidente, com sede em Roma, e a bizantina, no Império romano do Oriente, com sede em Constantinopla (antiga Bizôncio e atual Istambul) . Em 1054, controvérsias teológicas, entre elas a da doutrina da Santíssima Trindade, provocam a ruptura entre as igrejas do Oriente e do Ocidente, que se excomungam mutuamente. O ato só é anulado em 1965, em encontro entre o patriarca oriental Atenágoras I e o papa Paulo VI.
Igreja cristã- Desde o início o cristianismo organiza-se como igreja (do grego ekklesía, reunião), sob a autoridade dos apóstolos e dos seus sucessores. Estes nomeiam anciões (presbíteros, em grego) para dirigir as novas comunidades. Muito cedo surgem os grupos de servidores (diáconos, em grego) para a assistência aos pobres das comunidades. Aos poucos se estrutura uma hierarquia: os reponsáveis pelas comunidades são os bispos (do grego, episcopos, supervisor) auxiliados pelos presbíteros e diáconos.


Festas cristãs- As principais festas são ligadas à vida de Jesus: os católicos celebram o Natal, nascimento de Jesus (25 de dezembro) e os ortodoxos celebram a Epifania, manifestação de Jesus a todos os povos, relacionada com a visita dos Reis Magos (6 de janeiro). A Semana Santa inclui a celebração da Eucaristia (5a feira), a memória da morte de Jesus (6a feira) e a festa da ressureição ou Páscoa (domingo). O Pentecostes, celebrado 50 dias após a Páscoa, comemora a vinda do Espírito Santo. Corpus Christi ou festa do Corpo de Cristo, introduzida no século XII, celebra a presença real de Jesus na Eucaristia.

CRISTIANISMO ORTODOXO
Menos rígido nas formulações dogmáticas, valoriza a liturgia, não aceita uma centralização excessiva e é mais flexível na concepção da estrutura hierárquica da igreja. É porém menos aberto ao diálogo com a filosofia e com as ciências e mais rigoroso nas exigências morais. A partir da ruptura com a igreja ocidental, passa a chamar-se Cristianismo ortodoxo (em grego, reta opinião) e se afirma mais fiel à mensagem cristã primitiva. Os ortodoxos se desenvolvem em torno das quatro sedes antigas, chamadas de patriarcados: Jerusalém, Alexandria, Antióquia e Constantinopla . Mais tarde, são incorporados os patriarcados de Moscou (1589), de Bucareste (1925) e da Bulgária (1953), além das igrejas autônomas nacionais da Grécia, Sérvia, Geórgia, Chipre e da América do Norte. As igrejas ortodoxas reúnem mais de 170 milhões de fiéis em todo o mundo.

Liturgia do cristianismo ortodoxo- Os rituais da igreja ortodoxa são cantados, mas não se usam instrumentos musicais. Veneram-se os ícones e as relíquias dos santos, mas são proibidas imagens esculpidas, exceto o crucifixo. Os sacramentos pelos quais os fiéis entram em comunhão com Deus e entre si são os mesmos da Igreja Romana: o batismo, eucaristia, crisma (ou confirmação da fé, dado junto com o batismo), a penitência (ou confissão, dada antes da eucaristia), o matrimônio, a ordenação sacerdotal e a unção dos enfermos. Os sacramentos dados na Igreja Ortodoxa são validos na Romana, e vice-versa. Os sacerdotes podem casar-se (antes da ordenação), mas não os monges. Os bispos são escolhidos entre os sacerdotes e monges celibatários.

CRISTIANISMO OCIDENTAL
Desenvolve-se em torno de Roma, reivindica o título de católico (do grego, universal) e o primado sobre as outras sedes do cristianismo, argumentando a primazia de Pedro no grupo dos apóstolos. Da conversão de Constantino no século IV até meados do século XVI, a história do catolicismo está intimamente associada à história do Império Romano e dos reinos em que se divide. Sua expansão também está vinculada à expansão da civilização ocidental e ao processo de dominação e aculturação de povos de outras culturas.

Organização da Igreja- A Igreja Católica estrutura-se em regiões geográficas autônomas, as dioceses, dirigidas pelos bispos, vinculados organicamente ao bispo de Roma, o papa. Desde a Idade Média, os papas são eleitos por um grupo de bispos, os cardeais. Atualmente há cerca de 120 cardeais no mundo inteiro, e João Paulo II é o 262o sucessor de Pedro, apóstolo e primeiro papa.


Expansão do cristianismo ocidental- Uma das bases de expansão do catolicismo romano são os mosteiros, comunidades de homens ou de mulheres dedicados inteiramente à oração e ao trabalho e, a partir do século XIII, os conventos de frades e freiras. No período das grandes navegações e descobrimentos, após o século XV, as ordens monásticas e religiosas exercem papel decisivo na difusão do catolicismo na Ásia e nas Américas. Calcula-se em 900 milhões o número de católicos no mundo inteiro.


Liturgia do cristianismo ocidental- Por séculos, o latim é a lingua usada para as celebrações litúrgicas Após o II Concílio do Vaticano (1962-1965) É permitido o uso das linguas locais. Além do canto, a liturgia inclui instrumentos musicais. Os sacramentos são os mesmos da igreja ortodoxa, mas a crisma e a penitência são ministrados separadamente do batismo e da eucaristia. O casamento de sacerdotes é proibido desde a Idade Média. As mulheres não são admitidas ao sacerdócio ordenado (na Igreja Ortodoxa também não).


REFORMA
No século XVI surge entre os católicos um movimento que reivindica a reaproximação da Igreja do espírito do cristianismo primitivo. A resistência da hierarquia da Igreja leva os reformadores a constituírem confissões independentes. Os principais reformadores são Martinho Lutero e João Calvino, no século XVI. A Reforma difunde-se rapidamente na Alemanha, Suíça, França, Holanda, Escócia e Escandinávia. No século XVI surge a Igreja Anglicana e, a partir do século XVII, as igrejas Batista, Metodista e Adventista. As igrejas nascidas da Reforma reúnem cerca de 450 milhões de fiéis em todo o mundo.

Doutrinas dos reformadores- Os pontos centrais da doutrina de Lutero são a justificação de Deus só pela fé e o acesso ao sacerdócio para todos os fiéis. Calvino acrescenta a doutrina da predestinação dos fiéis. As diferenças doutrinais entre os dois dão origem a duas grandes correntes: os luteranos e os calvinistas. A Reforma abole a hierarquia e institui os pastores como ministros das igrejas. As mulheres têm acesso ao ministério e os pastores podem se casar. A liturgia é simplificada e os sacramentos praticados são o batismo e a ceia.


Martinho Lutero (1483-1546) nasce em Eisleben, Alemanha, numa família camponesa. Em 1501 ingressa na Universidade de Erfurt, onde estuda artes, lógica, retórica, física e filosofia e especializa-se em matemática, metafísica e ética. Entra para o mosteiro dos eremitas agostinianos de Erfurt em 1505, torna-se sacerdote e teólogo. Denuncia as deformações da vida eclesiástica em 1517. Acusado de herege, é excomungado pelo papa Leão X e banido por Carlos V, imperador da Alemanha, em 1521. Escondido no castelo de Wartburg e apoiado por setores da nobreza, traduz para o alemão o Novo Testamento. Abandona o habito de monge e casa-se com a ex-freira Catarina von Bora, em 1525.


João Calvino (1509-1564) nasce em Noyon, França, filho de um secretário do bispado de Noyon. Em 1523 ingressa na Universidade de Paris, estuda latim, filosofia e dialética. Forma-se em direito e, em 1532, publica Dois livros sobre a clemência ao imperador Nero, obra que assinala sua adesão à Reforma. Em 1535, já é considerado chefe do protestantismo francês. Perseguido pelas autoridades católicas refugia-se em Genebra. Organiza uma nova igreja, com pastores eleitos pelo povo, e o Colégio Genebra, que se torna um dos centros universitários mais famosos da Europa.


Reforma na Inglaterra- Começa em 1534 com o rompimento do rei da Inglaterra, Henrique VIII, com a Igreja Católica. O rei passa a ser o chefe supremo da Igreja Anglicana ou Episcopal e o seu líder espiritual é o arcebispo de Canterbury. Da Inglaterra, difunde-se para as colônias, especialmente na América do Norte. As igrejas Católica e Anglicana são semelhantes quanto à profissão de fé, a liturgia e os sacramentos, mas a igreja episcopal não reconhece a autoridade do papa e admite mulheres como sacerdotes. A primeira mulher a exercer o ministério episcopal é a reverenda Barbara Harris, da diocese de Massachusetts (EUA), consagrada em 1989.


Pentecostalismo- Surge em 1906 no interior das igrejas reformadas dos EUA e difunde-se rapidamente pelos países do Terceiro Mundo. Os primeiros missionários do pentecostalismo chegam ao Brasil em 1910 e rapidamente conquistam grande número de fiéis. As igrejas pentecostais são as que mais crescem na América Latina. Dão ênfase na pregação do Evangelho, as orações coletivas, feitas em voz alta por todos os fiéis; aos rituais de exorcismos e de curas, realizados em grandes concentrações públicas. A seita mais difundida no Brasil é a Igreja Universal do Reino de Deus .


Islamismo
Uma religião e um projeto de organização da sociedade expresso na palavra árabe islã, a submissão confiante a Alá (Allah, em árabe- Deus, ou "a divindade", em abstrato). Seus seguidores chamam-se muçulmanos (muslimun, em árabe): os que se submetem a Deus para render-lhe a honra e a glória que lhe são devidas como Deus único. Fundado por Maomé, o islamismo reúne hoje cerca de 850 milhões de fiéis e é a religião que mais cresce em todo o mundo.

Maomé (570 d.C.-632 d.C.) (corruptela hispânica de Mohammed, nome próprio derivado do verbo hâmada e que significa “digno de louvor”) nasce em Meca na tribo árabe coraixita, e trabalha como mercador. Segundo a tradição, aos 40 anos recebe a missão de pregar as revelações trazidas de Deus pelo arcanjo Gabriel. Seu monoteísmo choca-se com as crenças tradicionais das tribos semitas e, em 622, Maomé é obrigado a fugir para Iatribe, atual Medina, onde as tribos árabes vivem em permanente tensão entre si e com os judeus. Maomé estabelece a paz entre as tribos árabes e com as comunidades judaicas e começa uma luta contra Meca pelo controle das rotas comerciais. Conquista Meca em 630. Morre dois anos depois, deixando uma comunidade espiritualmente unida e politicamente organizada em torno aos preceitos do Corão.
Comunidade do Islã- A fuga de Maomé de Meca para Medina, em 622, chamada hégira (busca de proteção) marca o início do calendário muçulmano e indica a passagem de uma comunidade pagã para uma comunidade que vive segundo os preceitos do Islã. A doutrina do profeta e a idéia de comunidade do Islã (al-Ummah) formam-se durante a luta pelo controle de Meca: todos os muçulmanos são irmãos e devem combater todos os homens até que reconheçam que só há um Deus .


Corão - Livro sagrado do islamismo, o Corão (recitação) é revelado a Maomé pelo arcanjo e redigido ao longo dos cerca de 20 anos de sua pregação. É fixado entre 644 e 656 sob o califado de Uthman ibn Affan: são 6.226 versos em 114 suras (capítulos). Traz o mistério do Deus-Uno e a história de suas revelações de Adão a Maomé, passando por Abraão, Moisés e Jesus, e também as prescrições culturais, sociais, jurídicas, estáticas e morais que dirigem a vida individual e social dos muçulmanos.


Suna- A segunda fonte doutrinal do islamismo. É um compêndio de leis e preceitos baseados nos ahadith (ditos e feitos), conjunto de textos com as tradições relativas às palavras e exemplos do Profeta.


Deveres dos muçulmanos- Todo muçulmano deve prestar o testemunho (chahada), ou seja, professar publicamente que Alá é o único deus e Maomé é seu profeta; fazer a oração ritual (salat) cinco vezes ao dia (ao nascer do Sol, ao meio-dia, no meio da tarde, ao pôr-do-sol e à noite), voltado para Meca e prostrado com a fronte por terra; dar a esmola legal (zakat) para a purificação das riquezas e a solidariedade entre os fiéis; jejuar do nascer ao pôr-do-sol, durante o nono mês do calendário muçulmano (Ramadan); e fazer uma peregrinação (hadjdj) a Meca ao menos uma vez na vida, seja pessoalmente, se tiver recursos, ou por meio de procurador, se não tiver.


Festas Islâmicas- A Grande Festa ou Festa do Sacrifício (Eid Al-Adha) É celebrada no dia 10 do mês de Thul-Hejjah (maio/junho). A Pequena Festa (Eid Al-Fitr), celebrada nos três primeiros dias do mês de Shaual (março/abril), ao final do jejum do mês de Ramadan (fevereiro/março), comemora a revelação do Corão. Celebra-se ainda a Hégira, o Ano-novo do calendário muçulmano, no dia 1o do mês de Al-Moharam (junho/julho), e o aniversário de nascimento do Profeta, no dia 12 do mês de RabiÆI (agosto/setembro).


Calendário muçulmano- Mede o ano pelas 12 revoluções completas da Lua em torno da Terra e é, em média, 11 dias menor do que o ano solar. A hégira, fuga de Maomé de Meca, marca o Ano-novo. O ano em curso (1994/1995) é o 1.415o da hégira.


DIVISÕES DO ISLAMISMO
Os muçulmanos estão divididos em dois grandes grupos, os sunitas e os xiitas. Essas tendências surgem da disputa pelo direito de secessão a Maomé. A divergência principal diz respeito à natureza da chefia: para os xiitas, o líder da comunidade (imã) é herdeiro e continuador da missão espiritual do Profeta; para os sunitas, É apenas um chefe civil e político, sem autoridade espiritual, a qual pertence exclusivamente à comunidade como um todo (umma). Sunitas e xiitas fazem juntos os mesmos ritos e seguem as mesmas leis (com diferenças irrelevantes), mas o conflito político é profundo.

Sunitas- Os sunitas são os partidários dos califas abßssidas, descendentes de all-Abbas, tio do Profeta. Em 749, eles assumem o controle do Islã e transferem a capital para Bagdá. Justificam sua legitimidade apoiados nos juristas (alim, plural ulemßs) que sustentam que o califado pertenceria aos que fossem considerados dignos pelo consenso da comunidade. A maior parte dos adeptos do islamismo é sunita (cerca de 85%). No Iraque a maioria da população é xiita, mas o governo é sunita.


Xiitas- Partidário de Ali, casado com Fátima, filha de Maomé, os xiitas não aceitam a direção dos sunitas. Argumentando que só os descendentes do Profeta são os verdadeiros imãs: guias infalíveis em sua interpretação do Corão e do Suna, graças ao conhecimento secreto que lhes fora dado por Deus. São predominantes no Irã e no Iêmen. A rivalidade histórica entre sunitas e xiitas se acentua com a revolução iraniana de 1979 que, sob a liderança do aiatolá Khomeini (xiita), depõe o xá Reza Pahlevi e instaura a Republica islâmica do Irã.


Outros grupos- Além dos sunitas e xiitas, existem outras divisões do islamismo, entre eles os zeiitas, hanafitas, malequitas, chafeitas, bahais, sunitas, drusos e hambaditas. Algumas destas linhas surgem no início do Islã e outras são mais recentes. Todos esses grupos aceitam Alá como deus único, reconhecem Maomé como fundador do Islamismo e aceitam o Corão como livro sagrado. As diferenças estão na aceitação ou não da Suna como texto sagrado e no grau de observância das regras do Corão.
(Fonte: desconhecida)
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