22 de jul. de 2006

66 Ramatís











Quem é Ramatís?

Fonte: opúsculo Quem é Ramatís?
Editora do Conhecimento
Páginas: 2 à 7
Original: livro Mensagens do Astral
Edição: 13a e páginas 17 a 23

RAMATíS VIVEU NA INDOCHINA, NO SÉCULO X, E FOI instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. Era de inteligência fulgurante e desencarnou bastante moço. Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu "Ramaiana". Foi adepto da tradição de Rama, naquela época, cultuando os ensinamentos do "Reino de Osíris", o senhor da Luz, na inteligência das coisas divinas. Mais tarde, no Espaço, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais, cuja insígnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denominação de "Templários das Cadeias do Amor". Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas colônias invisíveis do Além, junto à região do Ocidente, onde se dedica a trabalhos profundamente ligados à psicologia oriental. Os que lêem as mensagens de Ramatís, e estão familiarizados com o simbolismo do Oriente, bem sabem o que representa o nome "RAMA-TYS", ou "SWAMI SRI RAMA-TYS", como era conhecido nos santuários da época. É quase uma "chave", uma designação de hierarquia ou dinastia espiritual, que explica o emprego de certas expressões que transcendem às próprias formas objetivas.

Fomos informados de que, após significativa assembléia de altas entidades, realizada no Espaço, no século findo, na região do Oriente, procedeu-se à fusão entre duas importantes "Fraternidades" que dali operam em favor dos habitantes da Terra. Trata-se da "Fraternidade da Cruz", com certa ação no Ocidente (que divulga os ensinamentos de Jesus), e da "Fraternidade do Triângulo", ligada à tradição iniciática e espiritual do Oriente. Após a memorável fusão dessas duas Fraternidades Brancas, consolidaram-se melhor as características psicológicas e objetivo dos seus trabalhadores espirituais, alterando-se a denominação para "Fraternidade da Cruz e do Triângulo". Seus membros, no Espaço, usam vestes brancas, com cintos e emblemas de cor azul-clara esverdeada. Sobre o peito, trazem suspensa delicada corrente como que confeccionada em fina ourivesaria, na qual se ostenta um triângulo de suave lilás luminoso, emoldurando uma cruz lirial. É o símbolo que exalça, na figura da cruz alabastrina, a obra sacrificial de Jesus e, na efígie do triângulo, a mística oriental.

Asseguram-nos alguns mentores que todos os discípulos dessa Fraternidade que se encontram reencarnados na Terra são profundamente devotados às duas correntes espiritualistas: a oriental e a ocidental. Cultuam tanto os ensinamentos de Jesus, que foi o elo definitivo entre todos os instrutores terráqueos, tanto quanto os labores de Antúlio, de Hermes, de Buda, assim como os esforços de Confúcio e de Lao- Tsé. É esse um dos motivos pelos quais a maioria dos simpatizantes de Ramatís, na Terra, embora profundamente devotados à filosofia cristã, afeiçoam-se, também, com profundo respeito, à corrente espiritualista do Oriente.

Soubemos que da fusão das duas "Fraternidades" realizada no Espaço, surgiram extraordinários benefícios para a Terra. Alguns mentores espirituais passaram, então, a atuar no Ocidente, incumbindo-se mesmo da orientação de certos trabalhos espíritas, no campo mediúnico, enquanto que outros instrutores ocidentais passaram a atuar na Índia, no Egito, na China e em vários agrupamentos que até então eram exclusivamente supervisionados pela antiga Fraternidade do Triângulo. Os Espíritos orientais ajudam-nos agora em nossos labores, ao mesmo tempo em que os da nossa região interpenetram os agrupamentos doutrinários do Oriente, do que resulta ampliar-se o sentimento de fraternidade entre Oriente e Ocidente, bem como aumentar-se a oportunidade de reencarnações entre espíritos amigos.

Assim, processa-se um salutar intercâmbio de idéias e perfeita identificação de sentimentos no mesmo labor espiritual, embora se diferenciem os conteúdos psicológicos de cada hemisfério. Os orientais são lunares, meditativos, passivos e desinteressados geralmente da fenomenologia exterior; os ocidentais são dinâmicos, solarianos, objetivos e estudiosos dos aspectos transitórios da forma e do mundo dos Espíritos.

Os antigos fraternistas do "Triângulo" são exímios operadores com as "correntes terapêuticas azuis", que podem ser aplicadas como energia balsamizante aos sofrimentos psíquicos, cruciais, das vítimas de longas obsessões. As emanações do azul-claro, com nuanças para o esmeralda, além do efeito balsamizante, dissociam certos estigmas "pré- reencarnatórios" e que se reproduzem periodicamente nos veículos etéricos. Ao mesmo tempo, os fraternistas da "Cruz", conforme nos informa Ramatís, preferem operar com as correntes alaranjadas, vivas e claras, por vezes mescladas do carmim puro, visto que as consideram mais positivas na ação de aliviar o sofrimento psíquico. É de notar, entretanto, que, enquanto os técnicos ocidentais procuram eliminar de vez a dor, os terapeutas orientais, mais afeitos à crença no fatalismo cármico, da psicologia asiática, preferem exercer sobre os enfermos uma ação balsamizante, aproveitando o sofrimento para mais breve "queima" do carma. Eles sabem que a eliminação rápida da dor pode extinguir os efeitos, mas as causas continuam gerando novos padecimentos futuros. Preferem, então, regular o processo do sofrimento depurador, em lugar de sustá-lo provisoriamente. No primeiro caso, esgota-se o carma, embora demoradamente; no segundo, a cura é um hiato, uma prorrogação cármica.

Informa-nos Ramatís que, após certa disciplina iniciática, a que se submetera na China, fundou um pequeno templo iniciático na Índia, à margem da estrada principal que se perdia no território chinês. Nesse templo, procurou ele aplicar aos seus discípulos os conhecimentos adquiridos em inúmeras vidas anteriores. Na Atlântida foi contemporâneo, em uma existência, do Espírito que mais tarde seria conhecido pelo pseudônimo de Allan Kardec (o codificador do Espiritismo) que era profundamente dedicado à matemática e às chamadas ciências positivas. Posteriormente, em sua passagem pelo Egito, teve novo encontro com Kardec, que era então o sacerdote Amenófis, ao tempo do faraó Memeftá, filho de Ramsés.
O templo que Ramatís fundou foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Cada pedra da alvenaria recebeu o toque magnético e pessoal de seus futuros iniciados. Alguns deles estão reencamados atualmente em nosso mundo, e já reconheceram o antigo mestre Ramatís através desse toque misterioso, que não pode ser explicado a contento na linguagem humana. Sentem-no por vezes, e de tal modo, que as lágrimas lhes afioram aos olhos, num longo suspiro de saudade!

Embora tenha desencamado ainda moço, Ramatís pôde aliciar setenta e dois discípulos que, no entanto, após o desaparecimento do mestre, não puderam manter-se à altura do mesmo padrão iniciático original. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, da Índia, da Grécia, da China e até da Arábia. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica "túnica azul" e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático. Os demais, seja por ingresso tardio, seja por menor capacidade de compreensão espiritual, não alcançaram a plenitude do conhecimento das disciplinas lecionadas pelo mestre. A não ser vinte e seis adeptos que estão no Espaço (desencamados) cooperando nos labores da "Cruz e do Triângulo", o restante disseminou-se pelo nosso orbe, em várias latitudes geográficas. Sabemos que dezoito reencamaram no Brasil; seis nas três Américas (do Sul, Central e do Norte) enquanto que os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia.

Em virtude de estar a Europa atingindo o final de sua missão civilizadora, alguns dos discípulos lá reencamados emigrarão para o Brasil, em cujo território - afirma Ramatís - se encamarão os predecessores da generosa humanidade do terceiro milênio.

No templo que Ramatís fundou na Índia, esses discípulos desenvolveram seus conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos aliados à fisiologia do "duplo etérico". Os mais capacitados lograram êxito e poderes na esfera da fenomenologia mediúnica, dominando os fenômenos de levitação, ubiqüidade, vidência e psicografia de mensagens que os instrutores enviavam para aquele cenáculo de estudos espirituais. Mas o principal "toque pessoal" que Ramatís desenvolveu em seus discípulos, em virtude de compromisso que assumira para com a Fraternidade do Triângulo, foi o pendor universalista, a vocação fraterna, crística, para com todos os esforços alheios na esfera do espiritualismo. Ele nos adverte sempre de que os seus íntimos e verdadeiros admiradores são também incondicionalmente simpáticos a todos os trabalhos das diversas correntes religiosas do mundo. Revelam-se libertos de exclusivismo doutrinário ou de dogmatismos e devotam-se com entusiasmo a qualquer trabalho de unificação espiritual. O que menos os preocupa são as questões doutrinárias dos homens, porque estão imensamente interessados nos postulados crísticos.

Diz-nos textualmente Ramatís: - "Servem-lhes o ambiente do templo protestante, a abóbada da igreja católica, a mesa branca dos "Tatwas" esotéricos, os salões dos teosofistas, o labor fraternista "Rosa-Cruz", o acampamento krisnamurtiano, a penumbra da sessão espírita, o canto dos salvacionistas nas praças públicas, a ruidosidade da Umbanda, as posturas muçulmânicas, os lamentos mosaístas, o fatalismo budista, o silêncio dos iogues, o sincronismo dos cenáculos ou as estrofes mântricas dos iniciados. Não os preocupam os invólucros dos homens movendo-se para solucionar o mistério da vida; sentem a realidade contínua do espírito, que só lhes inspira o amor e a fraternidade, a qualquer momento e em qualquer local! Respeitam e compreendem a necessidade que os homens sentem de buscar a verdade, quando se situam em círculos doutrinários simpáticos, a fim de se exercitarem para os vôos crísticos do futuro. Não se adaptam, porém, a exclusivismo algum, e evitam que os postulados doutrinários lhes cerceiem a liberdade da razão".

Eis em resumo, prezado leitor, um relato sobre a figura de Ramatís, o Espírito que nos ditou esta obra e que sempre nos aconselha a que evitemos a ilusão separativista da forma, pois o sentido real da vida espiritual é o princípio coeso e eterno do amor crístico.

Ramatis se nos apresenta à visão psíquica com um traje um tanto exótico, composto de ampla capa aberta, descida até aos pés, com mangas largas e que lhe cobre a túnica ajustada por um largo cinto de um esmeraldino esverdeado. As calças são apertadas nos tornozelos, como as que usam os esquiadores. A tessitura de toda a veste é de seda branca, imaculada e brilhante, lembrando um maravilhoso lírio translúcido. Os sapatos, de cetim azul-esverdeado, são amarrados por cordões dourados que se enlaçam atrás, acima do calcanhar, à moda dos antigos gregos firmarem suas sandálias. Cobre-lhe a cabeça um singular turbante de muitas pregas ou refegos, encimado por cintilante esmeralda e ornamentado por cordões finos, de diversas cores, caídos sobre os ombros. Sobre o peito, uma corrente formada de pequeninos elos, de fina ourivesaria, da qual pende um triângulo de suave lilás luminoso, que emoldura uma delicada cruz alabastrina.

Essa indumentária é um misto de trajes orientais; tipo de vestuário mndu-cmnês, raríssimo, porque deriva de antigo modelo sacerdotal, muito usado nos santuários da desaparecida Atlântida. Os cordões que lhe pendem do turbante, flutuando sobre os ombros, são velhas insígnias de atividade iniciática: - a cor carmim indica o "Raio do Amor"; o amarelo o "Raio da Vontade"; o verde o "Raio da Sabedoria"e o azul o "Raio da Religiosidade". Um último cordão branco, que pudemos perceber, é o símbolo de liberdade reencarnatória.

Alguns videntes têm confundido Ramatís com o seu fiel discípulo do passado, que o acompanha no Espaço, também híndu-cmnês, conhecido por Fuh Planuh, e que aparece com o dorso nu, singelo turbante branco em torno da cabeça e, comumente, com os braços cruzados sobre o peito. É também um Espírito jovem na figura humana, embora conserve reduzida barba de cor escura, que lhe dá um ar mais sisudo.

Curitiba, 13 de maio de 1956
Hercílio Maes
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Outras obras de Ramatís editadas pela Editora do Conhecimento

Obras psicografadas por HERCíLIO MAES
♦ A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores - 1955
♦ Mensagens do Astral - 1956
♦ A Vida Além da Sepultura - 1957 . A Sobrevivência do Espírito - 1958
♦ Fisiologia da Alma - 1959
♦ Mediunismo - 1960
♦ Mediunidade de Cura - 1963
♦ O Sublime Peregrino - 1964
♦ Elucidaçães do Além - 1964
♦ Semeando e Colhendo - 1965
♦ A Missão do Espiritismo - 1967
♦ Magia de Redenção - 1967
♦ A Vida Humana e o Espírito Imortal - 1970
♦ O Evangelho à Luz do Cosmo - 1974
♦ Sob a Luz do Espiritismo [Obra póstuma) - 1999

Obras psicografadas por MARIA MARGARIDA LlGUORI
♦ O Homem e o Planeta Terra - 1999
♦ O Despertar da Consciência - 2000
♦ Jornada de Luz - 2001
♦ Em Busca da Luz Interior - 2001

Obra psicografada por AMÉRICA PAOLlELLO MARQUES
♦ Mensagens do Grande Coração - 1962

Obra psicografada por MÁRCIO GODINHO
♦ As Flores do Oriente - 2000

Obras psicografada por NORBERTO PEIXOTO
♦ Chama Crística - 2001
♦ Samadhi - 2002
♦ Evolução no Planeta Azul - 2003

Obras psicografadas por Beatriz Bergamo e Renato Ourique de Carvalho
Editora própria
♦ Gotas de Luz - Série Elucidações - 1996
♦ Gotas de Luz - O Orientador Espírita - 1998
♦ Gotas de Luz - Série Cursos - O Administrador Espírita - 1999
♦ Gotas de Luz - Série Cursos - Aprimoramento Evangélico - 2000
♦ Gotas de Luz - Série Cursos - Orientação a Desencarnados - 2000
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54 Doença e Cura














Doença e Cura

Tanto a doença como a cura,

são processos de conquista diária,

e no caso da cura,

árdua luta que leva tempo.

Psicobiofísica – 1997

Dr. Sérgio Felipe de Oliveira
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56 Blog?













Significado da palavra BLOG

Source: Webster's New Millennium™ Dictionary of English, Preview Edition (v 0.9.6)Copyright © 2003-2005 Lexico Publishing Group, LLC

Main Entry: blog
Part of Speech: noun
Definition: an online diary; a personal chronological log of thoughts published on a Web page; also called Weblog, Web log
Example: Typically updated daily, blogs often reflect the personality of the author.
Etymology: shortened form of Weblog
Usage: blog, blogged, blogging v, blogger n
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21 de jul. de 2006

50 Amizade Sincera













Amizade não se pede, se conquista...


"Às vezes os melhores amigos em um ano, se tornam apenas bons amigos no próximo ano, já não se falem tanto no ano seguinte, e não tenham tempo de se falar no próximo.

Então, eu só queria te dizer, que mesmo que nunca mais nós nos falemos, você é especial para mim e fez toda a diferença na minha vida.

Eu me preocupo com você, respeito você, e nunca esquecerei você.

Envie isso para os seus amigos, não importa o quanto vocês se falem, ou quão próximos vocês estão, e mande isso para a pessoa que te mandou.

Deixe os velhos amigos saberem que você não os esqueceu, e diga ao novos que você nunca os esquecerá.

Lembre-se, todo mundo precisa de amigos, se algum dia você achar QUE NÃO TEM AMIGOS,lembre-se dessa mensagem e se alegre em saber que eu estou aqui.

Amizade não se compra, se conquista.
(autor desconhecido)
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52 Relação














PRA QUE SERVE UMA RELAÇÃO?

Autor: Dráuzio Varela
médico cancerologista e escritor

Definição mais simples e exata sobre o sentido de mantermos uma relação?
"Uma relação tem que servir para tornar a vida dos dois mais fácil"

Vou dar continuidade a esta afirmação porque o assunto é bom, e merece ser desenvolvido.

Algumas pessoas mantém relações para se sentirem integradas na sociedade, para provarem a sí mesmas que são capazes de ser amadas, para evitar a solidão, por dinheiro ou por preguiça.

Todos fadados à frustração. Uma armadilha.

Uma relação tem que servir para você se sentir 100% à vontade com outra pessoa, à vontade para concordar com ela e discordar dela, para ter sexo sem não-me-toques ou para cair no sono logo após o jantar, pregado.

Uma relação tem que servir para você ter com quem ir ao cinema de mãos dadas, para ter alguém que instale o som novo, enquanto você prepara uma omelete, para ter alguém com quem viajar para um país distante, para ter alguém com quem ficar em silêncio, sem que nenhum dos dois se incomode com isso.

Uma relação tem que servir para, às vezes, estimular você a se produzir, e, quase sempre, estimular você a ser do jeito que é, de cara lavada uma pessoa bonita a seu modo.

Uma relação tem que servir para um e outro se sentirem amparados nas suas inquietações, para ensinar a confiar, a respeitar as diferenças que há entre as pessoas, e deve servir para fazer os dois se divertirem demais, mesmo em casa, principalmente em casa.

Uma relação tem que servir para cobrir as despesas um do outro num momento de aperto, e cobrir as dores um do outro num momento de melancolia, e cobrirem o corpo um do outro, quando o cobertor cair.

Uma relação tem que servir para um acompanhar o outro no médico, para um perdoar as fraquezas do outro, para um abrir a garrafa de vinho e para o outro abrir o jogo, e
para os dois abrirem-se para o mundo, cientes de que o mundo não se resume aos dois.

“O amor não consiste em olhar um para o outro, mas juntos, na mesma direção.”
Antoine de Saint-Exupéry
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20 de jul. de 2006

56 Blogueiros













Blogueiros

Quarta, 19 de julho de 2006, 13h24
Blogueiros não se vêem como jornalistas, diz pesquisa.

A maioria dos blogueiros, autores de diários pessoais na Internet, não se consideram jornalistas e afirmam que exercem a atividade mais como um passatempo do que como vocação. Estudo elaborado pelo Centro Pew de Internet divulgado hoje mostra que 34% dos participantes consideram suas páginas como uma forma de jornalismo. A pesquisa foi feita pelo telefone com 233 blogueiros, entre julho de 2005 e fevereiro deste ano, com margem de erro de 6,7%.

Apenas pouco mais de um terço dos blogueiros disse realizar tarefas jornalísticas como a verificação de dados e a atribuição de informação às fontes. Mais de 40% dizem que nunca mencionam fontes ou outros meios diretamente. Cerca de 11% dos participantes disseram que realizam correções, enquanto 61% afirmaram que nunca ou quase nunca obtêm permissão para usar material com direitos autorais.Cerca de 77% dos entrevistados disseram realizar contribuições regulares a seus blogs, mais para expressar sua criatividade do que para chamar a atenção ou obter dinheiro. O relatório também descobriu que 37% dos blogueiros mencionaram sua vida e suas experiências como principal tema de suas páginas. Assuntos de política e Governo ocuparam o segundo lugar, com 11%.

O entretenimento é o terceiro tema mais popular (7%), seguido pelos esportes (6%), e pelas notícias (5%). A religião e a espiritualidade são os temas que mais interessam a 2% dos blogueiros que participaram da pesquisa.Segundo o Centro Pew, cerca de 8% dos usuários da Internet - 12 milhões de americanos adultos -, possuem blog. O instituto calcula também que cerca de 39% dos que navegam pela rede - equivalente a 57 milhões de adultos -, são leitores dos blogs. De acordo com o estudo, mais da metade dos blogueiros (54%) tem menos de 30 anos.Os autores de páginas pessoais na Internet americanas estão divididos quase que igualmente entre homens e mulheres, e são mais diversos racialmente que os usuários da web em geral: 40% não são brancos. O relatório ainda mostra que 55% dos blogueiros escrevem com pseudônimo e que nove entre cada dez incentivam os leitores a deixar comentários.Quatro em cada cinco blogs usam texto, e 72% utilizam fotografias. Os links de áudio aparecem em 30% dos blogs. O relatório do Centro Pew se baseou nos resultados de uma pesquisa telefônica entre 233 blogueiros, realizada entre julho de 2005 e fevereiro de 2006. A margem de erro é de 6,7%.

Fonte:
http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1074339-EI4802,00.html
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18 de jul. de 2006

52 Meditar












MEDITAR É UM ATO DE AMOR

Falarei de minha experiência de doze anos de prática de meditação.

Quero começar dizendo que talvez o que mais tenha me chamado atenção nessa prática é a simplicidade, é a espiritualidade ao alcance de todos, independente de raça, cor sexo ou classe social.

É simples, sentar-se, fechar os olhos, começo a ouvir os sons externos, e aos poucos vou interiorizando e me conectando comigo mesma, sentindo a respiração, os batimentos cardíacos, até esquecer do corpo.

Em uma posição confortável, naturalmente relaxo. Aos olhos do mundo, estou parada, de olhos fechados, quase que estática, mas por dentro observo várias sensações, pensamentos, desejos, sentimentos, sonhos, talvez um turbilhão ou uma calmaria, depende do dia, depende do momento.

É como se olhar no espelho por dentro, enxergar claramente o que está acontecendo na mente e no coração. Amplia-se a visão do meu interior, entendendo a natureza do ser humano, as contradições, a dualidade do ser, e de repente observo então o silêncio, um branco, uma parada na mente, um vazio que ao mesmo tempo preenche todo o ser de amor, deixando a sensação de ser tudo o que preciso para ser feliz, então passo a depender menos do que tenho para depender mais do que sou. É uma sensação difícil de traduzir em palavras, pois me parecem muito grosseiras em relação à sutileza vivenciada neste momento que tento descrever.

Vejo as minhas fraquezas, as minhas limitações, mesmo que leve tempo, muito ou pouco, é um caminho, é um processo de auto-conhecimento intenso.

O espaço entre o que realmente sou e o que a sociedade determina que eu seja começa a se estreitar, por que já não me importa mais seguir padrões de comportamento (seja de que tipo for), por que aprendi a amar a mim própria, a melhorar o que precisa ser revisto dentro de mim. Os referenciais mudam, e noto uma infinidade e diversidade de possibilidades na vida, assim como existe em toda natureza.

Com o tempo, percebi diversos padrões de comportamentos e de pensamentos, que não serviam para nada a não ser para criar bloqueios mentais e emocionais em minha vida, impulsionando-me para baixo, portanto aprendi a deixá-las todas para trás, é o tal do desapego.

Aprendi que a mente é um laboratório onde podemos fazer diversos experimentos na forma de pensar, que os resultados serão diferentes, seja no nosso sentimento, seja em nossas atitudes. E a questão é que aprendemos a regular a mente, e trazer para nós aquilo que nos faz bem, enfim aquilo que nos leva ao nosso objetivo maior que é a união com Deus.

Acredito que o crescimento espiritual seja infinito, e ao passo que sigo na prática meditativa, percebo que o caminho a percorrer é longo. Não adianta escrever muito ou falar muito sobre essas experiências, por que a vida espiritual só se conhece vivenciando-a, não depende de compreensão intelectual, é totalmente prática. Desejo a todos que os corações se encham de amor fraterno.

Autora: Gisele Camargo Leal
São Gabriel do Oeste-MS
Julho de 2006
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52 Adoção e Adotado



















A Adoção À Luz do Espiritismo

A Adoção é um ato de Amor Incondicional.

“O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito”
(Evangelho Segundo o Espiritismo - Kardec, A.)

Somos todos adotados pois que ninguém é propriedade de ninguém.
Nosso filho hoje poderá ser nosso pai amanhã, assim estabelece a lei da Reencarnação.

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Nos livros de Chico Xavier temos alguns relatos de casos de filhos adotivos:

● “Obreiros da Vida Eterna” - Joãozinho, neto de 8 anos, é adotivo.
Através de sua oração consegue suspender o desencarne de sua própria avó.

● “Ação e Reação” - Adelino faz seu resgate através de três filhos adotivos.

● “50 Anos Depois” - de Emmanuel - Célia adota por duas vezes como filho Ciro, seu amor.
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Saiba mais: www.adocao.com.br/rede.htm
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52 Pai e Mãe












Pai e Mãe

Leia o capítulo 14 do Evangelho Segundo o Espiritismo.

Nas poucas páginas do capítulo está sintetizado o entendimento sobre estas pessoas especiais que possibilitaram nossa vinda ao plano material.
Sejam nossos pais, abençoados, sempre!

01 Não Vim Destruir a Lei
02 Meu Reino Não É Deste Mundo
03 Há Muitas Moradas na Casa de Meu Pai
04 Ninguém Pode Ver o Reino de Deus...
05 Bem-aventurados os Aflitos
06 O Cristo Consolador
07 Bem-aventurados os Pobres de Espírito
08 Bem-aventurados os Puros de Coração
09 Bem-aventurados os Mansos e Pacíficos
10 Bem-aventurados os Misericordiosos
11 Amar o Próximo Como a Si Mesmo
12 Amai os Vossos Inimigos
13 Que a Mão Esquerda Não Saiba o Que Faz...
14 Honra a Teu Pai e a Tua Mãe
15 Fora da Caridade Não há Salvação
16 Servir a Deus e a Mamon
17 Sede Perfeitos
18 Muitos os Chamados e Poucos os Escolhidos
19 A Fé Que Transporta Montanhas
20 Trabalhadores da Última Hora
21 Falsos Cristos e Falsos Profetas
22 Não Separar o Que Deus Juntou
23 Moral Estranha
24 Não Por a Candeia Debaixo do Alqueire
25 Buscai e Achareis
26 Dar de Graça o Que de Graça Receber
27 Pedi e Obtereis
28 Preces Espíritas
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52 Dalai Lama 02












Mensagem

52 Sentimentos





















Sentimento

Verbete: sentimento
[De sentir + -mento.] S. m. Ato ou efeito de sentir(-se).

sentimento das conveniências
sentimento de admiração
sentimento de afeto
sentimento de amor
sentimento de desgosto
sentimento de emoção
sentimento de entusiasmo
sentimento de fraqueza
sentimento de mágoa
sentimento de palpite
sentimento de pesar
sentimento de pressentimento
sentimento de tristeza
sentimento do dever
sentimento intelectual
sentimento moral
sentimento patriótico
sentimento religioso
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Quais outros sentimentos você incluiria nesta lista?
Sua colaboração é fundamental.
Muito Obrigado.
Leal
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Jesus

Dia das Mães 10maio2026

  ♦♦ Dia das Mães ♦ ♦ ❖ Leal❖ 10mai2026 Domingo ❖ Encarnado há 31.339 dias.  ❖ Encarnado Aprendiz ♦ Gratidão Deus Pai!  ♦ Gratidão Amado Jes...