9 de out. de 2009

SinapsesLinks - peixinho

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A Jabuticaba

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A Jabuticaba

Por Regina Pereira

A química Daniela Brotto Terci nem estava preocupada com as coisas que se passam com o coração.

Tudo o que ela queria, em um laboratório da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior paulista, era encontrar na natureza pigmentos capazes de substituir os corantes artificiais usados na indústria alimentícia.
E, claro, quando se fala em cores a jabuticaba chama a atenção.

Roxa? Azulada? Cá entre nós, jabuticaba tem cor de.... jabuticaba.
Mas o que tingiria a sua casca? A cientista quase deu um pulo para trás ao conferir: "enormes porções de antocianinas", foi a resposta.

Desculpe o palavrão, mas é como são chamadas aquelas substânciasque, sim, são pigmentos presentes nas uvas escuras e, conseqüentemente, no vinho tinto, apontados como grandes benfeitores das artérias.

Daniela jamais tinha suspeitado de que havia tanta antocianina ali, na jabuticaba, aliás, nem ela nem ninguém.
“Os trabalhos a respeito dessa fruta são muito escassos”, tenta justificar a pesquisadora, que também mediu a dosagem de antocianinas da amora.
Ironia, o fruto da videira saiu perdendo no ranking, enquanto o da jabuticabeira...

Dê só uma olhada (o número representa a quantidade de miligramas das benditas antocianinas por grama da fruta):
jabuticaba: 314
amora: 290
uva: 227
As antocianinas dão o tom. 'Se um fruto tem cor arroxeada é porque elas estão ali', entrega a nutricionista Karla Silva, da Universidade Estadual do Norte Fluminense, no Rio de Janeiro.

No reino vegetal, esse tingimento serve para atrair os pássaros.

E isso é importante para espalhar as sementes e garantir a perpetuação da espécie', explica Daniela Terci, da Unicamp.

Para a Medicina, o interesse nas antocianinas é outro. “Elas têm uma potente ação antioxidante”, completa a pesquisadora de Campinas. Ou seja, uma vez em circulação, ajudam a varrer as moléculas instáveis de radicais livres. Esse efeito, observado em tubos de ensaio, dá uma pista para a gente compreender por que a incidência de tumores e problemas cardíacos é menor entre consumidores de alimentos ricos no pigmento.

Ultimamente surgem estudos apontando uma nova ligação: as tais substâncias antioxidantes também auxiliariam a estabilizar o açúcar no sangue dos diabéticos.

Se a maior concentração de antocianinas está na casca, não dá para você simplesmente cuspi-la. Tudo bem, engolir a capa preta também é difícil. A saída, sugerida pelos especialistas, é batê-la no preparo de sucos ou usá-la em geléias. A boa notícia é que altas temperaturas não degradam suas substâncias benéficas.
Os sucos, particularmente, rendem experiências bem coloridas.

A nutricionista Solange Brazaca, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), em Piracicaba, interior paulista, dá lições que parecem saídas da alquimia. “Misturar a jabuticaba com o abacaxi resulta numa bebida azulada”, ensina. “Já algumas gotas de limão deixam o suco avermelhado”. As variações ocorrem devido a diferenças de pH e pela união de pigmentos ácidos.

Mas vale lembrar a velha máxima saudável: bateu, tomou. “Luz e oxigênio reagem com as moléculas protetoras”, diz a professora. Não é só a saúde que sai perdendo: o líquido fica com cor e sabor alterados.

Aliás, no caso da jabuticaba, há outro complicador. Delicada, a fruta se modifica assim que é arrancada da árvore. “Como tem muito açúcar, a fermentação acontece no mesmo dia da colheita”, conta a engenheira agrônoma Sarita Leonel, da Universidade Estadual Paulista, em Botucatu. A dica é guardá-la em saco plástico e na geladeira. Agora, para quem tem uma jabuticabeira, que privilégio!

A professora repete o que já diziam os nossos avós: “Jabuticaba se chupa no pé”.

O branco tem seu valor.
A bioquímica Edna Amante, do laboratório de frutas e hortaliças da Universidade Federal de Santa Catarina, destaca alguns nutrientes da parte branca e mais consumida da jabuticaba. “É na polpa que a gente encontra ferro, fósforo, vitamina C e boas doses de niacina, uma vitamina do complexo B que facilita a digestão e ainda nos ajuda a eliminar toxinas”.
Ufa! E não só nessa polpa, mas também na casca escura, você tem excelentes teores de pectina. “Essa fibra tem sido muito indicada para derrubar os níveis de colesterol, entre outras coisas”, conta a nutricionista Karla Silva. A pectina, portanto, faz uma excelente dobradinha com as antocianinas no fruto da jabuticabeira. Daí o discurso inflamado dessa especialista, fã de carteirinha: “A jabuticaba deveria ser mais valorizada, consumida e explorada”.
Nós concordamos, e você?

A jabuticabeira
Nativa do Brasil, ela costuma medir entre 6 e 9 metros e é conhecida desde o período do descobrimento. “A espécie é encontrada de norte a sul, desde o Pará até o Rio Grande do Sul”, diz o engenheiro agrônomo João Alexio Scarpare Filho, da ESALQ. Segundo ele, a palavra jabuticaba é tupi e quer dizer “fruto em botão”.

A invenção é esta: vinho de jabuticaba. O nome não deixa de ser uma espécie de licença poética, já que só pode ser denominado vinho pra valer o que deriva das uvas. Mas, sim, existe um fermentado feito de jabuticaba que, aliás, já está sendo exportado.

“O concentrado da fruta passa um ano inteiro em barris de carvalho”, conta o farmacêutico-bioquímico Marcos Antônio Cândido, da Vinícola Jabuticabal, em Hidrolândia, Goiás.

A jabuticaba é a matéria-prima de delícias já conhecidas, como a geléia e o licor, e também de uma espécie de vinho. Quem provou a bebida garante: é uma delícia.
Em 100 gramas ou 1 copo:
Calorias 51
Vitamina C 12 mg
Niacina 2,50 mg
Ferro 1,90 mg
Fósforo 14 g
Tire proveito da jabuticaba
Atributos, para essa fruta tipicamente brasileira, são o que não faltam. Vitaminas, fibras e sais minerais aparecem nela ao montes.

Agora, para melhorar ainda mais esse perfil nutritivo, pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas descobriram que ela está cheia de antocianinas, substâncias que protegem o coração.

Mais uma razão para que a jabuticaba esteja sempre em seu cardápio.
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Colaboração:
Edna Sbrissa - São Paulo-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
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Vacina contra H1N1

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Vacina contra H1N1

Monja beneditina usa web para combater vacina contra H1N1
Teresa Forcades expressa preocupação com possibilidade de que a vacina compulsória seja compulsória
Reuters
MADRI - Uma monja beneditina espanhola, doutora em medicina, está liderando uma campanha contra a vacinação para a gripe suína, por meio de um vídeo distribuído via Internet que já foi assistido por milhares de pessoas.
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Vídeo: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,monja-beneditina-usa-web-para-combater-vacina-contra-h1n1,447926,0.htm
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Colaboração:
Axel Herbsthofer - Guaratinguetá-SP
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8 de out. de 2009

Namastê

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Namastê


A palavra Namastê é o cumprimento em sânscrito que literalmente significa “curvo-me perante a ti”.

É a forma mais digna de cumprimento de um ser humano para outro.

Expressa um grande sentimento de respeito.

Invoca a percepção de que todos nós compartilhamos da mesma essência, da mesma energia, do mesmo universo.

Namastê possui uma força pacificadora muito intensa.

Em síntese é: “Saúdo a você, de Coração”! E deve ser retribuído com o mesmo cumprimento.

O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você.

O Deus que há em mim saúda o Deus que há em você.

O Espírito em mim reconhece o mesmo Espírito em você.

A minha essência saúda a sua essência.

As pessoas que trocam indiferença, desconfiança ou ódio, são pessoas que esqueceram que Deus habita cada ser.

Conhecido pelos budistas como Anjali Mudra, consiste no simples ato de pressionar as palmas das mãos ante o coração e os dedos apontando para cima, no centro do peito.

Inclina-se levemente a cabeça , sem ser acompanhado de palavras.

Frequentemente fecha-se os olhos para então curvar-se a coluna, em sinal de respeito à divindade que preenche todos os espaços do universo.

A coluna retorna à posição ereta mais lentamente do que quando abaixou, também simbolizando respeito à outra pessoa.

Os cinco dedos da mão esquerda representam os cinco sentidos do coração, enquanto os dedos da mão direita representam os cinco orgãos da razão.

Significa, então, que mente e coração devem estar em harmonia, para que nosso pensar e agir estejam de acordo com a Verdade.

Também é um reconhecimento da dualidade que existe no mundo, simbolizando a união das polaridades, esquerda e direita, bem e mal, e sugere um esforço de nossa parte para manter essas duas forças unidas em equilíbrio.

Dez dedos unidos no Namastê.

O número dez é símbolo da perfeição, da unidade, do equilíbrio perfeito.
Os dez mandamentos,
As dez emanações da Árvore da Vida,
Os dez vértices da Estrela de Pitágoras,
A parábola dos dez talentos (Mt,25)

Toda a criatura é um reflexo dos dez Atributos Divinos:

Apego, Bondade, Conhecimento, Entendimento, Esplendor, Harmonia, Perseverança, Realeza, Sabedoria, Severidade.

Namastê traz o Sagrado para dentro de cada ser humano, afirmando que Deus não está no céu, num templo ou mesmo na natureza.

Deus está em tudo, em cada um de nós e qualquer dissociação da imagem do divino da nossa parte é inútil.

Ao fazer o Namastê afirmamos que todos somos filhos e partes do Sagrado, indissociáveis e iguais.
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Autoria: desconhecida.
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Colaboração:
Maria Christina Camargo Leal
Pindamonhangaba-SP
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Contágio

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Contágio


A felicidade e o bem-estar dos seus amigos, e dos amigos deles, podem ter influência direta no seu humor, nos seus hábitos e na sua qualidade de vida

por Giuliano Agmont (EDIÇÃO DE MAIO DA REVISTA 'SAÚDE É VITAL!)

Você já deve ter ouvido falar da teoria dos seis graus de separação. É aquela que nos coloca a uma distância de até meia dúzia de pessoas do resto do mundo. Pela hipótese, qualquer um é capaz de apertar as mãos, por exemplo, dos vencedores do Prêmio Nobel de Medicina 2008 — os franceses Françoise Barre-Sinoussi e Luc Montagnier, que descobriram o vírus causador da aids, o HIV — acionando apenas alguns poucos contatos. Entre os matemáticos, ainda restam cálculos que comprovem tal fenômeno, que eles chamam de pequenos mundos. Já no campo da cura e da prevenção de doenças, os pesquisadores somam cada vez mais evidências de que essa mesma rede de amizades funciona como um poderoso canal de contágio de bom humor, bem-estar e até felicidade.
O que pesquisas recentes mostram é que, assim como vírus e bactérias, a saúde também é transmissível — só que por meio dos laços afetivos criados entre nós. Na prática, quem se aproxima de gente que faz ginástica, por exemplo, tende a espantar o sedentarismo sem sofrimento. Aqueles que presenciam a decisão de um amigo de parar de fumar têm mais chances de largar o cigarro. E os que preferem conviver com pessoas alegres acabam tornando-se mais satisfeitos com a vida. De acordo com um estudo assinado pela Harvard Medical School, nos Estados Unidos, se um grande amigo seu ficar contente, a probabilidade de você começar a rir à toa só por conviver com ele é de 60%.

Como humores e hábitos se tornam contagiosos? Os mecanismos que permitem a propagação de algo que não cabe em um tubo de ensaio ainda pedem mais esclarecimentos. Os cientistas, porém, têm algumas pistas. “Os animais sociais, como é o caso do homem, nascem com a capacidade de imitar seus pares mesmo sem ter consciência disso. É o efeito camaleão” explica a neurocientista Eliane Volchan, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Fazendo isso, o indivíduo consegue incluir-se no grupo e obter a necessária proteção para sua sobrevivência.”

Seria como uma mímica involuntária ou instintiva, a mesma que nos rege toda vez que presenciamos um bocejo — quando nos damos conta, já estamos com o bocão aberto. Mas o trabalho do pessoal de Harvard vai ainda mais longe: sugere que a transmissão pode se dar entre desconhecidos, e a distância. De acordo com os pesquisadores, existem até três graus de contágio social. Ou seja, o amigo do vizinho de porta do seu melhor amigo tem influência sobre sua felicidade.

Outro aspecto que reforça a importância dos nossos relacionamentos é o papel das amizades na conquista da saúde. Um artigo do jornal americano The New York Times publicado em abril mostra que o amparo emocional do amigo é capaz de prolongar a vida, renovar a memória, combater o câncer, proteger o coração e até evitar a obesidade. A neurocientista Eliane Volchan complementa: “Temos evidências de que a amizade acelera o tempo de cicatrização de uma lesão e também ajuda a reduzir o estresse”.

Os especialistas apenas alertam: o círculo social é uma mão de duas vias. Do mesmo modo que conduz o vírus da felicidade, pode trazer influências não tão desejáveis, como a depressão, o mau humor, os vícios e por aí vai. Em outras palavras, o amigo do amigo do seu amigo pode ser um agente transmissor das doenças ditas não contagiosas. Isso significa que é importante estar atento a essas influências negativas.

A primeira coisa a fazer é entender que, embora estejamos falando de reações neurológicas espontâneas, podemos, sim, ter controle sobre elas e nos proteger. E não se trata aqui de se afastar de amigos que estejam acima do peso ou, então, em frangalhos emocionais. Afinal, a amizade está acima do estado de saúde das pessoas... “Mas também não precisamos ficar passivos diante de alguém que vive de cara fechada ou reclamando de tudo”, orienta o psicobiólogo José Roberto Leite, do Departamento de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. “É preciso uma atitude assertiva, isto é, deixar claro para o outro que o mau humor dele está fazendo mal também para você. Sem agressividade, mas com firmeza.”

De acordo com Leite, a ideia não é exigir do outro que mude sua atitude. Principalmente quando o assunto for cigarro ou maus hábitos alimentares. “É preciso apenas ser coerente com você mesmo e sua saúde. Muita gente, querendo agradar, é condescendente com comportamentos alheios e acaba se prejudicando”, constata Leite, que cita o caso do amigo depressivo. “Por mais que você goste dele, não dá para ficar refém de suas amarguras e ser submetido a elas a toda hora. É importante dar apoio, mas em algum momento tem de haver um basta, para que ele deixe de se escorar em você e vá se ajudar.”

A psiquiatra Alexandrina Meleiro, que trabalha noInstituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, confirma que a depressão é contagiante. E chama a atenção para outra questão relevante: existem pessoas mais ou menos vulneráveis a influências. “A maturidade emocional é decisiva nessa hora. Pessoas que têm muita dificuldade para lidar com dores e frustrações são mais suscetíveis”, avalia. “Um bom exemplo é o de uma crise: diante dela, há os que se queixam, os que esperam que os outros a resolvam e os que tomam atitudes para enfrentá-la. Os mais maduros são os que se ajustam às dificuldades.”

Outra maneira de se livrar de algumas roubadas, dizem os especialistas, é escolher os amigos com cautela. Eles recomendam ficar o máximo de tempo possível com aqueles que se mostram sempre dispostos e sorridentes. Sugerem ainda que se busquem companhias com interesses comuns e saudáveis, como correr ou cozinhar pratos balanceados. Ou seja, algo que pode ser socializado. Diante de pessoas com estado emocional ou comportamentos dos quais a gente quer distância, a orientação é esquivar-se da natural inclinação que temos para imitar expressões faciais e posturas. “Enfim, temos de procurar nos blindar sempre, sabendo o que queremos e o que não queremos para a nossa vida. Afinal, a influência social nos acomete o tempo todo”, aconselha Alexandrina Meleiro.
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Colaboração:
Daniela Marchi - Araçatuba-SP
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Publicado em:
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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USP

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7 de out. de 2009

Douglas Camargo Leal

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Douglas Camargo Leal

Tecnologia da informação

Experiência Adquirida em 22 anos na área de Tecnologia da Informação:
• Conhecimento de negócios;
• Coordenação de equipes;
• Criação de planos táticos na área de TI alinhados com a estratégia de negócios da empresa;
• Desenho de interfaces de aplicativos web e mobile com foco na experiência do usuário;
• Didática para criar documentações e ministrar treinamentos e palestras;
• Elaboração de propostas comerciais;
• Gerenciamento de orçamentos;
• Implementação de metodologias e boas práticas;
• Pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e serviços;
• Planejamento e execução de atividades;
• Programação e análise de sistemas;
• Respeitar limites (seres humanos não são máquinas); > Fazer diferente, ousar!

Experiência:
• Jun 2008-Jun 2009 Diretor de tecnologia at Livetouch
• Jan 2006-Mai 2008 Sócio-diretor at Kammary
• Abr 2001-Abr 2004 Diretor de tecnologia at Synex Technologies
• Abr 1997-Mar 2001 Gerente de qualidade de software at BBA Mind (grupo UniOne)
• Fev 1995-Mar 1997 Consultor técnico at Baan
• Jul 1993-Jan 1995 Programador Sênior at Origin
• Abr 1992-Jun 1993 Programador Pleno at HQS

Mais informações:
http://www.linkedin.com/in/douglascamargoleal
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Publicado em: Sinapseslinks
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6 de out. de 2009

Aquarela das Idades

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Aquarela das idades

Envelhecer é o único meio de viver muito tempo.

A idade madura é aquela na qual ainda se é jovem, porém com muito mais esforço.

O que mais me atormenta em relação às tolices de minha juventude, não é havê-las cometido... é sim não poder voltar a cometê-las.

Envelhecer é passar da paixão para a compaixão.

Muitas pessoas não chegam nos oitenta porque perdem muito tempo tentando ficar nos quarenta.

Aos vinte anos reina o desejo, aos trinta reina a razão, aos quarenta o juízo.

O que não é belo aos vinte, forte aos trinta, rico aos quarenta, nem sábio aos cinqüenta, nunca será nem belo, nem forte, nem rico, nem sábio…

Quando se passa dos sessenta são poucas as coisas que nos parecem absurdas.


Os jovens pensam que os velhos são bobos; os velhos sabem que os jovens o são.

A maturidade do homem é voltar a encontrar a serenidade como aquela que se usufruía quando se era menino.

Nada passa mais depressa que os anos.

Quando era jovem dizia: “verás quando tiver cinqüenta anos”. Tenho cinqüenta anos e não estou vendo nada.

Nos olhos dos jovens arde a chama, nos olhos dos velhos brilha a luz.

A iniciativa da juventude vale tanto quanto a experiência dos velhos.

Sempre há um menino em todos os homens.

A cada idade lhe cai bem uma conduta diferente.

Os jovens andam em grupo, os adultos em pares e os velhos andam sós.

Feliz é quem foi jovem em sua juventude e feliz é quem foi sábio em sua velhice.

Todos desejamos chegar à velhice e todos negamos que tenhamos chegado.

NÃO ENTENDO ISSO DOS ANOS: QUE, TODAVIA, É BOM VIVE-LOS, NÃO TÊ-LOS…
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Colaboração:
Erda Nemitz - São Paulo-SP
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5 de out. de 2009

Paz!

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Paz!

Amigo visitante deste blog, muito obrigado por sua presença.

Nesta imagem observe quantas mensagens nos são passadas... inúmeras!
A cooperação;
A determinação;
O respeito;
O envolvimento;
O "é possível";
O intrínseco "vamos caprichar";
O amor ao próximo...
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Seja seu Dia Concedido: Feliz!
Fraternalmente,
Leal
sinapseslinks@gmail.com
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Colaboração: Ricardo Leão
São Paulo-SP
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4 de out. de 2009

Suicídio

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Ela quer decidir quando vai morrer

Portadora de esclerose múltipla há 15 anos, Debbie Purdy, 46, levou a Justiça britânica a emitir novas diretrizes sobre suicídio assistido

LUCIANA COELHO
DE GENEBRA

A morte é o desfecho que Debbie Purdy e Omar Puente escolheram para seu romance. Na semana passada, eles ganharam uma inédita salvaguarda da Justiça britânica. E festejaram um final feliz para uma história que começou há 15 anos -dois meses antes de ela descobrir que era portadora de esclerose múltipla.

Por causa de Purdy, a Procuradoria da Coroa Britânica emitiu diretrizes para o suicídio assistido, prática que continua sendo proibida na Inglaterra e no País de Gales (a Escócia tem sistema distinto), mas que agora poderá ser tolerada em determinadas situações.

A decisão foi considerada um avanço crucial por organizações que defendem a causa, e os grupos contrários -após longa campanha para barrar o pedido da relações-públicas de 46 anos pelas diretrizes- limitaram-se a dizer que não se trata de legalizar a eutanásia.

Para Purdy e Puente, no entanto, o comunicado da Procuradoria foi uma libertação. "Agora que tenho clareza sobre isso, nós podemos pensar em outras coisas. Não precisamos mais pensar em morte. Podemos pensar em viver", disse ela à Folha, por telefone, de Bradford.

Como ela, vários outros britânicos brigam pelo direito de escolher quando morrer. Como sabem que serão fisicamente incapazes de levar o suicídio a cabo, precisam da ajuda de alguém sob pena de uma tentativa frustrada ter resultados ainda mais degradantes.

Só no site da Dignity in Dying (dignidade ao morrer), uma ONG que faz lobby pela legalização do suicídio assistido e dá aconselhamento jurídico, médico e psicológico a quem quer morrer antes de definhar, há 35 histórias como a de Purdy. Hoje, 117 pessoas no Reino Unido respondem a processos por terem ajudado alguém a morrer, ainda que pela vontade da "vítima". A pena prevista é de 14 anos de prisão.

Compaixão
Entre as principais condições citadas como "improváveis de resultarem em processo", está ajudar um ente querido "com doença terminal, problema físico grave ou incurável ou uma condição degenerativa irreversível" a se matar.

Outra é que a pessoa que auxilie no suicídio seja um "cônjuge, parceiro, parente ou amigo próximo" e que esteja "movida pela compaixão". O suicida deve ser maior de idade e ter manifestado em lucidez o desejo de se matar quando sua situação se debilitasse demais.

Entre as circunstâncias que a Procuradoria diz que provavelmente resultarão em condenação estão prestar assistência a uma pessoa menor de 18 anos ou que não tenha manifestado vontade clara de morrer, ou lucrar com o suposto suicídio.

Mas a decisão, afirmou em comunicado o diretor da Procuradoria, Keir Starmer, será tomada caso a caso. "Avaliar o interesse público não é uma questão de somar fatores de um lado e fatores de outro e ver qual lado pesa mais na balança." E completou: "Essa política, de forma nenhuma, permite a eutanásia. Tirar a vida de outra pessoa é um crime grave".

Mas, para Sarah Wootton, diretora da Dignity in Dying, mesmo sem mudar a lei as diretrizes são "um avanço" ao esclarecer como ela pode ser interpretada. "Elas fazem distinção entre quem age por compaixão e quem tem intenção maliciosa", disse à Folha.

Hoje, é comum que ingleses que desejam se suicidar viajem à Suíça em busca de serviços de assistência -a prática é legal no país, assim como na Holanda, na Bélgica e em alguns Estados americanos. Mas, quando a pessoa que ajuda um paciente retorna, é processada.

Wootton acha que a lei ainda precisa mudar para que as pessoas sintam-se menos pressionadas e possam tomar sua decisão de forma mais pensada. Outro ponto importante, diz, é que o paciente não precise deixar o país nem tente se matar sozinho, arriscando-se. "É difícil cometer suicídio, nem sempre funciona."
Ela cita como modelo ideal a lei de Oregon (EUA), onde é necessário vontade manifesta, diferentes pareceres médicos e receita para obter a droga necessária ao processo.

Mas o tabu em relação ao suicídio assistido no Reino Unido é proeminente. Em junho, líderes religiosos publicaram uma carta dizendo que as diretrizes poderiam pôr em risco "pessoas vulneráveis, sobretudo aquelas ansiosas quanto ao fardo que sua doença pode se tornar para os demais" e que essa questão não deveria ser mudada sem debate.

A Procuradoria abriu as diretrizes a três meses de discussão pública. Uma política oficial definitiva será publicada no segundo trimestre de 2010.
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Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd0410200901.htm
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Publicado em: SinapsesLinks
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Nas Luzes do Canjerê

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Jesus

Dia das Mães 10maio2026

  ♦♦ Dia das Mães ♦ ♦ ❖ Leal❖ 10mai2026 Domingo ❖ Encarnado há 31.339 dias.  ❖ Encarnado Aprendiz ♦ Gratidão Deus Pai!  ♦ Gratidão Amado Jes...