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Mágoa
Síndrome alarmante, de desequilibro, a presença da mágoa faculta a fixação de graves enfermidades físicas e psíquicas no organismo de quem a agasalha.
A mágoa pode ser comparada à ferrugem perniciosa que destrói o metal em que se origina.
Normalmente se instala nos redutos do amor-próprio ferido e paulatinamente se desdobra em seguro processo enfermiço, que termina por vitimar o hospedeiro.
De fácil combate, no início, pode ser expulsa mediante a oração singela e nobre, possuindo, todavia, o recurso de, em habitando os tecidos delicados do sentimento, desdobrar-se em modalidades várias, para sorrateiramente apossar-se de todos os departamentos da emotividade, engedrando cânceres morais irreversíveis. Ao seu lado, instala-se, quase sempre, a aversão, que estimulam o ódio, etapa grave do processo destrutivo.
A mágoa, não obstante desgovernar aquele que a vitaliza, emite verdadeiros dardos morbíficos que atingem outras vítimas incautas, aquelas que se fizeram as causadoras conscientes ou não do seu nascimento.
Borra sórdida, entorpece os canais por onde transita a esperança, impedindo-lhe o ministério consolador.
Hábil, disfarça-se, utilizando-se de argumentos bem urdidos para negar-se ao perdão ou fugir ao dever do esquecimento. Muitas distonias orgânicas são o resultado do veneno da mágoa, que, gerando altas cargas tóxicas sobre a maquinaria mental, produz desequilíbrio no mecanismo psíquico com lamentáveis consequências nos aparelhos circulatório, digestivo, nervoso...
O homem é, sem dúvida, o que vitaliza pelo pensamento. Sua idéias, suas aspirações constituem o campo vibratório no qual transita e em cujas fontes se nutre.
Estiolando os ideais e espalhando infundadas suspeitas, a mágoa consegue isolar o ressentido, impossibilitando a cooperação dos socorros externos, procedentes de outras pessoas.
Caça implacavelmente esses agentes inferiores, que conspiram contra a tua paz. O teu ofensor merece tua compaixão, nunca o teu revide.
Aquele que te persegue sofre desequilibros que ignoras e não é justo que te afundes, com ele, no fosso da sua animosidade.
Seja qual for a dificuldade que te impulsione à mágoa, reage, mediante a renovação de propósitos, não valorizando ofensas nem considerando ofensores.
Através do cultivo de pensamentos salutares, pairarás acima das viciações mentais que agasalham esses miasmas mortíferos que, infelizmente, se alastram pela Terra de hoje, pestilenciais, danosos, aniquiladores.
Incontáveis problemas que culminam em tragédias quotidianas são decorrência da mágoa, que virulenta se firmou, gerando o nefando comércio do sofrimento desnecessário.
Se já registras a modulação da fé raciocinada nos programas da renovação interior, apura aspirações e não te aflijas. Instado às paisagens inferiores, ascende na direção do bem. Malsinado pela incompreensão, desculpa. Ferido nos melhores brios, perdoa.
Se meditares na transitoriedade do mal e na perenidade do bem, não terás outra opção, além daquela: amar e amar sempre, impedindo que a mágoa estabeleça nas fronteiras da tua vida as balizas da sua província infeliz.
"Quando estiveres orando, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, para que vosso Pai que está nos Céus, vos perdoe as vossas ofensas". - Marcos: 11-25.
"Não sou feliz! A felicidade não foi feita para mim! exclama geralmente o homem em todas as posições sociais. Isto, meus caros filhos, prova melhor do que todos os raciocínios possíveis, a verdade desta máxima do Eclesiastes: "A felicidade não é deste mundo". - ESE Cap.V - Item 20.
Autora, espírito: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Florações Evangélicas
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Transcrito do blog: AtrioMental
http://atriomental.blogspot.com/
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7 de jan. de 2011
29 de out. de 2010
Crianças Índigo
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Crianças Índigo
Entrevista de Divaldo Pereira Franco ao Programa Televisivo O Espiritismo Responde, da União Regional Espírita – 7ª Região, Maringá, em 21.03.2007.
Espiritismo Responde – Um de seus mais recentes livros publicados tem por título “A Nova Geração: A visão Espírita sobre as crianças índigo e cristal”. Quem são as crianças índigo e cristal?
Divaldo – Desde os anos 70, aproximadamente, psicólogos, psicoterapeutas e pedagogos começaram a notar a presença de uma geração estranha, muito peculiar.
Tratava-se de crianças rebeldes, hiperativas que foram imediatamente catalogadas como crianças patologicamente necessitadas de apoio médico. Mais tarde, com as observações de outros psicólogos chegou-se à conclusão de que se trata de uma nova geração. Uma geração espiritual e especial, para este momento de grande transição de mundo de provas e de expiações que irá alcançar o nível de mundo de regeneração.
As crianças índigo são assim chamadas porque possuem uma aura na tonalidade azul, aquela tonalidade índigo dos blue jeans (Dra. Nancy Ann Tape).
O índigo é uma planta da Índia (indigofera tinctoria), da qual se extrai essa coloração que se aplicava em calças e hoje nas roupas em geral. Essas crianças índigo sempre apresentam um comportamento sui generis.
Desde cedo demonstram estar conscientes de que pertencem a uma geração especial. São crianças portadoras de alto nível de inteligência, e que, posteriormente, foram classificadas em quatro grupos: artistas, humanistas, conceituais e interdimensionais ou transdimensionais.
As crianças cristal são aquelas que apresentam uma aura alvinitente, razão pela qual passaram a ser denominadas dessa maneira.
A partir dos anos 80, ei-las reencarnando-se em massa, o que tem exigido uma necessária mudança de padrões metodológicos na pedagogia, uma nova psicoterapia a fim de serem atendidas, desde que serão as continuadoras do desenvolvimento intelecto-moral da Humanidade.
ER – Essas crianças não poderiam ser confundidas com as portadoras de transtornos da personalidade, de comportamento, distúrbios da atenção? Como identificá-las com segurança?
Divaldo – Essa é uma grande dificuldade que os psicólogos têm experimentado, porque normalmente existem as crianças que são portadoras de transtornos da personalidade (DDA) e aquelas que, além dos transtornos da aprendizagem, são também hiperativas (DTAH), mas os estudiosos classificaram em 10 itens as características de uma criança índigo, assim como de uma criança cristal.
A criança índigo tem absoluta consciência daquilo que está fazendo, é rebelde por temperamento, não fica em fila, não é capaz de permanecer sentada durante um determinado período, não teme ameaças…
Não é possível com essas crianças fazermos certos tipos de chantagem. É necessário dialogar, falar com naturalidade, conviver e amá-las.
Para tanto, os especialistas elegem como métodos educacionais algumas das propostas da doutora Maria Montessori, que criou, em Roma, no ano de 1907, a sua célebre Casa dei Bambini, assim como as notáveis contribuições pedagógicas do Dr. Rudolf Steiner. Steiner é o criador da antroposofia. Ele apresentou, em Stuttgart, na Alemanha, os seus métodos pedagógicos, a partir de 1919, que foram chamados Waldorf.
A partir daquela época, os métodos Waldorf começaram a ser aplicados em diversos países. Em que consistem? Amor à criança. A criança não é um adulto em miniatura. É um ser que está sendo formado, que merece o nosso melhor carinho. A criança não é objeto de exibição, e deve ser tratada como criança. Sem pieguismo, mas também sem exigências acima do seu nível intelectual.
Então, essas crianças esperam encontrar uma visão diferenciada, porque, ao serem matriculadas em escolas convencionais, tornam-se quase insuportáveis. São tidas como DDA ou DTAH. São as crianças com déficit de atenção e hiperativas. Nesse caso, os médicos vêm recomendando, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, a Ritalina, uma droga profundamente perturbadora. É chamada a droga da obediência.
A criança fica acessível, sim, mas ela perde a espontaneidade. O seu cérebro carregado da substância química, quando essa criança atinge a adolescência, certamente irá ter necessidade de outro tipo de droga, derrapando na drogadição.
Daí é necessário muito cuidado.
Os pais, em casa (como normalmente os pais quase nunca estão em casa e suas crianças são cuidadas por pessoas remuneradas que lhes dão informações, nem sempre corretas) deverão observar a conduta dos filhos, evitar punições quando errem, ao mesmo tempo colocando limites. Qualquer tipo de agressividade torna-as rebeldes, o que pode levar algumas a se tornar criminosos seriais. Os estudos generalizados demonstram que algumas delas têm pendores artísticos especiais, enquanto outras são portadoras de grandes sentimentos humanistas, outras mais são emocionais e outras ainda são portadoras de natureza transcendental.
Aquelas transcendentais, provavelmente serão os grandes e nobres governantes da Humanidade no futuro.
As artísticas vêm trazer uma visão diferenciada a respeito do Mundo, da arte, da beleza. Qualquer tipo de punição provoca-lhes ressentimento, amargura que podem levar à violência, à perversidade.
ER – Você se referiu às características mentais, emocionais dessas crianças. Elas têm alguma característica física própria? Você tem informação se o DNA delas é diferente?
Divaldo – Ainda não se tem, que eu saiba, uma especificação sobre ela, no que diz respeito ao DNA, mas acredita-se que, através de gerações sucessivas, haverá uma mudança profunda nos genes, a fim de poderem ampliar o neocórtex, oferecendo-lhe mais amplas e mais complexas faculdades. Tratando-se de Espíritos de uma outra dimensão, é como se ficassem enjauladas na nossa aparelhagem cerebral, não encontrando correspondentes próprios para expressar-se. Através das gerações sucessivas, o perispírito irá modelar-lhes o cérebro, tornando-o ainda mais privilegiado.
Como o nosso cérebro de hoje é um edifício de três andares, desde a parte réptil, à mamífera e ao neocórtex que é a área superior, as emoções dessas crianças irão criar uma parte mais nobre, acredito, para propiciar-lhes a capacidade de comunicar-se psiquicamente, vivenciando a intuição.
Características físicas existem, sim, algumas. Os estudiosos especializados na área, dizem que as crianças cristal têm os olhos maiores, possuem a capacidade para observar o mundo com profundidade, dirigindo-se às pessoas com certa altivez e até com certo atrevimento… Têm dificuldade em falar com rapidez, demorando-se para consegui-lo a partir dos 3 ou dos 4 anos. Entendemos a ocorrência, considerando-se que, vindo de uma dimensão em que a verbalização é diferente, primeiro têm que ouvir muito para criar o vocabulário e poderem comunicar-se conosco. Então, são essas observações iniciais que estão sendo debatidas pelos pedagogos.
ER – Com que objetivo estão reencarnando na Terra?
Divaldo – Allan Kardec, com a sabedoria que lhe era peculiar, no último capítulo do livro A Gênese, refere-se à nova geração que viria de uma outra dimensão. Da mesma forma que no tempo do Pithecanthropus erectus vieram os denominados Exilados de Capela ou de onde quer que seja, porque há muita resistência de alguns estudiosos a respeito dessa tese, a verdade é que vieram muitos Espíritos de uma outra dimensão. Foram eles que produziram a grande transição, denominada por Darwin como o Elo Perdido, porque aqueles Espíritos que vieram de uma dimensão superior traziam o perispírito já formado e plasmaram, nas gerações imediatas, o nosso biótipo, o corpo, conforme o conhecemos.
Logo depois, cumprida a tarefa na Terra, retornaram aos seus lares, como diz a Bíblia, ao referir-se ao anjo que se rebelara contra Deus – Lúcifer.
Na atualidade, esses lucíferes voltaram. Somente que, neste outro grande momento, estão vindo de Alcione, uma estrela de 3ª. grandeza do grupo das plêiades, constituídas por sete estrelas, conhecidas pelos gregos, pelos chineses antigos e que fazem parte da Constelação de Touro.
Esses Espíritos vêm agora em uma missão muito diferente dos capelinos.
É claro que nem todos serão bons. Todos os índigos apresentarão altos níveis intelectuais, mas os cristais serão, ao mesmo tempo, intelectualizados e moralmente elevados.
ER – Já que eles estão chegando há cerca de 20, 30 anos, nós temos aí uma juventude que já está fazendo diferença no Mundo?
Divaldo – Acredito que sim. Podemos observar, por exemplo, e a imprensa está mostrando, nesse momento, gênios precoces, como o jovem americano Jay Greenberg considerado como o novo Mozart. Ele começou a compor aos quatro anos de idade. Aos seis anos, compôs a sua sinfonia. Já compôs cinco. Recentemente, foi acompanhar a gravação de uma das suas sinfonias pela Orquestra Sinfônica de Londres para observar se não adulteravam qualquer coisa.
O que é fascinante neste jovem, é que ele não compõe apenas a partitura central, mas todos os instrumentos, e quando lhe perguntam como é possível, ele responde: “Eu não faço nenhum esforço, está tudo na minha mente”.
Durante as aulas de matemática, ele compõe música. A matemática não lhe interessa e nem uma outra doutrina qualquer. É mais curioso ainda, quando afirma que o seu cérebro possui três canais de músicas diferentes. Ele ouve simultaneamente todas, sem nenhuma perturbação. Concluo que não é da nossa geração, mas que veio de outra dimensão.
Não somente ele, mas muitos outros, que têm chamado a atenção dos estudiosos. No México, um menino de seis anos dá aulas a professores de Medicina e assim por diante… Fora aqueles que estão perdidos no anonimato.
ER – O que você diria aos pais que se encontram diante de filhos que apresentam essas características?
Divaldo – Os técnicos dizem que é uma grande honra tê-los e um grande desafio, porque são crianças difíceis no tratamento diário. São afetuosas, mas tecnicamente rebeldes. Serão conquistadas pela ternura. São crianças um pouco destrutivas, mas não por perversidade, e sim por curiosidade.
Como vêm de uma dimensão onde os objetos não são familiares, quando vêem alguma coisa diferente, algum objeto, arrebentam-no para poder olhar-lhes a estrutura.
São crianças que devemos educar apelando para a lógica, o bom tom.
A criança deve ser orientada, esclarecida, repetidas vezes.
Voltarmos aos dias da educação doméstica, quando nossas mães nos colocavam no colo, falavam conosco, ensinavam-nos a orar, orientavam-nos nas boas maneiras, nas técnicas de uma vida saudável, nos falavam de ternura e nos tornavam o coração muito doce, são os métodos para tratar as modernas crianças, todas elas, índigo, cristal ou não.
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Fonte:
http://migre.me/1QI1S
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Publicado em: SinapsesLinks
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Crianças Índigo
Entrevista de Divaldo Pereira Franco ao Programa Televisivo O Espiritismo Responde, da União Regional Espírita – 7ª Região, Maringá, em 21.03.2007.
Espiritismo Responde – Um de seus mais recentes livros publicados tem por título “A Nova Geração: A visão Espírita sobre as crianças índigo e cristal”. Quem são as crianças índigo e cristal?
Divaldo – Desde os anos 70, aproximadamente, psicólogos, psicoterapeutas e pedagogos começaram a notar a presença de uma geração estranha, muito peculiar.
Tratava-se de crianças rebeldes, hiperativas que foram imediatamente catalogadas como crianças patologicamente necessitadas de apoio médico. Mais tarde, com as observações de outros psicólogos chegou-se à conclusão de que se trata de uma nova geração. Uma geração espiritual e especial, para este momento de grande transição de mundo de provas e de expiações que irá alcançar o nível de mundo de regeneração.
As crianças índigo são assim chamadas porque possuem uma aura na tonalidade azul, aquela tonalidade índigo dos blue jeans (Dra. Nancy Ann Tape).
O índigo é uma planta da Índia (indigofera tinctoria), da qual se extrai essa coloração que se aplicava em calças e hoje nas roupas em geral. Essas crianças índigo sempre apresentam um comportamento sui generis.
Desde cedo demonstram estar conscientes de que pertencem a uma geração especial. São crianças portadoras de alto nível de inteligência, e que, posteriormente, foram classificadas em quatro grupos: artistas, humanistas, conceituais e interdimensionais ou transdimensionais.
As crianças cristal são aquelas que apresentam uma aura alvinitente, razão pela qual passaram a ser denominadas dessa maneira.
A partir dos anos 80, ei-las reencarnando-se em massa, o que tem exigido uma necessária mudança de padrões metodológicos na pedagogia, uma nova psicoterapia a fim de serem atendidas, desde que serão as continuadoras do desenvolvimento intelecto-moral da Humanidade.
ER – Essas crianças não poderiam ser confundidas com as portadoras de transtornos da personalidade, de comportamento, distúrbios da atenção? Como identificá-las com segurança?
Divaldo – Essa é uma grande dificuldade que os psicólogos têm experimentado, porque normalmente existem as crianças que são portadoras de transtornos da personalidade (DDA) e aquelas que, além dos transtornos da aprendizagem, são também hiperativas (DTAH), mas os estudiosos classificaram em 10 itens as características de uma criança índigo, assim como de uma criança cristal.
A criança índigo tem absoluta consciência daquilo que está fazendo, é rebelde por temperamento, não fica em fila, não é capaz de permanecer sentada durante um determinado período, não teme ameaças…
Não é possível com essas crianças fazermos certos tipos de chantagem. É necessário dialogar, falar com naturalidade, conviver e amá-las.
Para tanto, os especialistas elegem como métodos educacionais algumas das propostas da doutora Maria Montessori, que criou, em Roma, no ano de 1907, a sua célebre Casa dei Bambini, assim como as notáveis contribuições pedagógicas do Dr. Rudolf Steiner. Steiner é o criador da antroposofia. Ele apresentou, em Stuttgart, na Alemanha, os seus métodos pedagógicos, a partir de 1919, que foram chamados Waldorf.
A partir daquela época, os métodos Waldorf começaram a ser aplicados em diversos países. Em que consistem? Amor à criança. A criança não é um adulto em miniatura. É um ser que está sendo formado, que merece o nosso melhor carinho. A criança não é objeto de exibição, e deve ser tratada como criança. Sem pieguismo, mas também sem exigências acima do seu nível intelectual.
Então, essas crianças esperam encontrar uma visão diferenciada, porque, ao serem matriculadas em escolas convencionais, tornam-se quase insuportáveis. São tidas como DDA ou DTAH. São as crianças com déficit de atenção e hiperativas. Nesse caso, os médicos vêm recomendando, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, a Ritalina, uma droga profundamente perturbadora. É chamada a droga da obediência.
A criança fica acessível, sim, mas ela perde a espontaneidade. O seu cérebro carregado da substância química, quando essa criança atinge a adolescência, certamente irá ter necessidade de outro tipo de droga, derrapando na drogadição.
Daí é necessário muito cuidado.
Os pais, em casa (como normalmente os pais quase nunca estão em casa e suas crianças são cuidadas por pessoas remuneradas que lhes dão informações, nem sempre corretas) deverão observar a conduta dos filhos, evitar punições quando errem, ao mesmo tempo colocando limites. Qualquer tipo de agressividade torna-as rebeldes, o que pode levar algumas a se tornar criminosos seriais. Os estudos generalizados demonstram que algumas delas têm pendores artísticos especiais, enquanto outras são portadoras de grandes sentimentos humanistas, outras mais são emocionais e outras ainda são portadoras de natureza transcendental.
Aquelas transcendentais, provavelmente serão os grandes e nobres governantes da Humanidade no futuro.
As artísticas vêm trazer uma visão diferenciada a respeito do Mundo, da arte, da beleza. Qualquer tipo de punição provoca-lhes ressentimento, amargura que podem levar à violência, à perversidade.
ER – Você se referiu às características mentais, emocionais dessas crianças. Elas têm alguma característica física própria? Você tem informação se o DNA delas é diferente?
Divaldo – Ainda não se tem, que eu saiba, uma especificação sobre ela, no que diz respeito ao DNA, mas acredita-se que, através de gerações sucessivas, haverá uma mudança profunda nos genes, a fim de poderem ampliar o neocórtex, oferecendo-lhe mais amplas e mais complexas faculdades. Tratando-se de Espíritos de uma outra dimensão, é como se ficassem enjauladas na nossa aparelhagem cerebral, não encontrando correspondentes próprios para expressar-se. Através das gerações sucessivas, o perispírito irá modelar-lhes o cérebro, tornando-o ainda mais privilegiado.
Como o nosso cérebro de hoje é um edifício de três andares, desde a parte réptil, à mamífera e ao neocórtex que é a área superior, as emoções dessas crianças irão criar uma parte mais nobre, acredito, para propiciar-lhes a capacidade de comunicar-se psiquicamente, vivenciando a intuição.
Características físicas existem, sim, algumas. Os estudiosos especializados na área, dizem que as crianças cristal têm os olhos maiores, possuem a capacidade para observar o mundo com profundidade, dirigindo-se às pessoas com certa altivez e até com certo atrevimento… Têm dificuldade em falar com rapidez, demorando-se para consegui-lo a partir dos 3 ou dos 4 anos. Entendemos a ocorrência, considerando-se que, vindo de uma dimensão em que a verbalização é diferente, primeiro têm que ouvir muito para criar o vocabulário e poderem comunicar-se conosco. Então, são essas observações iniciais que estão sendo debatidas pelos pedagogos.
ER – Com que objetivo estão reencarnando na Terra?
Divaldo – Allan Kardec, com a sabedoria que lhe era peculiar, no último capítulo do livro A Gênese, refere-se à nova geração que viria de uma outra dimensão. Da mesma forma que no tempo do Pithecanthropus erectus vieram os denominados Exilados de Capela ou de onde quer que seja, porque há muita resistência de alguns estudiosos a respeito dessa tese, a verdade é que vieram muitos Espíritos de uma outra dimensão. Foram eles que produziram a grande transição, denominada por Darwin como o Elo Perdido, porque aqueles Espíritos que vieram de uma dimensão superior traziam o perispírito já formado e plasmaram, nas gerações imediatas, o nosso biótipo, o corpo, conforme o conhecemos.
Logo depois, cumprida a tarefa na Terra, retornaram aos seus lares, como diz a Bíblia, ao referir-se ao anjo que se rebelara contra Deus – Lúcifer.
Na atualidade, esses lucíferes voltaram. Somente que, neste outro grande momento, estão vindo de Alcione, uma estrela de 3ª. grandeza do grupo das plêiades, constituídas por sete estrelas, conhecidas pelos gregos, pelos chineses antigos e que fazem parte da Constelação de Touro.
Esses Espíritos vêm agora em uma missão muito diferente dos capelinos.
É claro que nem todos serão bons. Todos os índigos apresentarão altos níveis intelectuais, mas os cristais serão, ao mesmo tempo, intelectualizados e moralmente elevados.
ER – Já que eles estão chegando há cerca de 20, 30 anos, nós temos aí uma juventude que já está fazendo diferença no Mundo?
Divaldo – Acredito que sim. Podemos observar, por exemplo, e a imprensa está mostrando, nesse momento, gênios precoces, como o jovem americano Jay Greenberg considerado como o novo Mozart. Ele começou a compor aos quatro anos de idade. Aos seis anos, compôs a sua sinfonia. Já compôs cinco. Recentemente, foi acompanhar a gravação de uma das suas sinfonias pela Orquestra Sinfônica de Londres para observar se não adulteravam qualquer coisa.
O que é fascinante neste jovem, é que ele não compõe apenas a partitura central, mas todos os instrumentos, e quando lhe perguntam como é possível, ele responde: “Eu não faço nenhum esforço, está tudo na minha mente”.
Durante as aulas de matemática, ele compõe música. A matemática não lhe interessa e nem uma outra doutrina qualquer. É mais curioso ainda, quando afirma que o seu cérebro possui três canais de músicas diferentes. Ele ouve simultaneamente todas, sem nenhuma perturbação. Concluo que não é da nossa geração, mas que veio de outra dimensão.
Não somente ele, mas muitos outros, que têm chamado a atenção dos estudiosos. No México, um menino de seis anos dá aulas a professores de Medicina e assim por diante… Fora aqueles que estão perdidos no anonimato.
ER – O que você diria aos pais que se encontram diante de filhos que apresentam essas características?
Divaldo – Os técnicos dizem que é uma grande honra tê-los e um grande desafio, porque são crianças difíceis no tratamento diário. São afetuosas, mas tecnicamente rebeldes. Serão conquistadas pela ternura. São crianças um pouco destrutivas, mas não por perversidade, e sim por curiosidade.
Como vêm de uma dimensão onde os objetos não são familiares, quando vêem alguma coisa diferente, algum objeto, arrebentam-no para poder olhar-lhes a estrutura.
São crianças que devemos educar apelando para a lógica, o bom tom.
A criança deve ser orientada, esclarecida, repetidas vezes.
Voltarmos aos dias da educação doméstica, quando nossas mães nos colocavam no colo, falavam conosco, ensinavam-nos a orar, orientavam-nos nas boas maneiras, nas técnicas de uma vida saudável, nos falavam de ternura e nos tornavam o coração muito doce, são os métodos para tratar as modernas crianças, todas elas, índigo, cristal ou não.
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Fonte:
http://migre.me/1QI1S
*
Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
*
27 de out. de 2010
Sexo Explícito
*
De: Paulo Rezzutti
Sr. Leal,
Como está? Espero que bem!
Neste final de semana encontrei no YouTube um seminário do médiun Divaldo Pereira Franco sobre Sexo e Obsessão. Ele está dividido em quatro partes, seguindo-se em ordem abaixo. Não sei se o senhor já ouviu, mas creia-me, foram as quatro horas mais bem empregadas da minha vida atualmente aprendendo tanta coisa.
Esse material com que trabalhei me fez querer saber mais a respeito do sexo e da doutrina espiritual e ai acabei achando essa palestra do Divaldo. Se ainda não tem esses links no Sinapseslinks, ai estão para o senhor colocá-los!
Um abraço,
Paulo
(Nota do Leal: Cada uma das partes tem uma hora de duração. Só áudio)
Parte 1
http://migre.me/1NAWy
Parte 2
http://migre.me/1NAYk
Parte 3
http://migre.me/1NB0q
Parte 4
http://migre.me/1NB2B
*
De: Paulo Rezzutti
Sr. Leal,
Como está? Espero que bem!
Neste final de semana encontrei no YouTube um seminário do médiun Divaldo Pereira Franco sobre Sexo e Obsessão. Ele está dividido em quatro partes, seguindo-se em ordem abaixo. Não sei se o senhor já ouviu, mas creia-me, foram as quatro horas mais bem empregadas da minha vida atualmente aprendendo tanta coisa.
Esse material com que trabalhei me fez querer saber mais a respeito do sexo e da doutrina espiritual e ai acabei achando essa palestra do Divaldo. Se ainda não tem esses links no Sinapseslinks, ai estão para o senhor colocá-los!
Um abraço,
Paulo
(Nota do Leal: Cada uma das partes tem uma hora de duração. Só áudio)
Parte 1
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*
18 de set. de 2010
Pense!
*

Pense!
Ninguém poderá carregar o fardo de suas dores.
Eduque-se com o sofrimento.
Ninguém lhe entenderá os problemas complexos da existência.
Exercite o silêncio.
Ninguém seguirá com você indefinidamente.
Acostume-se com a solidão.
Ninguém acreditará que as suas aflições sejam maiores do que as do vizinho.
Liberte-se delas com o trabalho de auto-iluminação.
Ninguém responderá pelos seus erros.
Tenha cuidado no proceder.
Ninguém suportará suas exigências.
Adira à brandura e à simplicidade.
Ninguém o libertará do arrependimento após o crime.
Medite na paciência e domine os impulsos.
Ninguém compreenderá seus sacrifícios e renúncias para a manutenção de uma vida modesta e honrada.
Persevere no dever bem cumprido.
Sábio é todo aquele que reconhece a infinita pequenez ante a infinita grandeza da vida.
Embora ninguém possa servi-lo sempre, você encontrará um sublime Alguém que tem para cada anseio da sua alma uma alternativa de amor.
*
Extraído do livro:
Sementeira da Fraternidade
*
Conheça:
www.mansaodocaminho.com.br
www.divaldofranco.com
www.divaldofrancofotos.com.br
*
Colaboração:
Alfredo F. Corrêa
São Paulo-SP
*
Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
*

Pense!
Ninguém poderá carregar o fardo de suas dores.
Eduque-se com o sofrimento.
Ninguém lhe entenderá os problemas complexos da existência.
Exercite o silêncio.
Ninguém seguirá com você indefinidamente.
Acostume-se com a solidão.
Ninguém acreditará que as suas aflições sejam maiores do que as do vizinho.
Liberte-se delas com o trabalho de auto-iluminação.
Ninguém responderá pelos seus erros.
Tenha cuidado no proceder.
Ninguém suportará suas exigências.
Adira à brandura e à simplicidade.
Ninguém o libertará do arrependimento após o crime.
Medite na paciência e domine os impulsos.
Ninguém compreenderá seus sacrifícios e renúncias para a manutenção de uma vida modesta e honrada.
Persevere no dever bem cumprido.
Sábio é todo aquele que reconhece a infinita pequenez ante a infinita grandeza da vida.
Embora ninguém possa servi-lo sempre, você encontrará um sublime Alguém que tem para cada anseio da sua alma uma alternativa de amor.
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Extraído do livro:
Sementeira da Fraternidade
*
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São Paulo-SP
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*
17 de ago. de 2010
Erotismo
*

Erotismo
Numa cultura dedicada quase que exclusivamente ao erotismo é natural que o hedonismo predomine nas mentes e nos corações.
Como decorrência das calamidades produzidas pelas guerras contínuas de devastação com as suas armas inteligentes e destruição em massa, o desespero substituiu a confiança que havia entre as criaturas, dando lugar ao desvario de todo porte que ora toma conta da sociedade.
Sem dúvidas, tem havido um grande desenvolvimento cientifico-tecnológico, dantes jamais sonhado, no entanto, não acompanhado pelos valores ético-morais, cada dia mais negligenciados e desrespeitados pelos indivíduos assim como pelas nações.
Leia o texto completo no blog: AtrioMental
Link: http://migre.me/15pPM
http://atriomental.blogspot.com/
*

Erotismo
Numa cultura dedicada quase que exclusivamente ao erotismo é natural que o hedonismo predomine nas mentes e nos corações.
Como decorrência das calamidades produzidas pelas guerras contínuas de devastação com as suas armas inteligentes e destruição em massa, o desespero substituiu a confiança que havia entre as criaturas, dando lugar ao desvario de todo porte que ora toma conta da sociedade.
Sem dúvidas, tem havido um grande desenvolvimento cientifico-tecnológico, dantes jamais sonhado, no entanto, não acompanhado pelos valores ético-morais, cada dia mais negligenciados e desrespeitados pelos indivíduos assim como pelas nações.
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14 de jul. de 2010
A respeito de seu filho
*

A respeito de seu filho
Nós pais, temos tantas preocupações com relação aos filhos, mas tantas vezes, na tentativa de fazer o melhor, nos perdemos no caminho, não por falta de amor, mas por falta de atenção em aspectos importantes.
Por esse motivo, convém lembrar que nosso filho é abençoado aprendiz da vida. Não lhe dificultemos a colheita das lições, fazendo-lhe as tarefas.
Nosso filho é flor em botão nos verdes ramos da existência. Não lhe precipitemos o desabrochar, debilitando-lhe a vitalidade espontânea.
Nosso filho é discípulo da existência. Não lhe impeçamos a produtividade, tomando sobre nossos ombros os misteres que lhe competem.
Nosso filho é lâmpada em crescimento de luz. Não lhe coloquemos o óleo viscoso da bajulação para que não afogue o pavio onde crepita a chama da esperança.
Nosso filho é fruto em formação para o futuro. Não procuremos colher, antes do tempo, o benefício que não nos pertence.
Lembremo-nos de que somos, e que o nosso filho também é filho de Deus.
Nós poderemos caminhar ao seu lado na estrada apertada, mas ele só terá honra quando conseguir chegar ao objetivo conduzido pelos próprios pés.
Nós temos o dever de lhe apontar os abismos à frente; mas a ele compete contornar os obstáculos e descer às baixadas da existência para testar a fortaleza do próprio caráter.
Nós devemos ministrar-lhe os ensinamentos do Evangelho; mas a ele compete o murmúrio das orações, na prece continuada das ações nobres.
Nosso filho é o discípulo amado que Deus pôs ao alcance do nosso coração enternecido, no entanto, a nossa tarefa não pode ir além daquele amor que o pai propicia a todos, ensinando, corrigindo, e educando através da disciplina para a felicidade.
Mostremos-lhe a vida, mas deixemo-lo viver.
Falemos-lhe das trevas, mas demos-lhe a luz do conhecimento.
Mandemo-lo à escola, mas façamo-nos mestres dele no lar.
Apresentemos-lhe o mundo, mas deixemo-lo construir o próprio mundo.
Tomemos-lhe as mãos e as coloquemos no trabalho, ensinando com o nosso exemplo, mas não lhe desenvolvamos a inutilidade, realizando as tarefas que lhe competem.
Nosso filho é vida da nossa vida que vai viver na vida da humanidade inteira.
Cumpramos o nosso dever amando-o, mas exercitemos o nosso amor ensinando-o a amar e fazendo que no serviço superior ele se faça um homem para que o possamos bendizer, mais tarde.
Amemos, em nosso filho, o filho de todas as mães e amemos nos filhos das outras o nosso próprio filho, para que ele, honrado pelo amor de outras mães, possa enobrecer o mundo, amando outros filhos.
Nosso filho é semente divina; não lhe neguemos, por falso carinho, a cova escura da fertilidade, pretextando devotamento, porque a semente que não morrer jamais será fonte de vida.
Nosso filho é a esperança do mundo; não o asfixiemos no egoísmo dos nossos anseios, esquecendo-nos que viemos à Terra sem ele e retornaremos igualmente a sós, entregando-o a Deus consoante as leis sábias e justas da criação.
*
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 37, do livro Crestomatia da imortalidade, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
*
Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
*
Colaboração:
Diniz Aleixo de Moraes
São Paulo-SP
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A respeito de seu filho
Nós pais, temos tantas preocupações com relação aos filhos, mas tantas vezes, na tentativa de fazer o melhor, nos perdemos no caminho, não por falta de amor, mas por falta de atenção em aspectos importantes.
Por esse motivo, convém lembrar que nosso filho é abençoado aprendiz da vida. Não lhe dificultemos a colheita das lições, fazendo-lhe as tarefas.
Nosso filho é flor em botão nos verdes ramos da existência. Não lhe precipitemos o desabrochar, debilitando-lhe a vitalidade espontânea.
Nosso filho é discípulo da existência. Não lhe impeçamos a produtividade, tomando sobre nossos ombros os misteres que lhe competem.
Nosso filho é lâmpada em crescimento de luz. Não lhe coloquemos o óleo viscoso da bajulação para que não afogue o pavio onde crepita a chama da esperança.
Nosso filho é fruto em formação para o futuro. Não procuremos colher, antes do tempo, o benefício que não nos pertence.
Lembremo-nos de que somos, e que o nosso filho também é filho de Deus.
Nós poderemos caminhar ao seu lado na estrada apertada, mas ele só terá honra quando conseguir chegar ao objetivo conduzido pelos próprios pés.
Nós temos o dever de lhe apontar os abismos à frente; mas a ele compete contornar os obstáculos e descer às baixadas da existência para testar a fortaleza do próprio caráter.
Nós devemos ministrar-lhe os ensinamentos do Evangelho; mas a ele compete o murmúrio das orações, na prece continuada das ações nobres.
Nosso filho é o discípulo amado que Deus pôs ao alcance do nosso coração enternecido, no entanto, a nossa tarefa não pode ir além daquele amor que o pai propicia a todos, ensinando, corrigindo, e educando através da disciplina para a felicidade.
Mostremos-lhe a vida, mas deixemo-lo viver.
Falemos-lhe das trevas, mas demos-lhe a luz do conhecimento.
Mandemo-lo à escola, mas façamo-nos mestres dele no lar.
Apresentemos-lhe o mundo, mas deixemo-lo construir o próprio mundo.
Tomemos-lhe as mãos e as coloquemos no trabalho, ensinando com o nosso exemplo, mas não lhe desenvolvamos a inutilidade, realizando as tarefas que lhe competem.
Nosso filho é vida da nossa vida que vai viver na vida da humanidade inteira.
Cumpramos o nosso dever amando-o, mas exercitemos o nosso amor ensinando-o a amar e fazendo que no serviço superior ele se faça um homem para que o possamos bendizer, mais tarde.
Amemos, em nosso filho, o filho de todas as mães e amemos nos filhos das outras o nosso próprio filho, para que ele, honrado pelo amor de outras mães, possa enobrecer o mundo, amando outros filhos.
Nosso filho é semente divina; não lhe neguemos, por falso carinho, a cova escura da fertilidade, pretextando devotamento, porque a semente que não morrer jamais será fonte de vida.
Nosso filho é a esperança do mundo; não o asfixiemos no egoísmo dos nossos anseios, esquecendo-nos que viemos à Terra sem ele e retornaremos igualmente a sós, entregando-o a Deus consoante as leis sábias e justas da criação.
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Redação do Momento Espírita, com base no cap. 37, do livro Crestomatia da imortalidade, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Colaboração:
Diniz Aleixo de Moraes
São Paulo-SP
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2 de jul. de 2010
Dr. Bezerra de Menezes
*

Dr. Bezerra de Menezes
Ouça a mensagem do Dr. Bezerra pela psicofonia de Divaldo.
Vídeo:
http://atriomental.blogspot.com/2010/07/dr-bezerra-fala-pelo-querido-divaldo.html
*
Colaboração:
Daniela Marchi
Araçatuba-SP
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Dr. Bezerra de Menezes
Ouça a mensagem do Dr. Bezerra pela psicofonia de Divaldo.
Vídeo:
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Colaboração:
Daniela Marchi
Araçatuba-SP
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20 de jun. de 2010
Joanna de Ângelis
*

Joanna de Ângelis
O Espírito Joanna de Ângelis, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco, tem escrito livros ricos de ensinamentos, verdadeiros tratados de saúde mental, com uma terapia baseada no Evangelho de Jesus e na Codificacão Kardequiana. Vale a pena lembrar que as mensagens contidas em O Evangelho Segundo o Espiritismo , Capítulo IX, item 7: A Paciência, Havre-1862 e Capítulo XVIII, itens 13 a 15: Dar-se-á àquele que tem., Bordeuax (bordeus)-1862, recebidas de Um Espírito Amigo, são de sua autoria.
Joanna de Ângelis, em outras reencarnações, foi:
Joana de Cuza, uma das piedosas mulheres do Evangelho. Era esposa de Cuza, procurador de Herodes, o Tetrarca, (governador de uma tetrarquia, cada uma das partes de um estado ou província dividida em quatro governos). Joana foi curada por Jesus (Lucas VIII 2 e 3), com Maria Madalena, Suzana e muitas outras mulheres, as quais lhe prestava assistência com os seus bens. Em Lucas 24: 10 é mencionada entre as mulheres que, na manhã de Páscoa, tendo ido ao sepulcro de Jesus, o encontraram vazio.
Em Roma, no ano de 68, 27 de agosto, por não renunciar à fé em Jesus, é sacrificada numa fogueira, no Coliseu. Desencarnou perdoando seus carrascos.
Joanna, certamente, viver no tempo de Francisco de Assis (1182- 1226), talvez numa das ordens fundadas por Clara de Assis (1193- 1252), fundadora da Ordem das Clarissas.
O Martirologico Romana comemora-a em 14 de maio.
No México, foi Juana de Asbajey Ramires de Santillana. Nasceu em 1651 em San Miguel Neplanta, filha de D. Manuel Asbaje, espanhol, e de Isabel Ramirez de Santillana, indigena.
Foi uma criança precoce. Começou a fazer versos aos cinco anos. Aos doze aprendeu latim em vinte aulas e português sozinha, falava a língua indígena nauatle, dos nauas, geralmente chamados de astecas. Na Corte, o vice-rei de Espanha, o Marquês de Mancera, querendo criar uma corte brilhante, na tradição européia, convidou a menina - prodígio de treze anos para dama de companhia de sua mulher.
Encantou a todos com sua beleza, inteligência e graciosidades, seus poemas de amor são citados até hoje e suas peças representadas em programas de rádio e televisão.
Mas sua sede de saber era maior que a ilusão de prosseguir brilhando na Corte. Aos dezesseis anos ingressa no Convento das Carmelitas Descalças e depois foi para a Ordem de São Geronimo da Conceição, tomando o nome de Soror Juana Inês de la Cruz, ficando conhecida pelos seus hábitos de estudo como Monja da Biblioteca.
Em 1690 dizia da necessidade do conhecimento geral para melhor entender e servir a Deus, defendendo o direito da mulher de se dedicar às atividades intelectuais.
Tal documento é considerado a Carta Magna da liberdade intelectual da mulher americana.
Mulher de letras e de ciências, ela foi a porta-voz das escravatizadas do seu tempo.
É citada num artigo da Revista Selecções do Reader´s Digest, de julho de 1972. Soror Juana Inês de la Cruz: A primeira feminista do Novo Mundo. Dizia que é pela compreensão que o homem é superior aos animais.
Trabalhando na cozinha do Convento, descobre muitos segredos naturais, e conclui que se Aristóteles tivesse cozinhado, muito mais teria escrito.
Como se vê, trata-se de um vulto muito importante para o México e para a Humanidade, tanto assim que a cédula de 1000 pesos tem a sua efigie.
Em 1695 houve uma epidemia de peste na região. Juana, socorrendo os doentes, desencarna de peste aos 44 anos.
Na Bahia, foi Soror Joana Angélica, religiosa da Ordem das Refornadas de Nossa Senhora da Conceição e Heroína da Independência do Brasil.
Joana Angelica de Jesus nasceu em Salvador, na Bahia, a 11 de dezembro de 1761.
Entrou para o noviciado no Convento de Nossa Senhora da Lapa em 1782, pronunciando os votos um ano depois.
Entre 1798 e 1801 exerceu diversos cargos burocráticos na comunidade, assumindo as funções de vigaria. Conduzida ao posto de conselheira em 1809, retornou ao vicariato em 1811. Eleita abadessa, em 1814, esteve à frente do convento até 1817, sendo reeleita três anos depois.
Em 7 de setembro de 1822, no Ipiranga, S. Paulo, D. Pedro I proclamou a independência do Brasil, separando-o de Portugal. Porém, na Bahia, as tropas portuguesas comandadas pelo Brigadeiro Inácio Luis Madeira de Mala (1775-1833), resistiram tenazmente às forças mandadas por D. Pedro I. Somente em 2 de julho de 1823 Madeira de Malo abandonou a Bahia, embarcando para Portugal com suas tropas.
As tropas brasileiras eram comandadas pelo militar francês Pierre Labatut (1768-1849), e o tenente Luís Alves de Lima e Silva, futuro duque de Caxias. Vale lembrar que Maria Quiteria de Jesus Medeiros, a primeira mulher-soldado, sagra-se heroína, sendo condecorada por D. Pedro I.
Durante as lutas pela independência, em 19 de fevereiro de 1823, os soldados portugueses invadiram o convento de Nossa Senhora da Lapa.
Soror Joana Angelica sai à porta do Convento, intimando-os com a cruz alçada, a não profanarem o abrigo de suas protegidas. Resistiu valentemente, sendo atacada a golpes de baioneta.
Com o seu martírio deu tempo às internas de escaparem, refugiando- se no Convento da Soledade.
Soror Joana Angélica recebeu socorros, vivendo, porém, poucas horas, desencarnando no dia seguinte, 20 de fevereiro.
Tombando numa luta pelos ideais de liberdade, Soror Joana Angêlica tornou-se mártir da Independência do Brasil.
Como Joanna de Ângelis prossegue no mundo espiritual como verdadeira Amiga e Benfeitora, como um Espirito Amigo, das mensagens do Evangelho Segundo o Espiritismo, orientando as criaturas através dos séculos, em diversas existências para Jesus e para o Bem.
Bibliografia:
1) A Veneranda Joanna de Ângelis - Divaldo Pereira Franco (mediúnico)
2) Selecções do Reader´s Digest, Julho de 1972
3) Deustshland - Dezembro de 1993 n. 3
*
Fonte:
http://girassolencantado.blogspot.com/2009/06/biografia-joanna-de-angelis.html
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Joanna de Ângelis
O Espírito Joanna de Ângelis, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco, tem escrito livros ricos de ensinamentos, verdadeiros tratados de saúde mental, com uma terapia baseada no Evangelho de Jesus e na Codificacão Kardequiana. Vale a pena lembrar que as mensagens contidas em O Evangelho Segundo o Espiritismo , Capítulo IX, item 7: A Paciência, Havre-1862 e Capítulo XVIII, itens 13 a 15: Dar-se-á àquele que tem., Bordeuax (bordeus)-1862, recebidas de Um Espírito Amigo, são de sua autoria.
Joanna de Ângelis, em outras reencarnações, foi:
Joana de Cuza, uma das piedosas mulheres do Evangelho. Era esposa de Cuza, procurador de Herodes, o Tetrarca, (governador de uma tetrarquia, cada uma das partes de um estado ou província dividida em quatro governos). Joana foi curada por Jesus (Lucas VIII 2 e 3), com Maria Madalena, Suzana e muitas outras mulheres, as quais lhe prestava assistência com os seus bens. Em Lucas 24: 10 é mencionada entre as mulheres que, na manhã de Páscoa, tendo ido ao sepulcro de Jesus, o encontraram vazio.
Em Roma, no ano de 68, 27 de agosto, por não renunciar à fé em Jesus, é sacrificada numa fogueira, no Coliseu. Desencarnou perdoando seus carrascos.
Joanna, certamente, viver no tempo de Francisco de Assis (1182- 1226), talvez numa das ordens fundadas por Clara de Assis (1193- 1252), fundadora da Ordem das Clarissas.
O Martirologico Romana comemora-a em 14 de maio.
No México, foi Juana de Asbajey Ramires de Santillana. Nasceu em 1651 em San Miguel Neplanta, filha de D. Manuel Asbaje, espanhol, e de Isabel Ramirez de Santillana, indigena.
Foi uma criança precoce. Começou a fazer versos aos cinco anos. Aos doze aprendeu latim em vinte aulas e português sozinha, falava a língua indígena nauatle, dos nauas, geralmente chamados de astecas. Na Corte, o vice-rei de Espanha, o Marquês de Mancera, querendo criar uma corte brilhante, na tradição européia, convidou a menina - prodígio de treze anos para dama de companhia de sua mulher.
Encantou a todos com sua beleza, inteligência e graciosidades, seus poemas de amor são citados até hoje e suas peças representadas em programas de rádio e televisão.
Mas sua sede de saber era maior que a ilusão de prosseguir brilhando na Corte. Aos dezesseis anos ingressa no Convento das Carmelitas Descalças e depois foi para a Ordem de São Geronimo da Conceição, tomando o nome de Soror Juana Inês de la Cruz, ficando conhecida pelos seus hábitos de estudo como Monja da Biblioteca.
Em 1690 dizia da necessidade do conhecimento geral para melhor entender e servir a Deus, defendendo o direito da mulher de se dedicar às atividades intelectuais.
Tal documento é considerado a Carta Magna da liberdade intelectual da mulher americana.
Mulher de letras e de ciências, ela foi a porta-voz das escravatizadas do seu tempo.
É citada num artigo da Revista Selecções do Reader´s Digest, de julho de 1972. Soror Juana Inês de la Cruz: A primeira feminista do Novo Mundo. Dizia que é pela compreensão que o homem é superior aos animais.
Trabalhando na cozinha do Convento, descobre muitos segredos naturais, e conclui que se Aristóteles tivesse cozinhado, muito mais teria escrito.
Como se vê, trata-se de um vulto muito importante para o México e para a Humanidade, tanto assim que a cédula de 1000 pesos tem a sua efigie.
Em 1695 houve uma epidemia de peste na região. Juana, socorrendo os doentes, desencarna de peste aos 44 anos.
Na Bahia, foi Soror Joana Angélica, religiosa da Ordem das Refornadas de Nossa Senhora da Conceição e Heroína da Independência do Brasil.
Joana Angelica de Jesus nasceu em Salvador, na Bahia, a 11 de dezembro de 1761.
Entrou para o noviciado no Convento de Nossa Senhora da Lapa em 1782, pronunciando os votos um ano depois.
Entre 1798 e 1801 exerceu diversos cargos burocráticos na comunidade, assumindo as funções de vigaria. Conduzida ao posto de conselheira em 1809, retornou ao vicariato em 1811. Eleita abadessa, em 1814, esteve à frente do convento até 1817, sendo reeleita três anos depois.
Em 7 de setembro de 1822, no Ipiranga, S. Paulo, D. Pedro I proclamou a independência do Brasil, separando-o de Portugal. Porém, na Bahia, as tropas portuguesas comandadas pelo Brigadeiro Inácio Luis Madeira de Mala (1775-1833), resistiram tenazmente às forças mandadas por D. Pedro I. Somente em 2 de julho de 1823 Madeira de Malo abandonou a Bahia, embarcando para Portugal com suas tropas.
As tropas brasileiras eram comandadas pelo militar francês Pierre Labatut (1768-1849), e o tenente Luís Alves de Lima e Silva, futuro duque de Caxias. Vale lembrar que Maria Quiteria de Jesus Medeiros, a primeira mulher-soldado, sagra-se heroína, sendo condecorada por D. Pedro I.
Durante as lutas pela independência, em 19 de fevereiro de 1823, os soldados portugueses invadiram o convento de Nossa Senhora da Lapa.
Soror Joana Angelica sai à porta do Convento, intimando-os com a cruz alçada, a não profanarem o abrigo de suas protegidas. Resistiu valentemente, sendo atacada a golpes de baioneta.
Com o seu martírio deu tempo às internas de escaparem, refugiando- se no Convento da Soledade.
Soror Joana Angélica recebeu socorros, vivendo, porém, poucas horas, desencarnando no dia seguinte, 20 de fevereiro.
Tombando numa luta pelos ideais de liberdade, Soror Joana Angêlica tornou-se mártir da Independência do Brasil.
Como Joanna de Ângelis prossegue no mundo espiritual como verdadeira Amiga e Benfeitora, como um Espirito Amigo, das mensagens do Evangelho Segundo o Espiritismo, orientando as criaturas através dos séculos, em diversas existências para Jesus e para o Bem.
Bibliografia:
1) A Veneranda Joanna de Ângelis - Divaldo Pereira Franco (mediúnico)
2) Selecções do Reader´s Digest, Julho de 1972
3) Deustshland - Dezembro de 1993 n. 3
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Solidão
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SOLIDÃO, NA VISÃO DA PSICOLOGIA PROFUNDA
Espectro cruel que se origina nas paisagens do medo, a solidão é, na atualidade, um dos mais graves problemas que desafiam a cultura e o homem.
A necessidade de relacionamento humano, como mecanismo de afirmação pessoal, tem gerado vários distúrbios de comportamento, nas pessoas tímidas, nos indivíduos sensí veis e em todos quantos enfrentam problemas para um intercâmbio de idéias, uma abertura emocional, uma convivência saudável.
Enxameiam, por isso mesmo, na sociedade, os solitários por livre opção e aqueloutros que se consideram marginalizados ou são deixados à distância pelas conveniências dos grupos.
A sociedade competitiva dispõe de pouco tempo para a cordialidade desinteressada, para deter-se em labores a benefício de outrem.
O atropelamento pela oportunidade do triunfo impede que o indivíduo, como unidade essencial do grupo, receba consi deração e respeito ou conceda ao próximo este apoio que gostaria de fruir.
A mídia exalta os triunfadores de agora, fazendo o panegírico dos grupos vitoriosos e esquecendo com facilidade os heróis de ontem, ao mesmo tempo que sepulta os valores do idealismo, sob a retumbante cobertura da insensatez e do oportunismo.
O homem, no entanto, sem ideal, mumifica-se. O ideal é-lhe de vital importância, como o ar que respira.
O sucesso social não exige, necessariamente, os valores intelecto-morais, nem o vitalismo das idéias superiores, antes cobra os louros das circunstâncias favoráveis e se apóia na bem urdida promoção de mercado, para vender imagens e ilusões breves, continuamente substituídas, graças à rapidez com que devora as suas estrelas.
Quem, portanto, não se vê projetado no caleidoscópio mágico do mundo fantástico, considera-se fracassado e recua para a solidão, em atitude de fuga de uma realidade mentirosa, trabalhada em estúdios artificiais.
Parece muito importante, no comportamento social, receber e ser recebido, como forma de triunfo, e o medo de não ser lembrado nas rodas bem sucedidas, leva o homem a esta dos de amarga solidão, de desprezo por si mesmo.
O homem faz questão de ser visto, de estar cercado de bulha, de sorrisos embora sem profundidade afetiva, sem o calor sincero das amizades, nessas áreas, sempre superficiais e interesseiras.
O medo de ser deixado em plano secundário, de não ter para onde ir, com quem conversar, significaria ser desconsiderado, atirado à solidão.
Há uma terrível preocupação para ser visto, fotografado, comentando, vendendo saúde, felicidade, mesmo que fictícia.
A conquista desse triunfo e a falta dele produzem solidão.
O irreal, que esconde o caráter legítimo e as lídimas aspirações do ser, conduz à psiconeurose de autodestruição.
A ausência do aplauso amargura, face ao conceito falso em torno do que se considera, habitualmente como triunfo.
Há terrível ânsia para ser-se amado, não para conquistar o amor e amar, porém para ser objeto de prazer, mascarado de afetividade. Dessa forma, no entanto, a pessoa se desama, não se torna amável nem amada realmente.
Campeia, assim, o “medo da solidão”, numa demonstração caótica de instabilidade emocional do homem, que parece haver perdido o rumo, o equilíbrio.
O silêncio, o isolamento espontâneo são muito saudáveis para o indivíduo, podendo permitir-lhe reflexão, estudo, auto-aprimoramento, revisão de conceitos perante a vida e a paz interior.
O sucesso, decantado como forma de felicidade, é, talvez, um dos maiores responsáveis pela solidão profunda.
Os campeões de bilheteria nos shows, nas rádios, televisões e cinemas, os astros invejados, os reis dos esportes, dos negócios cercam-se de fanáticos e apaixonados, sem que se vejam livres da solidão.
Suicídios espetaculares, quedas escabrosas nos porões dos vícios e dos tóxicos comprovam quanto eles são tristes e solitários. Eles sabem que o amor, com que os cercam, traz, apenas, apelos de promoção pessoal dos mesmos que os en volvem, e receiam os novos competidores que lhes ameaçam os tronos, impondo-lhes terríveis ansiedades e inseguranças, que procuram esconder no álcool, nos estimulantes e nos derivativos que os mantêm sorridentes, quando gostariam de chorar, quão inatingidos, quanto se sentem fracos e humanos.
A neurose da solidão é doença contemporânea, que ameaça o homem distraído pela conquista dos valores de pequena monta, porque transitórios.
Resolvendo-se por afeiçoar-se aos ideais de engrandecimento humano, por contribuir com a hora vazia em favor dos enfermos e idosos, das crianças em abandono e dos animais, sua vida adquiriria cor e utilidade, enriquecendo-se de um companheirismo digno, em cujo interesse alargar-se-ia a esfera dos objetivos que motivam as experiências vivenciais e inoculam coragem para enfrentar-se, aceitando os desafios naturais.
O homem solitário, todo aquele que se diz em solidão, exceto nos casos patológicos, é alguém que se receia encontrar, que evita descobrir-se, conhecer-se, assim ocultando a sua identidade na aparência de infeliz, de incompreendido e abandonado.
A velha conceituação de que todo aquele que tem amigos não passa necessidades, constitui uma forma desonesta de estimar, ocultando o utilitarismo sub-reptício, quando o pra zer da afeição em si mesma deve ser a meta a alcançar-se no inter-relacionamento humano, com vista à satisfação de amar.
O medo da solidão, portanto, deve ceder lugar, à confiança nos próprios valores, mesmo que de pequenos conteúdos, porém significativos para quem os possui.
Jesus, o Psicoterapeuta Excelente, ao sugerir o “amor ao próximo como a si mesmo” após o “amor a Deus” como a mais importante conquista do homem, conclama-o a amar-se, a valorizar-se, a conhecer-se de modo a plenificar-se com o que é e tem, multiplicando esses recursos em implementos de vida eterna, em saudável companheirismo, sem a preocupação de receber resposta equivalente.
O homem solidário, jamais se encontra solitário.
O egoísta, em contrapartida, nunca está solícito, por isto, sempre atormentado.
Possívelmente, o homem que caminha a sós se encontre mais sem solidão, do que outros que, no tumulto, inseguros, estão cercados, mimados, padecendo disputas, todavia sem paz nem fé interior.
A fé no futuro, a luta por conseguir a paz íntima — eis os recursos mais valiosos para vencer-se a solidão, saindo do arcabouço egoísta e ambicioso para a realização edificante onde quer que se esteja.
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Texto retirado do maravilhoso livro 'O Homem Integral', de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Pereira Franco.
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Fonte:
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Daniela Marchi
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SOLIDÃO, NA VISÃO DA PSICOLOGIA PROFUNDA
Espectro cruel que se origina nas paisagens do medo, a solidão é, na atualidade, um dos mais graves problemas que desafiam a cultura e o homem.
A necessidade de relacionamento humano, como mecanismo de afirmação pessoal, tem gerado vários distúrbios de comportamento, nas pessoas tímidas, nos indivíduos sensí veis e em todos quantos enfrentam problemas para um intercâmbio de idéias, uma abertura emocional, uma convivência saudável.
Enxameiam, por isso mesmo, na sociedade, os solitários por livre opção e aqueloutros que se consideram marginalizados ou são deixados à distância pelas conveniências dos grupos.
A sociedade competitiva dispõe de pouco tempo para a cordialidade desinteressada, para deter-se em labores a benefício de outrem.
O atropelamento pela oportunidade do triunfo impede que o indivíduo, como unidade essencial do grupo, receba consi deração e respeito ou conceda ao próximo este apoio que gostaria de fruir.
A mídia exalta os triunfadores de agora, fazendo o panegírico dos grupos vitoriosos e esquecendo com facilidade os heróis de ontem, ao mesmo tempo que sepulta os valores do idealismo, sob a retumbante cobertura da insensatez e do oportunismo.
O homem, no entanto, sem ideal, mumifica-se. O ideal é-lhe de vital importância, como o ar que respira.
O sucesso social não exige, necessariamente, os valores intelecto-morais, nem o vitalismo das idéias superiores, antes cobra os louros das circunstâncias favoráveis e se apóia na bem urdida promoção de mercado, para vender imagens e ilusões breves, continuamente substituídas, graças à rapidez com que devora as suas estrelas.
Quem, portanto, não se vê projetado no caleidoscópio mágico do mundo fantástico, considera-se fracassado e recua para a solidão, em atitude de fuga de uma realidade mentirosa, trabalhada em estúdios artificiais.
Parece muito importante, no comportamento social, receber e ser recebido, como forma de triunfo, e o medo de não ser lembrado nas rodas bem sucedidas, leva o homem a esta dos de amarga solidão, de desprezo por si mesmo.
O homem faz questão de ser visto, de estar cercado de bulha, de sorrisos embora sem profundidade afetiva, sem o calor sincero das amizades, nessas áreas, sempre superficiais e interesseiras.
O medo de ser deixado em plano secundário, de não ter para onde ir, com quem conversar, significaria ser desconsiderado, atirado à solidão.
Há uma terrível preocupação para ser visto, fotografado, comentando, vendendo saúde, felicidade, mesmo que fictícia.
A conquista desse triunfo e a falta dele produzem solidão.
O irreal, que esconde o caráter legítimo e as lídimas aspirações do ser, conduz à psiconeurose de autodestruição.
A ausência do aplauso amargura, face ao conceito falso em torno do que se considera, habitualmente como triunfo.
Há terrível ânsia para ser-se amado, não para conquistar o amor e amar, porém para ser objeto de prazer, mascarado de afetividade. Dessa forma, no entanto, a pessoa se desama, não se torna amável nem amada realmente.
Campeia, assim, o “medo da solidão”, numa demonstração caótica de instabilidade emocional do homem, que parece haver perdido o rumo, o equilíbrio.
O silêncio, o isolamento espontâneo são muito saudáveis para o indivíduo, podendo permitir-lhe reflexão, estudo, auto-aprimoramento, revisão de conceitos perante a vida e a paz interior.
O sucesso, decantado como forma de felicidade, é, talvez, um dos maiores responsáveis pela solidão profunda.
Os campeões de bilheteria nos shows, nas rádios, televisões e cinemas, os astros invejados, os reis dos esportes, dos negócios cercam-se de fanáticos e apaixonados, sem que se vejam livres da solidão.
Suicídios espetaculares, quedas escabrosas nos porões dos vícios e dos tóxicos comprovam quanto eles são tristes e solitários. Eles sabem que o amor, com que os cercam, traz, apenas, apelos de promoção pessoal dos mesmos que os en volvem, e receiam os novos competidores que lhes ameaçam os tronos, impondo-lhes terríveis ansiedades e inseguranças, que procuram esconder no álcool, nos estimulantes e nos derivativos que os mantêm sorridentes, quando gostariam de chorar, quão inatingidos, quanto se sentem fracos e humanos.
A neurose da solidão é doença contemporânea, que ameaça o homem distraído pela conquista dos valores de pequena monta, porque transitórios.
Resolvendo-se por afeiçoar-se aos ideais de engrandecimento humano, por contribuir com a hora vazia em favor dos enfermos e idosos, das crianças em abandono e dos animais, sua vida adquiriria cor e utilidade, enriquecendo-se de um companheirismo digno, em cujo interesse alargar-se-ia a esfera dos objetivos que motivam as experiências vivenciais e inoculam coragem para enfrentar-se, aceitando os desafios naturais.
O homem solitário, todo aquele que se diz em solidão, exceto nos casos patológicos, é alguém que se receia encontrar, que evita descobrir-se, conhecer-se, assim ocultando a sua identidade na aparência de infeliz, de incompreendido e abandonado.
A velha conceituação de que todo aquele que tem amigos não passa necessidades, constitui uma forma desonesta de estimar, ocultando o utilitarismo sub-reptício, quando o pra zer da afeição em si mesma deve ser a meta a alcançar-se no inter-relacionamento humano, com vista à satisfação de amar.
O medo da solidão, portanto, deve ceder lugar, à confiança nos próprios valores, mesmo que de pequenos conteúdos, porém significativos para quem os possui.
Jesus, o Psicoterapeuta Excelente, ao sugerir o “amor ao próximo como a si mesmo” após o “amor a Deus” como a mais importante conquista do homem, conclama-o a amar-se, a valorizar-se, a conhecer-se de modo a plenificar-se com o que é e tem, multiplicando esses recursos em implementos de vida eterna, em saudável companheirismo, sem a preocupação de receber resposta equivalente.
O homem solidário, jamais se encontra solitário.
O egoísta, em contrapartida, nunca está solícito, por isto, sempre atormentado.
Possívelmente, o homem que caminha a sós se encontre mais sem solidão, do que outros que, no tumulto, inseguros, estão cercados, mimados, padecendo disputas, todavia sem paz nem fé interior.
A fé no futuro, a luta por conseguir a paz íntima — eis os recursos mais valiosos para vencer-se a solidão, saindo do arcabouço egoísta e ambicioso para a realização edificante onde quer que se esteja.
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Texto retirado do maravilhoso livro 'O Homem Integral', de Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Pereira Franco.
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Fonte:
http://atriomental.blogspot.com/
Daniela Marchi
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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14 de jun. de 2010
Divaldo e a Apometria
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Apometria
Divaldo Pereira Franco esclarece no YouTube:
Vídeo: www.forumespirita.net/.../apometria-nao-e-espiritismo-(divaldo-franco-e-outros)/ - Portugal -
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Colaboração:
Alvaro Basile Portughesi
São Paulo-SP
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Apometria
Divaldo Pereira Franco esclarece no YouTube:
Vídeo: www.forumespirita.net/.../apometria-nao-e-espiritismo-(divaldo-franco-e-outros)/ - Portugal -
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Colaboração:
Alvaro Basile Portughesi
São Paulo-SP
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4 de mai. de 2010
Transição da Terra
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Transição da Terra
Mensagem que o Dr. Bezerra de Menezes nos enviou através da psicofonia do médium Divaldo Pereira Franco no dia 18/04/2010, encerramento do 3º Congresso espírita Brasileiro em Brasília/DF.
Estamos agora em um novo período, estes dias assinalam uma data muito especial, a data da mudança do mundo de provas e expiações para mundo de regeneração.
A grande noite que se abatia sobre a terra lentamente cede lugar ao amanhecer de bênçãos, retroceder não mais é possível.
Firmastes, filhas e filhos da alma, um compromisso com Jesus antes de mergulhares na indumentária carnal de servi-lo com abnegação e devotamento, prometestes que lhe serias fiel, mesmo que vos fosse exigido o sacrifício.
Alargando-se os horizontes deste amanhecer que viaja para a plenitude do dia, exultemos juntos, os espíritos desencarnados e vós outros que transitais pelo mundo de sombras; mas além do júbilo que a todos nos domina, tenhamos em mente as graves responsabilidades que nos exortam a existência do corpo ou fora dele.
Deveremos reviver os dias inolvidáveis da época do martírio nosso, seremos convidados não somente ao aplauso, ao entusiasmo, ao júbilo, mas também ao testemunho, o testemunho silencioso nas paisagens internas da alma, o testemunho por amor àqueles que não nos amam, o testemunho de abnegação no sentido de ajudar aqueles ainda se comprazem em gerar dificuldades tentando inutilmente obstaculizar a marcha do progresso.
Iniciada a grande transição, chegaremos ao clímax e na razão direta em que o planeta experimenta as suas mudanças físicas, geológicas, as mudanças morais serão inadiáveis.
Que sejamos não aqueles Espíritos espírita que demonstremos a grandeza do amor de Jesus em nossas vidas; que outros reclamem, que outros se queixem, que outros deblaterem, que nós outros guardemos, nos refolhos da alma, o compromisso de amar e amar sempre, trazendo Jesus de volta com toda a pujança daqueles dias que vão longe e que estão muito perto.
Jesus, filhas e filhos queridos, espera por nós, que seja o nosso escudo o Amor, as nossas ferramentas o Amor, e a nossa vida um Hino de Amor, são os votos que formulamos os Espíritos espírita aqui presentes e que me sugeriram representá-los diante de vós.
Com muito carinho o servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra, muita paz filhas e filhos do coração"
*
Vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=90CwC0FmCz8
*
Colaboração:
Regina Bachega
*
Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Transição da Terra
Mensagem que o Dr. Bezerra de Menezes nos enviou através da psicofonia do médium Divaldo Pereira Franco no dia 18/04/2010, encerramento do 3º Congresso espírita Brasileiro em Brasília/DF.
Estamos agora em um novo período, estes dias assinalam uma data muito especial, a data da mudança do mundo de provas e expiações para mundo de regeneração.
A grande noite que se abatia sobre a terra lentamente cede lugar ao amanhecer de bênçãos, retroceder não mais é possível.
Firmastes, filhas e filhos da alma, um compromisso com Jesus antes de mergulhares na indumentária carnal de servi-lo com abnegação e devotamento, prometestes que lhe serias fiel, mesmo que vos fosse exigido o sacrifício.
Alargando-se os horizontes deste amanhecer que viaja para a plenitude do dia, exultemos juntos, os espíritos desencarnados e vós outros que transitais pelo mundo de sombras; mas além do júbilo que a todos nos domina, tenhamos em mente as graves responsabilidades que nos exortam a existência do corpo ou fora dele.
Deveremos reviver os dias inolvidáveis da época do martírio nosso, seremos convidados não somente ao aplauso, ao entusiasmo, ao júbilo, mas também ao testemunho, o testemunho silencioso nas paisagens internas da alma, o testemunho por amor àqueles que não nos amam, o testemunho de abnegação no sentido de ajudar aqueles ainda se comprazem em gerar dificuldades tentando inutilmente obstaculizar a marcha do progresso.
Iniciada a grande transição, chegaremos ao clímax e na razão direta em que o planeta experimenta as suas mudanças físicas, geológicas, as mudanças morais serão inadiáveis.
Que sejamos não aqueles Espíritos espírita que demonstremos a grandeza do amor de Jesus em nossas vidas; que outros reclamem, que outros se queixem, que outros deblaterem, que nós outros guardemos, nos refolhos da alma, o compromisso de amar e amar sempre, trazendo Jesus de volta com toda a pujança daqueles dias que vão longe e que estão muito perto.
Jesus, filhas e filhos queridos, espera por nós, que seja o nosso escudo o Amor, as nossas ferramentas o Amor, e a nossa vida um Hino de Amor, são os votos que formulamos os Espíritos espírita aqui presentes e que me sugeriram representá-los diante de vós.
Com muito carinho o servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra, muita paz filhas e filhos do coração"
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Colaboração:
Regina Bachega
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1 de mar. de 2010
A Grande Transição
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A Grande Transição
Opera-se, na Terra, neste largo período, a grande transição anunciada pelas Escrituras e confirmada pelo Espiritismo.
O planeta sofrido experimenta convulsões especiais, tanto na sua estrutura física e atmosférica, ajustando as suas diversas camadas tectônicas, quanto na sua constituição moral.
Isto porque, os espíritos que o habitam, ainda caminhando em faixas de inferioridade, estão sendo substituídos por outros mais elevados que o impulsionarão pelas trilhas do progresso moral, dando lugar a uma era nova de paz e de felicidade.
Os espíritos renitentes na perversidade, nos desmandos, na sensualidade e vileza, estão sendo recambiados lentamente para mundos inferiores onde enfrentarão as conseqüências dos seus atos ignóbeis, assim renovando-se e predispondo-se ao retorno planetário, quando recuperados e decididos ao cumprimento das leis de amor.
Por outro lado, aqueles que permaneceram nas regiões inferiores estão sendo trazidos à reencarnação de modo a desfrutarem da oportunidade de trabalho e de aprendizado, modificando os hábitos infelizes a que se têm submetido, podendo avançar sob a governança de Deus.
Caso se oponham às exigências da evolução, também sofrerão um tipo de expurgo temporário para regiões primárias entre as raças atrasadas, tendo o ensejo de ser úteis e de sofrer os efeitos danosos da sua rebeldia.
Concomitantemente, espíritos nobres que conseguiram superar os impedimentos que os retinham na retaguarda, estarão chegando, a fim de promoverem o bem e alargarem os horizontes da felicidade humana, trabalhando infatigavelmente na reconstrução da sociedade, então fiel aos desígnios divinos.
Da mesma forma, missionários do amor e da caridade, procedentes de outras Esferas estarão revestindo-se da indumentária carnal, para tornar essa fase de luta iluminativa mais amena, proporcionando condições dignificantes, que estimulem ao avanço e à felicidade.
Não serão apenas os cataclismos físicos que sacudirão o planeta, como resultado da lei de destruição, geradora desses fenômenos, como ocorre com o outono que derruba a folhagem das árvores, a fim de que possam enfrentar a invernia rigorosa, renascendo exuberantes com a chegada da primavera, mas também os de natureza moral, social e humana que assinalarão os dias tormentosos, que já se vivem.
Os combates apresentam-se individuais e coletivos, ameaçando de destruição a vida com hecatombes inimagináveis.
A loucura, decorrente do materialismo dos indivíduos, atira-os nos abismos da violência e da insensatez, ampliando o campo do desespero que se alarga em todas as direções.
Esfacelam-se os lares, desorganizam-se os relacionamentos afetivos, desestruturam-se as instituições, as oficinas de trabalho convertem-se em áreas de competição desleal, as ruas do mundo transformam-se em campos de lutas perversas, levando de roldão os sentimentos de solidariedade e de respeito, de amor e de caridade...
A turbulência vence a paz, o conflito domina o amor, a luta desigual substitui a fraternidade.
... Mas essas ocorrências são apenas o começo da grande transição.
A fatalidade da existência humana é a conquista do amor que proporciona plenitude.
Há, em toda parte, uma destinação inevitável, que expressa a ordem universal e a presença de uma Consciência Cósmica atuante.
A rebeldia que predomina no comportamento humano elegeu a violência como instrumento para conseguir o prazer que lhe não chega da maneira espontânea, gerando lamentáveis conseqüências, que se avolumam em desaires contínuos.
É inevitável a colheita da sementeira por aquele que a fez, tornando-se rico de grãos abençoados ou de espículos venenosos.
Como as leis da vida não podem ser derrogadas, toda objeção que se lhes faz converte-se em aflição, impedindo a conquista do bem-estar.
Da mesma forma, como o progresso é inevitável, o que não seja conquistado através do dever, sê-lo-á pelos impositivos estruturais de que o mesmo se constitui.
A melhor maneira, portanto, de compartilhar conscientemente da grande transição é através da consciência de responsabilidade pessoal, realizando as mudanças íntimas que se tornem próprias para a harmonia do conjunto.
Nenhuma conquista exterior será lograda se não proceder das paisagens íntimas, nas quais estão instalados os hábitos. Esses, de natureza perniciosa, devem ser substituídos por aqueles que são saudáveis, portanto, propiciatórios de bem-estar e de harmonia emocional.
Na mente está a chave para que seja operada a grande mudança.
Quando se tem domínio sobre ela, os pensamentos podem ser canalizados em sentido edificante, dando lugar a palavras corretas e a atos dignos.
O indivíduo, que se renova moralmente, contribui de forma segura para as alterações que se vêm operando no planeta.
Não é necessário que o turbilhão dos sofrimentos gerais o sensibilize, a fim de que possa contribuir eficazmente com os espíritos que operam em favor da grande transição.
Dispondo das ferramentas morais do enobrecimento, torna-se cooperador eficiente, em razão de trabalhar junto ao seu próximo pela mudança de convicção em torno dos objetivos existenciais, ao tempo em que se transforma num exemplo de alegria e de felicidade para todos.
O bem fascina todos aqueles que o observam e atrai quantos se encontram distantes da sua ação, o mesmo ocorrendo com a alegria e a saúde.
São eles que proporcionam o maior contágio de que se tem notícia e não as manifestações aberrantes e afligentes que parecem arrastar as multidões.
Como escasseiam os exemplos de júbilo, multiplicam-se os de desespero, logo ultrapassados pelos programas de sensibilização emocional para a plenitude.
A grande transição prossegue, e porque se faz necessária, a única alternativa é examinar-lhe a maneira como se apresenta e cooperar para que as sombras que se adensam no mundo sejam diminuídas pelo Sol da imortalidade.
Nenhum receio deve ser cultivado, porque, mesmo que ocorra a morte, esse fenômeno natural é veículo da vida que se manifestará em outra dimensão.
A vida sempre responde conforme as indagações morais que lhe são dirigidas.
As aguardadas mudanças que se vêm operando trazem uma ainda não valorizada contribuição, que é a erradicação do sofrimento das paisagens espirituais da Terra.
Enquanto viceje o mal, no mundo, o ser humano torna-se-lhe a vítima preferida, em face do egoísmo em que se estorcega, apenas por eleição especial.
A dor momentânea que o fere, convida-o, por outro lado, à observância das necessidades imperiosas de seguir a correnteza do amor no rumo do oceano da paz.
Logo passado o período de aflição, chegará o da harmonia.
Até lá, que todos os investimentos sejam de bondade e de ternura, de abnegação e de irrestrita confiança em Deus.
Espírito: Joanna de Ângelis.
(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, no dia 30 de julho de 2006, no Rio de Janeiro, RJ).
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Colaboração:
Daniela Marchi - Araçatuba-SP
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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A Grande Transição
Opera-se, na Terra, neste largo período, a grande transição anunciada pelas Escrituras e confirmada pelo Espiritismo.
O planeta sofrido experimenta convulsões especiais, tanto na sua estrutura física e atmosférica, ajustando as suas diversas camadas tectônicas, quanto na sua constituição moral.
Isto porque, os espíritos que o habitam, ainda caminhando em faixas de inferioridade, estão sendo substituídos por outros mais elevados que o impulsionarão pelas trilhas do progresso moral, dando lugar a uma era nova de paz e de felicidade.
Os espíritos renitentes na perversidade, nos desmandos, na sensualidade e vileza, estão sendo recambiados lentamente para mundos inferiores onde enfrentarão as conseqüências dos seus atos ignóbeis, assim renovando-se e predispondo-se ao retorno planetário, quando recuperados e decididos ao cumprimento das leis de amor.
Por outro lado, aqueles que permaneceram nas regiões inferiores estão sendo trazidos à reencarnação de modo a desfrutarem da oportunidade de trabalho e de aprendizado, modificando os hábitos infelizes a que se têm submetido, podendo avançar sob a governança de Deus.
Caso se oponham às exigências da evolução, também sofrerão um tipo de expurgo temporário para regiões primárias entre as raças atrasadas, tendo o ensejo de ser úteis e de sofrer os efeitos danosos da sua rebeldia.
Concomitantemente, espíritos nobres que conseguiram superar os impedimentos que os retinham na retaguarda, estarão chegando, a fim de promoverem o bem e alargarem os horizontes da felicidade humana, trabalhando infatigavelmente na reconstrução da sociedade, então fiel aos desígnios divinos.
Da mesma forma, missionários do amor e da caridade, procedentes de outras Esferas estarão revestindo-se da indumentária carnal, para tornar essa fase de luta iluminativa mais amena, proporcionando condições dignificantes, que estimulem ao avanço e à felicidade.
Não serão apenas os cataclismos físicos que sacudirão o planeta, como resultado da lei de destruição, geradora desses fenômenos, como ocorre com o outono que derruba a folhagem das árvores, a fim de que possam enfrentar a invernia rigorosa, renascendo exuberantes com a chegada da primavera, mas também os de natureza moral, social e humana que assinalarão os dias tormentosos, que já se vivem.
Os combates apresentam-se individuais e coletivos, ameaçando de destruição a vida com hecatombes inimagináveis.
A loucura, decorrente do materialismo dos indivíduos, atira-os nos abismos da violência e da insensatez, ampliando o campo do desespero que se alarga em todas as direções.
Esfacelam-se os lares, desorganizam-se os relacionamentos afetivos, desestruturam-se as instituições, as oficinas de trabalho convertem-se em áreas de competição desleal, as ruas do mundo transformam-se em campos de lutas perversas, levando de roldão os sentimentos de solidariedade e de respeito, de amor e de caridade...
A turbulência vence a paz, o conflito domina o amor, a luta desigual substitui a fraternidade.
... Mas essas ocorrências são apenas o começo da grande transição.
A fatalidade da existência humana é a conquista do amor que proporciona plenitude.
Há, em toda parte, uma destinação inevitável, que expressa a ordem universal e a presença de uma Consciência Cósmica atuante.
A rebeldia que predomina no comportamento humano elegeu a violência como instrumento para conseguir o prazer que lhe não chega da maneira espontânea, gerando lamentáveis conseqüências, que se avolumam em desaires contínuos.
É inevitável a colheita da sementeira por aquele que a fez, tornando-se rico de grãos abençoados ou de espículos venenosos.
Como as leis da vida não podem ser derrogadas, toda objeção que se lhes faz converte-se em aflição, impedindo a conquista do bem-estar.
Da mesma forma, como o progresso é inevitável, o que não seja conquistado através do dever, sê-lo-á pelos impositivos estruturais de que o mesmo se constitui.
A melhor maneira, portanto, de compartilhar conscientemente da grande transição é através da consciência de responsabilidade pessoal, realizando as mudanças íntimas que se tornem próprias para a harmonia do conjunto.
Nenhuma conquista exterior será lograda se não proceder das paisagens íntimas, nas quais estão instalados os hábitos. Esses, de natureza perniciosa, devem ser substituídos por aqueles que são saudáveis, portanto, propiciatórios de bem-estar e de harmonia emocional.
Na mente está a chave para que seja operada a grande mudança.
Quando se tem domínio sobre ela, os pensamentos podem ser canalizados em sentido edificante, dando lugar a palavras corretas e a atos dignos.
O indivíduo, que se renova moralmente, contribui de forma segura para as alterações que se vêm operando no planeta.
Não é necessário que o turbilhão dos sofrimentos gerais o sensibilize, a fim de que possa contribuir eficazmente com os espíritos que operam em favor da grande transição.
Dispondo das ferramentas morais do enobrecimento, torna-se cooperador eficiente, em razão de trabalhar junto ao seu próximo pela mudança de convicção em torno dos objetivos existenciais, ao tempo em que se transforma num exemplo de alegria e de felicidade para todos.
O bem fascina todos aqueles que o observam e atrai quantos se encontram distantes da sua ação, o mesmo ocorrendo com a alegria e a saúde.
São eles que proporcionam o maior contágio de que se tem notícia e não as manifestações aberrantes e afligentes que parecem arrastar as multidões.
Como escasseiam os exemplos de júbilo, multiplicam-se os de desespero, logo ultrapassados pelos programas de sensibilização emocional para a plenitude.
A grande transição prossegue, e porque se faz necessária, a única alternativa é examinar-lhe a maneira como se apresenta e cooperar para que as sombras que se adensam no mundo sejam diminuídas pelo Sol da imortalidade.
Nenhum receio deve ser cultivado, porque, mesmo que ocorra a morte, esse fenômeno natural é veículo da vida que se manifestará em outra dimensão.
A vida sempre responde conforme as indagações morais que lhe são dirigidas.
As aguardadas mudanças que se vêm operando trazem uma ainda não valorizada contribuição, que é a erradicação do sofrimento das paisagens espirituais da Terra.
Enquanto viceje o mal, no mundo, o ser humano torna-se-lhe a vítima preferida, em face do egoísmo em que se estorcega, apenas por eleição especial.
A dor momentânea que o fere, convida-o, por outro lado, à observância das necessidades imperiosas de seguir a correnteza do amor no rumo do oceano da paz.
Logo passado o período de aflição, chegará o da harmonia.
Até lá, que todos os investimentos sejam de bondade e de ternura, de abnegação e de irrestrita confiança em Deus.
Espírito: Joanna de Ângelis.
(Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, no dia 30 de julho de 2006, no Rio de Janeiro, RJ).
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Colaboração:
Daniela Marchi - Araçatuba-SP
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http://sinapseslinks.blogspot.com/
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28 de set. de 2009
Amor, Imbatível Amor!
*

Amor, imbatível Amor!
O amor é substância criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina.
É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.
Mas se agiganta, na razão que mais se doa.
Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia.
Nunca perece, porque não se entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida.
Assim como o ar é indispensável para a existência orgânica, o amor é oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver.
É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas.
Quando aparente – de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato – se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustração.
Quando real, estruturado e maduro – que espera, estimula, renova – não se satura, é sempre novo e ideal, harmônico, sem altibaixos emocionais.
Une as pessoas, porque reúne as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica o eu profundo. (...) A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não dependência, não exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, imorredouro.
Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que se alterem as manifestações de afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, indestrutível. Nunca se impõe, porque é espontâneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de júbilos e paz.
Expande-se como um perfume que impregna, agradável, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado...
O amor não se apega, não sofre falta, mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratificações que o amado oferece.
O amor deve ser sempre o ponto de partida de todas as aspirações e a etapa final de todos os anelos humanos.
O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doando, na Sua condição de Amante não amado. Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco
*
Colaboração:
Daniela Marchi - Araçatuba-SP
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Amor, imbatível Amor!
O amor é substância criadora e mantenedora do Universo, constituído por essência divina.
É um tesouro que, quanto mais se divide, mais se multiplica, e se enriquece à medida que se reparte.
Mas se agiganta, na razão que mais se doa.
Fixa-se com mais poder, quanto mais se irradia.
Nunca perece, porque não se entibia nem se enfraquece, desde que sua força reside no ato mesmo de doar-se, de tornar-se vida.
Assim como o ar é indispensável para a existência orgânica, o amor é oxigênio para a alma, sem o qual a mesma se enfraquece e perde o sentido de viver.
É imbatível, porque sempre triunfa sobre todas as vicissitudes e ciladas.
Quando aparente – de caráter sensualista, que busca apenas o prazer imediato – se debilita e se envenena, ou se entorpece, dando lugar à frustração.
Quando real, estruturado e maduro – que espera, estimula, renova – não se satura, é sempre novo e ideal, harmônico, sem altibaixos emocionais.
Une as pessoas, porque reúne as almas, identifica-as no prazer geral da fraternidade, alimenta o corpo e dulcifica o eu profundo. (...) A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não dependência, não exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, imorredouro.
Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que se alterem as manifestações de afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, indestrutível. Nunca se impõe, porque é espontâneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de júbilos e paz.
Expande-se como um perfume que impregna, agradável, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado...
O amor não se apega, não sofre falta, mas frui sempre, porque vive no íntimo do ser e não das gratificações que o amado oferece.
O amor deve ser sempre o ponto de partida de todas as aspirações e a etapa final de todos os anelos humanos.
O clímax do amor se encontra naquele sentimento que Jesus ofereceu à Humanidade e prossegue doando, na Sua condição de Amante não amado. Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco
*
Colaboração:
Daniela Marchi - Araçatuba-SP
*
16 de set. de 2009
Pensamentos
*

PENSAMENTOS
A ação do pensamento sobre a saúde é incontestável.
Vejamos alguns exemplos:
a ansiedade estimula a secreção de adrenalina, que sobrecarrega o sistema nervoso e o descontrola;
o pessimismo perturba o aparelho digestivo e produz distúrbios gerais;
o medo, a revolta são agentes de úlceras gástricas e duodenais de curso largo.
Da mesma forma, a tranquilidade, o otimismo, a coragem são estimulantes que trabalham pela harmonia emocional e orgânica, produzindo salutares efeitos na vida.
O homem se torna o que pensa, portanto o que quer.
Os pensamentos emitidos atraem ou sintonizam outros semelhantes , nas mesmas faixas de ondas mentais por onde transitam as aspirações e os estados psíquicos de toda a Humanidade.
Adicionados a estes, temos as mentes dos desencarnados que se intercomunicam com os homens, vibrando nos climas que lhe são afins.
Acostuma-te a pensar de forma edificante. Assume uma postura vitoriosa.
Atrai pensamentos salutares.
O cérebro é antena que emite vibrações e as capta incessantemente.
Irradias idéias do bem, do progresso, da paz, e captarás, por sintonia, equivalentes estímulos para o teu bem.
Quem pensa em derrota já perdeu uma parte da luta por empreender.
Quem cultiva o insucesso, dificilmente enfrentará os desafios para a vitória.
A cada momento, adicionas experiências novas às tuas conquistas.
A todo instante, pensa corretamente e somarás força psíquica para o êxito da tua reencarnação.
Joanna de Ângelis (espírito) / psicografia de Divaldo Franco.
Livro: Episódios Diários
*
Colaboração:
Daniela Marchi - Araçatuba-SP
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PENSAMENTOS
A ação do pensamento sobre a saúde é incontestável.
Vejamos alguns exemplos:
a ansiedade estimula a secreção de adrenalina, que sobrecarrega o sistema nervoso e o descontrola;
o pessimismo perturba o aparelho digestivo e produz distúrbios gerais;
o medo, a revolta são agentes de úlceras gástricas e duodenais de curso largo.
Da mesma forma, a tranquilidade, o otimismo, a coragem são estimulantes que trabalham pela harmonia emocional e orgânica, produzindo salutares efeitos na vida.
O homem se torna o que pensa, portanto o que quer.
Os pensamentos emitidos atraem ou sintonizam outros semelhantes , nas mesmas faixas de ondas mentais por onde transitam as aspirações e os estados psíquicos de toda a Humanidade.
Adicionados a estes, temos as mentes dos desencarnados que se intercomunicam com os homens, vibrando nos climas que lhe são afins.
Acostuma-te a pensar de forma edificante. Assume uma postura vitoriosa.
Atrai pensamentos salutares.
O cérebro é antena que emite vibrações e as capta incessantemente.
Irradias idéias do bem, do progresso, da paz, e captarás, por sintonia, equivalentes estímulos para o teu bem.
Quem pensa em derrota já perdeu uma parte da luta por empreender.
Quem cultiva o insucesso, dificilmente enfrentará os desafios para a vitória.
A cada momento, adicionas experiências novas às tuas conquistas.
A todo instante, pensa corretamente e somarás força psíquica para o êxito da tua reencarnação.
Joanna de Ângelis (espírito) / psicografia de Divaldo Franco.
Livro: Episódios Diários
*
Colaboração:
Daniela Marchi - Araçatuba-SP
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7 de set. de 2009
Momento Presente
*

Momento Presente
"Este é o teu momento de viver intensamente a realidade da vida.
Desnecessário recordar que, agora, o teu momento presente é relevante para a aquisição dos bens inestimáveis para o Espírito eterno.
Há muito desperdício de tempo, que se aplica nas considerações do passado como em torno das ansiedades do futuro.
A tomada de consciência é um trabalho de atualidade, de valorização das horas, de realização constante.
A vida é para ser vivida agora.
Postergar experiências, significa prejuízo em crescimento na economia da vida.
Antecipar ocorrências, representa precipitação de fatos que, talvez, não sucederão, conforme agora, tomam curso.
As emoções canalizadas em relação ao passado ou ao futuro dissipam ou gastam a energia vital, que deve ser utilizada na ação do momento.
Se vives recordando o passado ou ansiando pelo futuro, perdes a contribuição do presente, praticamente nada reservando para hoje.
O momento atual é a vida, que resulta das atividades pretéritas e elabora o programa do porvir.
Encoraja-te a viver hoje, sentindo cada instante e valorizando-o mediante a consciência das bênçãos que se encontram à tua disposição.
A vida é um sublime dom de Deus.
Naturalmente, quando recebes um presente de alguém, sentes o desejo irrefreável de agradecer, de louvar, de bendizer.
Desse modo, agradece a Deus, o sublime legado, que é a tua vida, por Ele concedido.
Vive, jubilosamente, hoje, sejam quais forem as circunstâncias em que se te apresente a existência.
Se o instante é de aflição, resigna-te, agindo corretamente, e estarás produzindo para o futuro que te chegará com paz.
Se o momento é de gozo, recorda-te dos padecentes à tua volta e reparte alegria, ampliando o círculo de ventura.
Quem despertou para a superior finalidade da vida, vive-a, a cada momento, vivendo-a principalmente agora".
Joanna de Ângelis (espírito) / psicografia de Divaldo Franco
*
Colaboração: Daniela Marchi - Araçatuba-SP
*

Momento Presente
"Este é o teu momento de viver intensamente a realidade da vida.
Desnecessário recordar que, agora, o teu momento presente é relevante para a aquisição dos bens inestimáveis para o Espírito eterno.
Há muito desperdício de tempo, que se aplica nas considerações do passado como em torno das ansiedades do futuro.
A tomada de consciência é um trabalho de atualidade, de valorização das horas, de realização constante.
A vida é para ser vivida agora.
Postergar experiências, significa prejuízo em crescimento na economia da vida.
Antecipar ocorrências, representa precipitação de fatos que, talvez, não sucederão, conforme agora, tomam curso.
As emoções canalizadas em relação ao passado ou ao futuro dissipam ou gastam a energia vital, que deve ser utilizada na ação do momento.
Se vives recordando o passado ou ansiando pelo futuro, perdes a contribuição do presente, praticamente nada reservando para hoje.
O momento atual é a vida, que resulta das atividades pretéritas e elabora o programa do porvir.
Encoraja-te a viver hoje, sentindo cada instante e valorizando-o mediante a consciência das bênçãos que se encontram à tua disposição.
A vida é um sublime dom de Deus.
Naturalmente, quando recebes um presente de alguém, sentes o desejo irrefreável de agradecer, de louvar, de bendizer.
Desse modo, agradece a Deus, o sublime legado, que é a tua vida, por Ele concedido.
Vive, jubilosamente, hoje, sejam quais forem as circunstâncias em que se te apresente a existência.
Se o instante é de aflição, resigna-te, agindo corretamente, e estarás produzindo para o futuro que te chegará com paz.
Se o momento é de gozo, recorda-te dos padecentes à tua volta e reparte alegria, ampliando o círculo de ventura.
Quem despertou para a superior finalidade da vida, vive-a, a cada momento, vivendo-a principalmente agora".
Joanna de Ângelis (espírito) / psicografia de Divaldo Franco
*
Colaboração: Daniela Marchi - Araçatuba-SP
*
2 de mai. de 2009
O que você responderia?
*

O que você responderia?
Amigo visitante, aqui estão listadas algumas das perguntas endereçadas ao médium Divaldo Pereira Franco.
Pergunto: O que você responderia?
Ficarei feliz em receber suas respostas. OU
Que tal adicionar suas perguntas? Quais são elas?
Respeitosa e fraternalmente,
Leal - aprendiz em todas as instâncias da Vida
ep-leal@uol.com.br
*
1. maridalva de almeida honorio
pergunta ao senhor quando agente sonha com algem idoso que ja morreu e no sonho ele esta novo o que quer dizer esse sonho?
2. Gil
O que o sr.° mim diz sobre esse trecho da biblia em eclesiastes 9:5 Porque os vivos sabem que hão de morrer mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa,mas a sua memoria fica entregue ao esquecimento. E em Gêneis 3:19 ...porquanto ès pó e em póte tornarás
3. Rivane
boa tarde ! eu sinto que teno mediunidade , isso tbm sei por causa de meus familiares e minha vó q é medium , ela me diz que eu tenho quer começar a estudar pra saber como lhe da com td isso mais ñ é sempre que eu fico assim tem epocas q parece q minha alma quer sair de mim e ouço vozes vejo que ñ é normal as vezes com tudo isso me sinto cansada minha mente parece sempre esta oculpada ...como faço para isso mudar ?
4. Rachel Parente
Um espírito relativamente elevado, pode reencarnar em outra vida para pagar atos ruins e dívidas que cometeu na vida passada? Ou seja, ele regride?
5. Iris Campos
Divaldo, certos traumas, quando influenciam negativamente em nossas vidas, podem ser curados através de regressão ou existem outros meios espirituais? Obrigada, Iris, Brotas
6. Patricia marques
Boa trarde sou da cidade de Berreiras-ba. Minha pergunta é: quando sonhamos com alguém da familia que já desencarnou nos chamando para ir com ela, o que devemos fazer? Já sonhei com minha tia que eu amo mutio,me chamando pra ir com ela. Vou esperar sua resposta,um abraço a todos da rede bahia.
7. Juliana Barbosa
Olá Bom Dia a todos!! Gostaria de saber como pode se identificar a mediunidade? Eu, por exemplo, sonhei que minha avó falecia, com menos de 2 semanas aconteceu!! Grata, um abraço!!
8. Graziela Mateó
Boa tarde eu gostaria de saber qual a diferença entre espiritas e espiritualistas??ou os dois tem o mesmo significado??
9. Iris Campos
Quais são os dias que o Srº dar palestra na Mansão do Caminho?
10. Rosineide
Bom dia, perdi uma pessoa muito querida a quase um ano atras, porque quando lembro dele ou leio menssagens que os familiares deixam no orkut dele, sinto uma aflição no coração?
11. Isabelle
divaldo Franco, como se origina um espírito, já que a população mundial tende a crescer e aumentar o número de encarnações?
12. Marcia do Curuzú
tenho um irmão que foi assassinado ha 2 anos, sonho bastante com ele e nos sonhos ele me diz que nao está morto.O que isso siguinifica?
13. Ana
Márcia,o próprio Jesus informou na Bíblia,que Ele não era deste mundo e nós tambem não. Leia a Bíblia direito. A Divaldo mando um abraço.
14. MARCELO
DIVALDO VC ACHA QUE A GRIPE SUINA FAZ PARTE DAS TRANSFORMAÇOES QUE ESTAMOS ATRAVESSANDO EM NOSSO PLANETA, PARA SUA REGENERAÇAO?....
15. Jorge da engomadeira
qual a visao do espiristimo em relaçao ao candoble e sua visao particular
16. Dalva Duarte
gostaria de pergunta a Divaldo como ele vê o mundo hoje e o que os espíritos dizem sobre tanta violência, filhos matando pais, pais matatando filhos, doenças em epidemia no mundo. Será que a terra está passando por uma transformação para melhor?
17. Filipe Melo
Porque CHICO XAVIER ainda não se comunicou com o nosso plano através de um médium?
18. Francisco de Assis Guedes de Souza
Bom dia a todos. Divaldo, como a espiritualidade esta vendo o crescimento da violencia, consumo e trafico de drogas no momento atual, nós espiritas podemos ver deste ponto de vistas alguma melhora futura?
19. Márcia
A Bíblia, que é a Palavra de Deus, diz" que após a morte segue-se o juízo", então não existe vida após a morte. Por que as pessoas, ao invés de crer em Desu, preferem acreditar nas palavras dos homens??? Incrível!!! Jesus Cristo é o Senhor, é a Paz que todos necessitam!!!
20. FRANK SANTO MERCES
DIVALDO, O ESPIRITIMOS E Á FÉ ANDAM JUNTOS.
21. Jonas William
Bom dia a todos! Gostaria de saber a opinião do Divaldo sobre a depressão na visão espírita. Seria uma doença somática ou algo proveniente do espírito do indivíduo?
22. Bárbara Sueli
Bom dia Divaldo Franco!! Gostaria de saber se realmente existe vida apos a morte e se a pessoa recebe avisos através de sonhos ou qualquer outro meio, de que vai morrer??
23. Edilena Rangel
Que meios/mecanismos se utiliza um desencarnado para influenciar um encarnado a prosseguir nos vícios, tipo drogas, alcool?
*
Fonte:
http://ibahia.globo.com/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=204481&id_secao=31
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O que você responderia?
Amigo visitante, aqui estão listadas algumas das perguntas endereçadas ao médium Divaldo Pereira Franco.
Pergunto: O que você responderia?
Ficarei feliz em receber suas respostas. OU
Que tal adicionar suas perguntas? Quais são elas?
Respeitosa e fraternalmente,
Leal - aprendiz em todas as instâncias da Vida
ep-leal@uol.com.br
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1. maridalva de almeida honorio
pergunta ao senhor quando agente sonha com algem idoso que ja morreu e no sonho ele esta novo o que quer dizer esse sonho?
2. Gil
O que o sr.° mim diz sobre esse trecho da biblia em eclesiastes 9:5 Porque os vivos sabem que hão de morrer mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa,mas a sua memoria fica entregue ao esquecimento. E em Gêneis 3:19 ...porquanto ès pó e em póte tornarás
3. Rivane
boa tarde ! eu sinto que teno mediunidade , isso tbm sei por causa de meus familiares e minha vó q é medium , ela me diz que eu tenho quer começar a estudar pra saber como lhe da com td isso mais ñ é sempre que eu fico assim tem epocas q parece q minha alma quer sair de mim e ouço vozes vejo que ñ é normal as vezes com tudo isso me sinto cansada minha mente parece sempre esta oculpada ...como faço para isso mudar ?
4. Rachel Parente
Um espírito relativamente elevado, pode reencarnar em outra vida para pagar atos ruins e dívidas que cometeu na vida passada? Ou seja, ele regride?
5. Iris Campos
Divaldo, certos traumas, quando influenciam negativamente em nossas vidas, podem ser curados através de regressão ou existem outros meios espirituais? Obrigada, Iris, Brotas
6. Patricia marques
Boa trarde sou da cidade de Berreiras-ba. Minha pergunta é: quando sonhamos com alguém da familia que já desencarnou nos chamando para ir com ela, o que devemos fazer? Já sonhei com minha tia que eu amo mutio,me chamando pra ir com ela. Vou esperar sua resposta,um abraço a todos da rede bahia.
7. Juliana Barbosa
Olá Bom Dia a todos!! Gostaria de saber como pode se identificar a mediunidade? Eu, por exemplo, sonhei que minha avó falecia, com menos de 2 semanas aconteceu!! Grata, um abraço!!
8. Graziela Mateó
Boa tarde eu gostaria de saber qual a diferença entre espiritas e espiritualistas??ou os dois tem o mesmo significado??
9. Iris Campos
Quais são os dias que o Srº dar palestra na Mansão do Caminho?
10. Rosineide
Bom dia, perdi uma pessoa muito querida a quase um ano atras, porque quando lembro dele ou leio menssagens que os familiares deixam no orkut dele, sinto uma aflição no coração?
11. Isabelle
divaldo Franco, como se origina um espírito, já que a população mundial tende a crescer e aumentar o número de encarnações?
12. Marcia do Curuzú
tenho um irmão que foi assassinado ha 2 anos, sonho bastante com ele e nos sonhos ele me diz que nao está morto.O que isso siguinifica?
13. Ana
Márcia,o próprio Jesus informou na Bíblia,que Ele não era deste mundo e nós tambem não. Leia a Bíblia direito. A Divaldo mando um abraço.
14. MARCELO
DIVALDO VC ACHA QUE A GRIPE SUINA FAZ PARTE DAS TRANSFORMAÇOES QUE ESTAMOS ATRAVESSANDO EM NOSSO PLANETA, PARA SUA REGENERAÇAO?....
15. Jorge da engomadeira
qual a visao do espiristimo em relaçao ao candoble e sua visao particular
16. Dalva Duarte
gostaria de pergunta a Divaldo como ele vê o mundo hoje e o que os espíritos dizem sobre tanta violência, filhos matando pais, pais matatando filhos, doenças em epidemia no mundo. Será que a terra está passando por uma transformação para melhor?
17. Filipe Melo
Porque CHICO XAVIER ainda não se comunicou com o nosso plano através de um médium?
18. Francisco de Assis Guedes de Souza
Bom dia a todos. Divaldo, como a espiritualidade esta vendo o crescimento da violencia, consumo e trafico de drogas no momento atual, nós espiritas podemos ver deste ponto de vistas alguma melhora futura?
19. Márcia
A Bíblia, que é a Palavra de Deus, diz" que após a morte segue-se o juízo", então não existe vida após a morte. Por que as pessoas, ao invés de crer em Desu, preferem acreditar nas palavras dos homens??? Incrível!!! Jesus Cristo é o Senhor, é a Paz que todos necessitam!!!
20. FRANK SANTO MERCES
DIVALDO, O ESPIRITIMOS E Á FÉ ANDAM JUNTOS.
21. Jonas William
Bom dia a todos! Gostaria de saber a opinião do Divaldo sobre a depressão na visão espírita. Seria uma doença somática ou algo proveniente do espírito do indivíduo?
22. Bárbara Sueli
Bom dia Divaldo Franco!! Gostaria de saber se realmente existe vida apos a morte e se a pessoa recebe avisos através de sonhos ou qualquer outro meio, de que vai morrer??
23. Edilena Rangel
Que meios/mecanismos se utiliza um desencarnado para influenciar um encarnado a prosseguir nos vícios, tipo drogas, alcool?
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Fonte:
http://ibahia.globo.com/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=204481&id_secao=31
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31 de mar. de 2009
Joanna de Ângelis
*

Joanna de Ângelis
Venha assistir conosco no
Centro Espírita União e Caridade,
dia 03 de abril, próxima sexta-feira, às 19 horas, o belíssimo
Documentário: As Vidas de Joanna de Ângelis
O médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco narra as diferentes existências deste Espírito venerando, como Joana de Cusa, onde teve contato com o mestre nazareno e a abadessa Joana Angélica de Jesus, participando do movimento de independência do Estado da Bahia e também do Brasil. O documentário traz ainda confissões e casos pessoais do médium ocorridos entre os mais de 60 anos de mediunidade e divulgação do Espiritismo guiados pelo iluminado Espírito.
O Centro Espírita União e Caridade está localizado à
Rua Dr. Souza Alves, nº. 142, Centro - Taubaté.
A entrada é franca.
Em caso de dúvidas, por favor, entre em contato conosco por meio dos nossos endereços eletrônicos ou telefone:
kikagoncalves@gmail.com - Ana Cristina.
estelo7@yahoo.com.br - com Liane
ou pelo telefone 3635-3344 - Livraria do "Seu Zezinho"
Sua presença é muito importante para nós.
Muita paz e luz.
*

Joanna de Ângelis
Venha assistir conosco no
Centro Espírita União e Caridade,
dia 03 de abril, próxima sexta-feira, às 19 horas, o belíssimo
Documentário: As Vidas de Joanna de Ângelis
O médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco narra as diferentes existências deste Espírito venerando, como Joana de Cusa, onde teve contato com o mestre nazareno e a abadessa Joana Angélica de Jesus, participando do movimento de independência do Estado da Bahia e também do Brasil. O documentário traz ainda confissões e casos pessoais do médium ocorridos entre os mais de 60 anos de mediunidade e divulgação do Espiritismo guiados pelo iluminado Espírito.
O Centro Espírita União e Caridade está localizado à
Rua Dr. Souza Alves, nº. 142, Centro - Taubaté.
A entrada é franca.
Em caso de dúvidas, por favor, entre em contato conosco por meio dos nossos endereços eletrônicos ou telefone:
kikagoncalves@gmail.com - Ana Cristina.
estelo7@yahoo.com.br - com Liane
ou pelo telefone 3635-3344 - Livraria do "Seu Zezinho"
Sua presença é muito importante para nós.
Muita paz e luz.
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19 de mar. de 2009
Divaldo Pereira Franco
*

Divaldo Pereira Franco
O orador Divaldo Pereira Franco estará no palácio Europa, em Newark - NJ
No próximo 27 de março (2009), sexta-feira, às 6:45 pm, o conceituado orador espírita brasileiro Divaldo P. Franco, convidado pelo Centro Espírita Luz Divina – CELD, estará no Palácio Europa, na 289 New York Avenue, em Newark (NJ), realizando uma palestra grátis sobre “Iluminação Interior”.
Natural de Feira de Santana (BA), Divaldo é um importante orador e escritor espírita, com mais de cinqüenta anos devotados à mediunidade, e mais de quarenta anos dedicados a cuidar dos meninos de rua da capital baiana. Em 15 de agosto de 1952, junto com Nilson de Souza Pereira, ele fundou a casa de assistência Mansão do Caminho, responsável pela orientação e educação de mais de 33 mil crianças e adolescentes carentes.
Divaldo cursou a Escola Normal Rural de Feira de Santana, onde recebeu o diploma de Professor Primário em 1943. Desde a infância relata comunicar-se com os espíritos. Quando jovem, foi abalado pela morte de seus dois irmãos mais velhos, o que o deixou traumatizado e enfermo, sendo conduzido a diversos especialistas, na área da Medicina, sem, contudo, lograr qualquer resultado satisfatório. Nessa época, conheceu a Sra. Ana Ribeiro Borges, que o conduziu à Doutrina Espírita, o que o teria libertado do trauma e trazido consolações, tanto para ele como para toda a sua família. Divaldo dedicou-se, então, ao estudo do Espiritismo, ao tempo em que foi aprimorando suas faculdades mediúnicas, pelo correto exercício e continuado estudo do Espiritismo.
Em 1945, ele mudou-se para Salvador, tendo feito concurso público para o Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE), onde ingressou como escriturário. Já espírita convicto, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção (CECR), em 7 de Setembro de 1947. Como orador, Divaldo começou a realizar palestras no mesmo ano, difundindo a Doutrina Espírita e hoje apresenta uma histórica e recordista trajetória no Brasil e no exterior, sempre atraindo multidões, com sua palavra inspirada e esclarecedora, acerca de diferentes temas sobre os problemas humanos e espirituais. Há vários anos, viaja em média 230 dias por ano, realizando palestras e também seminários no Brasil e no mundo. Em um levantamento preliminar suas atividades no exterior foram:
• Américas: Esteve em 18 países, em mais de 119 cidades, onde realizou mais de mil palestras, concedeu mais de 180 entrevistas de rádio e TV para cerca de 113 emissoras, inclusive por 3 vezes na Voz da América, a maior cadeia de rádio do continente. Recebeu cerca de 50 homenagens de vários países, destacando-se o honorífico título de Doutor Honoris Causa em Humanidades, concedido pela Universidade de Concórdia em Montreal, no Canadá, em 1991. Por 3 vezes fez palestras na ONU, em Washington – DC e mais de 12 universidades do continente.
• Europa: Esteve em mais de 20 países, em mais de 80 cidades, onde realizou mais de 500 palestras, concedeu mais de 50 entrevistas de rádio e TV para cerca de 40 emissoras, tendo recebido homenagens de vários países; fez conferência em cerca de 10 universidades européias.
• África: Esteve em mais de 5 países, em 25 cidades, realizando 150 palestras, concedeu mais de 12 entrevistas de rádio e TV, em 11 emissoras; recebeu 4 homenagens.
• Ásia: Esteve em mais de 5 países, em 10 cidades, realizando mais de 12 palestras.
Em 31 de agosto de 2000 participou, a convite da ONU, do Primeiro Encontro Mundial da Paz, reunião de cúpula com líderes religiosos de expressão internacional para se discutir e formular proposta de paz.
Detalhes das atividades, boletim informativo completo, biografias de grandes médiuns, links de federações e outros centros espíritas podem ser obtidos na página eletrônica: www.celuzdivina.org. O Centro Luz Divina – CELD fica localizado na 119-137 Clifford St. (Prédio do Ironbound Medical Building), em Newark – NJ, tel.: (908) 296-9325 ou (908) 307-7141 ou E-mail: celuzdivina@yahoo.com. Horário de reuniões no centro: domingos, às 7:00 pm, e segundas, às 8:00 pm.
*
Fonte:
http://www.brazilianvoice.com/bv_noticias/bv_comunidade/4720.html
*
Centro Luz Divina – CELD
celuzdivina@yahoo.com
*
Compilação e ilustração:
Eudison de Paula Leal
eudisonleal@gmail.com.br
*
Publicado em: Sinapseslinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
*
Conheça: Janelas da Alma
https://sites.google.com/site/eudisonleal/Home
*

Divaldo Pereira Franco
O orador Divaldo Pereira Franco estará no palácio Europa, em Newark - NJ
No próximo 27 de março (2009), sexta-feira, às 6:45 pm, o conceituado orador espírita brasileiro Divaldo P. Franco, convidado pelo Centro Espírita Luz Divina – CELD, estará no Palácio Europa, na 289 New York Avenue, em Newark (NJ), realizando uma palestra grátis sobre “Iluminação Interior”.
Natural de Feira de Santana (BA), Divaldo é um importante orador e escritor espírita, com mais de cinqüenta anos devotados à mediunidade, e mais de quarenta anos dedicados a cuidar dos meninos de rua da capital baiana. Em 15 de agosto de 1952, junto com Nilson de Souza Pereira, ele fundou a casa de assistência Mansão do Caminho, responsável pela orientação e educação de mais de 33 mil crianças e adolescentes carentes.
Divaldo cursou a Escola Normal Rural de Feira de Santana, onde recebeu o diploma de Professor Primário em 1943. Desde a infância relata comunicar-se com os espíritos. Quando jovem, foi abalado pela morte de seus dois irmãos mais velhos, o que o deixou traumatizado e enfermo, sendo conduzido a diversos especialistas, na área da Medicina, sem, contudo, lograr qualquer resultado satisfatório. Nessa época, conheceu a Sra. Ana Ribeiro Borges, que o conduziu à Doutrina Espírita, o que o teria libertado do trauma e trazido consolações, tanto para ele como para toda a sua família. Divaldo dedicou-se, então, ao estudo do Espiritismo, ao tempo em que foi aprimorando suas faculdades mediúnicas, pelo correto exercício e continuado estudo do Espiritismo.
Em 1945, ele mudou-se para Salvador, tendo feito concurso público para o Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE), onde ingressou como escriturário. Já espírita convicto, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção (CECR), em 7 de Setembro de 1947. Como orador, Divaldo começou a realizar palestras no mesmo ano, difundindo a Doutrina Espírita e hoje apresenta uma histórica e recordista trajetória no Brasil e no exterior, sempre atraindo multidões, com sua palavra inspirada e esclarecedora, acerca de diferentes temas sobre os problemas humanos e espirituais. Há vários anos, viaja em média 230 dias por ano, realizando palestras e também seminários no Brasil e no mundo. Em um levantamento preliminar suas atividades no exterior foram:
• Américas: Esteve em 18 países, em mais de 119 cidades, onde realizou mais de mil palestras, concedeu mais de 180 entrevistas de rádio e TV para cerca de 113 emissoras, inclusive por 3 vezes na Voz da América, a maior cadeia de rádio do continente. Recebeu cerca de 50 homenagens de vários países, destacando-se o honorífico título de Doutor Honoris Causa em Humanidades, concedido pela Universidade de Concórdia em Montreal, no Canadá, em 1991. Por 3 vezes fez palestras na ONU, em Washington – DC e mais de 12 universidades do continente.
• Europa: Esteve em mais de 20 países, em mais de 80 cidades, onde realizou mais de 500 palestras, concedeu mais de 50 entrevistas de rádio e TV para cerca de 40 emissoras, tendo recebido homenagens de vários países; fez conferência em cerca de 10 universidades européias.
• África: Esteve em mais de 5 países, em 25 cidades, realizando 150 palestras, concedeu mais de 12 entrevistas de rádio e TV, em 11 emissoras; recebeu 4 homenagens.
• Ásia: Esteve em mais de 5 países, em 10 cidades, realizando mais de 12 palestras.
Em 31 de agosto de 2000 participou, a convite da ONU, do Primeiro Encontro Mundial da Paz, reunião de cúpula com líderes religiosos de expressão internacional para se discutir e formular proposta de paz.
Detalhes das atividades, boletim informativo completo, biografias de grandes médiuns, links de federações e outros centros espíritas podem ser obtidos na página eletrônica: www.celuzdivina.org. O Centro Luz Divina – CELD fica localizado na 119-137 Clifford St. (Prédio do Ironbound Medical Building), em Newark – NJ, tel.: (908) 296-9325 ou (908) 307-7141 ou E-mail: celuzdivina@yahoo.com. Horário de reuniões no centro: domingos, às 7:00 pm, e segundas, às 8:00 pm.
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Fonte:
http://www.brazilianvoice.com/bv_noticias/bv_comunidade/4720.html
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Centro Luz Divina – CELD
celuzdivina@yahoo.com
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Compilação e ilustração:
Eudison de Paula Leal
eudisonleal@gmail.com.br
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Publicado em: Sinapseslinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Conheça: Janelas da Alma
https://sites.google.com/site/eudisonleal/Home
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17 de mar. de 2009
Vivência da Felicidade
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Vivência da Felicidade
Normalmente a felicidade é considerada como sendo falta de sofrimento, ausência de problemas e de preocupações. O conceito, no entanto, é cedido, destituído de legitimidade, porque se pode experimentar bem-estar, felicidade, portanto, em situações de dor, assim como diante de problemas e de desafios. A felicidade é um estado emocional interior, no qual, as questões externas, quando negativas, não conseguem modificar o sentimento de harmonia.
Da mesma forma, acontecimentos e circunstâncias perturbadoras são incapazes de lhe alterar a magnitude, porque podem ser administrados e conduzidos a resultados edificantes.
Sempre se considera a infelicidade como sendo a má sorte, a debilidade orgânica, a presença de enfermidades, os problemas financeiros e emocionais, a solidão e a insegurança, deixando transparecer que a felicidade seria o oposto.
Nada obstante, podemos considerar a felicidade como resultado de pensamentos corretos, de atos honestos e de sentimentos enobrecidos.
Caso as ocorrências não sejam benéficas, propiciando prazer e poder, isso, de maneira alguma, pode ser considerado como desgraça, dependendo, naturalmente, da maneira como sejam encaradas. Invariavelmente, a situação deplorável de hoje, se bem administrada, transforma-se em dádiva de engrandecimento interior e de compreensão dos acontecimentos existenciais, mais tarde, favorecendo a conquista da felicidade.
Para o asceta, o mártir, o idealista, quanto mais enfrentam dificuldades melhores se sentem, agradecendo à vida as aflições que os elevam, que os ajudam a concretizar os objetivos que abraçam e os santificam. No entanto, para o indivíduo comum, as sensações bem atendidas, o confronto, a conquista de valores amoedados, e experimentar de prazeres contínuos, são fenômenos que se convertem em expressões de felicidade.
A felicidade não está adstrita a determinados padrões, de maneira que seja a mesma para todos os indivíduos. Estando as pessoas estagiando em diferentes níveis de consciência e conhecimento, suas aspirações diversificam-se, apresentando-se em tonalidades mui especiais, representativas de cada qual. Desse modo, o conceito de felicidade na vivência normal e comum é muito diferente, em relação aos seres humanos, apresentando-se com características próprias, referentes ao estágio e qualidade da emoção de cada um.
O véu que oculta o discernimento da felicidade real é colocado pelo ego, na sua feição imediatista, vinculado aos interesses pessoais e movimentando-se em torno deles, o que não corresponde à realidade dos valores que tipificam o estado de harmonia real, de plenitude. É provável que a felicidade para muitos não seja mais do que algumas alegrias derivadas das ambições que se fizeram palpáveis, após algum esforço por conseguí-las. Para outros, podem ser as satisfações hedonistas, em que o gozo foi transformado em finalidade primordial da existência, embora fugidio e cansativo.
A felicidade, porém, não se afirma como sendo o trânsito fácil pelos altibaixos da experiência carnal, tornando-se necessário que sejam eliminados os tóxicos mentais e a ignorância em torno das leis de solidariedade e de compaixão, que devem ser vivenciadas no íntimo, de forma a melhor compreender-se o sentido psicológico do existir.
O discernimento a respeito dos significados da existência terrestre, proporcionam uma visão ampla e sem falhas da felicidade em toda a sua magnitude, por facultar a compreensão das ocorrências durante a vilegiatura humana.
É provável que uma calúnia e uma inimizade que aparecem inesperadamente tisnem o estado de paz de alguém, atirando-o ao desespero, ao desejo de desforço, à demonstração de inocência... Esse momentâneo adversário que gera revolta e estimula sentimentos de vingança, inspira animosidade, passando a ser detestado. No entanto, em seu comportamento normal, é gentil com outras pessoas, granjeando simpatia e afeição, confirmando que a óptica pela qual é observado tem desvios de apresentação conforme cada observador.
Entender a situação de outrem, suas dificuldades emocionais e problemas de relacionamento, especialmente em relação a si mesmo, constitui um modelo de auto-preservação de decepções e de conflitos na área do comportamento social. Não se pode esperar que todas as criaturas reajam da mesma forma nos relacionamentos humanos, elegendo uns amigos em detrimento de outros, o que produz aceitação e rejeição.
Quando se tem a capacidade de desculpar, não se perturbando ante os acontecimentos desagradáveis do processo de convivência com os demais, trilha-se com segurança o roteiro que leva à harmonia, que predispõe à felicidade.
Uma das razões dominantes para a presença da infelicidade, é a ambição desmedida, que confunde o ter com o ser, o poder com o realizar-se.
A educação social na Terra, infelizmente, ainda tem a predominância pela exaltação do mais forte, pelo triunfo do mais rico ou mais belo, pela coragem do mais hábil na arte de projetar a imagem, estabelecendo a felicidade como sendo a glória externa, o brilho fácil nas rodas socioeconômicas dominantes... Como efeito, quando não se conseguem esses padrões de falsa felicidade, pensa-se em desdita, em fracasso.
Não é raro encontrar-se pessoas ricas e que alcançaram o topo, invejadas e copiadas, cercadas de fãs ardorosos e perseguidos pelo noticiário da frivolidade, que lamentam interiormente a fama e o alto escalão em que se deparam nos círculos em que se movimentam. Esse triunfo constitui-lhes verdadeiro suplício, enquanto um incontável número que se encontra no anonimato, ama a existência e com ela se compraz, muitas vezes enfrentando carências e dificuldades.
A verdadeira educação deve ter como meta formar cidadãos, criar condições dignificadoras para o indivíduo, fortalecimento dos valores ético-morais, porque os padrões exteriores mudam de situação a cada momento, enquanto os de natureza íntima permanecem como diretrizes de sabedoria geradora de paz interior.
Em geral, o sofrimento apresenta-se em todos os setores humanos como desdita ou infortúnio.
Considerando-se, porém, que é inevitável, que sempre surgirá momento em que se apresentará, em razão da circunstância em que o Espírito evolui, ainda apegado aos débitos de ontem como às intercorrências desequilibradoras de hoje, o recurso precioso para o enfrentamento é a constatação da transitoriedade do mesmo, em face da maneira como deve ser encarado, dando-lhe qualidades positivas de aperfeiçoamento moral, de metodologia que leva à auto-reflexão, ao aprimoramento interior.
A felicidade, desse modo, não é a falta de sofrimento...
Pode-se ser feliz embora com algum sofrimento, que não descaracteriza o bem-estar e a alegria de viver, propiciadores do estado pleno.
A felicidade real tem muito a ver com a felicidade que produz em torno, com aquela que diz respeito aos outros.
A chave para ser viabilizada está no amor a si mesmo e ao próximo, nessa deferência que deve ser dedicada ao esforço de auto-aprimoramento, de elevação de qualidades morais, de significados emocionados, tendo em vista as demais criaturas. Quem apenas se ama, sem tempo de ampliar o círculo da afetividade com os outros, sofre de miopia moral e, no seu egotismo, perde o sentido existencial.
Somente quando se ama aos demais caminhantes da estrada da evolução, é que se desenvolve os sentimentos de nobreza, especialmente os de compaixão, de misericórdia, de solidariedade e caridade no seu sentido mais elevado. Nesse amor que se expande, absorve-se a harmonia e a certeza de que após a transição do corpo pelo fenômeno da morte biológica, haverá o despertamento do Espírito em forma de consciência livre de culpa, em estado de real felicidade.
JOANA DE ÂNGELIS, (Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, no dia 20 de janeiro de 2009, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador-BA).
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Fonte:
http://www.opovo.com.br/opovo/espiritualidade/862709.html
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Publicado em:
SinapsesLinks:
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Conheça:
Janelas da Alma:
https://sites.google.com/site/eudisonleal/
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Vivência da Felicidade
Normalmente a felicidade é considerada como sendo falta de sofrimento, ausência de problemas e de preocupações. O conceito, no entanto, é cedido, destituído de legitimidade, porque se pode experimentar bem-estar, felicidade, portanto, em situações de dor, assim como diante de problemas e de desafios. A felicidade é um estado emocional interior, no qual, as questões externas, quando negativas, não conseguem modificar o sentimento de harmonia.
Da mesma forma, acontecimentos e circunstâncias perturbadoras são incapazes de lhe alterar a magnitude, porque podem ser administrados e conduzidos a resultados edificantes.
Sempre se considera a infelicidade como sendo a má sorte, a debilidade orgânica, a presença de enfermidades, os problemas financeiros e emocionais, a solidão e a insegurança, deixando transparecer que a felicidade seria o oposto.
Nada obstante, podemos considerar a felicidade como resultado de pensamentos corretos, de atos honestos e de sentimentos enobrecidos.
Caso as ocorrências não sejam benéficas, propiciando prazer e poder, isso, de maneira alguma, pode ser considerado como desgraça, dependendo, naturalmente, da maneira como sejam encaradas. Invariavelmente, a situação deplorável de hoje, se bem administrada, transforma-se em dádiva de engrandecimento interior e de compreensão dos acontecimentos existenciais, mais tarde, favorecendo a conquista da felicidade.
Para o asceta, o mártir, o idealista, quanto mais enfrentam dificuldades melhores se sentem, agradecendo à vida as aflições que os elevam, que os ajudam a concretizar os objetivos que abraçam e os santificam. No entanto, para o indivíduo comum, as sensações bem atendidas, o confronto, a conquista de valores amoedados, e experimentar de prazeres contínuos, são fenômenos que se convertem em expressões de felicidade.
A felicidade não está adstrita a determinados padrões, de maneira que seja a mesma para todos os indivíduos. Estando as pessoas estagiando em diferentes níveis de consciência e conhecimento, suas aspirações diversificam-se, apresentando-se em tonalidades mui especiais, representativas de cada qual. Desse modo, o conceito de felicidade na vivência normal e comum é muito diferente, em relação aos seres humanos, apresentando-se com características próprias, referentes ao estágio e qualidade da emoção de cada um.
O véu que oculta o discernimento da felicidade real é colocado pelo ego, na sua feição imediatista, vinculado aos interesses pessoais e movimentando-se em torno deles, o que não corresponde à realidade dos valores que tipificam o estado de harmonia real, de plenitude. É provável que a felicidade para muitos não seja mais do que algumas alegrias derivadas das ambições que se fizeram palpáveis, após algum esforço por conseguí-las. Para outros, podem ser as satisfações hedonistas, em que o gozo foi transformado em finalidade primordial da existência, embora fugidio e cansativo.
A felicidade, porém, não se afirma como sendo o trânsito fácil pelos altibaixos da experiência carnal, tornando-se necessário que sejam eliminados os tóxicos mentais e a ignorância em torno das leis de solidariedade e de compaixão, que devem ser vivenciadas no íntimo, de forma a melhor compreender-se o sentido psicológico do existir.
O discernimento a respeito dos significados da existência terrestre, proporcionam uma visão ampla e sem falhas da felicidade em toda a sua magnitude, por facultar a compreensão das ocorrências durante a vilegiatura humana.
É provável que uma calúnia e uma inimizade que aparecem inesperadamente tisnem o estado de paz de alguém, atirando-o ao desespero, ao desejo de desforço, à demonstração de inocência... Esse momentâneo adversário que gera revolta e estimula sentimentos de vingança, inspira animosidade, passando a ser detestado. No entanto, em seu comportamento normal, é gentil com outras pessoas, granjeando simpatia e afeição, confirmando que a óptica pela qual é observado tem desvios de apresentação conforme cada observador.
Entender a situação de outrem, suas dificuldades emocionais e problemas de relacionamento, especialmente em relação a si mesmo, constitui um modelo de auto-preservação de decepções e de conflitos na área do comportamento social. Não se pode esperar que todas as criaturas reajam da mesma forma nos relacionamentos humanos, elegendo uns amigos em detrimento de outros, o que produz aceitação e rejeição.
Quando se tem a capacidade de desculpar, não se perturbando ante os acontecimentos desagradáveis do processo de convivência com os demais, trilha-se com segurança o roteiro que leva à harmonia, que predispõe à felicidade.
Uma das razões dominantes para a presença da infelicidade, é a ambição desmedida, que confunde o ter com o ser, o poder com o realizar-se.
A educação social na Terra, infelizmente, ainda tem a predominância pela exaltação do mais forte, pelo triunfo do mais rico ou mais belo, pela coragem do mais hábil na arte de projetar a imagem, estabelecendo a felicidade como sendo a glória externa, o brilho fácil nas rodas socioeconômicas dominantes... Como efeito, quando não se conseguem esses padrões de falsa felicidade, pensa-se em desdita, em fracasso.
Não é raro encontrar-se pessoas ricas e que alcançaram o topo, invejadas e copiadas, cercadas de fãs ardorosos e perseguidos pelo noticiário da frivolidade, que lamentam interiormente a fama e o alto escalão em que se deparam nos círculos em que se movimentam. Esse triunfo constitui-lhes verdadeiro suplício, enquanto um incontável número que se encontra no anonimato, ama a existência e com ela se compraz, muitas vezes enfrentando carências e dificuldades.
A verdadeira educação deve ter como meta formar cidadãos, criar condições dignificadoras para o indivíduo, fortalecimento dos valores ético-morais, porque os padrões exteriores mudam de situação a cada momento, enquanto os de natureza íntima permanecem como diretrizes de sabedoria geradora de paz interior.
Em geral, o sofrimento apresenta-se em todos os setores humanos como desdita ou infortúnio.
Considerando-se, porém, que é inevitável, que sempre surgirá momento em que se apresentará, em razão da circunstância em que o Espírito evolui, ainda apegado aos débitos de ontem como às intercorrências desequilibradoras de hoje, o recurso precioso para o enfrentamento é a constatação da transitoriedade do mesmo, em face da maneira como deve ser encarado, dando-lhe qualidades positivas de aperfeiçoamento moral, de metodologia que leva à auto-reflexão, ao aprimoramento interior.
A felicidade, desse modo, não é a falta de sofrimento...
Pode-se ser feliz embora com algum sofrimento, que não descaracteriza o bem-estar e a alegria de viver, propiciadores do estado pleno.
A felicidade real tem muito a ver com a felicidade que produz em torno, com aquela que diz respeito aos outros.
A chave para ser viabilizada está no amor a si mesmo e ao próximo, nessa deferência que deve ser dedicada ao esforço de auto-aprimoramento, de elevação de qualidades morais, de significados emocionados, tendo em vista as demais criaturas. Quem apenas se ama, sem tempo de ampliar o círculo da afetividade com os outros, sofre de miopia moral e, no seu egotismo, perde o sentido existencial.
Somente quando se ama aos demais caminhantes da estrada da evolução, é que se desenvolve os sentimentos de nobreza, especialmente os de compaixão, de misericórdia, de solidariedade e caridade no seu sentido mais elevado. Nesse amor que se expande, absorve-se a harmonia e a certeza de que após a transição do corpo pelo fenômeno da morte biológica, haverá o despertamento do Espírito em forma de consciência livre de culpa, em estado de real felicidade.
JOANA DE ÂNGELIS, (Página psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, no dia 20 de janeiro de 2009, no Centro Espírita Caminho da Redenção, em Salvador-BA).
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Fonte:
http://www.opovo.com.br/opovo/espiritualidade/862709.html
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Publicado em:
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Janelas da Alma:
https://sites.google.com/site/eudisonleal/
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8 de mar. de 2009
Teatro dos Espíritos
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Teatro dos Espíritos
O Brasil é considerado a maior nação espírita do mundo. São mais de dois milhões de pessoas que seguem a doutrina e outros 40 milhões que acreditam na vida após a morte. O país possui milhares de instituições vinculadas à doutrina e Chico Xavier, o maior expoente do espiritismo no país, escreveu mais de 450 livros, publicados em 15 idiomas.
Não é por acaso que filmes como “Bezerra de Menezes”, sobre um dos pioneiros do kardecismo no país, e peças de teatro como “O Nosso Lar” e “Além da Vida” são um sucesso de público. Essa última, por exemplo, que está em cartaz até hoje em Ribeirão Preto, completa 25 anos nos palcos nacionais.
“É uma data especial e acho legal que essa nova geração possa ver a peça, por isso foi remontada”, afirma o ator e produtor Renato Prieto.
Semeador
A companhia que leva o nome do ator é especializada em espetáculos de temática espírita. São 11 peças montadas nestas mais de duas décadas de existência. Tudo começou na década de 80, quando Renato foi convidado a participar da primeira montagem de “Além da Vida” com os atores (e espíritas) Lúcio Mauro e Augusto César Vanucci. Desde então tornou-se especialista em peças baseadas em textos psicografados pelos médiuns Chico Xavier e Divaldo Pereira Franco.
As adaptações para o palco são feitas pelo ator, diretor e escritor Cirano Roselin e atualmente a companhia apresenta quatro espetáculos por palcos do país. E o grupo estreia dia 13 de março a peça “O Semeador de Estrelas”, sobre a vida de Divaldo Franco.
“Vai estrear no Rio de Janeiro e até maio devemos trazer também para Ribeirão Preto. Gosto muito da cidade, criamos um vínculo muito grande”, garante.
Holywood
Mas Renato lembra que, no início, as peças espíritas estavam longe de ser um sucesso. As montagens eram apresentadas em horários alternativos no Rio de Janeiro, nos momentos de folga dos atores.
“Aí começou a haver uma publicidade do boca a boca e as peças espíritas tornaram-se um fenômeno. Até Holywood se interessou”, comenta o ator que menciona filmes como “Além da Eternidade”, “Ghost”, “O Sexto Sentido” e “Os Outros”, como exemplos do espiritismo no cinema.
“Nosso Lar”, baseado na obra de Chico Xavier, pode virar filme, mas Renato, que teria sido convidado para o projeto, prefere não dar mais detalhes.
“Existe realmente esta possibilidade, mas tem muita coisa envolvida. Prefiro não falar nada agora”, diz.
O ator afirma que o Espiritismo interessa a muita gente, independente da religião.
“Não existe ninguém neste planeta que não se pergunta de onde viemos e para onde vamos, por isso pessoas de todos os credos vão às nossas peças”, comenta Renato, que diz ainda que para fazer parte da companhia, não é preciso seguir a doutrina, mas ser um “simpatizante”.
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Fonte:
http://www.jornalacidade.com.br/noticias/78347/teatro-dos-espiritos.html
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Publicado em: SinapsesLinks
http://sinapseslinks.blogspot.com/
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Conheça: Janelas da Alma
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Teatro dos Espíritos
O Brasil é considerado a maior nação espírita do mundo. São mais de dois milhões de pessoas que seguem a doutrina e outros 40 milhões que acreditam na vida após a morte. O país possui milhares de instituições vinculadas à doutrina e Chico Xavier, o maior expoente do espiritismo no país, escreveu mais de 450 livros, publicados em 15 idiomas.
Não é por acaso que filmes como “Bezerra de Menezes”, sobre um dos pioneiros do kardecismo no país, e peças de teatro como “O Nosso Lar” e “Além da Vida” são um sucesso de público. Essa última, por exemplo, que está em cartaz até hoje em Ribeirão Preto, completa 25 anos nos palcos nacionais.
“É uma data especial e acho legal que essa nova geração possa ver a peça, por isso foi remontada”, afirma o ator e produtor Renato Prieto.
Semeador
A companhia que leva o nome do ator é especializada em espetáculos de temática espírita. São 11 peças montadas nestas mais de duas décadas de existência. Tudo começou na década de 80, quando Renato foi convidado a participar da primeira montagem de “Além da Vida” com os atores (e espíritas) Lúcio Mauro e Augusto César Vanucci. Desde então tornou-se especialista em peças baseadas em textos psicografados pelos médiuns Chico Xavier e Divaldo Pereira Franco.
As adaptações para o palco são feitas pelo ator, diretor e escritor Cirano Roselin e atualmente a companhia apresenta quatro espetáculos por palcos do país. E o grupo estreia dia 13 de março a peça “O Semeador de Estrelas”, sobre a vida de Divaldo Franco.
“Vai estrear no Rio de Janeiro e até maio devemos trazer também para Ribeirão Preto. Gosto muito da cidade, criamos um vínculo muito grande”, garante.
Holywood
Mas Renato lembra que, no início, as peças espíritas estavam longe de ser um sucesso. As montagens eram apresentadas em horários alternativos no Rio de Janeiro, nos momentos de folga dos atores.
“Aí começou a haver uma publicidade do boca a boca e as peças espíritas tornaram-se um fenômeno. Até Holywood se interessou”, comenta o ator que menciona filmes como “Além da Eternidade”, “Ghost”, “O Sexto Sentido” e “Os Outros”, como exemplos do espiritismo no cinema.
“Nosso Lar”, baseado na obra de Chico Xavier, pode virar filme, mas Renato, que teria sido convidado para o projeto, prefere não dar mais detalhes.
“Existe realmente esta possibilidade, mas tem muita coisa envolvida. Prefiro não falar nada agora”, diz.
O ator afirma que o Espiritismo interessa a muita gente, independente da religião.
“Não existe ninguém neste planeta que não se pergunta de onde viemos e para onde vamos, por isso pessoas de todos os credos vão às nossas peças”, comenta Renato, que diz ainda que para fazer parte da companhia, não é preciso seguir a doutrina, mas ser um “simpatizante”.
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http://www.jornalacidade.com.br/noticias/78347/teatro-dos-espiritos.html
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