12 de ago. de 2006

52 Não Violência











Educação

Assunto: O valor moral na educação de filhos

A MENTIRA DESCOBERTA - Arun Gandhi

O Dr. Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do Instituto M.K. Gandhi para a Vida Sem Violência, em sua palestra de 9 de junho, na Universidade de Porto Rico, compartilhou a seguinte história como exemplo da vida sem violência exemplificada por seus pais:
"Eu tinha 16 anos e estava vivendo com meus pais no instituto que meu avô havia fundado, a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul, em meio a plantações de cana de açúcar.

Estávamos bem no interior do país e não tínhamos vizinhos. Assim, sempre nos entusiasmava, às duas irmãs e a mim, poder ir à cidade visitar amigos ou ir ao cinema.
Certo dia, meu pai me pediu que o levasse à cidade para assistir a uma conferência que duraria o dia inteiro, e eu me apressei de imediato diante da oportunidade.

Como iria à cidade, minha mãe deu-me uma lista de coisas do supermercado, as quais necessitava, e como iria passar todo o dia na cidade, meu pai me pediu que me encarregasse de algumas tarefas pendentes, como levar o carro à oficina.
Quando me despedi de meu pai, ele me disse: 'Nós nos veremos neste local às 5 horas da tarde e retornaremos à casa juntos.'

Após, muito rapidamente, completar todas as tarefas, fui ao cinema mais próximo. Estava tão concentrado no filme, um filme duplo de John Wayne, que me esqueci do tempo. Eram 5:30 horas da tarde, quando me lembrei. Corri à oficina, peguei o carro e corri até onde meu pai estava me esperando. Já eram quase 6 horas da tarde.

Ele me perguntou com ansiedade: 'Por que chegaste tarde?' Eu me sentia mal com o fato e não lhe podia dizer que estava assistindo um filme de John Wayne. Então, eu lhe disse que o carro não estava pronto e que tive que esperar... isto eu disse sem saber que meu pai já havia ligado para a oficina.

Quando ele se deu conta de que eu havia mentido, disse-me:

Algo não anda bem na maneira pela qual te tenho educado, que não te tem proporcionado confiança em dizer-me a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado contigo. Vou caminhar as 18 milhas ate em casa e pensar sobre isto.

Assim, vestido com seu traje e seus sapatos elegantes, começou a caminhar até à casa, por caminhos que nem estavam asfaltados nem iluminados. Não podia deixá-lo só. Assim, dirigi por 5 horas e meia atrás dele... vendo meu pai sofrer a agonia de uma mentira estúpida que eu havia dito.

Decidi, desde aquele momento, que nunca mais iria mentir.

Muitas vezes me recordo desse episódio e penso.. Se ele me tivesse castigado do modo que castigamos nossos filhos, teria eu aprendido a lição? Não acredito...

Se tivesse sofrido o castigo, continuaria fazendo o mesmo...

Mas, tal ação de não-violência foi tão forte que a tenho impressa na memória como se fosse ontem...

" Este é o poder da vida sem violência."
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52 Os Cachorros










Aprenda com os Cachorros


Se Um Cachorro Fosse o Seu Professor , talvez você aprendesse coisas assim:

1. Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.

2. Nunca perca uma oportunidade de ir passear de carro.

3. Permita experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.

4. Quando está a seu favor, pratique a obediência.

5. Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.

6. Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.

7. Corra, pule e brinque todos os dias.

8. Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.

9. Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.

10. Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquido e deite à sombra de uma árvore.

11. Quando você está feliz, dance e balance todo o seu corpo.

12. Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado...Volte e faça as pazes novamente.

13. Aproveite o prazer de uma longa caminhada.

14. Se alimente com gosto e entusiasmo.

15. Coma só o suficiente.

16. Seja leal.

17. Nunca pretenda ser o que você não é.

18. Se você quer se deitar embaixo da terra, cave fundo até conseguir.

19. E o MAIS importante de tudo...
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

Autor desconhecido
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54 Homem de Neandertal













Homem de Neandertal

Fonte: http://www.utad.pt/~origins/neander.html

Quando se fala em homem de Neandertal, como em qualquer outro nosso antepassado, surgem muitas dúvidas em relação à existência e modo de vida destes seres:
Como viviam? Como eram? Que conhecimentos temos deles? Quais as causas da sua extinção?

Neste capítulo vamos tentar responder a estas e outras questões relacionadas com este nosso "primo" o homem de Neandertal.

Foi durante o século passado, em 1856, que se encontraram os primeiros vestígios de um ser vivo muito semelhante ao homem moderno. Estes fósseis foram encontrados na Alemanha, Vale de Neander que deu o nome à espécie. A princípio estes achados não tiveram grande importância na comunidade científica até à revolução que Darwin introduziu com a teoria da evolução das espécies. Devido à sua localização europeia houve um maior empenho no estudo destes fósseis sendo recolhidos em grande número.
As datações mais recentes revelam-nos uma idade de cerca de 200 mil anos para o aparecimento dos Neandertais terminando a sua existência num misterioso desaparecimento por volta de 30 mil anos. Povoaram toda a Europa e parte da Ásia, pois encontramos vestígios desde a costa oeste de Portugal até ao Extremo Oriente.

Apesar de vários fósseis levarem os cientistas a traçarem o homem de Neandertal como um ser animalesco, essa concepção está hoje ultrapassada. Aliás se encontrasse-mos hoje em dia um Neandertal vestido na rua passaria despercebido como se um de nós se tratasse.

Fisicamente era robusto e atarracado, possuía também uma caixa craniana bastante volumosa o que leva crer que eram inteligentes.

Viveram na Europa durante as últimas glaciações, períodos de frio intenso intercalado com períodos amenos conseguindo sempre sobreviver. Sobreviveram inteligentemente construindo cabanas e roupas e utilizando também o fogo. Desenvolveram uma nova técnica de fabrico de ferramentas, o Musteirense, que permitiam um melhor fabrico e especificidade dos utensílios
O homem de Neandertal foi também o pioneiro da religião, acreditava na vida além da morte, prova disso é a inumação dos mortos. A inumação dos mortos é também responsável pelo grande número de achados, pois é mais fácil a conservação, não estando esta dependente do acaso.

Em resumo, muito se sabe sobre o Homem de Neandertal mas muito mais ainda está por descobrir; eram seres inteligentes, fortes, viviam numa sociedade mais ou menos complexa e eram capazes de comunicar entre si. Porquê então o seu desaparecimento?
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56 Bodas - Comemorações











Bodas!

Sempre que possível devemos realizar comemorações.
Quando reunimos pessoas para festerjar, na realidade acontece a Festa dos Corações, entre Encarnados e Desencarnados - Todos participam!
Alegria!

01 ano Bodas de Papel
02 anos Bodas de Algodão
03 anos Bodas de Frutos/Flores
04 anos Bodas de Cera
05 anos Bodas de Madeira ou Ferro
06 anos Bodas de Açúcar ou Perfume
07 anos Bodas de Lã
08 anos Bodas de Papoula ou Bronze
09 anos Bodas de Vime ou Cerâmica
10 anos Bodas de Estanho ou Alumínio
11 anos Bodas de Aço
12 anos Bodas de Seda ou Linho
13 anos Bodas de Junquilho ou Renda
14 anos Bodas de Marfim
15 anos Bodas de Cristal
16 anos Bodas de Safira
17 anos Bodas de Rosa
18 anos Bodas de Turquesa
19 anos Bodas de Cretone
20 anos Bodas de Porcelana
25 anos Bodas de Prata
30 anos Bodas de Pérola
35 anos Bodas de Musseline ou Coral
40 anos Bodas de Rubi
45 anos Bodas de Platina
50 anos Bodas de Ouro
55 anos Bodas de Esmeralda
60 anos Bodas de Diamante
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58 Chaves Libertadoras



















Chaves Libertadoras

DESGOSTO.
Qualquer contratempo aborrece.
No entanto, sem desgosto, a conquista de experiência é impraticável.

OBSTÁCULO.
Todo empeçilho atrapalha.
Sem obstáculo, porém, nenhum de nós consegue efetuar a superação das próprias deficiências.

DECEPÇÃO.
Qualquer desilusão incomoda.
Todavia, sem decepção, não chegamos a discernir o certo do errado.

ENFERMIDADE.
Toda doença embaraça.
Sem a enfermidade, entretanto, é muito difícil consolidar a preservação consciente da própria saúde.

TENTAÇÃO.
Qualquer desafio conturba.
Mas, sem tentação, nunca se mede a própria resistência.

PREJUÍZO.
Todo golpe fere.
Sem prejuízo, porém, é quase impossível construir segurança nas relações uns com os outros.

INGRATIDÃO.
Qualquer insulto à confiança estraga a vida espiritual.
No entanto, sem o concurso da ingratidão que nos visite, não saberemos formular equações verdadeiras nas contas de nosso tesouro afetivo.

Espírito: André Luiz
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54 PC Completa 25 Anos










O PC completa 25 anos!
No dia 12 de agosto de 1981, a IBM colocou nas lojas o IBM Personal Computer, apresentado como um "sistema pessoal" para casas e escritórios. Pela primeira vez, um computador era fácil de usar e tinha o formato atual, com teclado, monitor e drive de armazenamento.
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Fonte:
http://pcworld.uol.com.br/reportagens/2006/08/10/idgnoticia.2006-08-10.8932502058/IDGNoticia_view
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O texto a seguir é o comunicado oficial da Divisão de Informação de Sistemas da IBM, distribuído em 12 de agosto de 1981 e entitulado

IBM anuncia o Computador Pessoal
A IBM Corporation anunciou hoje o seu menor e mais acessível sistema de computador, o IBM Personal Computer. Desenvolvido para negócios, uso escolar e doméstico, o sistema é fácil de operar e será vendido a partir de módicos US$ 1.565. Ele oferece muitas funções avançadas e, com softwares opcionais, pode operar centenas de programas e aplicativos. O IBM Personal Computer será vendido por meio das lojas ComputerLand participantes e das novas seções de informática (que começam a operar neste outono) da Sears, Roebuck and Co. O lançamento também será vendido pelos IBM Product Centers e por uma unidade especial de vendas na Divisão de Processamento de Dados da companhia.

“Este é o computador certo para todos que sempre desejaram ter um sistema pessoal no escritório, no campus da universidade ou até mesmo em casa”, afirmou C. B. Rogers Jr., vice-presidente da IBM e executivo do grupo General Business. “Acreditamos que sua performance, confiabilidade e facilidade de operação fazem dele o mais avançado e acessível computador pessoal à venda no mercado”.

A IBM desenvolveu o PC tanto para usuários pouco experientes quanto para os mais familiarizados com computadores, sejam eles executivos que precisam de mais organização ou estudantes às voltas com trabalhos escolares. Todos os sistemas trazem uma versão facilmente compreensível da popular linguagem de programação BASIC, da Microsoft, e também vêm com manuais bastante explicativos. Assim, em instantes é possível começar a operar o PC e seus programas.
Entre os destaques do novo sistema estão:

• Funções – O sistema traz um teclado de 83 teclas, até 262.144 caracteres disponíveis (16.384 como padrão); uma impressora que pode imprimir em duas direções e em velocidade de 80 caracteres por segundo; capacidade de auto-testar os componentes do sistema e um microprocessador de 16 bits de alta velocidade.

• Performance – Operando a velocidades medidas em milionésimos de segundo, o IBM Personal Computer pode gerar e exibir tabelas, gráficos e informações numéricas e textuais. Documentos empresariais – incluindo balancetes e processamento de texto – podem ser trabalhados no mesmo sistema que aplicativos destinados às finanças pessoais e ao entretenimento doméstico.
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Vide texto completo no endereço acima indicado.
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Após 25 anos do lançamento do PC quanta coisa aconteceu!!!
Parabéns a todos aqueles que trabalharam para que o PC se transformasse numa realidade. O PC mudou o rumo da Humanidade.
Sejam todos Abençoados!
Muito Obrigado também.
Fraternalmente,
Leal
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9 de ago. de 2006

52 Ansiedade 02












Transtornos de Ansiedade

Texto retirado do Livro: Psiquiatria e saúde Mental, conceitos clínicos e terapêuticos fundamentais, por Portella Nunes e Romildo Bueno.


INTRODUÇÃO

A ansiedade é um sinal de alerta, que permite ao indivíduo ficar atento a um perigo iminente e tomar medidas necessárias para lidar com a ameaça. Em outras palavras, é um sentimento útil. Sem ela estaríamos vulneráveis aos perigos e ao desconhecido. É algo que está presente no desenvolvimento normal, nas mudanças e nas experiências novas e inéditas.

A ansiedade permite a um ator que estreará uma nova peça, que ensaie o suficiente para ter maior segurança e, conseqüentemente, menor ansiedade; ou então, que um jovem se prepare demoradamente e com vários detalhes irrelevantes para um encontro amoroso. Após algum tempo, a preparação para o encontro com uma antiga namorada se torna quase desnecessária, já que não há mais ansiedade.

A ansiedade normal é uma sensação difusa, desagradável, de apreensão, acompanhada por várias sensações físicas: mal-estar epigástrico, aperto no tórax, palpitações, sudorese excessiva, cefaléia, súbita necessidade de evacuar, inquietação etc. Os padrões individuais físicos de ansiedade variam amplamente. Alguns indivíduos apresentam apenas sintomas cardiovasculares, outros apenas sintomas gastrintestinais, há aqueles que apresentam apenas sudorese excessiva.

A sensação de ansiedade pode ser dividida em dois componentes: a consciência de sensações físicas; a consciência de estar nervoso ou amedrontado. A ansiedade pode ser aumentada por um sentimento de vergonha: “os outros notarão que estou nervoso”. Alguns ficam surpresos ao notarem que os outros não perceberam sua ansiedade ou não notaram sua intensidade.

A diferença entre medo e ansiedade é questão teórica. Como citado anteriormente, a ansiedade é uma sensação vaga e difusa, e leva-nos a enfrentar situações agradáveis ou não, com sucesso. Já o medo, que também é reação normal, difere da ansiedade porque é ligado a uma situação ou objeto específico que apresenta perigo, real ou imaginário, e nos leva a evitá-lo. Um exemplo é o medo de assalto. Todos evitamos as situações que nos possam deixar mais vulneráveis.

Uma vez que é vantajoso responder com ansiedade a certas situações ameaçadores, podemos falar de ansiedade normal, contrastando com a ansiedade anormal ou patológica. Essa é uma resposta inadequada a determinado estímulo, em virtude de sua intensidade ou duração. Diferentemente da ansiedade normal, a patológica paralisa o indivíduo, traz prejuízo ao seu bem-estar e ao seu desempenho, e não permite que ele se prepare e enfrente as situações ameaçadoras.

Fonte:
http://www.geocities.com/HotSprings/Villa/3502/transtornosdeansiedade.html

Texto integral de 13 páginas: G:\#1_Leal_AMD2\#WordPerfect\03082308.34y
Solicite-o.
=== ep-leal@uol.com.br
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54 Pineal 07











A Pineal como Terceiro Olho

Autor: Prof. Luiz Machado
http://www.cidadedocerebro.com.br/newsletter_pineal.asp

Por conta de sua forma semelhante a uma pinha, do latim pinea (pronuncia-se /pínea/), esta glândula foi assim denominada, sendo também chamada de epífise (do grego epiphysis , de epi "sobre" e physis , "crescimento", "formado na extremidade", pois é um corpúsculo oval situado no cérebro, por cima e atrás das camadas ópticas).

As glândulas hipófise e pineal são místicas por excelência. "Místicas" no sentido de misteriosas, pois a ciência ainda conhece pouco sobre elas, principalmente a pineal, e também por serem cultuadas por algumas ordens, seitas, filosofias etc.

A biologia tem muitas dúvidas sobre essas glândulas, mas existem estudiosos que afirmam pertencerem elas a uma classe de órgãos que permanecem estacionários e latentes.

Há quem sustente que, em outras épocas, quando o ser humano estava em contato com os mundos internos , esses órgãos eram os meios de ingresso a eles e tornarão a servir a esse propósito em seu estágio ulterior.

A pineal é o órgão físico da visão etérea e astral, como muitos afirmam. Ela está situada no lado occipital, por cima e atrás da região da visão comum.

Na Índia, é o terceiro olho, o olho de Shiva (o terceiro membro da trindade do hinduísmo: Brahma, Vishnu, Shiva ou Siva).

Ao longo de estudos, procurou-se considerar a glândula pineal como simples remanescente de um olho ancestral, isso porque no lagarto ocelado - que tem ocelos (olhinhos) - existe uma vesícula fechada, de parede cristalina anterior e uma retina (pequena rede de nervos), formado por bastonetes (tipos de células em forma de bastão que fazem parte do sistema celular dos olhos) cercado de pigmentos em conexão com o nervo epifisário da pineal. Essa vesícula está situada em cima da cabeça do animal, embaixo da pele desprovida de pigmento e dentro de um orifício craniano. Esse olho ímpar apresenta-se mais ou menos degenerado nos demais lagartos. Não nos esqueçamos que a Teoria da Evolução nos considera um réptil que foi desenvolvendo cérebros sobrepostos (Paul MacLean, A Teoria do Cérebro Trino).

René Descartes (1596-1650) (em latim Cartesius, daí o adjetivo "cartesiano"), filósofo, místico e fundador da moderna matemática, considerava a pineal como a sede da alma racional . O termo "racional" deriva-se do latim ratio (pronuncia-se /rácio/), palavra que significa "comparação". Para este filósofo, a pineal era a glândula do saber, do conhecer.

Segundo ainda esse filósofo francês, a glândula pineal "transforma a informação recebida em humores que passam por tubos para influenciar as atividades do corpo".

É preciso notar que durante muito tempo predominou na medicina na Antiguidade, a doutrina do humorismo . Pensava-se que a disposição da pessoa dependia da natureza dos humores orgânicos (sangue, linfa, pituíta e bílis); assim, por exemplo, da secreção da bílis dependia o bom ou mau humor. Por exemplo, "atrabiliário", que significa "melancólico", "colérico", "violento" vem de atra bilis , "bílis negra", humor que se supunha ser secretado pelos coléricos. "Melancolia" vem do grego melagcholia , "negra bílis", pelo latim melancholia .

O sistema de Hipócrates, o mais ilustre médico da Antiguidade (aproximadamente 460-377 a.C.), baseia-se na alteração dos humores, que também era o sistema de Galeno (131 - cerca de 201), outro famoso médico da Grécia antiga, considerado por muitos o pai da neurofisiologia. O célebre provérbio: "Hipócrates diz sim, mas Galeno diz não", não significa antagonismo entre o sistema dos dois médicos. é uma maneira jocosa a respeito das contradições das opiniões médicas quando elas ocorrem.

Do que foi exposto, deduzimos que a pineal representa um portal que permite ao Eu Sápico exercer influência bastante definida sobre o Eu Físico.

À luz dos conhecimentos científicos atuais, a pineal é freqüentemente chamada de "reguladora das reguladoras", governando muitas atividades do hipotálamo e da hipófise.

A pineal é composta de células perceptoras cujo grau de intensidade ainda não sabemos. A luz, recebida por intermédio dos olhos e do corpo todo, influencia a função da pineal e, por isso, regula o ciclo vigília /sono.

Hoje em dia, fala-se e usa-se muito o hormônio melatonina para regular o ciclo vigília /sono. Este hormônio da pineal é produzido durante a noite para o sono e cessa com o sol, para despertar, falando-se de maneira simples.

O excesso de melatonina parece gerar depressão e aí estaria a grande incidência de depressão nos países em que o sol aparece com pouca freqüência.

Direta ou indiretamente, a pineal funciona, então, como um olho para a luz e não será ela "os olhos da mente"?

Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
Mentor da Emotologia
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56 O Livro











O livro morreu? Viva o livro!

Terça-feira, 08 de de 2006
Autor: Paulo Roberto Pires
Editora: NoMínimo

08.08.2006 | Éramos 148 editores de livros e revistas. Vindos de 32 países, de Ruanda à Suécia, isolamo-nos por onze dias no campus da Stanford University para, de longe, tentar enxergar melhor os desafios de nossos mundos. “Desafio”, aqui, não é figura de linguagem: de que serve o papel impresso num mundo atolado até o pescoço de informação, entretenimento e estímulos bem mais reluzentes do que a página de livro, revista e jornal?

Desde 1978 os Stanford Publishing Courses repetem o mesmo ritual, uma imersão nos problemas, complexidades, perdas (muitas) e ganhos (escassos) da cada vez mais difícil arte de ganhar a vida com a palavra impressa. No ar abafado de Palo Alto, pairava a tentação do diagnóstico alarmista: “o livro morreu?”. Nas entrelinhas de cada aula, uma resposta que tampouco se teve coragem de bradar: “viva o livro!”

Stanford é o berço das novas e novíssimas tecnologias de informação. Nos alojamentos da universidade, nasceram o Yahoo e o Google. Plantada no Silicon Valley, conjuga tradição inabalável com arrojos sem paralelo. E esta identidade da universidade funciona como uma metáfora perfeita para o curso de Book Publishing: afinal este é, em todo mundo, um business muito especial, que como um outro qualquer movimenta somas espetaculares e operações transnacionais mas que, como poucos outros, depende ainda fortemente de um núcleo artesanal – que é, finalmente, o trabalho do editor.

São assombrosos os números dos best sellers, assim como os valores das disputas por direitos autorais. Fenômenos como “Harry Potter” fazem com que o mundo inteiro gaste seus olhos com as mesmas histórias. Poucos grupos internacionais dominam editoras-chave em diversos países, uniformizando sucessos e buscando esconjurar o que se vê como “fracassos”. E, no fundo disso tudo, é preciso admitir, estão decisões pouco científicas ou calculadas que, por incrível que pareça, ainda fazem a diferença fundamental neste jogo pesado.

Um veteraníssimo executivo americano batizou sua aula de “Meus grandes erros”. Ao longo de uma hora, contou suas inúmeras decisões equivocadas – menos como uma lição de moral do tipo “meninos, não façam o que eu fiz” do que como uma sábia advertência: o imponderável ainda é um fator determinante neste negócio, por mais que o trabalho tenha se tornado quase científico. É assim, na base da intuição, que nascem best sellers e se perdem inúmeras oportunidades “imperdíveis”.

Um outro grande executivo, que saiu direto das revoltas estudantis de 1968 para o mercado do livro, não conseguiu até hoje decidir entre razão e sensibilidade. Ele já vendeu livros de livraria em livraria, já dirigiu uma mega-corporação e hoje é agente literário de sucesso. Para ele, os executivos “brincam de bingo” nas planilhas de custos enquanto o trabalho verdadeiro é decidido no olho-no-olho, no alarme que dispara na primeira leitura de um sucesso em potencial – um alarme que também, como se viu, pode perfeitamente “enguiçar”.

Ambos são legítimos representantes da “velha escola”, mas acabam tendo muito em comum com os defensores mais ferrenhos das novas tecnologias e estratégias minuciosamente planejadas para o mercado editorial. E este ponto em comum é, especialmente, o fascínio pela grande qualidade tecnológica deste estranho objeto que, em qualquer lugar, pode erguer e destruir mundos, disparar imaginação, levar à ação, emocionar e fazer pensar: o livro.

O fato é que não há palmtop, e-book ou qualquer outra traquitana mais inteligente do que os maços de papel encadernados que, como a gente, envelhecem e, diferentemente de nós, têm a virtude de permanecer no tempo. E aí vai pouco idealismo e bastante pragmatismo: livros e putas, escreveu Walter Benjamin, “podem-se levar para a cama”. E, relacionando uns e outras, o filósofo alemão continuava no célebre ensaio “Rua de mão única”: “Livros e putas – raramente vê seu fim alguém que os possui”.
Éramos, como eu dizia, 148 editores – de revistas populares e chiques, de editoras de todos os tamanhos e personalidades, diretores editoriais e designers, proprietários de grandes empresas ou funcionário-diretor-office boy de um negócio nascente. Nas salas de aula, viramos... alunos. Havia intriga contra o colega mais chato (logo identificado), atenções especiais para as colegas bonitas, bagunça antes de começar a aula, festa depois da aula, tensão e correria na véspera de apresentação do trabalho final para os professores.

Assim, distantes de nossas rotinas até nos detalhes mais cotidianos, andando de bicicleta para não perder nenhum compromisso numa intensa agenda iniciada às 8 da manhã (sem sábado nem domingo de folga), pudemos perceber o quanto podemos ainda estar tateando as novas possibilidades do livro. E, também, constatar que a melhor solução para esta “crise” do livro está no próprio livro. Ou melhor, na óbvia e difícil aposta neste objeto genial, feito de papel, costura, cola e, por que não, muita confiança no poder, ainda inabalável, da palavra impressa.
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70 Blogs 50 Milhões











50 Milhões e Dobrando

Saiu “O Estado da Blogosfera”, o relatório de David Sifry com números do technorati, o serviço da busca em blogs que ele fundou.

Os blogs brasileiros de mídia Blue Bus e Tiago Dória destacaram, respectivamente, que 2% dos posts em blogs do mundo são em português e que os blogs monitorados já chegam a 50 milhões.

Do relatório de Sifry, um outro destaque de impressionar: a blogosfera dobra de tamanho no mundo a cada seis meses e meio.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo 08.08.2006 A9
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Jesus

Dia das Mães 10maio2026

  ♦♦ Dia das Mães ♦ ♦ ❖ Leal❖ 10mai2026 Domingo ❖ Encarnado há 31.339 dias.  ❖ Encarnado Aprendiz ♦ Gratidão Deus Pai!  ♦ Gratidão Amado Jes...