3 de ago. de 2006

54 Depressão e Mania













Depressão e Mania
Fonte: DSM IV-R

16.1 / Transtornos Depressivo e Bipolar

A depressão e a mania são os mais sérios transtornos do humor descritos na terceira edição revisada do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-IV-R). A depressão e a mania freqüentemente são chamadas de transtornos afetivos, porém a patologia crítica nestes transtornos é do humor, o estado emocional interno de uma pessoa, e não do afeto, a expressão externa do conteúdo emocional.

O humor pode ser normal, exaltado ou deprimido. Um indivíduo normal experimenta uma grande variedade de humores e tem um repertório igualmente grande de expressões afetivas, e sente-se no controle de seus humores e afetos. Os transtornos do humor constituem um grupo de condições clínicas caracterizadas por uma perturbação no humor, uma perda daquele senso de controle e uma experiência subjetiva de grande sofrimento. Pacientes com humor exaltado demonstram expansividade, fuga de idéias, sono diminuído, autoestima elevada e idéias de grandeza. Pacientes com humor deprimido demonstram perda de energia e interesse, sentimentos de culpa, dificuldade de concentração, perda de apetite e pensamentos de morte e suicídio. Outros sinais e sintomas incluem alterações no nível de atividade, capacidades cognitivas, discurso e funções vegetativas (por ex., sono, apetite, atividade sexual e outros ritmos biológicos). Essas perturbações virtualmente sempre resultam em comprometimento do funcionamento interpessoal, social e profissional.

É tentador considerar os transtornos do humor em um continuum com as variações normais do humor. Pacientes com transtornos do humor, entretanto, freqüentemente relatam uma qualidade inefável mas distinta, em seu estalo patológico. O conceito de continuum, portanto, pode representar a identificação excessiva do médico com a patologia, desse modo distorcendo sua abordagem ao paciente com transtorno do humor.
Diz-se que os pacientes que sofrem apenas de episódios depressivos maiores têm transtorno depressivo maior, ou depressão unipolar. Os pacientes com episódios maníacos e depressivos são considerados como tendo um transtorno bipolar. Os termos "mania unipolar" e "mania pura" as vezes sãousados para pacientes bipolares que não têm episódios depressivos.
Três categorias adicionais de transtornos de humor são hipomania, ciclotimia, e distimia, A hipomania é um episódio de sintomas maníacos que não reúne os critérios do DSM-IV-R para episódio maníaco. A ciclotimia e a distimia são os transtornos definidos pelo DSM-IV-R que representam formas menos graves de transtorno bipolar e depressão maior, respectivamente.

Existem, pelo menos, três principais categorias concernentes à relação entre depressão unipolar e transtorno bipolar. A hipótese mais aceita, apoiada por vários tipos de estudos genéticos e bioquímicos, é que a depressão unipolar e o transtorno bipolar representam dois transtornos diferentes. Recentemente, alguns investigadores sugeriram que o transtorno bipolar poderia ser uma expressão mais severa do mesmo processo fisiopatológico visto na depressão unipolar. A terceira hipótese é que a depressão e a mania são dois extremos de um continuum de experiência emocional. Esta conceitualização não é amparada pela observação clínica comum de que muitos pacientes têm estados mistos, com características tanto depressivos quanto maníacos.
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Versão completa do texto, 44 páginas, está no arquivo:
20060803WPD_Depressão.PDF
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50 Peixinho Mensageiro

50 O Valor de uma Amizade











O VALOR DE UMA AMIZADE

Passava das 21 horas quando a campainha soou.
Estevão, que já estava em trajes mais leves, foi até o postigo da porta para verificar quem era. Como de hábito, colocou a mão como se fosse uma viseira para melhor poder enxergar, e notou se tratar de Jane, a vizinha.
Abriu a porta e convidou-a a entrar.
O que quereria ela àquela hora da noite, numa Quinta-feira de outono ?
-Vim lhe pedir um especial favor – disse ela com sorriso encantador.
- Pois não, se estiver ao meu alcance – respondeu Estevão, curioso, pois achava que não tinha muita intimidade.
- É que neste sábado irei visitar minha avó junto com minha mãe e queria deixar meu “Canário da Terra” com alguém de minha confiança.Pois é, você foi o escolhido - sorrindo de novo.
Estevão ficou ali parado em frente como uma estátua,olhando aquela linda mulher que tinha um ar maroto.
- E então? O que você me diz? Eu o deixo com a gaiola, o alpiste necessário, o almeirão... mas a água é por sua conta – arrematou ela sorrindo, antes que Estevão saísse daquela posição de transe.
-Sim, é claro. Claro que fico com o Canário, mas o Mário seu irmão não vai se opor? Quem sabe se ele preferisse ser o guardião, afinal...- foi o que Estevão conseguiu falar.
- Não. Definitivamente não. Meu pobre passarinho ficaria sem sorte e ao desamparo. Ele gosta é de bola, e imagine se vai se preocupar com “o bichinho emplumado” - assim falava ela, com convicção.
- Não quer sentar-se um pouco e tomar um cafezinho que minha mãe acabou de passar? – convidou ele. E antes da resposta, D. Amélia surgia com uma bandeja e serviu aos dois a aromática bebida tão apreciada em momentos de prazer.

Depois de algum tempo de conversas variadas a três, Jane se retirou certa de que encontrara solução para a custódia do canarinho, prometendo a Estevão que voltaria no dia seguinte com a gaiola e seu ocupante.
Naquela noite Estevão não dormiu direito, e não sabia se por causa do encargo que arranjara sem querer, ou por causa daquela estonteante presença feminina horas antes, que não lhe saia da mente.

No dia seguinte Jane veio pela tarde, com a gaiola ocupada por um lindo Canário da Terra, um pacotinho de alpiste, um pouco de almeirão; e brincando, lembrou à D.Amélia que a água consumida seria por conta de Estevão – que não havia ainda chegado, preso no trânsito com o seu carro...

Quando Estevão chegou em casa, ao adentrar a sala deu de cara com a gaiola e o pequeno pássaro que já estava empoleirado dormindo. Ainda segurando o trinco da porta, ficou parado olhando para o hóspede e sorriu para D.Amélia que o observava para ver sua reação.

Jane foi viajar conforme havia dito, mas para Estevão aquele fim de semana foi diferente dos demais. Pela manhã cuidou do passarinho da amiga pessoalmente e falava com ele baixinho, por certo sobre coisas que talvez gostaria de falar à sua proprietária.

À tarde, tomou um livro cuja leitura já estava pela metade, sentou-se na varanda para lê-lo, mas começou a não prestar muita atenção no que lia e assim logo desistiu, preferindo no silêncio ouvir o canto daquele ser amarelo-rajado ocupante da gaiola que pendurara num lugar fresco e agradável do cômodo onde estava. O canto era bonito mas havia nele uma certa tristeza por causa daquela prisão, concluía os pensamentos de Estevão; mesmo que a gaiola fosse de puro ouro, era uma prisão, sim senhor.

Quando na tarde de domingo Jane retornou, para apanhar o seu pequeno mascote, Estevão fez a ela uma proposta que lhe parecia decente: Soltar aquela pequena ave, que ele nem sabia se macho ou fêmea, da gaiola. Jane foi tomada de surpresa com a sugestão do amigo, pois nunca havia pensado nisso. Tentou ela argumentar que o passarinho já era prisioneiro a mais de um ano e que talvez tivesse dificuldade de sobrevivência na liberdade e que também fora caçado pelo outro seu irmão e que temia parecer-lhe uma desfeita a soltura proposta, pois fora o mesmo que lhe presenteara.Mas nada convenceu Estevão que ficou na defesa da liberdade do passarinho.

Um pouco arrependida no seu íntimo de ter pedido aquele favor ao amigo, retirou-se agradecendo e se desculpando pelo incômodo, aliás contestado por D.Amélia e Estevão.
Havia um aperto em seu coração...

Chegando em casa, pendurou a gaiola no lugar de costume e ficou olhando para o passarinho que vez por outra dava um piado como que saudoso de sua cativante proprietária.

Jane foi para mais perto da gaiola, conversou um pouco com ele e foi se preparar para a segunda-feira, antes de deitar-se. No seu íntimo remoia um sentimento desconfortável, um dilema... Perguntou a si mesma, se por acaso não teria a mesma opinião de Estevão sobre a prisão do passarinho, sentimento dormente mas agora despertado por alguém que a defendia com tanta convicção. Pegou o telefone e quis discutir o assunto mais a fundo com Estevão, do que se arrependeu, porque não tinha tido a prudência de deixar o assunto dormir pelo menos uma noite. Concluiu que devia aquietar-se para depois voltar ao problema.Depositou o telefone no gancho e foi deitar-se.

No dia seguinte no trabalho, comentou o ocorrido com uma colega que era sua amiga, mas o retorno não foi o esperado, e assim voltou ao ponto inicial das suas dúvidas.
Na quarta-feira quando voltava do trabalho, cruzou com Estevão na esquina da rua onde ambos moravam. Ele parou o carro e ofereceu carona, embora estivessem perto das respectivas casas.O convite foi aceito por ela e ficaram conversando um pouco, antes de se separarem. Ele percebeu que ela estava um tanto sem graça, mas bonita como sempre, e então Estevão perguntou se tudo estava bem. Em resposta ela foi franca e direta como era seu estilo, e disse a ele , o que ficara atravessado, naquele episódio do passarinho prisioneiro, polidamente, é claro. Estevão sorriu e pediu desculpas pela falta de cuidado com os sentimentos dela. Acabara o assunto por ser motivo de riso para os dois e cada qual foi para a sua casa. Mas na verdade o problema não a abandonou...

Naquela noite Jane teve sonhos com prisões, perseguições e teve medo; por isso no dia seguinte ligou para o trabalho de Estevão e disse que queria conversar com ele.
Estevão por sua vez, gostou da chamada, mas ficou apreensivo com o tom de voz de Jane.

Saíram conforme combinaram; foram a um barzinho, e Jane informou então a Estevão que decidira soltar o canarinho, explicando-lhe que havia refletido bastante e concluiu que ele tinha razão sobre a liberdade que tanto defendia – mas sobre os pesadelos da noite anterior, nada falou. Por fim Jane convidou a Estevão para ir à sua casa no próximo sábado à tarde para juntos abrirem a portinhola da liberdade. Combinados foram-se do bar.
No sábado, por volta das quatro da tarde, Estevão tomou direção da casa de Jane. Levou flores e chegou com pontualidade.

Após conversarem um pouco, combinaram que a portinhola da gaiola ficaria aberta, e que eles não iriam espantar o pequeno canário para que saísse para o seu vôo de liberdade , pois seria uma escolha dele...Assim, prenderam a portinhola por fora com um pequeno barbante, e se afastaram de perto da gaiola permanecendo em silêncio aguardando o que iria acontecer.Um sorriso, uma piscada, mas nada de palavras entre os libertadores.

O canarinho cantou, olhou à maneira dos pássaros e voou até a portinhola aberta e ficou ali pousado como se examinando a situação surpreendentemente nova para ele . Por fim , voou pela sala, pousou aqui e ali e saiu pela janela aberta, rumo ao jardim da casa. Estevão limpou a garganta e Jane enxugou duas lágrimas que lhe rolaram por aquele rosto moreno e bonito. Passada a emoção mais forte, bateram palmas e riram a ponto de chamar a atenção da mãe de Jane que veio saber o motivo daquela exaltação. D.Julieta que nada sabia ainda dos planos dos dois que estavam naquela alegria, ao saber o motivo achou que ela não devia ter soltado o coitadinho. Jane então abraçou a mãe e disse que estava contente com tudo aquilo.
- O passarinho era seu mesmo – resmungou a mãe.

Tomando um cafezinho recém coado por D.Julieta, pensavam que o pássaro voltaria logo em seguida; esperaram em vão, porque isso não aconteceu.
Duas horas após terem conversado bastante os três, Estevão se retirou porque Jane tinha um compromisso com uma amiga, logo mais tarde. Ele dormiu satisfeito porque o episódio havia tido um final feliz, tinha certeza. Ela dormiu sem mais preocupações, mesmo porque o tal compromisso havia tomado lugar na sua mente...

Na manhã seguinte, domingo, Jane levantou-se e antes de desjejum foi olhar o jardim e surpreendeu se quando ia mecanicamente se dirigindo para ver o seu amiguinho canário, pois ele não estava mais lá. Olhou no jardim a quantidade de passarinhos que havia, mas não tinha nenhum Canário da Terra, pois o seu alforriado havia mesmo partido, concluiu com um sentimento contraditório.

De repente Jane ouviu asas batendo à sua volta e sentiu o seu ex-prisioneiro bem próximo ao seu bonito ombro. Ela acompanhou o seu vôo e viu que ele foi pousar bem na portinhola ainda aberta desde o dia anterior. O canário cantou como se fosse para ela, deu uma revoada pela sala e saiu pela porta aberta, ganhou altura e nunca mais foi visto.

Jane seria capaz de jurar que o canarinho queria dizer-lhe que não morreu por haver passado a noite fora da gaiola protetora, e que havia voltado para se despedir agradecido pela liberdade alcançada daquele coração generoso, despertada pela palavra de um AMIGO.

Conto de
Diniz Aleixo de Moraes
São Paulo-SP
Janeiro/2001
Amizade.
A gloria da amizade não é a mão estendida.
Nem tampouco o sorriso carinhoso, nem mesmo a delícia da companhia.
É a inspiração espiritual que vem, quando descobres que, alguém acredita e confia em você.
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1 de ago. de 2006

54 Cérebro - Use-o!











Para o cérebro funcionar melhor

1. Estimule-se fisicamente. Mova-se.
Dance, faça exercício aeróbico, nade, jogue tênis, futebol. Faça exercícios de lateralidade, por exemplo, com a mão esquerda toque sua orelha direita e com a mão direita toque seu nariz.
Agora vice-versa e repita várias vezes até dominá-los.

2. Tome oito copos de água. De acordo com os especialistas, isso não é opcional, é obrigatório se quisermos que nosso cérebro funcione de uma maneira ótima. E se estamos estressados, devemos aumentar para 16 copos de água ao dia.
90 por cento do volume de nosso cérebro está composto por água e é o principal veículo das transmissões eletroquímicas.

3. Oxigenize-se.
Faça exercício, caminhe diariamente.
Antes de uma reunião importante ou de um trabalho que necessite de concentração respire fundo. Respire em 4 tempos, segure o ar em 16 e exale em 8. O doutor Otto Warburg, Prêmio Nobel de Fisiologia, fez uma experiência na qual conseguiu converter células sãs em malignas, através do simples procedimento de reduzir-lhes o oxigênio.

4. Fique rodeado de plantas. Saiba que uma só planta pode remover partículas contaminadas do ar em um espaço de 9 metros quadrados. As plantas aumentam a ionização negativa do ar e o carregam de oxigênio, aumentando nossa produtividade em 10%. Algumas plantas como as dálias provaram ser as melhores para isso.

5. Consuma alimentos para o cérebro. É conveniente para o cérebro que comamos cinco porções de fruta e verduras ao dia, sementes, alho, grãos completos, cogumelos, azeite extra-virgem e proteínas. O peixe literalmente proporciona a formação de novas células nervosas.

6. Pense positivamente. Os pensamentos negativos geram químicos que bloqueiam a conexão entre os neurotransmissores. Como disse Henry Ford: "Se pensas que podes o que não podes, sempre estarás com a razão".

7. Escute música barroca. A música é a porta para terrenos interiores; chega a lugares fora de nosso alcance. Ajuda a criatividade, a expressão pessoal. Facilita o aprendizado.

8. Libere seu cérebro. Se não o usarmos, o perderemos. Jogue xadrez, resolva palavras cruzadas, aprenda a tocar um instrumento, faça matemática, viaje a lugares novos, vá a exposições de arte, leia, estude algo. Escreva e desenhe com as duas mãos. Abra sua mente a novas experiências e formas de pensar. Tudo isso faz com que o cérebro funcione melhor.

Neste chamado milênio da mente, ou da civilização do conhecimento, em que saiu o átomo e entrou o bit, a única maneira de ser competitivo e manter um equilíbrio em nossas vidas, é alimentar o espírito é não trabalhar demais, e sim trabalhar melhor!
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Autoria: desconhecida
Colaboração: Erda Nemitz
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72 VBA - WordPerfect













VBA - WordPerfect

Você teria a lista de comandos para o VBA do WordPerfect?
Sabe onde posso conseguir exemplos de automação?
Você conhece VBA (de qualquer aplicativo)?
Escreva-me, por favor.
Fraternalmente,
Leal
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52 Virtudes 03










As Virtuosas Trabalhando!

Determinação;
Disciplina;
Trabalho em Equipe;
Fé inquestionável.
Quando vamos aprender?
Pensemos!
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70 Blog: Análise do Blog











Análise do Blog SinapsesLinks

Preciso da sua colaboração.
Você pode opinar exercendo crítica sobre este Blog?
É através da crítica que apuramos os erros, omissões, excessos...
Conto com sua ajuda!
Fraternalmente,
Leal
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66 Saint German












Sinopse de Saint German

Mestre ascensionado do sétimo raio - violeta, raio da transmutação e percepção, chama esta possuidora da maior freqüência de luz, tendo portanto o poder de transmutar energias negativas em energias positivas. Atrai energias de perfeição, saúde, abundância e liberdade, sendo também sintonizadora de luz dos cerimoniais e rituais sagrados, acentua nossas percepções verdadeiras em nome da nossa luz interna.

Saint Germain tem sido muito evidenciado nos últimos tempos por ser o Mestre da Nova Era, um ser iluminado que fornece instruções para uma vida espiritual mais elevada, conduzindo assim a humanidade até seu próximo patamar evolutivo, sem violência e em harmonia.

Em espírito, Saint Germain atua constantemente, porém houveram passagens em que apresentou-se em carne e osso. Podemos citar algumas das encarnações de Saint Germain - diz-se que a última foi como o Conde de Saint Germain, na época da Revolução Francesa onde era respeitado pela nobreza européia como um homem capaz de fazer milagres, um alquimista que conseguiu viver cerca de 500 anos sempre com a mesma aparência.

Diz-se também que viveu em tempos muito mais remotos a 50 mil anos, quando governava uma grande civilização onde hoje se encontra o deserto do Saara. Segundo os autores do livro "Os Senhores dos Sete Raios", as pessoas que habitavam nesta civilização eram pessoas altamente conscientes e faziam uso pleno da sabedoria de Deus com conhecimentos que nos pareceriam hoje incompreensíveis.

Saint Germain, como governante da região, mantinha as pessoas conscientes de que elas eram oriundas do grande núcleo do cosmos, espiritual e material e que suas funções na Terra eram tornar-se centros solares, extensões do Deus único. Essa civilização entrou em declínio quando as pessoas passaram a se interessar mais pelos prazeres efêmeros, perdendo a consciência divina.

Então surgiram instruções do Cosmo para que as pessoas aprendessem sobre as leis da vida pela experiência própria. O objetivo das sucessivas encarnações de Saint Germain sempre foram de libertar os Filhos da Luz.

Saint Germain teria retornado também como sumo sacerdote no Templo da Chama Violeta, na Atlântida, há cerca de 13 mil anos. Como o Profeta Samuel e como São José. Depois como o soldado romano Albano, Mago Merlin e Cristóvão Colombo.

Atualmente, o foco principal do Mestre fica no Monte Shasta, na Califórnia, um dos locais mais procurados por místicos de todo o mundo. Ele irradia vibrações através daquele local. Pessoas das proximidades já viram acontecimentos como aparição de anjos, etc..

A forma de atuação de Saint Germain é simples e não necessita da aparatos especiais. O Mestre vê o coração das pessoas. Através da nossa vontade, podemos utilizar um objeto que escolhermos ou sermos os próprios focos de luz para fluir a energia divina.

Fonte:
José Sérgio Aguiar é responsável pelo Grupo Espiritualista Força Saint Germain.
Médium, é canal do amável Dr. Matias que atende nessa casa de cura espiritual.
Colaboração:
Wellington H. Gonçalves – Taubaté-SP
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66 Kardec











Sinopse de Allan Kardec

Por Denise Borges OliveiraJulho de 2000


Nascido aos 03 de outubro de 1804, em Lion, França, Léon Hyppolite Denizard Rivail, era filho do magistrado e juiz Jean Baptiste Antoine Rivail e D. Jeanne Duhamel.


Léon Hyppolite Denizard Rivail fez seus primeiros estudos em Lion, e em seguida completou sua bagagem acadêmica em Iverdum, Suiça, com o célebre professor Pestalozzi, de quem cedo se tornou um dos mais eminentes discípulos, colaborador inteligente e dedicado, aplicando-se à propaganda desse sistema de educação, que exerceu tão grande influência sobre a reforma de estudos na França e na Alemanha.


Muitíssimas vezes, quando Pestalozi era convidado pelos governos, de todas as partes, a fundar institutos semelhantes ao de Iverdum, confiava ao professor Denizard Rivail o cuidado de o substituir na direção da sua escola. O discípulo tornado mestre possuía, além de tudo, com os mais legítimos direitos, a capacidade requerida para dar boa conta da tarefa confiada. Era bacharel em letras, em ciências, em direito e doutor em medicina. Lingüista distinto, conhecia a fundo e falava corretamente o alemão, o inglês, o italiano e o espanhol, conhecendo também o holandês, pois que facilmente podia se exprimir nessa lingua.


Em 1849 Denizard Rivail foi nomeado professor do “Liceu Polimático”, no qual regendo as cadeiras de fisiologia, química, física e astronomia, conquistou o título de um dos maiores sábios de sua época.


Dentre as numerosas obras de caráter educacional que legou à posteridade, contam-se as seguintes, por ordem cronológica:“Plano apresentado para melhoramento da instrução pública”, 1828; ”Curso prático e teórico de aritmética”, 1829; “Gramática clássica francesa”, 1831; “Manual dos exames para obtenção dos diplomas de capacidade”, 1846; “Compêndio gramatical da língua francesa”, 1848; “Ditados especiais sobre as dificuldades ortográficas”, 1849.Depois de 1855, foi que, impressionado pelo fenômeno das mesas girantes, codificando a doutrina, publicou as seguintes obras:


“O livro dos espíritos”, 1857; “O livro dos médiuns”,1861; “O evangelho segundo o espiritismo”, 1864, “O céu e o inferno”, 1865; “A gênese, os milagres e as Predições”, 1868.
Fundou, dirigiu e redigiu a “Revista Espírita” durante doze anos, que era um órgão de estudos psicológicos, e cuja publicação mensal tivera início em 01 de janeiro de 1858.
São, ainda parte de seu trabalho as obras: “A prece”, “O que é o espiritismo”, “O principiante espírita” e “Obras póstumas”.


Faleceu em 31 de março de 1869.


Bibliografia:GRANJA, Pedro - “Afinal quem somos? - De onde viemos e para onde vamos...” - 5a edição - São Paulo - Brasiliense - 1951.KARDEC, Allan - “Obras póstumas” - 11a edição - São Paulo - Lake - 1995.****

52 Sete Corpos

















Sete Corpos

Fonte, Livro: Alquimia Interior - de Zulma Reyo
O ensinamento é de Saint Germain
Cada um dos Corpos merece ser estudado em profundidade.
Estes conhecimentos são trazidos desde a antiguidade.
Observe a citação da glândula Pineal!
Teríamos perdido o vínculo com uma Fonte Preciosa?
Fraternalmente,
Leal
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Jesus

Dia das Mães 10maio2026

  ♦♦ Dia das Mães ♦ ♦ ❖ Leal❖ 10mai2026 Domingo ❖ Encarnado há 31.339 dias.  ❖ Encarnado Aprendiz ♦ Gratidão Deus Pai!  ♦ Gratidão Amado Jes...